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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

16
Jul17

Se estivessemos nos States, o meu puto já podia beber bebidas alcoólicas!

Fátima Bento

O meu gaiato hoje faz anos!

 

- 21!!!!!

 

Parece que ainda ontem estava no HGO a passar as passas do Algarve, e ó para ele, grandão, imenso, ali no fundo do corredor com a namorada!

 

     ... fechados.

     ... no quarto dele.

 

Foi um jantar a quatro que foi tão bom!

Vivam os 21 anos do rebento!!!

 

(não dá para mais, o vinho branco da casa daquele restaurante além de estar na temperatura certa,

é bom DEMAIS!!!! )

 

Ficai, pois, com esta foto de Dezembro de 2015, que é o mais recente que temos juntos... e é a que ele mais gosta...

 

me and my boy.jpg

 Time flyes! 

 

15
Jul17

Frigorifico: a saga ou É que só a mim! #2

Fátima Bento

Naquele fim-de-semana terrível, em que as temperaturas atingiram tetos não habituais para a altura do ano, e que Portugal se viu envolto em fumo e tragédia, aqui em casa, a parte frigorífico do todo combinado, morreu, e a parte arca congeladora começou a mostrar-se em visiveis dificuldades.

 

E fui (incauta) como sempre, à Worten comprar um frigorífico novo, que de combinados já chegava - era o segundo em que morria metade apenas - e baratinho, que comprar um frigorífico no mesmo mês, imediatamente a seguir a adquirir um colchão novo (e desavisadamente, já que não deu qualquer pista de que se ia finar), é um esforço que não estava, de todo, contemplado no orçamento. Assim fiz, e a entrega ficou agendada para daí a seis dias, porque parece que tudo o que é frigorífico resolveu fenecer perante a onda de calor inoportuna, e eles não tinham espaço para entregas antes dessa data.

 

E durante essa semana foi um coloca e tira de iogurtes e afins na arca que nos salvou de estar completamente sem frio, mas que, na véspera da entrega começou em estertores.

 

E no dia marcado à hora certa, lá nos trouxeram o frigorífico: coisinha tiririca de tamanho, mas satisfatória, pois claro, e levaram o todo combinado, cuja parte arca ainda mexia, embora já pouco.

 

E/MAS

 

quando o vamos deslocar para colocá-lo no seu espaço definitivo, ao virá-lo para tal apercebemo-nos... que não tem SEQUER motor.

 

E foi correr para o telefone e ligar para a linha de apoio ao cliente, que desta vez, de uma forma retorcidíssima, até funcionou... agendaram a troca do equipamento para... daí a SEIS DIAS.

Não só porque não tinham agenda, mas também porque aquele modelo não estava disponível para entrega tão já.

 

Vou contar-vos: foram seis dias parados no tempo. Com tanto calor, e sem frio em casa. Iogurtes, fechados na despensa, comiam-se, mas quentes. A sério: fiquei convencida que não há eletrodoméstico mais imprescindível de que este!

 

Entretanto chegou o que está neste momento na cozinha a fazer frio.

Esperámos 8 horas, ligámos à corrente, e começou a formar condensação na parede do fundo. Baixei para termostato 4. As gotas de agua transformaram-se em gelo. Baixei para o termostato 1. Na manhã seguinte não havia nem gelo nem água na parede do fundo... em contrapartida os gelados estavam moles. Subi para o dois, continuavam moles, à noite subi para o três, já com gelo na parede do fundo. Agora está no quatro, e só os picos dos Carte d'or estão maleáveis... e o gelo mantém-se no frigorífico. Mais: as paredes exteriores do mesmo estão... quentes.

 

Tendo em conta que a coisa me foi entregue há oito dias atrás, vou deslocar-me novamente à Worten para que procedam à recolha do equipamento, e me entreguem, desta vez, um pequeno combinado (a minha coluna agradece...). A ver se temos melhor sorte...

 

Irra, senhores! Não pode alguma coisa, correr bem? Não?

 

frigo.jpg

 

14
Jul17

Tag o que detesto no Verão, #1 a #5

Fátima Bento

Como tenho andado com a cabecinha noutros lados só ontem (!!!) é que deparei com este TAG criado pela Caracol. Inscrevi-me, e tungas: eis que hoje tenho de dizer 5 coisas que detesto no Verão. É para me aperceber das coisas mais cedo!

Então cá vai:

 

Coisas que detesto no Verão

 

WomenS_Plus_Size_Maxi_Dresses2.jpg

 

 

 

#1 Botar os ombrinhos de fora - e a seguir aos ombros vêm logo os bracinhos, que onde reside a chatice toda... além da componente wavy arms, este ano há a situação a que aludi há dois posts atrás: há coxas mais estreitas que os meus braços d'este ano... 

Mehhh...

 

 

 

 

 

 

 

bus.png

 

#2 Transportes públicos sem A/C - e é que nem ando de transportes públicos, tirando o comboio, e esse, regra geral, tem o A/C a funcionar lindamente.

MAS na segunda feira em que as temperaturas se passaram (e estavam 37º às 17h em Lisboa), quando me enfiei no dito cujo às 18:30h, o A/C tinha dado o berro com a subida de temperatura desavisada. Para além disso as linhas estavam parvas, e o comboio parava a cada 100 metros - juro, nunca levei tanto tempo a atravessa a ponte!

Por isso sou solidária com quem anda nos fantásticos  autocarros TST, que além de estarem sobredatados, não têm A/C. 

Nota: o Rocinante, meu fiel corcel de 1993, obviamente que também não tem tal modernice, pelo que saímos para férias de madrugada e depois ficamos numa qualquer sombra a fazer tempo para ir para a quinta do meu sossego... 

 

praia1.jpg

 

 

 

#3 A praia, senhores, a praia! - não pensem que não gosto de praia! Ah que gosto, fico super-hiper-mega relaxada... mas tem de ser, chegar lá às 8:00h (hora a que frescote oblige a que mantenhamos pelo menos a t-shirt no corpo) e ficamos até às 10 ou 11 horas no máximo. Não há pachorra para o calor absurdo depois dessa hora E para as filas que se formam, se vamos da parte da tarde, para abandonar a mesma...

(e, assumo, a areia às vezes irrita-me. Acho que tenho um íman... no verão podia mudar o nome para Fátima Croquete...)

 

 

 

 

 

gatos.jpg

 

#4 Ir de férias sem as gatas - a sério - e ir de férias com elas seria outro tormento. Quando estou em casa, as 'crianças' estão sempre juntinho de mim - a Mia até dorme comigo, costas com costas, encostada, esteja o calor que estiver.

E depois, são um punhado de dias em que (até ir) magico se vão ficar bem, imagino a ansiedade que vão sentir quando chega a hora de eu voltar - nos dias em que saio, chego sempre mais ou menos à mesma hora - e não volto... e o Victor também chega... e nas férias, o único a sair e entrar será o Tomás... a sério, fico doente de pensar.

Quando chego lá, acabo por desligar 85% do tempo, mas tenho pavor que elas deixem de comer... e acabem por morrer (não riam que já aconteceu...).

À conta disso o ano passado ficámos fora quatro dias... este ano já vamos arriscar seis... a ver vamos...

 

calor na cozinha.jpg

 

 

 

 

#5 Cozinhar. Transpiro que nem uma porca, e continuo a transpirar já sentada à mesa. Uma tristeza irritante à brava! E adivinhem lá qual é o utensílio de cocção mais usado por mim? O FORNO!! (vá. digam comigo, ná, ela gosta de sofrer).

É a forma que encontro para não estar debruçada sobre tachos e panelas... condenso o calor todo num espaço que alastra à cozinha toda... uma desgraceira só...

 

 

 

 

Et voilá!

As primeiras cinco (que me ocorreram) aí estão! 

Segunda feira às 14h, cá estará mais uma!

 

- tenho para mim que as próximas cinco vão ser a desgraça para decidir...

 

11
Jul17

No Netflix, para não variar - River

Fátima Bento

Acabei ontem uma serie de 2015 no canal de streaming que é a melhor invenção desde o pão fatiado, de seu nome River. É britânica toda passada em Londres

 

River_2015_BBC_TV_series_title.png

 

- o que só por si, já é um pesadelo de ver comigo ao lado, que vou enunciando os locais

(quando dei por estar a fazê-lo, logo no primeiro episódio, fechei a matraca...

mas de longe em longe dou por mim a abri-la...)

 

Pela minha parte gosto muito de fazer maratonas de series no Netflix (vi as três temporadas de Grace and Frankie em um nadinha menos de 72 horas...), mas quando vemos séries a dois, o máximo a que posso almejar é a dois episódios diários... pelo que River foi começado na sexta e acabado ontem (saltámos domingo).

 

A serie é uma ternura absoluta. O detetive que dá nome à serie é um nórdico (excelente forma de disfarçar de qual dos países o personagem é oriundo) que tem dificuldade em socializar... com os vivos. Já em contrapartida está rodeado pelos "seus" mortos - nomeadamente pela parceira, morta há poucas semanas, sendo a investigação do homicídio desta, o fio condutor da mini série. Aos poucos (mesmo muuuito devagar) este vai quebrando a barreira que o isola socialmente.

 

river-netflixstellan-skarsgrd.jpeg

 

Mais de que uma serie de policias a perseguirem ladrões, esta é uma série que vai além das investigações policiais... é a história da superação do ser humano, daquelas coisas que não dizemos a quem queremos enquanto podemos... e depois é tarde demais.

 

Em River, o ser tarde demais esbate-se num poema visual emotivo que me lavou em lágrimas no final.

 

E tenho de o dizer: estou completamente em sintonia com o 8.1 que o IMDb lhe atribui.

 

11
Jul17

É que só a mim! #1

Fátima Bento

Há coisas que só a mim. Desde a ocorrência até ao tempo de reação, só mesmo eu -  quem me fez partiu o molde em seguida, se sabia o que era bom para a tosse...

 

Eu explico.

 

Eu estava satisfeita no meu 40 (cintura para cima), 42 (cintura para baixo). Não estava eufórica, mas até me conseguia vestir na Zara se quisesse. 

 

Depois entrou na minha vida uma coisa chamada Mirena, que é um dispositivo intrauterino que liberta uma hormona a espaços regulares. Hormona essa que, ao que tudo indica, eu já tinha a mais. Se devido ao hipotiróidismo ou à perimenopausa, nem sei, mas já tinha - de certezinha - para a troca.

E foi preciso chegar ao 46 (no corpo todo que "as meninas" agigantaram-se e ficaram sensíveis - a ponto de acordar com dores quando me virava na cama, e não conseguir acertar com a posição para voltar a adormecer), e ficar nele algum tempo,

 

[ a sentir-me assim para o miserável, última pessoa do universo, e coiso,

já que comia da mesma forma de antes e estava imensa... ]

 

para me ocorrer ir ler o folheto no site do Infarmed - nunca leio folhetos, fico na dúvida se ao sentir possíveis efeitos secundários, estes serão fruto de sugestão. E então, hole and behole! cruzei-me com um fórum de gente com o mesmo DIU e com TODOS os sintomas que me afligiam! Ainda assim, segui para o Infarmed e sim, estão todos no folheto - como pouco usuais mas possíveis.

Ato continuo marquei consulta para o ginecologista, que é daqui a umas horas, e

 

Ó XÔ DOTÔ É PA TIRAR!

 

não há cá quaisquer argumentos em contrário!

 

DIZ QUE  passado algum tempo voltamos ao before. Eu até me comprometo a dar uma ajuda - depois das férias! - porque então sim, acredito que faça diferença. Agora a balança parece um elástico: mais dois quilos, menos dois e duzentos, mais um, mais outro, menos dois. Isto dia sim dia também!

E pronto: mái logo é o inicio do fim. Canudo!!!!

 

Já vem é tarde! 

eargh!!!!!! 

 

 

 

07
Jul17

O que eu acho de quem acha - sobre os gemeos do Ronaldo, o peido do Sobral, e tudo e tudo...

Fátima Bento

 

Ando a deitar estas tretas pelos olhos 

- e acho que já o tinha dito aqui

 

Pois que não há cão nem gato que não tenha opinião formada sobre todas as tricas e mexericos que se passam nesta país...é que não há pachorra!

 

Sobre o tipo de paternidade do Ronaldo:

 

Não acho nada, além de que a vida é dele e ele decide o que há-de fazer dela. S'a lixem todos os achistas que disparam a eito, tanto elogios como cavilhas para a crucificação do futebolista. ELE É QUE SABE.

 

(em vez disso, discorram sobre os códigos deontológicos que são quebrados a toda a hora, as diferenças que ter ou não dinheiro facilita ou 'desfacilita' o que se deseja - e deixem as liberdades individuais com cada um; a lei deixa?  sejam ativistas para que se mudem as leis, e deixem as pessoas viver)

 

Sobre a tirada infeliz de Salvador Sobral no final do Concerto Solidário:

 

É triste muito triste que se tenha resumido tanto a tão pouco. Vivam e deixem viver.

 

O que me incomoda a sério no meio disto tudo?

 

Que toda a gente opine sobre estes assuntos como se tivesse toda a razão - e direito! - deste mundo em botar sentença final.

 

Que se perca tempo com estas minudências quando o Tancosgate é um iceberg de que só ainda começamos a adivinhar o que está submerso.

 

Isso, continuem distraídos com o barulho das luzes!

 

 

 

 

04
Jul17

Cabelos: cuidados básicos para o Verão

Fátima Bento

cabelos-verc3a3o-2.jpg

 

Nesta altura do ano os cabelos são extremamente agredidos pelos elementos: ele é o sol, o sal, o cloro... 

 

Então vamos por partes.

 

  • Cabelo pintado/com madeixas

 

(yup, tinha de começar pelo MEU tipo de cabelo, não é?) 

 

Nesta altura do ano uso sempre um champô o mais neutro possível, já que o cabelo é lavado mais vezes.

 

[Saíram agora de diversas marcas, cremes lavantes, produto que me cria confusão porque não faz espuma, e se eu não sentir espuma tenho tendência a passar por agua e voltar a aplicar até fazer, que é o sinal já está! dentro da minha cabeça. Ora aqui não há espuma nem se usarem a embalagem toda! Mas se gostam de novidades, são neutros o suficiente!]

 

Eu, que não experimentei nada de novo, atenho-me ao habitual champô de leite de aveia (pamordasantinha, não comprem o de leite de amêndoa por engano!) da Klorane. Já o amaciador, uso para cabelos pintados ou com madeixas da mesma marca.

E absolutamente IN-DIS-PEN-SÁ-VEL é a máscara capilar - neste caso para cabelos pintados. Quando estou a fazer praia (ou piscina) todos os dias, aplico-a a cada três, para pelo menos tentar prevenir pontas espigadas. Não me preocupo muito com a marca, a mesma mal chega às raízes: a ideia é colocá-la a todo o comprimento dos fios, passar um pente ou escova própria para cabelos molhados esperar entre 3 e 5 minutos e passar por agua.       

 

  • Cabelos oleosos

 

Nesta estação a oleosidade é atenuada - e bem vinda. A máscara capilar que referi acima, não é necessária (a menos que seja um cabelo misto: raízes oleosas e pontas secas... nesse caso, usar só nas pontas).

O champô também deve ser neutro, como o mencionado acima, porque o cabelo é lavado todos os dias.

Amaciador, quando se fez praia ou piscina, é obrigatório, evitando as raízes. Aplicar a todo o comprimento dos fios, passar um pente sem ir à raiz, e dois minutos depois, passar por agua. 

 

  • Cabelos secos 

 

Neste caso, talvez seja boa ideia um champô específico para o Verão. Ou escolha um para cabelos normais - já o amaciador deve ser para cabelos secos/estragados.

A máscara é tão ou mais obrigatória como para os cabelos pintados - espreite essa alínea, que os cuidados são  os mesmos, mudando os produtos.

 

ATENÇÃO, OBRIGATÓRIO!!

 

Na cesta para a praia, juntamente com os protetores solares:

um protetor para o cabelo e um pente,

para aplicar da mesma forma que a máscara capilar. E re-aplicar de quando em vez. Há ótimos no hipermercado e/ou nas farmácias e parafarmácias ou lojas tipo Celeiro. O meu é da L'oréal.

 

pente.jpg

 

 Aproveitem os dias bonitos!

 

02
Jul17

Ardeu um bocadinho de mim

Fátima Bento

O ano passado fui à Vinha Velha onde fica(va?) a casa do avô - na qual já não vivia ninguém - onde passava um mês por ano durante a minha infância. Tenho um álbum de memórias boas (e da minha infância não são muitas) ligados àquela casa, às três pequenas quintas à volta, mais a duas já no caminho para Cardigos. 

 

Ontem no noticiário da meia noite da Sic Notícias ouço que estão mais de 500 bombeiros a combater um incêndio no concelho de Mação, que teve o seu inicio pelas 17:32h em Vinha Velha. 

 

Pronto.

 

O fogo, acredito, terá levado os espaços. As recordações ficam, tal como os nossos mortos, connosco enquanto vivemos. Mas a verdade é que tal como os nossos mortos nos deixam tristes quando partem, também este incêndio me deixa dolorosamente orfã da perpetuação de memórias. Não sei se o fogo comeu a casa, se comeu apenas os terrenos (desses, não tenho quaisquer duvidas - seria um milagre não terem ardido). 

 

Tenho férias marcadas para poucos quilómetros de distância, em Agosto. Tremo de medo de lá ir, mas vou ter de o fazer, avaliar o que restou, se restou. Não falo de bens, que é mesmo o de menos, não há habilitação de herdeiros feita, sequer, depois da morte da minha última tia viva, em Março passado, a família está espalhada pelo mundo, e mais depressa os terrenos são expropriados pelo Estado.

 

A questão é que vou ver cinzas das minhas memórias; e a simples perspetiva disso dói por antecipação...

 

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