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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Adivinhem quem faz anos hoje...

  O nosso queridíssimo amigo José da Xã faz hoje mais um aninho de vida!    E há alguém que não goste de o ler por aí?   Vá, vamos todos clicar no link acima e dar-lhe os parabéns. Ele merece todas as felicitações, todos os abraços e todos os beijinhos que lhe derem    Parabéns, amigo José!  

O meu balanço

- do desafio da Caixa de lápis de cor

  Chegámos a meio do desafio - escrevemos seis cores, e faltam precisamente outras seis.   Neste ponto é capaz de ser engraçado contar como - e porquê - surgiu este desafio. Em 2018 participei num desafio que consistia em escrever um texto por dia subordinado a uma palavra, numa lista de 31. Não o fiz todo (um texto criativo por dia é uma brutalidade...), mas os textos que escrevi deram-me imenso prazer, pelo fiquei com essa memória. E este ano, quando voltei ao blogue depois do (...)

A luta

... para fotografar a máquina!

  Foi preciso tirar muitas - mesmo muitas - "chapas" para conseguir fotografias para colocar no anúncio. E tudo porque a mademoiselle acha que é fotogénica? Não. A emplastra não quer que eu passe muito tempo de telemóvel na mão, principalmente se estiver a falar. Quando falo com a minha filha chega a arrancar-me o dito da mão!    (da última vez, como não o conseguiu fazer cair, atirou-se à minha cara - o Victor fica em pânico! - e deu-me lambidelas, esfregou a carinha na (...)

Olh'ó azul claro!!!

7º brainstorming alert

  E eis senão quando já passámos de meio do desafio. Esta será a semana da cor nº7, azul claro/azul céu/azul bebé E o que é que esta cor nos faz lembrar então? Pela minha parte, vem-me à ideia  piscinaBaliFuerteventuraOceano Pacífico e, claro  céu  - fundamentalmente, se me pedirem uma palavra, férias.    Sou só eu que estou com dificuldade com esta cor? Não com o texto (ainda não cheguei lá...), mas com associações... Acho que esta semana vou precisar da vossa ajuda  (...)

Ela

Desafio caixa de lápis de cor

  Todos conheciam a casa que se erguia a cerca de quinhentos metros dos limites da povoação. O exterior era lamentável: no jardim cresciam ervas daninhas que, em determinados lugares, chegavam à cintura de um adulto. A pequena escada que dava acesso ao alpendre tinha os restos mortais de um corrimão pendurados do lado direito, e o chão tinha buracos que constatavam que a madeira tinha apodrecido. Encostados à parede, onde grandes lascas de tinta descascada deixavam à mostra os (...)