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No final de 2017 concentrei-me nas coisas boas que o ano me deu, mas seria falsa se não dissesse alto e bom som que 

 

o ano que passou foi um ano infinitamente cruel

 

Dizer que foi um ano mau, um ano difícil, um ano que doeu é um eufemismo. Infelizmente foi um ano para entrar na história pelas piores razões. Pessoalmente teve momentos aterradores, mas acima de tudo, foi a nível nacional que teve a sua epítome negativa, ampliada pela incapacidade de tantos lidarem com as ocorrências da forma correta, e dos aproveitamentos políticos fora de tempo (sim, é um eufemismo) que surgiram e que nos deram vontade de vomitar e nunca mais nos aproximarmos de uma cabine de voto - que espero tenha passado logo em seguida, já que na minha opinião

 

não votar é um ato de cobardia, de pouco caso

e desinteresse pelo nosso presente

e pelo futuro dos nossos filhos, netos...

 

Por isso, neste primeiro post de 2018 desejo acima de tudo que este ano haja prevenção onde antes houve incúria e pouco caso, que exista organização onde houve atabalhoamento, e se aposte na prevenção onde se ergueram os braços aos céus e depois, de de mãos na cabeça se decidiu que seja o que tiver de ser.

 

Porque depende de nós todos. TODOS. 

 

Porque nos cabe, por direito democrático, pedir, EXIGIR EXPLICAÇÕES de cada decisão que nos deixa "de pulga atrás da orelha".

 

- e eu tinha mesmo que exprimir esta opinião.

 

No entanto, terminando com uma nota otimista PORQUE ACREDITO, apertem os cintos que vem aí um ano com muitas coisas boas! E não se esqueçam de parar e olhar em volta, que há tanta coisa em que não reparamos e nos pode encher a alma!

 

Mais uma vez, desejo a todos um feliz recomeço!

 

E que viva a esperança!

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10 observações

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De Happy a 02.01.2018 às 13:05

Tens muita razão em teres feito este reparo.
Focamo-nos muitas vezes em projectos e balanços pessoais, mas esquecemos que para o país, foi um ano catastrófico, onde a administração escavou um buraco após outro.
E sim, todos temos responsabilidade nisso. Concordo contigo. Ainda que não gostemos da cor dos partidos, o nosso dever e obrigação é ir às urnas.
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De Fátima Bento a 02.01.2018 às 17:30

Exatamente! Ainda que seja para os mandar dar uma curva, mas que não engrossemos a abstenção!
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De Carlos a 02.01.2018 às 16:33

Esperança neste novo ano, quer a nível pessoal como nacional e global!
Já sabemos que na política a corrupção vai continuar a existir, mas espero no mínimo maior intervenção das forças políticas na prevenção, para que não sejamos assaltados por tragédias semelhantes às de Pedrogão e às da zona centro!
Valerá a pena acreditar?
Beijinho Fátima.
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De Fátima Bento a 02.01.2018 às 17:34

O que eu penso, mesmo, mesmo a serio, é que no dia em que deixarmos de acreditar, morremos por dentro, perdemos a nossa alma, enquanto energia que nos move. 

TEM de haver alguma coisa que possamos fazer, mesmo pequenina. E muitas pequeninas podem mudar muita coisa...

B'jinhos 


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De Paula Rocha a 03.01.2018 às 09:28

Peço desculpa mas houve situações trágicas, provocadas pelas pessoas, como seres humanos que somos cometemos erros, em relação aos incêndios, penso que uma das situações que fala, foram os incêndios, sim foi uma tragédia, mas porquê fazer queimadas, quando foram alertados para os perigos que isso acarreta?
Mas foi um ano complicado isso foi.
Acredito que este será um ano melhor
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De Fátima Bento a 03.01.2018 às 10:44

É verdade. E infelizmente não são só as queimadas... mas tem de haver uma maior sensibilização para o efeito. Mas não é fácil erradicar hábitos que vem desde tempos imemoriais. É difícil fazer as pessoas entenderem que o tempo que sempre conheceram, mudou. 
De qualquer forma, não foram as queimadas as grandes responsáveis pelas tragédias. Neste momento atiram-se culpas para onde se pode, e há alvos que são incrivelmente fáceis... há um mundo de coisas que se passam atrás do pano - ou se quisermos ser literais, debaixo do chão - que sendo assustadoramente responsáveis estão encobertas pelos sacrossantos interesses económicos.
Mas sim, acredito que 2018 será um ano muito melhor. No assunto em questão, vai haver mais precaução e mais prevenção, o que poderá alterar a incidência pela positiva...
E temos de olhar para o resto. Vamos todos lutar por um mundo melhor, a começar por nós, cá dentro 

Um excelente 2018, Paula!
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De David Marinho a 06.01.2018 às 08:40

É preciso planear mais a vida. Não tudo senão perde a graça mas é preciso organização sempre.
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De Fátima Bento a 06.01.2018 às 09:59

Verdade. O problema é que, e falo por mim, tenho tanto medo de cair em excessos ao planear, e perder assim a espontaneidade, que acabo por ser muito cautelosa nos planos que traço... 
E depois há o papão do falhanço, bicho careto!
B'jinhos e bom fim de semana!
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De David Marinho a 06.01.2018 às 10:20

É, temos todos medo de falhar e que tudo volte à estaca zero. Mas matar velhos e maus hábitos custa sempre.
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De Fátima Bento a 06.01.2018 às 11:39

E no final, vale sempre a pena :)

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