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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Salvador Sobral a.k.a Benjamin Cymbra

Alexander Search é o novo projeto musical de Salvador Sobral e Júlio Resende. 

 

O grupo musical assumiu o nome do heterónimo de Fernando Pessoa sob o qual o mesmo assinava o que escrevia quando, durante a sua adolescência, se encontrou na África do Sul. E para mais todos os elementos da banda adotaram vários heterónimos ingleses de Pessoa: Augustus Search, Benjamin Cymbra, Sgt, William Byng, Mr. Tagus, e Marvel k., são os elementos que a compõem.

Aqui está o clip do primeiro trabalho deles, A day of sun.

 

Gostam?

 

 

Follow Friday de Maio

Em dia de  Follow Friday, fico sempre com a cabeça em roda livre a pensar quem-quem-quem? e a procurar quem hei-de destacar. 

 

Hoje resolvi destacar um blogue que descobri há pouco tempo. E não o destaco por ser o aniversário da autora! Ná, destaco-o porque merece. Tem-me feito rir e é tão bom rir! E logo numa semana como esta, que tem sido mesmo, mesmo do demo... vai lá vai...

Por isso se não conhecem, ide espreitar o - rufar de tambores... 

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Cliquem na foto e vão à descoberta que não se arrependem!

 

Insólito

Não deve haver nada  absolutamente mais frustrante de que alguém se tentar suicidar atirando-se para baixo do metro... e sobreviver. 

 

Sempre achei que seria infalível.

 

E não, não me estou - DE TODO - a rir. O suicídio é uma coisa muito grave, e o que quer que faça uma pessoa atirar-se para baixo de um comboio multiplica-se exponencialmente com a possibilidade de sobrevivência.

 

(estou a partir do principio de que foi uma tentativa de suicídio, que o senhor não escorregou ou - muito pior - foi empurrado...)

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O livro secreto #2 e #3

Não sei se se lembram, mas faço parte do Grupo do Livro Secreto.

 

O primeiro livro que recebi foi o Palestina, de Hubert Haddad , e de que falei aqui.

 

Logo em seguida recebi As asas do amor, de Nicholas Drayson. O livro é de uma ternura e charme que não me é usual encontrar no que leio. Gostei muito, está bem escrito - sem brilhantismo - e não há muito mais a dizer sobre o assunto. Fiquei com a ideia que já vi um filme baseado nesta história, mas andei a cuscar no IMDb e não encontrei nada. 

 

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Enviado o segundo, eis que chegou o terceiro, O código de Avintes, que não li. E passo a explicar: eu comprei este livro há uns anos, quando saiu - foi logo a seguir a "o Código D'aVinci" do Dan Brown - e tem uma ideia muito gira por detrás: um punhado de escritores portugueses conhecidos - Alice Vieira; João Aguiar; José Fanha; José Jorge Letria; Luísa Beltrão; Mário Zambujal; Rosa Lobato de Faria - e um capitulo para cada, baralha e torna a dar. A resultar, seria fantástico...na minha opinião, que se firma sobre os primeiros capítulos (não consegui ler mais...), não resultou. Tenho por principio não desistir de um livro sem lhe dar algumas hipóteses de remissão, mas as deste esgotaram-se cedo. E nem foi o primeiro escrito pela trupe; esse foi Os novos Mistérios de Sintra, titulo que guardei para o caso de gostar deste O código. Pois que nem me consegui convencer a voltar a tentar desta vez...

 

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Para este mês tenho aqui O Diário Oculto da Nora Rute, de Mário Zambujal. Apesar de ter dois livros do autor na estante, ainda não li nada dele, este será o primeiro. Tanto quanto sei é de leitura fácil, pelo que me deve acompanhar em dois inícios de noite, uma hora cada um, mais ou menos.

 

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Isto depois de acabar o livro que lenho em mãos, último de cinco, sobre o(s) qual(is) falarei depois. E não vai ser DE TODO fácil falar deles...

 

Um dia destes...

Desafio - há tanto tempo que não fazia um!

Bem, há imenso tempo que não recebia um desafio. A Tania Tanocas desafiou-me e ó pra mim a aceitar!

 

As "regras" são:

Depois de responder às 11 perguntas, temos de indicar 11 blogs parar responder à mesma tag, não esquecer de colocar o selo da tag e também inserir o link de quem nos indicou. Bastante simples, por isso não percamos mais tempo com blábláblá e vamos a isso. 

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1. Qual o teu estilo de música preferido? 
Jazz e R&B. A única estação de rádio que oiço é a Smooth Fm; no entanto também, gosto de algum pop... depende - e muito - do meu estado de espírito. O mais importante é a letra... é por isso que, por exemplo, o álbum do Sting que mais gosto é o Sacred Love. As letras devem ter algo a ver com a fase que estava a passar na altura em que saíu...

 

2. Qual a peça de roupa preferida do momento?
Vestidos. A única chatice é que a depilação das pernas tem de estar sempre a 100% e eu sou tãããão preguiçosa no que diz respeito à minha imagem...

 

3. Qual o teu verniz mais de diva?
Ahahah, este termo é tão-tão... não eu, 98% dos dias!
Mas ok. Nas mãos um leitoso rosado e nos pés um bordeaux mesmo muito escuro.

 

4. Calções ou saia? Porquê?
Deus me livre dos primeiros! Além de estar em baixo de forma (mesmo bastante no negativo da coisa),e não ter idade para vestir tal isso, nunca gostei de calções. Já de saias gosto tanto das pencil como das longas.

 

5. Cabelo liso ou encaracolado?
Gosto do meu, liso. Com o corte certo, acordo sempre penteada. Fabulástico!

 

6. Salto ou sapatilha?
Salto - mas agora tem de ser cunha. Quando saio e sei que não vou andar quase nada, arrisco uns saltos mais altos e finos. Mas se é buffet é uma gaita que o ir e vir às tantas deixa-me um nadinha entortada...

 

7. Brigadeiro ou gelado?
Os dois. Tenho de alimentar a baleiazinha que há em mim - e a criança que ainda há cá dentro também é gulosa cum'ó raio...

 

8. Doce ou salgado?
Dou prioridade ao doce, pois dou. Mas à conta disso volta e meia dão-me umas ânsias de salgados que nem vos conto... e então fico-me pelas pringles clássicas como snack

 

9. Como defines o teu estilo?
Cómodo. A começar pelos materiais de que a roupa é feita, que não pedem ferro. De resto, em dias normais, sou um nadinha lady, embora às vezes mande tudo às urtigas, vista a primeira coisa que me vem parar à mão e enfie umas sapatilhas - o estilo que se lixe volta e meia é o que privilegio. No entanto, vestido e sandálias, esse género... relógio, sempre, um anel grande e (quando me lembro) brincos.

 

10. És do tipo consumista ou só compra o básico?
Depende do momento que a conta bancária atravesse. mas se estamos a falar de roupa, não levanto muitas ondas... ando pelo básico, e alguma ocasional paixão. Cosmética, já passei a fase de ter de ter tudo e de experimentar tudo... agora menos é mesmo mais. Inclusive nos de limpeza e tratamento... se houvesse um que fizesse TUDO de uma penada, era um sonho!

 

11. Consideras-te vaidosa?
Não. Já fui, talvez ainda volte a ser... tento não agredir o próximo com desleixo excessivo, mas como não me dá qualquer prazer passar o creme, colocar a maquilhagem... esqueçam. Com a roupa é mais fácil, no meu guarda roupa tudo é intercambiável - não dei por isso mas comecei há uns anos a comprar peças que combinam todas umas com as outras! Se é mais clássico ou casual, depende mesmo dos dias... mas a vaidade não me assiste - e juro que tenho pena!

 

Finalmente, não desafio ninguém e passo a explicar porquê: já toda a gente - ou quase - fez este 'tag' por isso, um apelo:

 

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E é isto!

B'jinhos 

 

É hoje - repto aceite!

Ok. Depois de ter lido o texto da Catarina Fonseca, tenho de admitir: 

 

Olá, o meu nome é Fátima Bento e sou Transtornada (no que ao Salvador Sobral e à Eurovisão2017 diz respeito).

 

A sério... ontem à noite a última coisa que disse foi: ainda bem que isto acaba amanhã. A primeira coisa que pensei hoje de manhã foi... adivinharam: ainda bem que acaba hoje.

Postei os clips com banda desenhada. Gravei e protegi na box o concerto no Seixal. Partilhei os meninos espanhóis e as moças húngaras a cantar a canção em português, como se quer. 

Passei a andar enfiada no you tube, no eurovision.tv, no wiwibloggs. Sinto-me a mais bem informada criatura da Europa - e isso, per si,  é preocupante. Vou ver os previsões dos sites de apostas, os gráficos criados através das redes sociais - dos visionamentos, dos likes... - previsões, comentários...

Ontem dei comigo a ouvir o Grand Final - Juri Show no site escYOUnited.tv sem imagem; ao invés no ecran, duas caras que (pouco) devem à beleza - até acabar a nossa apresentação - vá, eu admito, à conta disso jantámos um nadinha mais tarde. Tem sido uma verdadeira obssessão - o cd também está ali na aparelhagem mas honestamente ainda não o escutei devidamente.

Neste momento sei que passado não-sei-quanto-tempo com a Itália apontada como favorita, ontem passamos nós à liderança e hoje já está em primeiro outra vez o homem do macaco. No entanto, diziam ontem que no Jury Show a Itália apresentou alterações que manifestam algum desespero... e eu acredito que temos de nos preocupar mais com a Bulgária de que com a Itália.

 

NO ENTANTO...

 

... acho que não temos de nos preocupar com nada. Um, dois, três acabou o tempo. Agora é hora de relaxar, ver o espetáculo, e acompanhar os resultados. O que for será. O Salvador vai dar o seu melhor e nós vamos roer as unhas. Mas quanto a imersões totais, ai que já chega.

 

Mas admito que tenho sido, como disse no inicio, uma Transtornada. 

(obrigada pelo rótulo, Catarina... )

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Eurovision Song Contest outra vez...

O título não se deve apenas ao facto de toda a gente estar a falar do assunto, que neste momento, de resto, é incontornável - mais de que isso, remete-me à minha infância.

 

Eu sou do tempo [e quando escrevemos esta frase sabemos que estamos com (mesmo) muitos anos em cima - e o que vem a seguir comprova-o] em que só tínhamos dois canais de televisão, a preto e branco. Quando eu era mesmo pequena, só abriam às 19h, dando de tarde a tele-escola (googlem, pessoas mais jovens, senão não saímos daqui hoje), e fechava às 23h, com o hino nacional e a bandeira portuguesa a ondular ao vento. Depois começou a abrir a meio da manhã e a fechar a seguir ao almoço.

 

Eu sou do tempo em que se perdíamos um programa era o fim do mundo - nem se imaginava que ia haver forma de gravar televisão, quanto mais passearmos pelos últimos sete dias de todos os canais com um clique... depois veio o Betamax, seguiu-se o VHS, o DVD, o Blu-Ray, o cabo, a fibra, o 4G. Hoje tenho mais de 200 canais na televisão, posso ver, rever, gravar, apagar... e já nem vou falar do resto...

 

Eu sou do tempo em que o Eurofestival um happening: era o ponto alto do meu ano televisivo, desde que sou gente. Era O dia que mais gostava, e que preparava até ao pormenor, com snacks para engolir durante as votações, em que torcia freverosamente pela minha canção favorita - e que podiamos ouvir UMA VEZ na semana anterior. E que regra geral não era a portuguesa. Claro que era uma festa quando davam uns pontitos a Portual, mas era mesmo só isso. Desde 2006 que não via o Eurofestival - e mesmo nesse ano vi na diagonal.

Neste momento, 11 anos depois, vejo-me "obcecada" com o mesmo, a visitar religiosamente o you tube, a devorar entrevistas, previsões, a consultar as listas de apostas... acompanhar o streaming do ensaio geral da primeira meia final foi uma daquelas coisas que ainda há um punhado de anos era ficção cientifica... e eu vi! 

 

Estamos bem cotados. Passámos a primeira meia final, e no próximo sábado, "aguenta coração" como dizia o Carlos Malato ontem.

 

Já mencionei o quanto gosto da canção aqui, e não tenho, de facto, palavras para expressar MESMO o que a canção me faz sentir... É a 'coisa' mais bonita, ternurenta que até hoje apresentámos naquela mostra, e o Salvador é aquele bocadinho extra que lhe dá o 100%, e que deixa à beira das lágrimas muito boa gente que não entende sequer uma palavra de português.

 

Sábado vamos estar todos - ou quase - em frente à televisão a torcer, retorcer, contorcer, a roer as unhas. 

 

Mas.

 

Mas independentemente do resultado, o Salvador Sobral já é um vencedor (não descurando a importância da Luisa Sobral, autora da canção e big sis em plena acessão da expressão). Não só mas também porque já nos elevou o coração até um patamar inédito. 

 

Estamos todos à uma por ti!

 

Obrigado Salvador!

 

#POR

 

(e aqui, a prestação de ontem, para quem não viu ou quem quer rever...)

 

 

 

Estou pasma.

A política é uma das camadas da cebola que é a minha vida. E devia ser da de todos, de resto. Ligo, ando informada, quem me acompanha aqui sabe disso, mas sem exageros - e agora os factos alternativos ainda dão menos vontade de andar muito por dentro... é mais andar a pairar e ir apanhando informações aqui e ali, fazendo a prova dos nove e formar opinião. E a fidedignidade de sites/fontes de informação cada vez é mais difícil de avaliar.

 

Mas.

 

Li agora mesmo esta noticia (também a podem ler aqui, e não me perguntem que não sei, tal como aqui, copy-paste, palavra por palavra, gralha por gralha), e estou parva. Não entendo, juro que não entendo. Sou eu que estou a ficar xexé? Existem duas leituras para o que este senhor diz?

 

Assimcumássim mais copy-paste menos copy-paste, aqui vão uns destaques.

 

 

Não sabendo a qual dos três orgãos de informação devo atribuir os créditos, decidam vocês.

Podem usar o velhinho um-dó-li-tá, que com a qualidade que grassa nos media,

eles não se importam de certeza...

 

Há um caminho óbvio, e é mais óbvio do que se parece, que é um dia nós voltarmos a ter ditaduras. (...). Quando o Salazar chegou ao poder ele criou o nome ditadura nacional e não era nada insultuoso. É bom que se tenha isto como claro. Esta história de que a democracia é uma coisa infalível, que não termina, não é verdade. Vejam o que está a acontecer na Turquia", declarou o autarca.

 

 

Isto foi ontem, numa preleção que o autarca fez numa conferência na Universidade Portucalense subordinada ao tema "A crise das lideranças". Este homem está a recandidatar-se à Câmara Municipal do Porto. Isto não vos choca? Aguardai, pois.

 

 

Para termos a nossa soberania económica, na segurança, podemos ter que precisar de ditaduras. Espero que não seja assim, mas pode suceder. Foi isso que aconteceu com o 28 de maio. Portugal estava falido, não havia ordem, não havia disciplina, a 1ª Guerra Mundial tinha sido um desastre e de repente o país quis aquilo. O 28 de maio não foi feito por uma minoria. Isso pode voltar a acontecer. Isso está a acontecer na Turquia. Isto pode suceder em estados europeus”. 

 

 

E ele a dar-lhe com a Turquia! Mas não se fica por aqui...

 

Noutros outros países, os partidos do pós-guerra basicamente “desapareceram”, defendeu, exemplificando com Itália, França, Bélgica, Holanda ou Dinamarca, e recordando que “subitamente” partidos das “convicções” e “partidos da moralidade ou da ética”começam a crescer.

“A ser assim, é perfeitamente razoável que voltem a aparecer partidos xenófobos, partidos chauvinistas, partidos extremistas e a favor de ideias absolutamente impensáveis e que conseguem ser eleitos”, concluiu.

 

 

Explicado pelo contexto histórico, portanto. Onde é que entra a guerra, AGORA, é que não apanhei, mas está bem, quem sou eu para levantar dúvidas...

 

Dir-me-ão que isto está descontextualizado, e que não expressa o que o senhor pensa. Que é só uma opinião formulada sustentando-se nos factos de que os nossos partidos são "velhos", e é necessário reformulá-los para dar um novo alento a esta democracia. Coisa que até parece pensar que não é exequível, e daí a partilhar o pensamento de que vamos precisar de uma ditadura vai um pulinho, dado parecer achar a democracia dispensável - de resto como na Turquia.

 

Vai votar neste homem? Vai? Porreiro.

 

Tanta gente a votar para o Brexit, no Trump e na Le Pen ... quem sou eu para largar bitaites?

 

Fiquem em paz, senhores!

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 (a sério, apetece-me passar a negrito algumas passagens das opiniões expressas. Mas não o vou fazer, pela mesma razão que não vou corrigir as gralhas de quem escreveu o que transcrevi: porque não vale, de todo, a pena)

 

Fontes: DN, JNPorto24

Foto: Porto.pt