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Eu. Não. Existo. MESMO.

por Fátima Bento, em 06.01.18

Bom, vou desbundar-me à séria.

Isto é assim: eu sou a coisa mais despistada deste mundo e arredores. Meeeeesmo a sério. Diz o terapeuta que é muita merda coisa a exigir atenção na minha mente ao mesmo tempo, e esta faz uma seleção natural.

Ora aqui nem a seleção  nem o natural  têm obrigatoriamente nada de lógico.

Ou sequer de amiguinho.

Tipo vou comprar comida para as gatas ao hiper, que fica a 5 minutos de carro de casa,  e dou comigo a entrar na autoestrada, cuja primeira saída fica a 15 quilómetros... esse tipo de coisas básicas e simples que acontecem a toda a gente #sóquenão (tá-se mêmaver, não tá-se?...)

 

Guardar os óculos dentro dum tacho, no respetivo armário, as chaves numa gaveta da arca, o telemóvel no frigorofico? Isso é para meninos.

 

Eu quando me despisto é com um panache épico.

 

No dia em que fui conhecer o Triptofano - fui, juro que fui! - combinámos nas escadas principais da Estação do Cais do Sodré. Sinceramente não me lembro da hora, mas vamos pensar que foi às 17:00h, que não deve estar longe. Cheguei um niquito mais cedo (pouco provável), ou em cima da hora (...uh...) ou um nadinha atrasada (é capaz de ter sido mais isso). Enviei uma mensagem e esperei. E fomos trocando mensagens ocasionais, e eu na minha doce tranquilidade - já que sou aquela pessoa que, se combinarem comigo às 16h e aparecerem às 18h, desde que tenha material de leitura, não me preocupo minimamente em esperar. Até que um de nós tem um epifania (adivinhem quem - começa por T) e surge no meu monitor

 

Mas estás aí agora???? Não tínhamos combinado para amanhã?

 

 

Ora quem conhece o querido Trip, pode imaginar a aflição que terá sentido. E eu Ah, pois foi, enganei-me!, tipo, olha, mais uma vez, fazer o quê, carpe diem, e coiso. Tive de o convencer que a culpa era toda minha, já que mesmo com os emails que trocámos à frente, preto no branco, prova de que era  in fact, no dia seguinte, ele estava num embaraço que só visto.

E no dia seguinte lá nos encontrámos e o resto é história.

 

AGORA, este fim de semana, a Happy e a minha pessoa combinámos uma ida ao cinema. Filme escolhido, hora de encontro marcada, tudo acertado na sexta, e se falássemos com o Trip? Eu saco do telelé, e combino tudo muito combinadinho, porreiro, maravilha, os astros alinhados estavam e, íamos finalmente poder estar os três/quatro juntos!

 

Nisto liga-me o meu marido e eu digo-lhe: já combinei com o Trip ele também vai ao cinema amanhã. E diz-me o homem: mas o cinema não é no domingo?

 

Juro, caiu-me TUDO ao chão. T-U-D-O.

 

 

Segunda calinada com a mesma pessoa? O Trip só podia pensar que eu estava a gozar com ele!

Tratei de desfazer o equivoco - e espero ter conseguido... - disse-lhe que me tinha enganado no dia, a mais pura das verdades. Se não fosse o Victor, eu estaria lá no sábado! Whatsappei a Happy a pô-la ao corrente da asneira que tinha feito.

E pronto: hoje ela não podia que está longe (e gelada) e amanhã ele(s) não pode(m) porque tinha(m) um compromisso prévio.

 

Fátima Bento, a dar calinadas épicas desde 1967...

 

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Mas já está tratado:o meu cérebro vai ser doado à ciência...

 

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A minha estreia com o "5 ingredients" do Jamie

por Fátima Bento, em 12.09.17

Pois que - olha a vergonha!!! - ainda não vi o livro todo. Mas do que vi lembrava-me que havia, entre outras, uma receita com cogumelos portobello recheados. E no sábado fui ao Lidl e ei-los: lindos e enormes.

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Vieram quatro mais uma embalagem de queijo mozzarella, não me lembrando eu quais eram os outros três ingredientes.

O que quer dizer que no domingo lá voltei ao supermercado para ir buscar 350g de mistura de mini tomates (como a embalagem tinha só 300g, ficámos com menos 50g). Para além disso era preciso alho (check) e sálvia. Não havendo a última, e tendo eu um manjericão fabuloso na cozinha - e o manjericão é o melhor amigo do tomate - está feito. E já agora que estamos numa de confissões, o queijo também não seria mozzarella, mas cheddar - ou um outro queijo de pasta dura como o queijo da ilha. 

Tivemos pena.

 

Portanto os ingredientes que juntei foram:

  • quatro cogumelos portobello, grandes;
  • mistura de mini tomates (300g);
  • seis dentes de alho de bom tamanho; 
  • um punhado de folhas de manjericão; 
  • queijo mozzarella ralado, qb.

 

Modus operandi:

 

Ligar o forno para aquecer a 200º.

Cortar os alhos em fatias o mais finas possível; cortar os mini tomates ao meio. Pelar os cogumelos, guardando a pele (com o Jamie nada se perde). Pegar numa assadeira onde caibam os quatro cogumelos - não têm que estar à vontade, podem ser um bocadinho forçados porque com o calor encolhem (duh!)... à conta de os deixar à vontade a minha assadeira era (mesmo)  grande demais... - colocar os tomates, a pele dos cogumelos, o manjericão e o alho no fundo, guardando no entanto algumas fatias de alho e quatro ou cinco folhas grandes de manjericão. Regar com uma colher de sopa de azeite* e uma de vinagre de vinho tinto*, sal* e pimenta*, colocar os cogumelos sobre a mistura, com o pé para cima, e levar ao forno 10 minutos.

Passado esse tempo, retirar o tabuleiro, e colocar o queijo sobre os cogumelos, a gosto. Espalhar os dentes de alho sobre os mesmos, bem como as folhas de manjericão - eu rasguei ao meio e dividi. E volta ao forno mais quinze minutos.

Voilá:

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Absolutamente delicioso!

 

 

 * Estes extras fazem parte da despensa básica, que também é composta por 5 ingredientes, da melhor qualidade possível:

 

  • sal
  • pimenta
  • vinagre de vinho tinto
  • azeite
  • azeite extra virgem para usar em cru

 

E pronto. Quando fizer a próxima, aviso.

Obrigado Jamie!!!!!

 

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Novidades!

por Fátima Bento, em 10.09.17

Estou desde quinta-feira a favzer um curso... vai ter a duração de dez semanas, é da Universidade de Berkley, California e é psicologia e filosifia de mão dada - mas nas bases, não são indissociáveis?

 

Chama-se "The Science of Happiness", e só hoje me debrucei realmente sobre o assunto... (os últimos dias foram um bocadinho caóticos...)

 

Por isso, agora é estudar. Na próxima quinta é a primeira aula online... espero acertar na hora  9-10AM PDT  é 14-15 horas aqui... acho eu... há alguém que entenda disto e me possa ajudar???

('brigada!)

 

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 Wish me luck!

 

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Viagem

por Fátima Bento, em 31.05.17

Sabem todos - sim acredito que TODOS os que aqui vêm com alguma regularidade - que faço psicoterapia, mais propriamente psicoterapia analítica, há três anos. Não saberão, penso, que vou para o terceiro mês de duas sessões semanais, a despeito de uma, como até aí. 

 

Primeira reação de quem sabe: mas estás pior?

 

Não. 

 

Aumentar o número de sessões não quer dizer que a pessoa "esteja pior" (obrigatoriamente, pelo menos). No meu caso, foi aproveitar uma brecha em que as coisas estavam a encaixar nos espaços certos a uma velocidade de meter respeito, e aproveitar o embalo. E tem sido fantástico.

 

Não entrando em pormenores, a minha vida foi, desde tenra idade complicada (um eufemismo mesmo eufemístico). Fazer esta jornada na companhia do meu querido amigo, sem julgamentos, e com aceitação incondicional, fez-me desabrochar, descobrir o meu âmago, e decidir o que quero e não quero na minha vida; o que cabe no que quero fazer dela e o que não cabe. E quem.

 

E aceitar. Aceitar, para poder alterar alguma coisa se assim o decidir. É assim um bocadinho como alguém que se está a afogar: esbracejando aflitivamente, perde o controlo de tudo o que eventualmente o poderia ajudar a sobreviver... se conseguir parar de lutar contra os elementos, se se deixar até afundar um pouco, ir com a corrente sem lutar, pode, no momento certo, bater com os pés e coordenar os movimentos por forma a manter-se à tona até vir ajuda, ou mesmo arriscar umas braçadas. Só depois de aceitarmos as coisas como elas são, mesmo, podemos trabalhar para as mudar. Se (ainda) o quisermos fazer.

 

E aprender algo tão lógico e óbvio é tão difícil!

 

(Re)Construir a Rosa Fátima tem sido um trabalho que começou no limpar os alicerces, e erigir tudo, pedra a pedra - pedras dos meus destroços em redor. E às vezes olho para a pessoa que sou hoje e tenho um orgulho enorme no resultado do trabalho que temos feito. Nunca pensei que pudessesse um dia vir a sentir-me tão completa como estou agora.

 

E ainda tenho um muito razoável caminho a percorrer. E vale cada passo...

 

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Desculpem qualquer coisinha...

por Fátima Bento, em 04.04.17

Ando a fintar o blogue, o Instagram e mais as outras redes sociais sociais todas. Quando fiquei melhor (e depois vieram outros abalos, que de comuns já se disfarçam do que podem e me fizeram sentir doente outra vez - mas só uma noite, que na manhã seguinte chutei para canto) reparei que a mina vida está transbordante. Às vezes de pessoas, outras de momentos, e essa perceção foi tão positiva! E de repente, o que me fazia correr teclas fora, o que me fazia clicar no disparo da máquina fotográfica do telefone deixou de ter (tanta) importância.

 

Não sendo nada de pessoal em relação a quem aqui vem, a quem procurou updates - DE TODO! , a verdade é que necessitei de tempo para passear "cá por dentro" e descobrir o que mudou nas últimas semanas. Do tanto que mudei, e em concomitância, todo o resto que se alterou, a começar com a forma como olhava e interpretava algumas das coisas que compõem o meu um-dia-atrás-do-outro. E das flores com que descobri ser possível alegrá-los.

 

Ainda sinto que necessito de mais tempo, mas vou tentar passar por aqui todos os dias, porque vocês merecem. É horrível desaparecer e não dizer nada.

 

Antes de ir por agora, só uma coisa: não foi a minha vida que mudou: foi a forma como a olho... e sentindo isso na pele, devo dizer que os clichés a respeito, embora lugares comuns, são verdadeiros.

 

Bacci, e I'll be back!

 

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Fait divers#11 - sem vontade nenhuma...

por Fátima Bento, em 27.03.17

Ando sem vontade para escrever. Pode ser da constipação que não me larga há uma semana

 

(e não era de esperar melhoras hoje, se tivermos em linha de conta que na quinta fui para Lisboa, e o tempo estava como tem estado, para uma das duas sessões semanais, e o tempo estava como tem estado, sexta tive uma comemoração de aniversário, e o tempo estava como tem estado, e sábado fui para a Luz, e o tempo estava como tem estado... e ontem não chegou para me fazer arribar)

 

e ainda há pouco acordei com febre.

 

Pode ser disso.

 

Mas não me apetece de todo escrever. Tenho coisas para contar, tenho; só sobre a experiência Portugal-Hungria, podia fazê-lo durante uma semana inteira... entretanto, e desde o último de que aqui falei, li mais dois livros, um de que gostei muito, muito, outro, que andei a guardar por esperar que fosse mesmo my cup of tea, de que, depois de deixar a coisa assentar, posso dizer que não gostei, pelo menos tanto quanto esperava, e comecei ontem à noite a ler um terceiro, mas só os dois primeiros capítulos (ou três? nem sei bem), já que não consegui manter os neurónios a pensar durante mais tempo, de que espero gostar.

 

De resto, sou eu e as gatas, as gatas e eu, a ver se melhoro, que quero largar as limitações. Se vou às compras, arrumo-as e já não me mexo mais. Se é para sair para jantar, fica quieta e sossegada, senão depois não te aguentas. Para o jogo, repousa, e veste-te bem (e ainda bem que o fiz... estava um gelo dos diabos). Ontem, dá descanso ao corpo que estás toda lixada... hoje acordo com febre... mas isto não acaba? Se calhar está na altura de sugerir ao médico para me passar antibiótico. Fartinha de estar a viver em baixa rotação e modo de espera...

 

Se calhar é por isso que não me apetece escrever...

 

Bom vou-me despachar, tenho terapia daqui a bocado...

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Aranhas outra vez...

por Fátima Bento, em 17.03.17

Há uns anos atrás, antes de mudar para esta casa, mas já com a renovação alinhavada e ainda morando na anterior, tive-uma-daquelas-coisas-que-só-eu-é-que-tenho...

 

Começaram a formar-se duas teias de aranha no teto, uma imediatamente por cima da cabeceira, do meu lado, e outra por cima da porta. Ora, eu só as via quando me deitava, e pensava, "amanhã aspiro aquelas duas", coisa que não mais me ocorria até voltar a deitar a cabeça na almofada na noite seguinte. E as teias tinham (aliás, como seria de esperar), uma aranha cada que, afanadas, prosseguiam com o seu labor.

Sendo eu uma rapariga muito conscienciosa e respeitadora do esforço alheio, decidi não me imiscuir entre elas e a sua finalidade na vida: construir intrincados rendilhados nos cantos das casas. De tal modo me afeiçoei às bichinhas que resolvi batiza-las. À da teia por cima da cabeceira, chamei Carlota, à da porta, Carolina.

 

E agora digam-me: aspirar duas teias de aranha, a gente aspira. Aspirar duas teias com duas aranhas, a gente assobia para o lado e vuuupt, já foste! Agora aspirar uma Carlota e uma Carolina, reduzi-las a pó-de-aranha no filtro de carvão que o meu aspirador da altura tinha? ALGUÉM É CAPAZ, de depois dormir descansado?

 

Por isso daqui a uns anos, que não hão-de ser muitos, os meus filhos hão-de contar aos filhos deles que a avó era tão preguiçosa que em vez de aspirar as teias, dava nomes às aranhas.

 

É um ponto de vista. Falso, mas ainda assim,um ponto de vista...

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Então é Natal...(?)

por Fátima Bento, em 09.12.16

Hoje fui ao Rio Sul. Comprei uma prenda para o marido, duas prendas para mim: da filha mais velha e da mais nova que vivem comigo, e que como têm mesadas curtas, e foram inferiores a €10 - a da Mia é mais a atirar para a mommy intelectualóide, e a da Piccolina é mais a puxar para a avójinha vaidosa (qu'é dela?).

Comprei um pijama natalino para o marido, para emparelhar com o que já tinha comprado para mim, uma vez que o jantar de Natal vai ser a dois e em casa. Ibidem para o almoço.

Comprei revistas. Revistas que dão ideias para natais super-hiper-mega-ultra, e tudo e tudo.

Um pão de ló húmido que me deixou mal disposta.

Chorei antes de ir porque a Inês disse no blogue dela que se só pudesse dar um presente a uma pessoa, essa pessoa era a mãe, porque é a maior...

 

- e vale mesmo a pena irem lá espreitar, o post está muito giro, e o blogue é um mimo! -

 

E depois fui ao shopping comprar as prendas das gatas para a mommy porque dos filhos que pari, bem posso esperar sentada... com ela foi combinado, fazê-lo mais daqui a uns meses, mas com ele... bem, vou-me deitar.

Amanhã vou ao cinema com o marido, ver Hell or High Water.

Inté, a almofada espera-me.

 

(às vezes é difícil fingir que está tudo normal, até para mim própria)

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Ponto prévio: estou a escrever no telefone, pelo que não vou editar... tough.

Só quando chegar a casa.

Ora bem, eis-me entrada no último ano dos quarenta; venham os 50: só não gosto do número 49...porque não.

Prontx. Estou no Alentejo ( mesmo no final de Setúbal, mas JÁ é Alentejo) - para passar um dia diferente. Depois conto. Por agora ficai com uma ou duas fotos. Volto na Terça se não for antes...

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Não sei sequer se estas são as melhores escolhas, mas como não tenho NEM wi-fi NEM rede para dados no quarto, fico-me por aqui... Amanhã conversamos ( e editamos...)

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Já aqui disse, a propósito de diversos assuntos, que a unanimidade me faz urticária. Ora se assim é, imaginem os monopólios... com diversidade de oferta, todos nós, consumidores, temos a ganhar (a menos que existam jogos de bastidores e acabemos a saltitar entre a m**da e o ca**lhã*...)

Ora penso que está claro que este é o preâmbulo do assunto do dia: a marcha lenta dos taxistas contra a Uber.

Vantagens e desvantagens, comparações de preços e afins entre ambos, houve de tudo nestes últimos dias.

Ora 'acidentalmente', na segunda-feira, quando saí do avião, fui informada de uma emergência que devia fazer-me regressar a casa de helicóptero.

Ou TGV.

À falta de tal, e atordoada (€€€) com a ideia de apanhar um taxi no areoporto (contrariar esse "preconceito", senhores taxistas, não seria uma boa ideia?) descarreguei a App, increvi-me e acedi à plataforma, requerendo uma viatura. Fui informada que o veículo se encontrava a 3 minutos de distância, enviei uma sms informando onde estavamos e assinalando-nos: tinhamos connosco, para além das duas malas de cabine e do vanity, um enorme saco da M&M's World de Piccadilly Circus A-MA-RE-LO, que não dava, de todo, direito a possível confusões.

Talvez devido ao mesmo, a chegada do mesmo seria facilmente confundível com a chegada de um familiar: uma risota pegada dada a nossa natural informalidade. Duranta a viagem, o motorista foi educadíssimo, mantendo-se a regra de falar quando abordado (falámos bastante...). Parou à porta de nossa casa, descarregou-nos a bagagem, que deixou à porta do prédio, despediu-se cordialmente e, na manhã seguinte ao verificar o email, confirmei a fatura: €23,61

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Restou-me pedir comparações,o que fiz ontem pelo facebook, pedindo feed back por PM. Recebi informações de que para zonas próximas, por taxi, e por volta da hora referida, se paga de €32 a €40. Uma pessoa que conheço e vive na mesma rua que eu, confirmou-me que o marido paga sempre entre €32 e €35 euros.

Não indaguei sobre a viatura (conheço taxis que circulam em Lisboa, e sei que vai do oito ao oitenta, desde a data da matricula até às condições do interior, passando pelo volume do rádio...). Havendo de facto, viaturas Taxi em excelentes condições, conduzidas por motoristas capazes, devo deixar como testemunho que, à parte o valor que paguei ter sido assinalávelmente inferior, restringindo-me ao serviço prestado, não exitarei em voltar a usar a Uber.

E quem preferir continuará a usar Táxis. 

E viva a liberdade de escolha!

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