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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Vamos aprender com os erros e fazer 2018 um ano histórico pela positiva?

No final de 2017 concentrei-me nas coisas boas que o ano me deu, mas seria falsa se não dissesse alto e bom som que 

 

o ano que passou foi um ano infinitamente cruel

 

Dizer que foi um ano mau, um ano difícil, um ano que doeu é um eufemismo. Infelizmente foi um ano para entrar na história pelas piores razões. Pessoalmente teve momentos aterradores, mas acima de tudo, foi a nível nacional que teve a sua epítome negativa, ampliada pela incapacidade de tantos lidarem com as ocorrências da forma correta, e dos aproveitamentos políticos fora de tempo (sim, é um eufemismo) que surgiram e que nos deram vontade de vomitar e nunca mais nos aproximarmos de uma cabine de voto - que espero tenha passado logo em seguida, já que na minha opinião

 

não votar é um ato de cobardia, de pouco caso

e desinteresse pelo nosso presente

e pelo futuro dos nossos filhos, netos...

 

Por isso, neste primeiro post de 2018 desejo acima de tudo que este ano haja prevenção onde antes houve incúria e pouco caso, que exista organização onde houve atabalhoamento, e se aposte na prevenção onde se ergueram os braços aos céus e depois, de de mãos na cabeça se decidiu que seja o que tiver de ser.

 

Porque depende de nós todos. TODOS. 

 

Porque nos cabe, por direito democrático, pedir, EXIGIR EXPLICAÇÕES de cada decisão que nos deixa "de pulga atrás da orelha".

 

- e eu tinha mesmo que exprimir esta opinião.

 

No entanto, terminando com uma nota otimista PORQUE ACREDITO, apertem os cintos que vem aí um ano com muitas coisas boas! E não se esqueçam de parar e olhar em volta, que há tanta coisa em que não reparamos e nos pode encher a alma!

 

Mais uma vez, desejo a todos um feliz recomeço!

 

E que viva a esperança!

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