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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Boa notícia!

(cliquem na foto para acesso à notícia na íntegra)
Assim c'má'ssim, que se veja um niquinho do dinheiro que nos andam a desviar...
('per'aí, disseram dois? DOIS???????)

Para grandes males grandes remédios #2

Há dias removi uma amizade no facebook, de uma das pessoas que mais gosto. A incapacidade de lidar com as novas tecnologias (novas? Aonde?) fez-me saltar a tampa: era uma constante fonte de stress, tunga remover amizade, done.

Dias depois cara a cara: 'desamiguei-te no face' e ele 'quero lá saber, só uso aquilo para trabalhar nem vejo se está alguma coisa aberta antes de desligar.

Pois.

Bem sei, senão não removia, bloqueava de vez.

Não há hipótese, e não vale tentar contornar as questões: há pessoas que amizade só mesmo face-to-face.

(e isto também é válido para pessoas mais velhas, e que têm profissões absorventes, e que se deixam absorver por elas até à medula...)
- se a pessoa visada lê isto vai ser lindo...uma briga faíscante...

Noticia WTF do dia

Quando me levantei, levei com ela... mencionava um estudo qualquer feito não sei bem onde para corroborar a teoria.

Agorinha mesmo tropecei outra vez na dita. Não houve outro remédio a não ser... bem, aqui está ela:

(clicar na foto para ser redirecionado para a noticia)
Esta não fala em estudo, fala numa "empresa da Califórnia, EUA, especializada no tratamento contra os piolhos" (quem viu o filme "Não sei como ela consegue/I Don't Know How She Does It", com a Carrie Bradshaw, perdão, com a Sarah Jessica Parker, deve lembrar-se do aspeto destes salões que promovem a implacável caça ao piolho)
Portanto, amantes das selfies e do Instagram, há  uma nova lista de coisas sem as quais não devem sair de casa: as chaves, o smartphone, o Cartão do Cidadão, e, já agora, um qualquer documento que comprove que não estão infestadas pela bicharada. 
Ou então, arriscam-se a ouvir um redondissimo não de resposta à pergunta 'selfie?'

Para grandes males grandes remédios #1

{sou, sou um bambi}

Este blogue, que ainda é uma pequena criança, está-me a deixar balhelhas. Só um bocadinho, mas assim a modos que a bater mal.

Ele é o contador que não mexe. Ele é o contador do donadecasa que continua (normal) a mostrar tráfego, num movimento superior ao deste blogue - era de esperar que quem lá vai para fazer uma visita e saber novidades, clicasse no aqui do 'a partir de agora sigam-me aqui'. Nope.

Diz o sitemeter que metade das pessoas que lá vão, batem e voltam, tipo ricochete, tungas. O que aconteceu aos mais-ou-menos-cem-mais-ou-menos-fiéis? Eu não sei, mas **puff**, parece que desapareceram. E como deixei implícito na frase com que comecei à voz pequena este post, o meu humor e motivação para continuar a bater na pedra (dura que nem cornos), oscilam à leitura dos digitos.

Soluções?

Claro que sim!

Ou dou uma de vitima de OCD e desato a pespegar aqui diversos contadores e ponho-me a comparar dados, ou então faço uma coisa simples: removo o contador que cá está instalado. Mái nada.

Ou então - que nisto há sempre uma terceira versão meio-termo - altero-o para um semi-invisível (os invisiveis pagam-se) e só o vejo uma vez por mês. Prontx.
Feito.

A vida não é feita de chocolate e lollipops

Continuo com dias em que desejo serem curtos, muito curtos tipo bom dia, já foste, até amanhã.

Juro que sim, e tenho todo o direito a eles.

O meu psi deixa implícito nas entrelinhas que vai ser sempre assim, enquanto eu não mudar as coisas. Para o meu psi, eu mudar as coisas é eu mudar TODAS as coisas, virar a minha vida do avesso. 

O meu psi diz que eu lhe faço vir à ideia "uma série de que se fala muito e que ainda não vi, mas que se chama... 'walking dead'. Porque é isso que você neste momento é".

Ah, e isso de facto ajuda. Ajuda-me a continuar a querer que os dias sejam, às vezes muito curtos, 'olá e até amanhã', assim, sem mais.

{porque ao contrário dos zombies com que me identifica o 'xô tôr', que andam devagar mas não se cansam, eu canso (ó se me canso!!!!) e se for preciso também corro.

E neste momento estou esgotada de cansaço.

E com todas as razões para isso.}.

 [- quanto mais não seja porque alguém ainda está na cama. A esta hora (e não, não sou eu...)]