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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Fabuloso e inacreditável! Quando tiver 80 anos quero ser assim!

16.04.14 | Fátima Bento

{então começa a fazer por isso, porque aos 46 ainda não és assim, filha...}

Pois que recomeçaram as audições para o Britain's Got Talent, e eu fico num virote até à final. O que vale é que os gajos são despachados, e mal passem as audições, as galas são numa semana, de segunda a sexta, e a final no fim de semana.

E Kaput.

Cá é que gostamos de espremer a burra enquanto esta tem leite...

E então aqui vai um videozinho... é qualquer coisa de fabuloso, não se explica, tem mesmo de se ver. A senhora tem 80 anos e dança. E chega como introdução. Vá, carreguem no play! Se quiserem, não ouçam os comentários (como se fossem capazes!) mas vejam o número até ao final.

A sério. 

Vendas suspensas... suspensas pela ANF

15.04.14 | Fátima Bento

{ERRATA, a começar logo no título:

onde se lê ANF leia-se INFARMED}

É assim, eu nem sei até que ponto é que a coisa era 'legal', mas não havia farmácia que não o fizesse: o cliente pedia a medicação habitual (e aqui o habitual fará muita diferença) pagava, era emitido um recibo de venda suspensa, e quando ia ao médico este passava a receita, sendo que o cliente regressava à farmácia e as contas eram acertadas. 

As contas e o stock.

Ora eu, que sou despistada até mais não, já fiz umas quantas vendas suspensas que me deixaram 'no prejuízo', já que acabava por me esquecer, ou ia fora de prazo. Nunca me passou pela cabeça nem tal me foi explicado que fizesse diferença para o controlo do stock que, pelos vistos não sei se desde sempre ou se só agora, pode ser vistoriado pela Associação Nacional de Farmácias.

{Isto tudo porque, como quem me segue do outro blogue sabe, durante práticamente 34 anos tive de fazer medicação anti-depressiva. De há cerca de uma ano para cá, desde que o meu pai foi internado, e depois veio aqui para casa, à conta de não ter horas para coisa nenhuma, comecei a esquecer-me de tomar os anti-depressivos (se se esquece é porque o corpo não pede e se não pede é porque não precisa, dizia-me o Psi), e parei. Os ansiolíticos mantiveram-se em SOS, mas mesmo só em casos muitíssimo pontuais, tendo sido retomados aquando do falecimento. Continuo a tomá-los regularmente até hoje, juntamente com um indutor de sono à base de melatonina}

Durante todo o tempo em que tratei a minha (salvo-seja!) depressão fui à MESMA farmácia, aviar os mesmos medicamentos. Repito, quase 34 anos. E ontem, dado que os ansiolíticos acabaram, dirigi-me ao establecimento habitual para os adquirir.

Pois que me mandaram dar banho ao cão, que sem receita agora, NADA.

Eu, com cara de idiota chapada: então sem ansiolíticos, e como só daqui a duas semanas tenho consulta, passo duas semanas sem dormir e num escalar de ansiedade (experimentem viver com um adolescente em depressão há quatro anos e tentar fazer um luto ao mesmo tempo e vão ver que, como diz o Jorge Jesus, é peaners!)?

Pois que sim, e prontx - o problema até é meu!

Fiquei para morrer.

E na noite passada, não dormi toda a noite. Nem melatonina, nem anti-histamínicos, nem o diabo a sete.

N-A-D-A.

Passei o dia prostrada, cansada, sem querer abrir a boca.

DESCULPEM LÁ, QUINZE DIAS???????

E agora com a Páscoa, onde é que andam os médicos que me pode passar uma receita?

Não consigo ver a ideia. Contrabandear medicamentos 'parecidos' com gente conhecida, para garantir descanso?

Tomar os do meu filho (que nem sequer são benzodiazepinas), só para não enlouquecer até conseguir os meus?

Ou daqui a duas semanas, quando tiver consulta, ter de aumentar a dosagem, acrescentar mais uns quantos e retomar anti-depressivos, ou seja, ter regredido um ano, que no meu caso preciso, equivale a umas décadas?

Não percebo a ideia.

Alguém do ramo me pode dar uma explicação? Agradecida.

Boom

14.04.14 | Fátima Bento

Drama. Vozes, burburinho, um empurra o outro, o outro empurra o um. Levantam-se os tons, o 'turmoil' é palpável. Insultos. Mal entendidos na perfeição. A tensão que sobe. O respirar que se torna difícil. E o não me tocas, nunca mais me tocas, e o arfar, o ar que não entra, o irrespirável. O corpo a corpo, medir de forças braço a braço, e ela ali sentada, como se não se passasse nada, só o coração quisesse sair pelos ouvidos, e as mãos, ah se às mãos fosse permitida vida própria, os livros que não nas prateleiras, as loiças que não nos armários, os cacos, muitos cacos, menos cacos que aqueles em que está. Faz orelhas moucas ao que dizem mas as palavras teimam em furar a barreira e a entrar nos ouvidos e a ressoar no cérebro.

E o controlo. 

E o autocontrolo, que já bastavam dois vértices do triangulo em centrifugação acelerada.

Levantou-se devagar e dirigiu-se ao quarto de onde tirou um casaco. Vestiu-o o saiu, não sem ouvir protestos.

Desceu, entrou no carro. Ficou ali, com a chave na mão, sem saber.

Sem saber.

Só se apercebeu da implosão quando se apercebeu que todo o corpo estava dormente, a emparelhar com a velocidade a que o cérebro (não) 'mexia'. Os braços, as mãos as pernas. O pescoço, e a cabeça que se encostou no volante e pois que não, para fazer cenas destas que não seja ao pé de casa, puxa o cinto, mete a chave na ignição e põe o veículo em movimento.

Rodou. Rodou. Rodou.

Round and round, em círculos pelos locais onde vai sempre,

mais uma volta, mais uma corrida 

Quase sem piscar os olhos. 

Parou num posto de abastecimento para evitar a reserva que se fazia anunciar há uns dias. Seguiu caminho,

mais uma volta mais uma corrida

para acabar estacionada onde é costume, mas onde pode encostar a testa ao volante sem gerar comentários.

O telefone, tinha de ter deixado o maldito do telefone em casa.

Sacudiu-se e deu de novo à chave. 

Mais uma volta.

E regressou, subiu as escadas a arrastar os pés, meteu a chave na fechadura, deu a volta.

Mais uma vez a solidão lhe fazia companhia, aquela solidão em que não se desabafa porque não se tem com quem, o melhor amigo fora DA rede, a irmã em trabalho.

Silencio.

Também não adiantaria uma palavra dita.

Acolheu a dormência da implosão e adiou uma visita às urgências, empurrou com a barriga, os ansiolíticos que acabaram, e agora, que se lixe, a gente aguenta até rebentar.

Vai um café? - e se querem receitas com o mesmo, é mesmo aqui...

14.04.14 | Fátima Bento

No conforto do meu lar?

À disposição: Kazaar, Dharkan, Ristretto, Arpegio, Roma, Decaffeinato Intenso e Ciocattino. Ainda tenho, ali perdida, uma cápsula de Volluto, se alguém fizer questão.

Café para mim é isto: em casa, sozinha quase sempre, menos ao fim-de-semana, e até às 16:00h, salvo raríssimas exceções. E é Ristretto ou Ciocattino. Ao fim de semana, depois do jantar, damos uso ao decaffeinato, sempre intenso.

Às vezes, quando me consigo convencer a sair de casa (tipo de sopetão, enfio as calças, a camisola ou t-shirt, meto os pés dentro das sabrinas ou pumps, agarro na carteira e saio porta fora, descendo as escadas a pentear o cabelo com os dedos. Lindo de dar dó. Mas neste ínterim ainda tenho tempo de agarrar numa revista ou livro...). Na rua, invariavelmente dou por mim sentada num de dois (vá lá, três) cafés, e só então, tomo 'café-de-café'. E sim, se querem saber, sozinha. 98,5% das vezes. Na companhia de letras, das minhas letras, não das que escrevo mas das que aproveito para ler. 

Entre quinta-feira e sábado (muitas vezes no próprio) é dia de marchar de Sábado numa mão e Visão noutra, e nesse dia, são dois cafés e um pastel de nata, mais dois copos de água. E geralmente leio tudo o que me interessa nas duas, de capa a capa. Às vezes, quando o tempo está agradável e solarengo, saio do café, enfio-me no Rocinante e vamos acabar a leitura 'com vista'.

O café é sem dúvida um grande prazer, e para mim (e conheço e respeito muita gente que pensa exatamente o contrário) resume-se fundamentalmente a uma única marca. Gosto dos cocktails do Starbucks e do Costa, mas nada chega a um bom expresso Nespresso.

What else?

Quanto às receitas que menciono no título, estão todas aqui. Bon apetit :)

(post - infelizmente - não patrocinado...)

Porque já chega.

13.04.14 | Fátima Bento

Não nasci para engolir hipocrisias ao pequeno almoço - nem, de resto, ao almoço ou ao jantar.

Não tenho fação política de escolha e quanto a ideologias, peco por ser 'utópica ma non troppo' - o que eu penso e o que me faz correr, mexer, e como eu gosto que esteja estruturado o mundo em que vivo são coisas que não batem certo, bota com perdigota. Sou, não sei por quanto tempo mais, uma orgulhosa resistente da 'classe média' - a tal em vias de extinção. Não gosto do alastramento desmesurado da classe baixa, nem da existência da 'baixissima', mais vulgarmente conhecida por pobreza, que cresce a olhos vistos. Incomoda-me a fome, os pedidos de ajuda que não posso acudir, o desespero nos olhares. Vejo da minha janela o desumanizado vasculhar nos contentores do lixo em plena luz do dia e sem vergonha, porque, como se diz, quem tem vergonha passa fome. Quem a vai perdendo também. E quem chega a perder qualquer réstia de orgulho  a ponto de não abranger já o sentido de humilhação de catar sacos de lixo orgânico, abrindo e remexendo os dejectos de terceiros em busca de algo que ainda se aproveite, já ultrapassou a perda da dignidade. Já perdeu tudo, e sobrevive, com todas as hipóteses de já não esperar mais de que conseguir chegar ao contentor seguinte e quem sabe encontrar uma caixa com uma fatia de pizza que alguém não comeu, ou um saco com meia dúzia de batatas fritas que tenham sobrado de alguma refeição...

Aqui há tempos, numa daquelas nossas conversas mais 'profundas' o meu filho perguntou-me em que ponto é que eu me situava em termos políticos. Vacilei na resposta, arrisquei um sincero 'já votei em todos os partidos políticos, da direita à esquerda', mas não era isso que ele queria saber. Pormenorizei.

Ok.

Os meus ideais políticos alinham com os da esquerda, mas não vivo de acordo com os meus ideais, e

como disse no inicio deste post, como não nasci para engolir hipocrisias a nenhuma das refeições que faço e pelas quais tenho a consciência de estar grata

tenho de me assumir como uma pessoa que se pontua por valores centro-direita. Por uma questão de frontalidade e sinceridade. 

E depois seguiu-se a explicação daquilo em que consistia cada um e da razão porque era assim. O meu filho compreendeu.

Compreendeu ao ponto de assinalar casos que se pautam por essa mesma dualidade de valores.

Gente que se diz, afirma, embandeira pela esquerda e faz uma vida de cómoda direita, e não está disposta a abdicar do conforto que essa mesma mediania ainda lhes traz.

A política vale o que vale, isto é, nada. A política é um estranho jogo de xadrez em quem controla as peças ganha com isso, mas em que as peças são sacrificadas uma a uma, a começar, obviamente, nos peões. A política não passa de jogos de interesses combinados por detrás do pano, de holofotes e micros desligados, nas sombras, à boca pequena. A política esconde-se mesmo por detrás dos testa de ferro eleitos que caem enquanto os barões engordam.

A política é suja, nojenta.

E não há volta a dar.

Sempre foi assim e nunca assim vai deixar de ser. Falemos nós de democracia, oligarquia, ditadura... o nome varia mas as moscas... até podem voar em bailados mais ou menos elaborados, mas são sempre as mesmas, e estão lá para o mesmo.

Sempre.

Como os abutres nos desertos.

... e o que não vou ver no grande

10.04.14 | Fátima Bento

Sem quaisquer preâmbulos:

 

A promessa (eu devia estar a dormir para ter entendido isto...):
- um filme à boa maneira de Cecil B. DeMille. Lembrou-me logo 'Os dez Mandamentos'. Até os ateus se pelariam por ver uma 'COISA' daquelas feita HOJE, em 2014... a seguir pensei no Ben-Hur original, com o mesmo Moisés, perdão, Charlton Heston, de William Wyler...
- um épico bíblico. Digam o que quiserem, mas do que me ocorre agora de repente do Antigo Testamento, a história do Jonas e da baleia, e esta, a de Noé e a sua arca, são as mais inverosímeis de todas. Mas, what the coiso, perdido por cem perdido por mil, se era a história da arca do Noé, segurassem na coisa pelos ditos!
Mas não! Tinham de inventar, de todas as maneiras.
E diz a Sábado que é preciso ver para fazer uma ideia do todo, e coiso.
E pelo que diz a Visão (aivalhamosantinho!!) que aquilo tem tudo o que se lembraram que eu não gosto num filme. Não se esqueceram de nada. E pelo que dizem, não bate a bota com a perdigota vezes demais.
Ou seja: o filme da Páscoa (de rebolar a rir, não fora a coisa preocupante, para dizer o minimo), está 'desvirtuado até à medula.
Por isso, estas eram as perguntas que os papás que fossem ver o filme com os petizes poderiam esperar seriam:
- Ó mãe (ou ó pai, mas vou manter-me pelo mãe, deslarguem-me!) porque é que Deus só salvou dois animais de cada (um macho e uma fêmea) e deixou morrer os outros todos? Se as pessoas tinham sido más e tinham de ser castigadas, os animais não tinham culpa...
- Ó mãe, se só ficaram eles vivos, como é que repovoaram a terra? O pai teve de fazer bebés à mãe, e o irmão à irmã, foi? E como é que eles conseguiram ser assim tantos se levam tanto tempo para nascer?
- Ó mãe, só eles é que eram bons, e os outros eram todos, TODOS maus?
- Ó mãe (esta é um must) porque é que deus é mau?
Isto era o que seria de esperar, a serem fiéis ao que vem no Grande Livro.
Agora pelo que me foi dado saber, a resma de perguntas continua ad aeternum.
Ou é de tal modo descoisante, que os putos não fazem nem uma...
ESTE, eu garanto que não vou ver. Nem que me paguem o bilhete, me ofereçam as pipocas e ainda me paguem o jantar.
NO.
CAN.
DO.

O que estou a ver no pequeno écran...

10.04.14 | Fátima Bento

{Vamos por partes. Primeiro vão-me dar um segundo que eu vou só ali tirar uma dúvida e volto já. São só uns segundos. Voltei. É no AXN, lol}

Eu ontem vi a estreia, mas como o comando não é meu, e nunca sei SEQUER o numero correspondente a cada canal (ainda para mais estava habituada aos standard que via no caixote, e aí era, se não me engano, o 60, agora são os HD...), é a desgraça...

- e volta e meia diz o marido põe aí no Axn/Fox/whatever, ao que se segue a minha resposta e isso é onde? e o terceiro passo é ele entrar na sala, pôr no canal e voltar ao que estava a fazer...

pelo que não me lembrava do canal. É no AXN, pronto.

O IMDb dá-lhe 8/10, mas ainda é cedo para embandeirar em arco. De louvar é a bendita da campanha de marketing - até a caixa onde me entregaram a pizza ontem trazia a imagem! E depois, pronto, é da produtora do Brad Pitt, que não há-de estar a produzir cocó, digo eu...

De qualquer maneira, gostei da historia

(ai o que eu não dou para não meterem aliens 'ao barulho', que eu já não aguento mais histórias de aliens, puxem pela cabeça para outras explicações mais ilógicas, please!) Mas, e enquanto escrevo pesquiso, parece que sim, ou melhor, que não, que não tem a ver com vida extraterrestre. Já descarreguei a amostra para o meu reader, e daqui a uns dias compro o livro . Chama-se The Returned e foi escrito por David Mott.

Portanto... não contem com spoils, vejam a serie.

Resumindo e baralhando, neste momento o que vejo, na telinha: Ressurection (AXN), que vai emparelhar com Scandal (Fox Life), com The Blacklist (Sic) e Arrow (AXN).

Por ora, enquanto não começo a ver o Game of Thrones (SyFY, que não tenho).

Façam-me companhia e vejam também... tenho um dedinho que adivinha e me diz que vai mesmo valer a pena ;)

Resurrection, quartas-feiras, 22:20, AXN

Retirar a alma ao que é um pedaço de mim?

09.04.14 | Fátima Bento

Quem me conhece deste e doutros espaços sabe que quando os silêncios se prolongam, ou se entopem com esferovites que não têm muito a ver com a minha forma de raciocínio e de o expor, é sinal que anda alguma coisa a passar-se. 

Quando criei esta nova 'residência' tinha por fito deixá-la espraiar-se, crescer para cima ou para os lados a seu bel-prazer, e a fazer-se 'porque eu posso' só por si. O único senão que me impuz (ingenuamente) foi a inibição de deixar o meu umbigo tomar protagonismo ou afetar o resultado do mesmo: este não era um blogue de queixas, nem de mágoas, nem similares. Isso tinha já ficado lá entremeado no outro endereço, e desta vez 'bora lá insistir no lado positivo', que há dias de sol, pois há.

Mas também há os que não são.

E, se respeito quem faz mão-cheias de posts quando está em dias de alma solarenga, que os guarda e posta nos dias mais cinzentos

- que os blogues também podem ser geridos como micro-empresas e essa é uma das formas mais eficazes, à luz dos tempos, de o fazer

a verdade é que eu não sou assim.

Raios me partam.

O(s) blogue(s) sempre foram uma continuação da minha pessoa, e não consigo retirar a alma ao que é um bocadinho de mim.

E por isso se há dias em que escrevo um post levezinho entre dois mais pensados, isso quererá dizer que me apeteceu aligeirar, ou que houve uma qualquer notícia parva que me fez saltar a tampinha. Quando o inverso começa a acontecer - posts pejados de inutilidades uns atrás dos outros, é sinal que me estou a forçar (o que é muito diferente de esforçar) de o manter com vivacidade e à tona,

porque diz que é suposto um blogue ser como um bebé irrequieto e estar sempre a mexer, sem dar descanso a ninguém.

Por isso, olhem, tenho um monte de coisas para partilhar. Mas não é agora.

Porque entre a saúde física e o desconforto emocional que me tem assolado, não estou com espirito para conversas.

Talvez mais logo, quiçá...