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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

19
Mai14

Já têm livro para a praia? Não? É este !

Fátima Bento

Foi na semana passada que o acabei, nem me lembro o dia, e tive vontade de vir aqui a correr contar - mas fiquei-me pela vontade...

Já falei nele um ror de vezes porque o comecei há 500 anos e não havia maneira de lhe dar continuidade... chama-se "As mulheres casadas não falam de amor", da Melanie Gideon, e - e essa foi uma das causas que o dito foi sendo ultrapassado por outros livros - tem 464 paginas. Um calhamaço para transportar na carteira, acabava por colocar outro, ou o reader, e depois de iniciar uma obra nova, ia até ao fim. Por isso este menino andou aqui 'aos trambolhões' até que decidi 'é desta', e agarrei-me a ele.

E porque compraste tu, Fátima, este livro, que não é bem o que costum(av)as ler? Pela forma como está escrito que achei curiosa. Para além da narrativa, tem a transcrição de emails com as respostas a um estudo do qual não temos as peguntas (o que puxa pela imaginação) e conversa no facebook em PM, bem como atualizações de status. Achei 'bizarro', e uma vista de olhos a correr faz-me achar que valia descobrir a novidade no formato.

Valeu.

O livro é... bem, é um romance, não sendo dado a romantismos extrapolados, mas a história desenvolve-se na velocidade exata, não é aborrecido, não 'cansa', e no fim... ficamos de sorriso parvo.

Este é, sem qualquer duvida, um livro de verão, de silly season, de quando queremos dar uma folga à massa cinzenta sem nos sentirmos mentecaptas, nem que estamos a destruir miríades de células cerebrais.

O volume, apesar de grande, não é pesado, de modo que só é difícil de transportar se a carteira for pequena... e a paginação tem espaços que fazem com que a leitura seja mais rápida de que o numero de paginas faria supor.

Para lerem a sinopse do livro, cliquem na foto (ou no URL sublinhado, lá em cima), que vos leva à pagina da Fnac online. E não se esqueçam que a Feira do Livro está mesmo aí ;)

 

16
Mai14

Eu, perdigueiro

Fátima Bento

Acabei de chegar da rua, onde andei a tratar de meia dúzia de assuntos. Estava a sair do Lidl, cai uma carga d'água - curta mas grossa - que vai lá vai! Vim o caminho até casa de vidros abertos a sentir o cheiro de terra molhada!

Nada se assemelha ao cheiro da chuva quando cai num chão quente!

HUMMMMMMMMMMMMMMM!

Estacionei, saí do carro e fiquei uns minutos a farejar o ar, deliciada.

Entretanto a chuva parou e a temperatura está inalterada :)

14
Mai14

Dependências

Fátima Bento

Estou às voltas com a pré-preparação de uma viagem (é mais uma escapadinha) com o mais que tudo. Apontamos para Outubro, quando fazemos 21 anos de casados, e uma segunda lua de mel, por pequenina que seja vai saber lindamente.

Bom, mas dizia eu que, a pensar em Outubro, esta é a altura ideal para começar a ver voos (sim, que aqui a menina não gosta de viajar em companhias low cost, apesar de nunca o ter feito e não poder comparar - mas depois daquele vídeo de da Ryanair fiquei mesmo traumatizada), fazer contas, e pensar e começar a pesquisar hoteis.

E diz-me alguém, cuja opinião nem foi pedida, mas pronto, que 'é muito importante que o hotel tenha wi-fi grátis'.

Fico de cabelos em pé. Na minha opinião, de férias, seria importante que o hotel NEM TIVESSE REDE DISPONÍVEL para os telemóveis, quanto mais wi-fi! Afinal estou de férias, ou estou o quê? Internet PARA QUÊ? Para levar o dia à frente do telemóvel nas selfies, ou atrás, nas fotos, e as noites no Instagram e no Facebook, e ainda no blogue a relatar tal qual como foi o dia todinho?

WTF??????

Há uns anos aprendi uma coisa. Tinha a minha gajinha 10 anos quando fomos pela primeira vez à Disneyland. Eu fui carregada de uma máquina fotográfica de rolo, e outra de cartucho (uma Instax). Portanto isto em 2001 [se querem saber 30 de Setembro, precisamente 19 dias depois de caírem as Torres Gémeas. Uma experiência fantástica, voar naquela altura :) ]

Vi tudo o que queria ver, bisei o que quis ver mais de que uma vez, fotografei o que me apeteceu, tira uma e põe a outra (e a Instax pesava que se fartava)...

Em 2006 voltámos, desta vez os quatro. A máquina fotográfica, já digital, ficou nas mãos do marido. Ele fotografou, ó se fotografou. O parque Disneyland e o Disney Studios vêm bem representados nas cerca de 600 fotos tiradas. Adorámos tudo, a quatro foi delicioso, e o parque tinha imensas novidades, logo a começar no segundo parque, que quando  fomos a primeira vez estava em construção.

MAS.

Mas ele chegou à mesma conclusão que eu já tinha chegado:

RÁISPARTÀSMÁQUINASFOTOGRÁFICAS!

O que perdemos, quando vemos tudo através de uma lente é abissal. Tivemos a grande, imensa sorte de, uma vez que era um pacote de cinco dias, podermos repetir tudo, e 'apanhar' o que podia ter passado ao lado, só pela lente, deixando a máquina na mochila.

Agora reparem: estou a falar em TIRAR fotos. SÓ. 

Portanto, hotel com wi-fi gratuito é uma coisa que está posta de parte. Aliás, o pc vai ficar em casa, e os smartphones não serão ligados à net. 

Férias, p'amordasanta, férias!

Meia dúzia de fotos, e no regresso escolhe-se uma ou duas e partilha-se.

Que doença, senhores, que doença!

13
Mai14

Nos últimos tempos? Leio!

Fátima Bento

Aqui pelas minhas bandas, lê-se. Lê-se muito, de capa a capa, estado a contra-capa já colada à capa seguinte.

- deu-lhe a louca!

Deu.

Aqui eu tinha explicado que não li durante uns meses e uma possível razão, aliás a única.

E depois quebrei o jejum, e olhem foi como uma pessoa que passa muito tempo sem comer e dá de caras com um banquete!

Então, a ver se não me esqueço de nenhum...

Comecei pelo 'Não te distraias da vida', do Manuel Forjaz. Gostei, embora não vá tecer mais comentários em volta do livro. Gostei, o Manel ainda estava vivo quando o li, fiquei com a ideia de o 'conhecer' um bocadinho melhor.

E depois, às compras, apaixonei-me por um livro de que nunca tinha ouvido falar. A coisa mais bonita que vi até agora em livro - ganha às capas dos diários da MRP, o que é difícil - o autor era francês e o livro foi fazer companhia aos bróculos e aos pacotes de açucar. Foi o seguinte a ser lido e chama-se 'A lista dos meus desejos' de Grégoire Delacourt. É um livro doce, despretensioso, e que nos deixa um nadinha tristes. O dinheiro muda as pessoas - todas, é a mensagem.

Entretanto entra o reader na história. Comprei mais um do 'meu' autor de thrillers favorito, John Katzenbach, 'Red 1-2-3'. E neste ínterim estreia a serie 'Resurrection' e vou em busca do livro que dá origem à serie: 'The Returned', de Jason Mott;

e lá ficou o 'Red 1- 2-3' à espera enquanto li o de Mott. Gostei muito. Quem for ler à espera de descobrir mais qualquer coisa sobre a série, desengane-se: ele até é capaz de estar lá tudo (não dá para saber ainda)mas com tanto enviesamento e adição de pormenores extra, que não 'spoila' nada...

E de seguida então foi a vez do adiado

que valeu a espera. Não vou tecer grandes elogios ao livro, acho que toda a gente já sabe que tenho admiração pelo autor e que dele, 'papo tudo' em qualquer das línguas que conheço.

A este seguiu-se um livro que nunca pensei ler, porque não gosto do autor. Mas a verdade é que li. E continuo a não gostar do autor - ainda mais não fosse porque não é ele que escreve os romances que assina - mas também porque embirro com o senhor. Com 'a casta' que o senhor representa. Li

Que não me fez mudar de ideias e pede um post só para si, de língua afiada.
Fechei a capa desse, e vim à sala buscar 'A culpa não é sempre da mãe' da Sónia Morais Santos
Quem conhece o blogue da Sónia, 'coco na fralda', conhece o estilo de escrita dela e sabe que ela é jornalista. Aqui combina as duas vertentes e o resultado final é um livro sobre a culpa. Das mães. Acabei-o ontem à noite, e confesso que ainda estou a digerir o último capítulo sobre a adolescência, dado que tenho um molho de brócolos ali dentro, que é a segunda adolescência que acompanho, e que às vezes me deixa a pensar que vou mesmo ensandecer. Mas pronto.
Na lista para 'já-a-seguir': acabar o 'As mulheres casadas não falam de amor' de Melanie Gideon, e em seguida ler 'Secret' de L. Marie Adeline, erótico, emprestado por uma amiga há imenso tempo (no mínimo pensa que já lhe perdi o livro... não).
E de livros, neste momente este é o panorama. Não tenciono ler ALA, Saramago, GGMarquez, Vargas Llosa, Murakami...nos próximos tempos vou andar a ler esferovite. Quero coisas leves, que preferencialmente me prendam, e que me deixem à vontade para dar algum descanso às células cinzentas.
Depois outro galo cantará.
A seu tempo.
12
Mai14

A aumentar a qualidade de vida na cama

Fátima Bento

Aqui em casa eu e o marido resolvemos pôr em prática (digo já que foi gradual) aquele principio, que acho que já toda a gente conhece, de desligar televisão e pc's uma hora antes de dormir. Ainda não tirámos os telemóveis das mesas de cabeceira, por causa dos despertadores - já que os outros, os das luzes vermelhas, já foram eliminados há imenso tempo. E nope, não temos televisão no quarto, está lá a tomadinha, a cabelagem por dentro parede mas há-de ficar ali a enfeitar, já que televisão no quarto é um não-não.

Mas dizia que passámos a desligar os aparelhos visados, cerca de uma hora antes da de dormir, e aproveitamos esse tempo para ler.

Quando o sono bate (nele bate sempre mais cedo já que também acorda bastante mais cedo), apaga-se a luz. Ontem li mais 30 minutos e apaguei a minha à meia noite. E dormi um sono com uma qualidade à prova de bala - noto que melhora a cada dia: tanto o adormecer quanto a qualidade do sono. 

Experimentem. E se estão a passar por fases mais estressantes, façam-no MESMO.

Vão ver a diferença...

09
Mai14

Repolhos?

Fátima Bento

Na China, jovens fazem amizade com repolhos para curar a solidão

O titulo é uma falácia, já que na noticia, logo abaixo, um jovem de 17 anos diz:  “Eu posso transferir meus pensamentos negativos para o repolho e depois jogá-lo fora. É como se eu tivesse me livrado de todos esses sentimentos junto com o vegetal”, e se isso é amizade, vou ali e já volto...

Achava que já tinha visto de tudo?

Pense outra vez...

(para ler a noticia na íntegra, clique na foto, ou no url sublinhado)

08
Mai14

The Grand Budapest Hotel: Fabergé não teria feito melhor

Fátima Bento

Fui há dias ao cinema ver o desejado 'The Grand Budapest Hotel', do Wes Anderson. Aquele filme de que toda a gente diz bem. Muito bem, mesmo. A unanimidade sempre foi uma coisa que me deixou desconfortável, mas vá-se lá saber porquê, a minha intuição apontou-me o cartaz do filme sem hesitação, e eu e o marido, lá fomos - e vou ser sincera, a salivar pelo que me esperava.

Pois que para quem conhece bem Wes Anderson - que digo já não ser o meu caso, foi o primeiro filme dele que vi, tanto quanto sei - a perfeição é esperada como um dado adquirido. O role de vedetas que participam nos seus filmes, quando contactadas, já sabem ir trabalhar por tuta e meia, mas reagem como se lhes tivesse saído a sorte grande. 

E realmente 'The Grand Budapest Hotel'. face ao escrito atrás não surpreende. O filme é de uma perfeição quase inimaginável. Cada fotograma parece ter sido cuidadosamente trabalhado, o humor é inteligente, os diálogos idem, e olhem, só vendo, mesmo. A imagética com que Wes constrói a obra cinematográfica é tão cuidadosamente estruturada que 'nada sai do sítio'.

Um filme belo, vibrante de cor, movimento e fantasia visual.

Ralph Fiennes relembra quem se tiver esquecido que é um excelente ator (bem sei que alguém tinha de ser O Lord Voldemort no Harry Potter, mas aquele papel, parece-me que o diminuiu um pouco aos olhos da grande maioria dos espectadores, salvou-se a sua presença no último filme da saga, que foi bastante mais marcante). 

Não vou aqui mencionar o desempenho de todos, mas Edward Norton, de cada vez que surgia, dava-me uma imensa vontade de rir. 

 

(clicar na foto e escolher outros tamanhos - original para visualizar melhor)

De resto estão todos fantásticos, fabulosos...

O que é que eu posso dizer mais?

O filme para mim é uma caixa de macarons do melhor confiseur parisiense. Lindo, delicioso, sem comparação... e que nos deixa com vontade de mais.

07
Mai14

Um recado para o FDP que hoje, às 14:23h passou na via rápida da Costa da Caparica, e apanhou a A2 sul, seguindo para o Almada Fórum

Fátima Bento

Olhe, gosto de experiências radicais. Mesmo. Ainda este ano quero fazer um salto tandem, e marcar um batismo de parapente para o ano (ou oferecer-me o batismo no meu aniversário... ainda não sei).

Na minha bucket list contam mais  maluquices, como fazer bridge jumping. Gosto de montanhas russas, emoções fortes... descobri há dias uma coisa chamada zip lining e oh que já está gravado na pedra!

Portanto gosto de me desafiar, de me colocar em risco calculado, com toda a segurança possível.

E sim, gostava muito de fazer estas coisas todas e outras mais que fazem parte da mesma lista.

mas para isso, não posso kick the bucket já,

capice, sua besta?

Sim, eu a entrar na via rápida pela via de aceleração que vem da Sobreda e sua excelência, que vinha a milhas, não só não 'facilitou', como ainda carregou no pedal. E à medida que eu avançava, carregava. E só não me enfaixei nos rails porque sou uma gaja calma e controlada ao volante, e o Mercedes que vinha atrás de mim também reparara na sua atitude, seu c@br@ozinho de merd@, o que fez que não se enfaixasse na minha traseira!

Sabe o que lhe desejo, do fundo do coração?

Que quando chegar a casa, tenha a cama quente.

Isso, e uma valente caganeira de três dias.

E quando recuperar da caganeira, pode espatifar a sua viatura contra um rail que é capaz de ser uma coisa gira.

 

07
Mai14

Não podia não ter sido assim - PARABÉNS INEZ!

Fátima Bento

Há 23 anos atrás, às 7:45h, toquei a Inez pela primeira vez. Mudei de estatuto, passei de uma miúda de 23 anos ponto-paragrafo, para mãe (de 23 anos).

A Inez deu-me o maior presente que alguém pode sonhar: a oportunidade de acreditar que é mesmo possível ser feliz, e que o amor existe. Porque eu sabia que ia amá-la sempre e acreditava que ela me ia amar sempre também, e isso ninguém nos ia tirar.

Existem um milhão de caracteres a dançar na minha cabeça e a querer passar dos dedos para o teclado, mas em tal frenesi, que não é possível fazê-lo sem cair no lugar-comum. E eu não quero, porque se há coisa que a Inez NÃO É é um lugar comum. Para ficarmos mais claros, não é COMUM, tout court. A Inês é uma princesa especial, uma bailarina na via láctea, é uma guerreira que vai atrás do que quer e faz seu. A Inez é muito especial, muito ELA.

E isso chega e sobra. Porque quando digo que é muito ela, acreditem, é mesmo MUITO.

A mãe (tão miúda qu'até irrito!) a tia/madrinha, e a Inez, horas depois de nascer.

 

E depois o tempo passou e esta é a 'piolhita' o ano passado em Agosto, antes de apanhar o avião de volta para casa, sniff...

ADORO-TE MIÚDA
e estou cheia de saudades (goes without saying, não é?)
Beijos, beijos, beijos...

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