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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Ivanka na Casa Branca OU Ó Rodrigo!

Ontem, a ver o noticiário da Sic, oiço o Rodrigo:

 

"A mulher de Donald Trump, Ivanka, vai ter um gabinete na Casa Branca"

 

Eis senão quando a centrifugadora dentro da minha cabeça começa a mexer (mas ao ralenti, que ontem a coisa estava mesmo parada e marcha atrás) já que me parecia haver ali alguma coisa que não fazia sentido: OU era a filha que ia ter um gabinete dentro da Casa Branca OU era a (só hoje de manhã é que me lembrei do nome) Melania, o que, per si, não era notícia, tanto quanto me parecia.

 

Mas, dizia o Tico, ela não está a viver na Casa Branca, e o Teco aventa que nesse caso seria notícia.

 

Passa a reportagem. Sim, é a Ivanka que vai ter um gabinete na Casa Branca, o que está a provocar polémica já que, não sendo a Primeira Dama não está previsto (na Lei ou no Protocolo, ou em ambos) tal poder acontecer, e a mesma vai ter acesso a segredos de Estado.

 

Volta o Rodrigo ao écran e assinala o seu lapso ao referir-se a Ivanka como sendo a mulher de Donald Trump, quando a mesma é a filha.

 

Parte (menos) gira: Logo a seguir ao Inauguration Day houve uma revista cor de rosa - não me perguntem qual, só vi a capa, e de fugida - que dizia que Melania não ia viver na Casa Branca, confirma-se, e que Ivanka ia fazer as vezes de Primeira Dama, o que era uma ideia perfeitamente absurda, mas que até ver se está, também, a confirmar (!!!).

 

Mal vai o mundo quando revistas cor de rosa antecipam noticias de primeira pagina de jornais sérios...

 

Encurtando: mal vai o mundo.

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Fait divers #8 post mimi #2

É que não havia mesmo necessidade!

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(fora a mesa de cabeceira no quarto...)

 

A sério. Tenho um monte de coisas a meio. Já não me basta estar sem carro (pensando bem, mal por mal é ao mesmo tempo...). Mesmo aqui na net... tenho de tratar da alteração do endereço do blogue (para tirar os underscores), no 'bloglovin e no blogs portugal, mais na pagina do facebook (mas aí quer-me parecer que não será complicado). 

 

E depois parece que descobriram agora que ela existe! e ele é a caixa de emails a rebentar pelas costuras (e a maior parte é mesmo para dizer não, obrigado). Mas já sei que daqui a duas ou tres horas são mais... acho que estou outra vez a ficar com febre e a entrar em espiral. TRAVA, FÁTIMA!

 

Mas é que os pensamentos parece que estão dentro de um aquário e nem os entendo!

 

Bom, 'sa lixe, quando o homem chegar com o pão vou lanchar e depois vou deitar-me um bocadinho. E ele vai ser mais um Ibuprofeno, um Actifed... e Rhinomer 3, mais Nasomet.

 

Não é costume bater com tanta força nem tão depressa...! Vai lá vai!

 

Raiospartam.

Ó Primavera, não era preciso incomodares-te!

A caminho das duas da matina pousei o livro, cansada que estou, e num desatino com nome, que dispensava. O raio dos pólens atiçaram-me as alergias, acordando-me a sinusite com o frio que apanhei na paragem do autocarro quando cheguei de Lisboa (espero bem que o Rocinante na quinta-feira já esteja de volta, ou ainda acabo por cancelar a sessão), completaram o ramalhete. Pronto, estou doente.

 

Apaguei a luz, ajeitei o corpo ao colchão, a cabeça à almofada, mas a febre, raismaparta, que nem 600mg de ipubrofeno afugentam, moe-me os miolos, obriga-me a destapar, o nariz tapado atrapalha a agua não me tira a sede. Não tenho posição nem lugar onde me sinta mais tranquila, pronta a descansar... apetece-me levantar, coisa com que as mialgias que sinto não concordam, penso tomar mais dois ou três ansíoliticos para ver se a febre e demais desconforto se dobram ao relaxante muscular e me deixam ir para os braços do Morfeu.

 

Ponho uma perna por cima do edredão - o que faz que só uma perna do meu corpo se mantenha coberta - e desconfio que por pouco tempo.

 

Escrevo porque as palavras me ocupam o pensamento e quero expiá-las para um qualquer lugar onde fiquem, para não 'virevoltearem' na minha cabeça, e quando voltar a apagar a luz, a minha mente tenha sossego.

 

"Já sabes o que tens a fazer amanhã", disse-me o Victor antes de deitar. Eu de resposta pronta: 'carrego a maquina da loiça (que esteve a fazer o programa mais longo em vazio com o limpa máquinas) e descalcifico a maquina de café'. "Não, responde, descansas. Caminha". O gajo mal entrei a porta "o que é que se passa?" preocupado - ainda eu nem me tinha apercebido que o pingo das alergias já tinha evoluido para a irritante sinusite.

Ok, logo vejo se o sofá se me basta ou se tenho de fazer umas investidas no colchão. Agora vou dar liberdade à agua que não apagou a sede, e depois vou tentar dormir.

 

Até logo.

 

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Leituras em 2017

Este ano, em termos de leituras, promete. Não falemos de números, que é coisa que me diz muito pouco - ou nada.

 

Ora guardei o último Zafón (comprado no dia em que saiu, haja coragem para tão longa espera), para primeira leitura do ano. Ainda não escrevi sobre ele, hei-de, pois hei-de. Para sair do Labirinto(...) airosamente, agarrei no A outra metade de mim - (e aqui), porque sim.

 

Segui para "Furiosamente Feliz", que me fez chorar a rir. E daí passei ao primeiro livro secreto, Palestina, que encantou - levou o seu tempo mas encantou.

 

Acabado, agarrei num page turner, já que sabia estar para chegar o livro secreto seguinte: mais depressa começava A Casa de Bonecas mais depressa chegava As asas do amor, de Nicholas Drayson. Acabada A Casa(...), quinta, comecei-o. O próximo será A gorda, desde que acabe o livro do mês a tempo de poder lê-lo devagar.

 

O principio é e será sempre o mesmo a pautar as minhas escolhas: a um denso segue-se um leve OU um cujo tema não tenha nada a ver. Se me apetece ler e não posso andar a saborear um livro, não faltam 'no brainers/page turners' nas prateleiras.

 

 

E o portfolio dos livros secretos é suficientemente diverso para ter vontade de os ler (praticamente) todos.

 

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Onde vou arranjar espaço para um guilty pleasure Lobo Antunes (que me garante quase sempre uma enxaqueca), para um mestre Saramago, para o Jorge Amado que está há um mês sobre a secretária - e conhecendo-me, vai lá continuar pelo menos mais um... 

 

... está mais que visto que com escolhas e organização. 

 

Mas 2017 (e 2018, e um nadinha de 2019, que isto vão ser dois anos e meio) em letras, promete!