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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

O spa do Rocinante e o meu filme

O Rocinante ontem foi ao spa.

Deixei-o às 14:30h e fui buscá-lo três horas depois. E como ele estava lindo e cheiroso!

 

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Aqui a je, uma vez que tinha tempo para matar e não estava com disposição para assassinar (ainda mais) o cartão, enfiou-se no cinema. Tinha visto o cartaz e torcido o nariz aos filmes que não tinha visto. E às tantas estava lá um que até 'marchava' mas... o horário estava desencontrado... assim fui ver 'Rings'.

 

Para que não digam que só vejo filmes XPTO, ficai pois a saber que também vejo filmes XYZ.

 

Já vira os dois primeiros (o primeiro foi dos poucos filmes de terror que vi até hoje que me fez hesitar apagar a luz da cabeceira)

 

- em minha defesa: morava sozinha

e ainda não tinha visto ainda nenhum filme de terror japonês...

 

No segundo, já casada, numa sala que já não passa cinema (a saber, a Academia Almadense), grande e praticamente vazia, num daqueles momentos "ta...na...na...nã...", o MEU telefone desata a tocar... a musica da  Abelha Maia. E era eu a querer desligar o dito e sem conseguir... arranquei, isso sim, uns risinhos aos que estavam na sala (ao menos isso...)

 

Este não é mau, a história está bem estruturada - mas se vão à espera de dar pulos na poltrona, esqueçam (ou então sou eu que devo ter virado frangos - sem os queimar - vezes demais). O fim é, como todos os filmes de terror oblige, muito ta-na-na-nã.../e se, i.e. aí vem sequela. A quarta, se não me falham as contas.

 

Depois fui ao Jumbo (e eu lá tenho descanso dos super/hipermercados? ) e depois fui buscar o meu lindinho que cheirava tão bem que fiz o caminho de regresso com as janelas fechadas e a respirar fundo!

 

O meu lindinho que me leva e traz merece uns miminhos, não acham?

 

B'jinhos!

 

Uma foto por dia - semana #8

Sim, já levo dois ou três dias de atraso na publicação. A culpa foi do jet lag (e, segundo o próprio, do Jimmy Kimmel).

 

No entanto mais vale tarde que nunca...

 

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Legenda

 

1. Domingo foi um dia super, hiper, mega. Fomos passear até à praia que estava boa, boa, boa. Não me coibi de molhar os pés - a agua estava tão fria! - e tivera eu outras calças ou uma saia na bagageira, e tinha congelado até aos joelhos durante um bom bocado, com muito prazer... (19/02)

2. Chegou o meu #livrosecreto! E levei-o logo a passear... (20/02)
3. Mamselle Piccolina being pretty. E é só o que precisa fazer... (21/02)

4. Fui até à Amora, como vou tantas vezes, só para ficar dentro do carro a ver o rio. Neste dia resolvi sair do carro, e fotografar. E adoro esta foto. Adoro, adoro, adoro... (22/02)

5. Na Ikea  - para fazer a porcaria de que falei aqui... (23/02)

6. Terapia. Água enquanto espero os 5 minutos habituais - e para levar comigo, que a falar como falo, tenho de molhar a garganta de quando em vez... (24/02)

7. Um mural do Seixal. Escolhi este ao acaso. Tenho de lá voltar e fotografar outros - todos os anos fazem novos, e acho que é agora, no Março Jovem... (25/02)  

É que ela (eu) é uma gaja muit'a esperta! Ó se é!

E morrreu o Bill Paxton, na mesa de operações. O meu interlocutor completa foi, insuficiência cardíaca.

E eu, exato, o coração parou de bater.

(isto com a expressão mais calma do mundo, mas com um 'duh!' a brilhar no cantinho do olho)

 

Ai queres fazer piada? Então toma!

 

Fiquei a saber passo a passo como é que se faz uma cirurgia quando se sofre de insuficiência cardíaca (sim, também se morre de insuficiência cardíaca, o músculo cansa-se e manda o dono dar banho ao cão, o qual se vê impossibilitado de cumprir a ordem...), já que a mesma é também uma doença. É a chamada 'operação de coração aberto' pelos amigos.

 

Primeiro, arrefece-se o mesmo a ponto de provocar uma paragem cardíaca controlada. Para o efeito é usado soro fisiológico gelado. Quando o coração para, trabalha-se, com os minutos contados. Feita a intervenção, suturada a artéria, e tudo, e tudo, começa a deitar-se soro fisiológico sobre o coração numa temperatura cada vez mais elevada até atingir a correta. E aí são introduzidas as pás desfibrilhadoras (pequeninas, que aqui a espertalhona já viu na televisão), e o coração recomeça a bater.

Mas às vezes... não reage.

E terá sido o que aconteceu na cirurgia a Bill Paxton. Podem ter havido complicações que tenham alongado o processo e/ou pode ser corrido tudo lindamente e o coração ter mandado o desfibrilhador pentear macacos.

Fiquei informadíssima. 

E como o meu motto é não há informação excessiva nem desnecessária, satisfeita.

 

De bónus, fiquei a saber que existem médicos - atenção que não são todos - com quem não vale a pena armar em engraçadinha.

 

 

É que te arrumam em dois segundos!

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