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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

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28
Jul14

Coisas que me fazem espécie #3

Fátima Bento

Eu tomo Angelicalm.

{este post não é patrocinado mas se os senhores do laboratório quiserem enviar umas caixinhas de comprimidos, não tenho nada contra}

Em relação à valeriana, garanto que não me faz nada - posso tomar uma caixa inteira de valdispert e fico na mesma. 

Em relação à passiflora não tenho qualquer opinião.

Em relação à melatonina, não tenho duvidas que é o que 'cola', e acaba por me ajudar a ter uma noite descansada.

E isso para mim chega. O Angelicalm é um produto natural, de venda livre, para combater as insónias que funciona (se a insónia não for crónica ou especial-de-corrida)

E ISSO DEVIA SER SUFICIENTE.

Mas não...

Agora tinham de esticar a explicação (esta estação do ano é lixada...) que

a) ajuda a dormir, logo,

b) dormimos as oito horas de sono que nos fazem falta e

c) ao dormirmos bem e o tempo devido o organismo anda 'afinadinho' e vai daí...

d) ... emagrecemos!

RECAPITULANDO:

O produto (que por acaso é o Angelicalm) porque faz dormir bem, logo emagrece.

O que, em ultima análise faz dele uma-espécie-de-produto-de-emagrecimento.

Pode?????

Pelos vistos pode. Afinal a margarina 100% vegetal também tem 1% de leite das vaquinhas dos Açores (e das outras, no caso das outras marcas...)

VALE TUDO...

25
Jul14

A Catarina da revista Activa

Fátima Bento

Gosto tanto de a ler que nem vos conto! Metade da Activa é da pena dela que sai (e não me contrariem se faz favor!), ou se preferirem 80% do que vale a pena ler. Já tenho rido que nem uma doida com as descrições dela quando divide tudo e todos por tipologia, e não só.

No blogue, a escrita é de comer e chorar por mais, como de resto, só podia.

Falo da Catarina Fonseca. O blogue? este aqui, ó:

 

22
Jul14

Pior a emenda que o soneto, irra! Nem nas minhas piores antecipações... vai lá vai...

Fátima Bento

Não sei se se lembram daqui a menina ter jurado a pés juntos que não ia DE TODO ver o "Noah" nem que me pagassem o bilhete - foi aqui, lembram-se? 

Pois que este sábado lá vi o filme.

Ora para quem conhece a história original do Noé, que me desculpem os crentes, aquilo só de si já é um disparate pegado. Só consigo aceitar tal isso como uma alegoria, ou uma parábola, ou outra qualquer figura de estilo que está mesmo debaixo da língua (onde não faz falta nenhuma). É essa e a do Jonas e da baleia - o Antigo Testamento está cheio de histrionismos hiperbólicos, senhores! Então e o desgraçadinho do Job que passou as passinhas do Algarve (e do sul de Espanha, da Côte d'Azur e da Riviera italiana), só porque, prontx, era preciso provar que o seu amor a deus era ilimitado e superava qualquer obstáculo. E nem vou falar do Abrão de facalhão em riste prontinho a degolar o Jacob, seu filho, só porque deus se lembrou de rénar com ele e ver até onde é que ele ia. Lá intreveio no último minuto, e o Jacob só teve pena de não ter vestido umas calças castanhas naquela manhã...

Bom dizia que, se no original olharmos bem para a história ela é mais que inverosímil, nesta versão não sei de quem (deixa lá ir ver), de Darren Aronofsky, a coisa é de puxar os cabelos, rebolar no chão e dar cabeçadas na parede. Isto para quem se preocupar o suficiente, que não é o meu caso. 

É uma aventesmísse de tamanho, para a porcaria que é, e ali NADA está BEM.

Canudo...

Vimos aqui sentadinhos no sofá e no fim vaticinámos em coro: 

g'anda merda de filme!

e fomos dormir.

21
Jul14

Esta blogger e os livros...

Fátima Bento

Pois, descobri que já parei com a atualizção das leituras há uns volumes (e posts) atrás, por isso, 'bora lá pôr a "escrita em dia"...depois deste post, li o "Secret, partilhado" da Marie Adeline, um erótico com uma linguagem estranha, que oscila entre o 'chamar o boi pelo nome', ou usar umas palavras que são tão deslocadas e acabam em 'inha' que dão uns arrepios de WTF nada positivos. Mas acho piada à história, como já tinha achado no primeiro livro. Aplicação do termo literatura? Nem com a maior das boas vontades!!!!

Segui para "Reencontro em Barcelona" da E. Adler,  a que se seguiu "The wrong man" pelo John Katzenbach - referi-os aqui de fugida, e foram desta pilha que tenho devorado, os menos interessantes. 

Mal acabei o livro do Katzenbach, segui para a Adler outra vez (estou quase sem livros dela para ler...) e devorei o "Regresso a Itália" em 48 horas.
Segui com o hilariante "A vida secreta de uma mãe desleixada", do qual fiz este post (e são muito poucos os livros com direito a post próprio), e que fiquei com vontade de ler de novo mal o acabei... [palerma, daqui a uns tempos  vai saber-me muito melhor :) ]
Em sequencia, e para estar cada vez mas perto do último, voltei à Adler e li "Viagem a Capri", que está nos antípodas do "Regresso a Barcelona", e por isso, recomendo para o Verão! 
E agora estou a ler "O clube de tricot de sexta à noite", de Kate Jacobs
Vão seguir-se "Laços Eternos" (a sequencia deste "O clube...", da mesma Kate Jacobs), e logo a seguir, "Revenge wears Prada", da Lauren Weisberger - isto se conseguir resistir a "Uma casa no Campo" da Adler (depois deste só me faltam ler dois...)
Além disso, a minha sobrinha mái maior ficou de me trazer uns quantos da Sophie Kisella - do divertido"'Fada do Lar", lembram-se?- por isso, a ver vamos. depois continua a updatar os progressos, lol.
B'jinhos!
21
Jul14

Três livros para uma ilha deserta é quase uma missão impossível...

Fátima Bento

Um livro era certinho: 'O Historiador" da Elizabeth Kostova. Já li, é um dos meus livros favoritos, e é um livro suficientemente grande para me garantir uma belas horas de entretenimento. 

{E aqui é quando fico em branco. Puff, não faço ideia de quais que levaria mais... a Bíblia não porque já li (eu sei, sou quase uma raridade, nomeadamente debrucei-me mais sobre o Antigo Testamento de que sobre o Novo, o que me leva a concordar com Saramago a 500%), e não tenho qualquer intenção de repetir}.

Provavelmente, e porque são dois livros em lista de espera, levaria "Não entres tão depressa nessa noite escura", do António Lobo Antunes e "O pêndulo de Foucalt", de Umberto Eco.

 

Só espero, honestamente nunca ter de me deparar com uma escolha dessas... ishhhh!

18
Jul14

"Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo" (proverbio popular)

Fátima Bento

Bom eu ontem escrevi no post anterior que (...)eu tenho pancada por aniversários(...). E tenho. Pelos meus e pelos dos outros. Mas, como ides ver, a coisa não parece ser bem assim quando me esqueço de assinalar aqui no tasco que o meu gajinho fez 18 anos na quarta-feira.

DEZOITO, gente!

E é nesta altura em que é suposto dizer que

parece que foi ontem/não há-de uma pessoa estar velha

/para nós serão sempre pequeninos/nem consigo acreditar,

e coiso e tal...

Pois meus amores e minhas amoras: O TANAS!

 

- não, não parece que foi ontem não senhora [graças aos céus, não me faltava mais nada que passar pelo puerpério outra vez (e com a perimenopausa a morder-me os tornozelos ao mesmo tempo...)]

- velha é a tia. Ou a avó. Ou melhor ainda, os trapos (bingo!)

- sempre pequeninos C'UM TAMANHÃO DAQUELES?? Eu só vejo mal ao perto...

- ai consigo acreditar, consigo! Tem sido um longo caminho... (n'é gajo?)

 

Por isso, agora qu'o mê pikeno já pode votar, tirar a carta (se arranjar guito, que por estas bandas não abunda), e ser o seu próprio encarregado de educação [perguntava-me ontem a madrinha - então como é ter mais um maior de idade? Resposta aqui da mãe: só começo a ter essa noção quando ele for o próprio E.E. (i.e., eu deixar de ter de andar pendurada nas escolas, nos professores, nos DT's e nos diretores...)]

Mas pronto, é um facto que os meus dois rebentos são maiores de idade.

É um facto que mais uns aninhos e estou a entrar nos cinquenta (valhamosantinho, respira, mulher, respira...)

E é um facto que nunca me senti tão bem e tranquila - não à falta de problemas, que os há, mas na forma como os encaro.

Por isso venham mais cinco, mais outros cinco e mais uns quantos em bouquets de cinco, de uma assentada que eu pago já (ou era bebo, ó Zeca?)

 

- não isto não é ainda o alemão, lol...

(os dois, em Londres, Maio 2013)
17
Jul14

Era uma vez #1

Fátima Bento

Bem, acho por bem dar uma explicação (sei que não preciso, mas quero) a quem me pergunta pelas diversas vias acessíveis, 'porque cargas d'água é que andas armada em parva e nunca mais escreveste?'

Essa pergunta tem algumas respostas diversas, daí que esteja um cardinal com o número um à frente no título...

Então passo a apresentar a primeira razão.

O 'Diário de uma dona de casa à beira de um colapso', que conta 9 aninhos, sempre foi a menina dos meus olhos. Era quase o centro do meu mundo

(olh'ó disparate...)

e os comentários, as visitas, os destaques e afins eram uma coisa muito importante. Isso e os aniversários do dito cujo

(mas eu tenho pancada por aniversários,

por isso, nada de novo).

Ora, quando comecei a escrever no dito a blogosfera era bem mais pequena, era mais fácil ter visibilidade e 'atenção'. Depois ao longo do tempo os blogues começaram a multiplicar-se como crias de coelhos e a surgir em todo o lado como cogumelos no tempo húmido, e pronto, fui saindo do radar... para quem sente que tem uma vida pequenina e elege um blogue como uma conexão ao mundo, foi sendo cada vez mais difícil lidar com a situação.

Até que, dez dias depois de o 'blogue-mãe' fazer os mencionados nove anos, criei este e larguei o outro. Porque a minha vida tinha mudado muito e tinha encerrado um ciclo, estava mesmo na altura de fazer tábua rasa, e começar de novo.

Claro que começar um blogue neste momento é difícil: no inicio as visitas ** PUFFFF** desapareceram - mas os comentários nem por isso - mas às tantas, a coisa engrenou e este espaço começou a ser recortado, e até teve dois valentes destaques. Feliz-feliz, foi o que fiquei - como dizem os ingleses, 'extatic'. 

O reverso da medalha foi que comecei a entrar em parafuso, todos os dias ia ao editor verificar os recortes duas ou três vezes, e dei comigo a ficar incrivelmente triste e triunfalmente alegre conforme o que a barra de recortes me reservava.

ÓY!

Como eu costumo dizer à minha filha, a respeito de tudo-e-mais-alguma-coisa, NADA É ASSIM TÃO IMPORTANTE.

E vai daí fiz o que fiz há uma mão cheia de anos atrás (antes de "ser blogger") quando não passava sem os meus fóruns e chats americanos: vá de retro pc - passei semanas sem lhe tocar. 

Desta vez não fui TÃO radical: continuei a usar aqui a máquina, mas para jogar no FB, ver uns filmes e pouco mais. Fiz-me invisivel no FB, no Skype, deixei de atualizar o Instagram ou o Twitter. Bloqueei as interações exteriores via electrónica, e 'fui desintoxicando' - e sabem os deuses que precisava.

Neste momento, praticamente 'au point', ainda não sei se estou pronta para encarar o blogue como uma 'tarefa' diária. Sei que o quero fazer, mas tenho para mim que vai continuar errático até à rentrée - está para entrar a praia, as férias, e tudo-e tudo, e honestamente, não sei.

Continuo, no entanto, a ler que nem uma maluca (a sério...) e a lambuzar-me com a minha vida que tem tanto de bom e eu nem reparava...

Por isso vão passando que eu vou escrevendo, quanto mais não seja tenho mais uma ou duas razões a indicar para a minha ausência...

B'jinhos,

... e voltem que eu também volto!

10
Jul14

Cinco estrelas!

Fátima Bento

Ontem chorei. Isto no comboio, com toda a gente a olhar para mim! Tive de fechar o livro, endireitar-me na cadeira, fechar os olhos, respirar fundo e depois de me recompor, voltar a abrir o livro.

A sério, já não me ria a sério com um livro desde que li 'A fada do lar' da Sophie Kinsella, mas mesmo assim, não me ri tanto como ontem. E não foi a primeira vez que me ri com este... foram 48 horas muito bem passadas, garanto (não levem as 48 horas em conta, o livro tem 360 paginas...)

O livro em questão é este:

(ao clicar na foto é redirecionado para um site para a compra do mesmo,
preço €8,01- €8,90)
SINOPSE
"Para Lucy Sweeney, ser mãe não passa propriamente por aulas de ioga e artigos estampados com marcas infantis. Há anos que a pilha de roupa para lavar não tem menos de um metro de altura, há meses que não se lembra sequer do que é ter sexo com o marido, mas só passou uma semana desde a última vez que levou os filhos à escola… de pijama. Quando Lucy decidiu abdicar da sua carreira profissional para se dedicar à de mãe/esposa/dona de casa, não contava com as surpresas que a vida doméstica reservava. O que lhe parecera uma decisão acertada começava a ganhar contornos de «o que é que eu fui fazer? Quero o meu horário das nove às cinco de volta!» Nada a fazer: esta era a nova vida de Lucy e tinha muito pouco de idílico. Escrito com um humor irresistível, A Vida Secreta de Uma Mãe Desleixada é um romance sobre os dilemas da maternidade e do casamento. Um retrato de uma sinceridade invulgar e inteligente sobre o que implica ser mãe, mulher, amante e amiga sem nunca perder a capacidade de rir".
O livro está muito bem escrito, o que é um plus num livro deste calibre (leve-levezinho). Vale mesmo a pena ler, é (obviamente) divertidíssimo. O único senão é que às tantas pensamos que ninguém consegue fazer tantos desastres de seguida... cada um mais disparatado e hilariante que o anterior...
Bom para a alma, a crer que rir é um bom exercício...
Impagável!
09
Jul14

Digerir, nem com anti-ácidos...

Fátima Bento

Bom, o Mundial está quase a acabar, e vou falar sobre o mesmo pela segunda vez, e das duas vezes depois de um jogo da Alemanha.

Curioso...

Ontem assistimos a uma verdadeira hecatombe. Diz-se que o futebol brasileiro está em estado de choque: não, O BRASIL estará em estado de choque, e a Dilma que se prepare para que se alastre a uma onda de choque a juntar-se aos protestos que se fizeram ouvir antes e durante a copa. 

É mau demais.

7 golos a seco... ninguém merece. Mereceram os alemães, que era quase cada tiro cada melro, até os brasileiros andarem tão perdidos que já nem deviam saber para que lado jogavam... lá veio, ao minuto 90 o alegado golo de honra, que não mudou nada.

Já a Alemanha, justiça lhe seja feita teve um comportamento exemplar. Não festejou a vitória, e passou muito tempo de volta dos colegas brasileiros. Pode alegar-se que é facil ser generoso quando se ganha, mas duvido que a situação inversa tivesse estes contornos. Desculpem mas duvido.

A Seleção alemã deu um exemplo de fair play à prova de bala, que é o que, quanto a mim, é "aquele bocadinho assim" que  habitualmente falta nestes momentos.

Chapeau!

Hoje vamos ver se passa a Argentina ou a Holanda. Não deixava de ser caricato se num Mundial em que as equipas europeias foram sendo varridas, logo na fase de grupos, a final fosse entre as duas remanescentes. Um twist e tanto.

A ver vamos...

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