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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

08
Jun20

Adeus

... até aqui ao lado ;)

Fátima Bento

thx.jpeg

 

OBRIGADA!

 

A todos os que me acompanharam desde o longinquo 2 de Fevereiro de 2005 quando estreei o Diário de uma "dona de caa" à beira de um colapso, que depois perdeu as aspas (não fui eu que tirei, dona de casa SÓ mesmo com as aspas no sitio...), mas como o nome pegou, quando o "abandonei", nove anos depois, tinha o nome Diário de uma dona de casa 2.0.

 

Ato continuo, nasceu este Porque eu Posso em que vos escrevo. A principal razão para a mudança  foi o luto  pela perda do meu pai, a necessidade de recomeço.

 

Durante estes seis anos, ganhei tanto com este blogue! Ganhei amigos, conhecidos, pessoas que me acompanharam em momentos tão difíceis, pessoas que assim como surgiram, se foram embora - algumas sem uma explicação... mas as coisas são como são. No cômputo geral este espaço foi muito positivo. Até que fui deixando de escrever e me fui afastando do pc. Passei semanas seguidas sem o ligar. Ainda tentei criar um blogue para o confinamento, mas acabei por vive-lo de outra forma, onde o pc continuava a não ter espaço. E os cinco posts deste não justificaram a sua existência.

 

E agora em que esta pandemia me fez mudar, como acho que de uma ou outra forma mudou todos nós, volto a sentir a necessidade de recomeço, de descoberta - e afirmação - de quem sou.

 

Por isso vou-me embora. Não vou para longe, vou aqui para o lado. A partir de amanhã já me encontrarão por lá.

 

Muitos b'jinhos a todos vocês, e obrigado por terem estado aí todo este tempo. Espero continuar a ver-vos/ler-vos!

 

20
Mai20

A CTT Expresso tá-se a passar

E quem se lixa, CLARO, é o mexilhão...

Fátima Bento

Anotação 2020-05-20 201543.png

 

Chegaram as máscaras e um novo post no 4 paredes.

 

Hoje recebi as minhas máscaras sociais. Pedi-as no dia 27 de Abril, mas houve rutura de stock do tecido de uma das que tinha escolhido e demorou mais. Acabei por trocar... ler mais

 

Estou à espera de umas quantas coisas que encomendei e mais: a Inez enviou-me uma prenda do dia da mãe!

 

A CTT Expresso alegadamente veio entregar a dita, mas garantiu que não estava ninguém em casa (claro que não! Somos só três em confinamento aqui!) sendo que levaram a encomenda e a colocaram na loja CTT mais próxima. Enviaram-me uma sms a dizer que a podia levantar até dia 22. No dia seguinte tinha um postal na caixa do correio a informar-me do mesmo. Entretanto quando lá ia, recebo outra mensagem a dizer que a encomenda ia ser entregue no meu domicilio, a 22!

 

Fui ao tracking da encomenda: aquilo foi um vai vem de entra e sai, que fiquei sem perceber nada. Nisto liga-me a pikena a dizer que tinha recebido uma sms a dizer... o mesmo que a minha. E pronto, eis-me aqui em pulgas por que chegue sexta feira.

 

Como disse à mecinha, vou esperar sentada atrás da porta com um rolo da massa... tadinho do desgraçado que aqui aparecer...

 

20
Mai20

Uma pérola rara

O diário secreto de Hendrik Groen vale cada pagina que viramos!

Fátima Bento

IMG_20200519_173647.jpg

5 bem gordas

 

Acabei ontem à noite O diário secreto de Hendrik Groen aos 83 anos e 1/4.

 

É sabido que, de algum tempo a esta parte raramento falo de livros, já que há um sem número de excelentes blogues a fazê-lo. No entanto às vezes há exceções em não consigo evitar destacar um que me falou forte. É o caso deste titulo.

 

Hendrik é um velhote holandês que vive num lar e decide começar um diário num primeiro dia de janeiro. E escreve todos os dias, entradas que vamos acompanhando, um ano inteirinho de pequenas hstórias que nos fazem ver o que é ter 83 anos por dentro. O livro é terno, tocante e sincero, pleno de sabedoria. Tem toques de humor que me fizeram sufocar gargalhadas, para não acordar o homem que dormia ao meu lado.

 

Os velhos estão na moda. Há imensos filmes, livros, documentários e artigos de jornal sobre a terceira idade. No nosso dia a dia não nos damos muito conta dessa atenção extra. Há menos dinheiro e menos cuidados de que há uns anos.

HG

 

Os que lemos Um Homem chamado Ove*, de Fredrik Backman, não perdemos tempo a comparar com este outros livros protagonizados por pessoas na terceira idade. Não incorra nesse erro O diário Secreto vale muito só por si. A mensagem com que nos deixa, e que confirmamos em retrospetiva, é de um otimismo que se insinua e se instala. Garante que vale sempre a pena viver, mesmo quando se está com os pés para a cova, sem saber se chega ao dia seguinte, à semana seguinte, à proxima estação do ano, ao ano novo.

 

E depois dessa viagem, tenho de fazer novos planos. Enquanto houver planos, haverá vida!

HG

 

E livros fantásticos para lermos. Não  perca este!

 

 

* e os que não leram o Ove estão à espera de quê? É um livro obrigatório e inesquecível. Como O diário secreto de Hendrik Groen, de resto.

 

19
Mai20

A hotelaria em tempo de Covid

OU ESTÁ TUDO DOIDO?

Fátima Bento

piscina.jpeg

 

Estou a planear três dias de férias em agosto, vamos ver. Ouvi de raspão que as grandes cadeias de hotéis vão abrir com as piscinas com limite reduzido de utilizadores, muitos destes por marcação e algumas estarão fechadas. Ô gente, falo por mim: o hotel é uma experiência em si. Pode ter praias pertinho, mas isso também tenho aqui; o hotel tem de oferecer algo mais. Certo: saunas, banhos turcos e jacuzzi estarão "com cadeado", mas as piscinas ao ar livre ?? Eu sei que é necessário, MAS...

 

Pipól, quem é que vai dar €200, ou mesmo mais, por noite num hotel de quatro, ou cinco estrelas, sem que possa quase usar a piscina? Du-zen-tos-eu-ros, pamordedeus! Por cada noite! Para apanhar solinho na fronha, e comer um pequeno almoço supimpa, agora a la carte? A serio? Fico em casa, esmero-me no pequeno almoço, e vou para a varanda apanhar sol. Chiça!

 

Tenciono ir para o lugar que vou sempre e que falhei no ano passado por causa dos incêndios, onde há pouca gente, ou ninguém. E tem uma piscina grande para três quartos.

 

Os hotéis vão demorar muito para recuperar da crise. Cruzes...

 

18
Mai20

Sinto, senti e por ora vou continuar a sentir...

... falta

Fátima Bento

blogues 1.jpg

 

Não tenho escrito em nenhum dos blogues como, de resto, sabem muito bem. Nem tenho lido os que lia, de modos que estou a milhas de tudo. Mas hoje já escrevi no 4 paredes, ide ler! 

 

E aqui, vou falar do que me tem deixado feliz neste conta gotas que é o regresso a uma normalidade nova. Após a travessia do deserto que tem sido o confinamento, o que me têm alegrado a vida .

 

Senti falta da minha cabeleireira. No dia que fui tratar das raízes, cheguei a casa com alma nova. A gente até pode não sair de casa, mas começamos a murchar um bocadinho, e a auto estima vai-se pelo ralo da cabine de duche abaixo, ou por outro ralo qualquer.

 

Senti  falta da minha técnica de estética. No dia em que fui tratar do cabelo também fui tirar tudo o que estava a mais. Fiquei uma mulher nova, que aquilo era pelo a dar com um pau! Cá em casa já se faziam apostas sobre quem tinha mais pelos nas pernas... e sim, eu tenho uma silk epil, mas a preguiça ganhou - e depois eles vão crescendo e chega-se a um ponto em que, só de pensar em pôr as pinças rotativas naquele comprimento, começamos a suar em bica. Náááá...

 

Senti uma falta medonha de tomar um café fora de casa, nomeadamente numa esplanada. Hoje foi o dia - falo disso no 4 paredes.

 

Sinto falta de ir ao cinema. E tenciono ser das primeiras pessoas a ir numa primeira sessão e claro, sem pipocas porque de certeza que não vai ser possível vendê-las. Assimcumássim sempre posso comprar água - e levar gomas.

 

Vou continuar a sentir falta de não sentir receio, muito embora eu seja um bocadinho "descontraída" (se tal coisa é possivel agora). No entanto, uso máscara em espaços fechados - mais para segurança, e tranquilidade de quem se cruza comigo. Não é que não tenha medo do covid, mas na minha opinião, a máscara dá, de fato, uma falsa sensação de segurança, e acabamos, por exemplo, por não pôr alcool gel nas mãos amiúde. Eu esqueço-me, e quando dou por mim já entrei no carro e pus as mãos no volante. Lá tiro o frasquinho da mochila e coloco nas mãos e as mãos no volante todo, para desinfetar. A seu tempo a gente devia habituar-se, não é? Mas agora são as alergias que me fazem penar para respirar por detrás da máscara. Depois, PIOR, vem o Verão, as temperaturas altas (para a semana já temos uma amostra)... e aguentar aquilo com o calor? Vai ser bonito! Na rua não me lixem, não uso. Vai comigo mas não na cara. Depois de amanhã chegam as sociais, a ver se são mais fáceis, ou menos difíceis, de usar...

 

No que diz respeito à conduta social, o segredo, se o há, é pensar. E depois, em última instância, pensar primeiro nos outros. Porque, ou é impressão minha, ou as pessoas ficam com os nervos em franja quando veem alguém sem máscara. E depois a máscara de facto protege, que não hajam duvidas! Mas em vez de passar o dia com aquela coisa no rosto, prefiro não sair (tanto) de casa.

 

Estou em pulgas para que reabram os parques urbanos. Até a pedovia está "fechada", o que não impede que magotes de gente vá todos os dias para lá fazer caminhadas, limitando-se OU a mover as barreiras, OU a contorná-las. A coisa tem funcionado quando se dispõem a convencer as pessoas, agora a obrigar... não resulta, a menos que apliquem multa. E ainda assim... olhem que não sei...

 

16
Mar20

E agora é (também) assim

- sendo que, também vou continuar/voltar a escrever aqui

Fátima Bento

covid-19.jpg

 

E pronto. Estamos em confinamento (ou isolamento?), eu e o meu filho, acompanhados das duas crianças: o Ippo e a Piccolina. Esperamos que o Victor venha para casa ainda esta semana, provavelmente em regime de tele trabalho (que é para comer a net todinha!). 

 

Vai daí, criei um novo blogue, Entre quatro paredes, que não é mais que um diário dos dias por aqui. Vou voltar/continuar a escrever aqui, mas sobre o vírus, é lá que falo. Deêm lá um pulo, se gostarem sigam, the works. O primeiro post já lá está, e ainda hoje vou escrever outro.

 

Passem por lá e deixem comentário!

 

Obrigada!

 

- estou de volta, babes!!!!  

14
Fev20

Hoje é dia dos namorados!

(ó pamordasantinha...)

Fátima Bento

valentine-candy-hearts-conversation-sweet-37532.jp

 

Hoje é aquele dia em que se fala da violência do namoro, se oferecem flores, ou um presente mais cuidadosamente escolhido, e se vai jantar fora. Isto se a reserva tiver sido feita há um mês atrás, caso contrário:

  •  vos espera um não redondinho;
  • uma fila de dar volta ao quarteirão - o que reduz a probabilidade de chegar à porta ainda à hora de poder usufruir de uma refeição, e aumenta as dores dos pés, seus ou da sua acompanhante já que o 14 de fevereiro é também, dia do salto alto, aliás como todos sabemos;
  • acaba num local tipo Time Out Market (tããããão romantico! #sóquenão), ou numa superfície comercial  a abarrotar de gente que não fez reserva em lado nenhum.
  • ainda há a hipótese de acabar num espaço tipo Zé do Cozido, ou Cantinho da Maria - ainda assim, se tiverem mesa. Ah pois é!

 

O Dia de S. Valentim é lindo, não é?

Ó se!

 

- um grandessíssimo pincel, é o que é. Por aqui nunca celebrámos, e hoje estamos em frente da TV a comer sopinha e a ver snooker. E estamos a divertir-nos de certeza mais que os casais que resolveram sair. Excluindo os que foram ver o Bruno Nogueira, claro. Mas a exceção confirma a regra, segundo se diz...

 

29
Jan20

O Expresso da Meia Noite e a arrogância bolorenta de João Soares

Fátima Bento

expresso.jpg

foto: SIC

Na passada sexta-feira, assisti ao Expresso da Meia Noite, coisa que é quase habitual. E ainda estou um bocadinho estarrecida com o que para ali se passou. Passo a citar o dr. João Soares, por forma a fazer-me entender por todos vós - ou pelo menos assim espero. O tema, claro, foi o Angolaleaks.

 

"A tradição da formação soviética - estes tipos quase todos tiveram formação soviética incluindo o João Lourenço - e há uma tradição daquilo a que eu chamo a cabidela: é aquele universo soviético em que quando as coisas correm mal, há sempre um sanguezito..." (sic)

 

... e galhofa total no estúdio. Fica a dúvida: será que aquela gente sabe que está a participar num programa de informação?

 

"Eu não tenho nenhum encarniçamento pessoal em relação a ninguém, eu conheci o pai da dra Isabel dos Santos, só tenho pena de não a ter conhecido antes de ela ficar tão gorduchita, ela é capaz de ter sido uma mulher bonita..."(sic)

 

João Soares.jpg

foto: SIC

... acompanhado do riso cúmplice de Nicolau Santos, fazendo vir à memória aqueles velhos que veem uma miúda gira e começam a babar-se convulsivamente, desatando numa algaraviada de fazia e acontecia de quem já só faz e acontece na sua imaginação.

 

Mas esta afirmação é de uma veleidade, falta de educação, misógenia, PRECONCEITO com maiúsculas (pronto, deselegante, poderia concordar o visado e acabou a conversa), que me deixou uns bons minutos de queixo caído tendo apenas rodado a cabeça a 90º para confirmar se o homem-da-casa tinha ouvido o mesmo que eu.

 

E o que tenho a dizer é isto: na primeira parte da frase, em que diz "(...)só tenho pena de não a ter conhecido antes de ela ficar tão gorduchita(...)",  cheira ali a uma feudalidade que se metamorfoseia em colonialismo puro e duro. No entanto, a primeira coisa que me passou na cabeça foi... mas ele pensa que se a tivesse conhecido antes, ela ia cair redonda sob o seu charme e poder de sedução (#sóquenão)? É que nem vale a pena dizer mais nada.

 

Vamos dividir a frase em duas partes e comecemos pela segunda: é capaz de ter sido uma mulher bonita. A minha opinião, que vale o que vale, é que ela É uma mulher bonita. Não é isso que menoriza o facto dela ser uma ladra de primeira categoria, mas é bonita. 

 

E depois quais é a razão que leva João Soares a achar que ela é capaz de ter sido, mas já não é? Simples: "(...) antes de ela ficar tão gorduchita (...)

 

Não, agora é que não digo mais nada. O Dr. João Soares entrou no buraco sozinho e de vontade própria. Amanhe-se.

 

Amanhe-se com as barbaridades que saem daquela boca e com a arrogância que lhe é tão própria, notória, e enraízada.

 

E eu agora vou à minha vida. Na sexta feira disse que ia fazer um post visceral sobre o assunto:

Missão cumprida.

(já me sinto mais levezinha...)

 

22
Jan20

Cosmética bio, vegan e afins

Coisas que me encanitam - 2020 #1

Fátima Bento

vegan.jpeg

 

Agora não há marca que não tenha uma linha Bio, já para não falar daquelas marcas que surgiram agora, quais cogumelos, puramente Bio - a apostar que grande parte pertence a um grande laboratório com outro nome, já batido, e que de Bio (até agora, pelo menos) não tem nada?

 

E champôs, geles de duche, leites corporais, cremes de mãos e pés, mais bálsamos labiais, tudo Bio ou Vegan? Há-os em muitos espaços - onde vejo mais é no Celeiro, já que não vou aos outros - e já começo a ver no hipermercado...

 

Então vamos lá pensar todos juntos:

     1. Cruelty free

Esta é a situação que mais me dói. Física e psicologicamente. Mas ajudem-me: para chegarmos a este carimbo, quantos animais foram sacrificados das mais hediondas formas? Agora, só comprar cosméticos cruelty free, deixa-vos com a consciência mais leve? A mim não, não consigo deixar de pensar no que foi preciso para chegar aqui. E acho, honestamente, que devo usar a palavra alegadamente antes de "chegar aqui"...

 

      2. Bio e Vegan

Em boa verdade, não sei o que é um cosmético vegan. Sei que o veganismo é o vegetarianismo levado ao extremo, portanto, se calhar até estou mal informada. Vejo às vezes em embalagens "suited for vegan" ou "adequado a vegetarianos"... presumo que sejam à base de plantas e/ou legumes, não tenham corantes, conservantes, nem aromas artificiais, e se assim é, deverão ter um prazo de validade curto, só pode. 

Mas admito, sou cética até no que aos alimentos diz respeito. Enquanto deparar com hortas biológicas junto a autoestradas, tenham santa paciência. Há, de facto pequenas e resguardadas hortas que produzem vegetais bio, e que vendem a pequenas mercearias igualmente bio. Há. Mas vamos nós adivinhar quais os verdadeiros e quais são os outros...

Voltando ao tema incial: 

Ser bio, cosméticamente falando

  • é não usar maquilhagem;
  • lavar o rosto com água e sabonete de glicerina, e hidratar com lanolina, ou similar;
  • lavar o corpo com o mesmo sabonete, e hidratar com óleo de amêndoas doces;
  • o cabelo deve ser lavado com sabão azul e branco, usar azeite como condicionador ou máscara (consoante o tempo de exposição) - também pode usar o óleo de amêndoas doces para o efeito - enxaguando com água em abundância ;
  • para os pés, mãos, lábios: vaselina.

 

Resumindo:

Não compliquem. Não gastem pequenas fortunas em produtos que, alegadamente, são bio, ou vegan. A natureza tem e dá! Podem, inclusive, aprender a fazer os vossos cosméticos!

#Besmart!

 

(eu, que não sou hipócrita, tenho de admitir: uso a linha Slow Age da Vichy, e o leite 3 em 1 mais  agua micelar da mesma marca; nunca procurei simbolos que me digam se é cruelty free, ou o que for. Assumo.)

 

19
Jan20

Balanço de 2019

(aergh!!!)

Fátima Bento

pexels-photo-1172687.jpeg

 

Essa foto acima é quanto basta como balanço do ano.

- dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, não é?

 

Mas pronto, eu elaboro um pouco... nem tudo foi mau. Em finais de Fevereiro fui passar uns dias à Ericeira (sob risco de não responder por mim se não me afastasse de casa), que foram tão fantásticos que passei os meses seguintes a falar nisso. O que levou a que, no meu aniversário, o meu maído fosse conhecer a coisa. E voltou (quase) tão in love pelo espaço como eu. E na véspera, ainda assistimos ao concerto do Bublé na Altice Arena. 

 

E...  ka - put.

 

No resto do ano foi a foto acima. Desde a saúde ao pior Natal de que há memória (imaginem o pior: já imaginaram? agora elevem a 99: foi muito pior!), não faltou nada. Na semana do Natal ao Ano Novo, passei três ou quatro dias "em estado de choque" - esse ano ofereceu-me mais alturas em que fiquei assim, por isso já não era novidade... - mas depois tratámos de atirar para trás das costas, e eu e o maído fomos às compras para o revilhão... que foi très bon, indeed.

 

Entrei o ano empanada, não mexe não respira - havia alturas em que saía da cozinha e quando chegava à sala já não podia com as dores: e eu não vivo num palácio de comprimento incontável!

 

Até que há uma semana atrás o meu médico decidiu que isto já dura há demasiado tempo, e zás, levei uma pica de Tramal e mais uma de uma coisa para contornar os enjoos que parece que o primeiro provoca. Levou 45 minutos a fazer efeito, mas quando fez, fez. E deixou-me c'uma moca... felizmente só dei por isso quando tranquei o carro e entrei em casa. Além disso, receitou-me um santo comprimido que me tirou todas as dores. Reação?

 

Screenshot_20200119_165148.jpg

 

Portanto, diria que noves fora zero (a primeira quinzena), 2020 está a portar-se lindamente!

Que assim continue, que 'ma 'ssoa não aguenta dois 2019....

 

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