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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

E depois fico com os azeites e desando a destilar veneno...

Há aquelas pessoas que acham que são donas de verdade, que são a última bolacha do pacote e que só elas é que sabem. É que não interessa o quê: donos da verdade, é aos molhos!

 

E há uma coisa que me irrita solenemente em termos de certezas: a educação dos pequenos. Dos nosso infantes. Passo o cliché, mas daqueles que a vida nos emprestou para prepararmos para o momento de descolagem e abertura de asas: esses.

 

E venha quem vier dizer o que quiser, e encham-se paginas de revistas de todas as nacionalidades, de carateres a dizer que É ASSIM, e não é de outra maneira: 

 

TRETAS

 

É que na educação como no resto, cada caso é MESMO um caso, e não há respostas certas. Nós, enquanto pais, funcionamos por tentativa e erro, esperando que os inevitáveis enganos cometidos não sejam irremediávelmente irremovíveis do inconsciente dos petizes. E avançamos, com maior ou menor bravura - que nos vem e muito, da forma como fizeram o trabalho connosco e se sedimentou (ou não) segurança qb.

 

De resto existem algumas balizas comuns.

 

Aqui em casa temos dois exemplos antagónicos: o marido e o irmão sempre trataram os pais e demais família por você, e eu e a minha irmã sempre tratámos os pais e avós por tu. Verdade ou coincidência, havia um maior envolvimento emocional na minha família (para o melhor e para o pior) de que na do marido. E depois os meus filhos quebraram o tabu e correram toda a gente a 'tu', sem incentivo - nem censura. Foi assim, não tendo havido melindre, não houve necessidade de corrigir a mão. Pronto.

 

Nunca ninguém - à excessão de uma professora do meu filho no primeiro ciclo - tratou os meus filhos por você (independentemente da utilização da segunda pessoa verbal, ou do nome da criança - o que é uma mariquice estilística, na prática dá no mesmo), nunca.

 

Acho que era capaz de morder quem o fizesse. 

 

A distância do você é um corte emocional que pressupõe um tratamento à distância de um braço bem esticado e-não-chegas-mais-perto-por-muito-que-te-esforces.

 

 

E isso é mesmo, mesmo retorcido.

 

 

Pergunto a mim própria se, tirando a óbvia necessidade de marcar a superioridade face aos não-(me chegas aos calcanhares)-pares, o vincar 'eu sou de berço e tu não'

 

(ih se fossemos por aí! os podres das auto designadas últimas coca-colas do deserto fedem a quilómetros, é só necessário um nadinha de atenção...)

 

é uma forma de esconder uma terrível sensação de vazio afetivo, e que dizem as psicologias, nos faz agir por imitação ou oposição, sendo neste caso preciso a primeira opção ou

 

mais grave, muito mais grave

 

é apenas um capricho fútil, um meio fácil e acéfalo de trepar socialmente aos olhos de terceiros e entrar ou permanecer no meio de todos os outros (outros enquanto reflexo do próprio), diferentes dos párias que se tutoient a torto e a direito como se não houvesse amanhã. Assim como eu e as pessoas com quem privo.

 

Por isso, e para rematar a prosa que já vai longa, não há certezas em termos de educação E o "você" é uma... nem lhe vou chamar falsa questão...  é uma questão de merda, levantada por pessoínhas que se esquecem que, quase sempre, a última bolacha do pacote... está esmigalhada.

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I'm alive!!!! (again)

Hoje acordei tão bem disposta que nem precisei de café - aldrabona!

Está bem, precisei de café mas acordei bem disposta, pronto!

É que ontem consegui escrever!!!!!!!

Caramba, os dedos já acertam nas teclas, e a dislexia, **puff**, foi-se embora.

Aguardem-me pois.

Obrigado a quem continua desse lado apesar do meu 'ao sabor da corrente' que me vai valendo uns valente pirolitos; eu garanto que continuo aqui este lado, mesmo quando fico a olhar para o cursor a piscar, ou quando escrevo e apago parágrafo atrás de parágrafo, ilegíveis.

E vou continuar!

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Kleenex, caldos de galinha, e um camião de paciência... irra...

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Não vos passa pela cabeça as vezes que aqui tenho vindo, desando a escrever e depois apago tudo. Ou guardo nos rascunhos. Ou.

Ou.

A verdade é que desde aqueles dias antes do meu aniversário que tenho andado triste.

 

{Pronto, podem-lhe chamar deprimida, mas a verdade é que ainda não foi preciso intervir com antidepressivos, a psicanálise tem dado para o gasto. Até ver, que às vezes a linha é tão ténue que não a vejo; não é um dia de cada vez, é uma semana de cada vez, a ver se consigo levantar-me e mover-me em linha reta sem muletas. A avaliar a cada quarta-feira}

 

É que isto de fazer mais um ano - independentemente da idade - é uma gaita. A gente acha que vai passar airosamente pela inevitável prova dos nove a que sabemos ser submetidos consciente ou inconscientemente, mas é o passas. Parece que é nesta altura que os fantasmas saem todos dos armários.

Que queremos dormir, descansar, respirar fundo, e que os instintos básicos estão todos baralhados. Qual encher o peito de ar? A caixa torácica parece feita de chumbo.

 

E depois as lágrimas (novidade este ano).

 

E ela chora. E apetece-lhe esconder-se para chorar e ninguém ver. Mas quer que lhe façam um mimo, mas sem que se preocupem por se estar ali a desidratar desalmadamente. Mas se se esconde e não virem como é que adivinham que precisa de colo? Mas ela é forte, repete-se, enquanto limpa as lágrimas (...haja pachorra...)

 

E depois é o buraco no peito, e a voz que bichana 'não fizeste nada, não vales nada'.

 

E às tantas é o enorme enjoo de nós própri@s. Caramba, porra, arrebita-te mas é! E, ato contínuo, a lista de boas intenções:

amanhã faço,

amanhã vou,

amanhã consigo

- e de manhã a cabeça que não se quer levantar da almofada, o não vale a pena gravado a ferro e fogo.

 

E é isto. Um dia. Cinco. Uma semana. Mais tempo.

 

E quanto mais consciência tens de ti, mais duras são as descidas ao inferno, como na alegoria da caverna: é que já sabes interpretar as sombras...

 

O que vale é que só fazemos anos de doze em doze meses.

 

Balanços na última semana de dezembro?

 

Pfffff, isso é para meninos... 

 - Easy peasy...

L'été indian

Eu jurei, mal acabou o Inverno, que este ano, ninguém me ia ver a reclamar do calor, nem que chegássemos aos 50º. Não chegámos

 

(apesar de a 8 de Agosto estar fechado no Rocinante, logo a seguir ao almoço, "às voltas atrás da cauda", à procura da quinta onde passei os dias de férias, e não a encontrar (porque a zona ainda não estava mapeada), estar completamente desidratada e sem conseguir ordenar pensamentos, e passar quilómetros sem encontrar uma sombra em que pudesse encostar a viatura... aí tenho poucas dúvidas de que DENTRO do carro, se atingiram os 50º...)

 

e cumpri o prometido: não me queixei e continuo a não me queixar. E a par com os prognósticos que já se fazem para o Inverno, vou continuar aqui a agradecer o solinho,o calor, e a colocar o protetor solar no vidro do carro todos os dias - e toda contente!

 

Ok, dirão que Verão em Outubro, JÁ CHEGA.

 

Eu digo DEIXEM-NO ESTAR.

 

Não é que não goste de um fresquinho (ÓY! eu disse fresquINHO!), daquele que já nos deixa puxar o edredão de verão para cima do corpo e tapar os ombros (sou daquelas que gostam de adormecer numa bola com os ombros tapados), mas não tenho qualquer pressa em ultrapassar essa marca.

 

Ainda não levo o cardigã comigo quando vou voltar um nadinha mais tarde - mas também já não visto tops sem mangas.

Ainda ando às voltas à procura de um lugar para estacionar à sombra - e faço-o com um sorriso...

Ainda não dei volta à roupa de verão, meia estação, inverno: essa dança das cadeiras fica para mais tarde.

Ainda posso ir tomar um café ao final do dia, ao bar da praia, ou à esplanada na baía, com a certeza de um entardecer de mar azul vivo, e pôr-de-sol brilhante.

 

E depois, um dia estes, acaba. E dizem que vem aí um Inverno como não temos memória.

 

Não me incomodo com luvas, gorros, cachecóis, estolas de lã... nada. Não me peçam é para me encebolar em excesso que passo mal se não conseguir agitar os braços... mas também, tenho a sorte (?) de, em último caso, deixar-me estar chez casinha.

 

Mas isso tudo será depois, no dia em que acordarmos e o sol tiver ido de férias, o termómetro assinale números baixos, as alergias nos começarem a tocar com o indicador no ombro, e forem precisos dois ou três cafés para atingirmos aquele estado de vamos a isto.

 

Até lá, vamos aproveitar o Verão indiano enquanto dura!

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Alguém me explica isto????????

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É que eu não encontro explicação possível! Tenho esta conta HÁ MUITOS ANOS e nunca me tinha acontecido tal coisa. NEM fiz nada de diferente!

Notifiquei através do URL indicado e até agora no que diz respeito a explicações... nada.

Estou tão, mas TÃO ZANGADA!

O email faz-me falta! Querem ver que vou ter de mudar de endereço? E os(imensos) incómodos que daí advém?

Quem se lixa é sempre...