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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

31
Jul18

Ó da guarda!

Fátima Bento

Cansaço, exaustão, a ansiedade ao flor da pele, sensibilidade mais de que qb, uma vontade nem sei de quê.

 

Começar um livro, ler as primeiras paginas e colocar de lado (acho que vou ter de largar a Koomson e começar o único Kepler que tenho em casa por ler, já que parece ser a única coisa que me agarra neste momento; e ainda assim tem de passar o teste das primeiras duas paginas).

 

Pensar no todo e ver tudo enevoado - é aqui que entram as listas que vou fazer já de seguida. A cabeça não está no sitio, e é o cansaço, e a ansiedade, que me ganham aos pontos. Os gatos a bufar irritam-me, vou pôr ordem na capoeira e chego à conclusão que podia ter ficado quieta, eles entendem-se! 

 

Tenho de sair, de ir pôr dois pantufos novos no carro e fazer mais meia dúzia de coisas, e baralha-se na minha cabeça a decisão de quando fazer o quê (é pá, vai e faz, porra!)

 

Estou mesmo cansada. Aquele cansaço que nos deixa à beira das lágrimas sem razão, por pura exaustão.

 

Acho que vou tratar do que há a tratar agora, aproveito e tomo o pequeno almoço fora de casa - não tenho mirtilos, (porra!), para pôr no iogurte, e isso este momento parece-me ser a coisa mais importante do mundo...

 

Acho que não há nada como sair de casa, já. 

 

E vou levar A vidente comigo, que os pneus é coisa para demorar de 30 a 45 minutos... logo mais logo troco as fotos aí ao lado.

 

Inté.

 

anxietea.jpg

 

#nãovásdefériasnão

 

30
Jul18

O abandono animal é um lugar estranho

Fátima Bento

Não consigo encontrar uma justificação, por ténue que seja, para o abandono animal - e não é de hoje. Acho que é uma questão de sensibilidade: quem tem animais e os conhece, adivinha facilmente a angústia que sentem. É a coisa mais assustadora, são animais que não conseguem sobreviver na rua, e de repente viram-lhes o mundo ao contrário. Nem falo de quem os abandona em placas centrais de rotundas, que isso vão além do desumano per si e invade o domínio psicótico, é de um sadismo psicopata chapa quatro.

 

Não compreendo.

 

Neste momento, sensivelmente uma semana antes de ir de férias chocamos com o papão das temperaturas desmesuradamente altas, e isso é um enorme nao-não para levarmos qualquer um dos três felinos da casa connosco. Vou estar em cima da linha de fronteira entre os distritos de Santarém e Castelo Branco - passo o dia no segundo e almoço no primeiro, a dez minutos de distância, se tanto - que são dos distritos mais quentes do país. E se saímos daqui cedo, para fugir ao calor, chegamos igualmente cedo, e sendo check in é uma horas depois, temos de ter a(s) transportadora(s) no carro que não tem A/C. E mesmo que consigamos entrar um nadinha mais cedo, será deixar o(s) pequeno(s) e ir almoçar, ficando num local estranho e não conhecido. Não é justo para ele(s), e se tivermos em linha de conta que o Ippo é cego, menos é.

 

A Mia está francamente numa fase boa, está mais gordinha, com boa cara - embora esteja com coriza, aliás têm todos, os de casa e os da rua; ela como está mais frágil, lacrimeja e espirra mais vezes. Olho para o Ippo e penso uma semana sem te ver, volto e nem te reconheço, nem tu me reconheces a mim... ele está tão grande, deu um enorme pulo nos últimos dias! A Piccolina resolveu que é giro brincar com o pequeno e bufa e tunga, trolitada na cabeça. Ó senhores! Pobre pequeno, que se esconde quando ela vai a passar e lhe salta para cima - e já levanta a patinha a ameaçar dar uma à grande.... mas como ela vê e ele não, ela dá, enquanto ele se fica pela ameaça.

 

Olho para eles e só me apetece chorar... e acho que quando sair daqui para me fazer ao caminho, choro mesmo.

 

E eles não ficam sozinhos, ficam com o Tomás, que desenvolve um sentido de responsabilidade aparte quando fica por si. Mas este ano as minhas férias adivinham-se dificeis...

 

Por tudo isto, cada vez menos compreendo as pessoas que abandonam os animais domésticos. Passa-me completamente ao lado que possam deitar a cabeça na almofada e ter um sono tranquilo...

 

abandono-animais.jpg

 

 

27
Jul18

Cinco semanas de Ippo

Fátima Bento

Claro que, tã-tã como ando, me tinha de esquecer de fazer contas... e hoje quando fui ao Instagram confirmar quando fazia um mês de Ippo, descubro que... já fez. Eu a pensar que hoje faziam quatro semanas, e faz cinco...

 

Ippo 1.JPG

A chegada

 

Claro que ainda me lembro do dia em que entrou cá em casa. Vinha embrulhado numa toalha turca verde - o que tinha à mão para atirar a quem mo tinha ido buscar - e estava completamente paralisado de terror. E assim se manteve durante meia hora - não mexe, mal respira. Depois lá foi relaxando os músculos e à noite dormiu connosco - ele terá dormido, eu não preguei olho... e tiveram assim inicio as quase duas semanas de vigília. Quando ele entrou de sopetão na minha vida eu tomava medicação para dormir: pois tive de largar tudo cold turkey: se os efeitos de não os tomar eram incómodos, andar quarto sala bêbeda de soníferos era impensável. Os sintomas de os largar assim foram fantásticos (#sóquenão), aliados à privação de sono, um espetaculo... agarrava-me à certeza de que era uma fase e havia de passar. A verdade é que o bebé tinha um mês e meio, e precisava de atenção redobrada...

 

Ippo 365.JPG

A primeira noite

 

Hoje está um rapazão grande, gordinho, esperto, leva volta e meia umas trolitadas na cabeça, mas aguenta-se, cats will be cats, e elas são gatas... mas não usam unhas quando lhe sacodem o pó. Tem os brinquedos favoritos, e passamos o corredor fazer slalom entre os mesmos... tem a mania que é grande e que ele é que sabe, mas quando chega a hora do mimo, ronrona em ATMOS. É um doce, dá beijinhos... e quando tem sono, espevita-se para contrariar a vontade, mas quando cai de sono, cai mesmo.

 

Capturar.JPG

Hoje de tarde

 

A verdade é que a nossa vida não seria a mesma sem o Ippo. ele chegou viu e venceu os nossos corações. E se é um gatinho feliz - que é, apesar de eu lhe fazer umas maldades de quando em vez, quando lhe ponho coisas chatas no olhito - nós também somos umas pessoas mais felizes por ele fazer parte da nossa vida. 

 

Às cinco semanas, e que venham muitas mais! 

 

27
Jul18

Assim de repente...

Fátima Bento

... a primeira coisa que me ocorre em relação à questão desta semana,

S30.JPG

 ... são queixinhas.

 

Há pessoas que, como diz o meu terapeuta, se lhes tirarmos os mimimis, ficam só as rodas e o volante. Queixam-se que ninguém se preocupa com elas e passam o tempo todo sozinhas, menos de cinco minutos depois de a porta fechar atrás de uma amiga. Que lhes dói isto ou aquilo, e deve ser qualquer coisa, não sei o que será. É uma dor, a mais das vezes provocada pela ansiedade de quem analisa o corpo dos pés à cabeça à procura de desconfortos...

 

Certo, a maioria das vezes é solidão - e tantas vezes daquela que nem uma multidão colmata. Mas se moem as pessoas que desejam perto com tantas queixas e tantos coitadismos, cada vez mais essas pessoas vão dar um passo atrás. Ou dois. Ou meia dúzia.

 

Também me aborrecem as pessoas que se está sol, ai, se está enevoado, ai, se está de chuva, ai... se não come tem fome, se come fica mal disposta... cruzes, para algumas pessoas viver é incómodo à brava!

 

- e não estou a falar de pessoas com patologias mentais; só mesmo de pessoas pica-miolos. Eishhhh!!!!

27
Jul18

E por falar noutra coisa...

Fátima Bento

Por acaso hoje recebo uma notificação de uma blogger que acompanho já há algum tempo, e que mudou de casa. E gosto da sua casa nova, acho que está a escrever com uma frescura que tinha murchado um pouco.

 

outro.JPG

 

Por razões óbvias não vou dizer de onde vem, mas posso dizer que irá para onde quiser. Se não conhecem - e este blogue acaba de sair do forno, por isso é natural que não conheçam - dêem um pulo ao seu canto, e deixem um comentário - sabem sempre tão bem...

Felicidades neste 2.0 de ti, moça!!!!

 

P.S Vocês já sabem, mas ainda assim... cliquem na foto, if ya please!

26
Jul18

Eu não existo #345 733

Fátima Bento

painel-posto-de-gasolina-frete-gratis-painel-para-

 

Fui há pouco ao post de abastecimento. Disse o que queria, bomba quatro, gasolina, etc. de enfiada, e a mocinha ficou branca como uma folha de papel liso. E repetiu? 

 

... e quer mil euros???

 

E eu, de olhos esbugalhados: eu disse isso? Ela só agitou afirmativamente a cabeça.

 

Não, disparate, trinta! Estava a ler o titulo daquele livro (Eu mileurista me confesso) e baralhei os fusíveis!...

 

Claro que tive de repetir tudo, o número da bomba e o tipo de combustivel.

 

Isto está a ficar preocupante...

#nãovásdefériasnão

25
Jul18

Dos policiais e da cultura sueca - é que não dá para separar..

Fátima Bento

 

 

Estreei-me, direi, pela porta grande, com Stieg Larsson. Amei a trilogia Milenium, tanto que parei n'A rainha no palácio das correntes de ar e não li nenhuma dos volumes seguintes, que me têm dito ser bons. Sim, mas não são dele.

Depois li Nesbo. Ó meus amores, fiquei a odiar este autor! Ou tive muito azar com O morcego, ou não sei... como a vida é muito curta para insistir em ler o que me cai mal, li meia dúzia de capitulos e pus de lado. O Victor lá leu, mas confirmou a minha ideia inicial durante a leitura, e quando o terminou: no more JO Nesbo cá em casa!

Depois li Erik Axl Sund... e não me pareceu sueco. Pareceu-me um bom thriller sem nacionalidade, em três volumes.

E mais recentemente Lars Keppler... comecei pel'O Homem da Areia, passei pelo Stalker e terminei ontem O executor. Gostei mesmo muito, particularmente deste ultimo. 

 

Agora, o que é que todos estes autores têm em comum?

 

São suecos. E a cultura sueca é toda uma vivência,que acaba por sair das paginas dos livros ... os suecos são práticos, minimalistas, curtos e diretos. Fogem a tudo o que é excessivo: na decoração, no discurso, na forma de estar... e inevitavelmente na escrita. Os capítulos são curtos, as descrições sucintas, nomeadamente no cenário. É tudo como os móveis do Ikea: rápido a comprar e fácil de levar para casa - a dificuldade vem na montagem, mas essa é a parte divertida para os suecos, penso eu, pôr a mão na massa para produzir (neste caso, montar) algo que lhes vai ser útil e dar prazer.

 

Assim, os autores suecos têm isso em comum: são eficazes. Usam frases curtas. Passam a mensagem na perfeição. Não deixam nada em suspenso (metáforas, o que é isso?). Neste último de Larsson, é incrível que sem se afastar muito destas guidelines (que estarão no ADN dos suecos), consegue imprimir uma velocidade estonteante ao livro... e a repetição dos nomes das personagens (não é exclusivo sueco, é cunho de page turners) aliada ao nome dos locais ajudam a passar esse movimento.

 

Não comecei por amar policiais suecos - tirando Larsson da equação. Foi um gosto adquirido, e neste momento gosto bastante. Não tenciono voltar a Nesbo (embora nunca diga nunca), mas vou arriscar Camilla Lackberg, porque sim.

 

E vocês, gostam de autores suecos? E têm sugestões para eu conhecer?

 

24
Jul18

Nem me reconheço...

Fátima Bento

De há uns tempos a esta parte ando diferente. Tenho andado insegura em relação a algumas coisas - grandes inseguranças, de resto, coisa que não era comum: analisava a situação, tomava uma decisão, e aceitava as consequência... mas não, agora fico dias a remoer, adio a decisão o mais possível - erro, erro!!! - e depois de a tomar fico ainda a pensar se não devia ter decidido de outra forma.

 

Voltamos, claro ao tema das férias; das férias e da Mia, das férias e do Ippo. Fica a Mia (que nunca saiu de casa), vai o Ippo. Vem o meu filho e diz, levas o gato porquê???? e eu fico sem resposta. E fico a pensar nisso...  porque é pequenino, porque é cego, porque pode precisar de fazer o tratamento de repente... ontem à noite teve dores, confirmei esta última justificação, está outra vez a fazer tratamento. Se não estivesse comigo quem é que ia descodificar as dores???

 

Mas sim, gostava de ir sozinha com o Victor e deixar os três com o Tomás, claro! Seriam seis dias em que desligaria completamente. Mas.

 

Mas vou com o coração apertado por causa da Mia - que está porreirinha, até está um nadinha menos magra. E quando voltarmos vai à vet - e sim, bem sei que disse que não a levava... mas ela já está assim há mais de três meses, pelo que pode mesmo ser um problema metabólico, e sendo, poderá ter tratamento. Fico doente de pensar a tensão que vai sentir, a ansiedade quando a picarem. 

 

E esta é outra novidade: transformei-me numa florzinha delicada, a menor coisa deita-me a chão. Choro. De alegria, de comoção (de tristeza ainda não consigo: fecho e seguro).

 

Bem sei que ando a destruir barreiras que ergui para me proteger, porque vou sentindo que não necessito dessa proteção, e isto tudo é capaz de fazer parte... estou mais permeável às emoções e à manifestação das mesmas... gostava era de não saltitar de ponto de interrogação em ponto de interrogação...

 

E ontem ao falar com a minha filha, a quem mostrara uma foto da Mia há uns dias, ela perguntou-me porque é que tinha deixado a Mia chegar a este ponto... e eu sem chão. A Mia ficou assim, eu tomei a decisão de não a deixar ficar assustada, de lhe dar paz. Eu pensei que a Mia estava a chegar ao fim da viagem e não queria criar-lhe ansiedade! Esta ideia não passa. Estou a borrifar-me para o que as pessoas pensam a meu respeito, mas sei que quando a Inez mostrou a foto à sogra e esta disse pobre gato, está morto! (That poor cat's dead), isso entra em choque frontal com a minha insegurança, com não saber se tenho feito tudo pelo melhor, e põe em causa o imenso amor que sinto pela Mia. 

 

Se calhar não me estou a borrifar assim tanto para a opinião dos outros...

 

Bah!!!!!

 

Seja como for, estou mesmo a precisar de férias - e a ansiedade anda a escalar. Estou sem medicação, se calhar vou ter de voltar aos ansiolíticos... quinta logo falo nisso com o médico - que me vai dizer para ver como estou depois das férias...

damn.JPG

24
Jul18

Dos policiais e da cultura sueca - é que não dá para separar..

Fátima Bento

Estreei-me, direi, pela porta grande, com Stieg Larsson. Amei a trilogia Milenium, tanto que parei n'A rainha no palácio das correntes de ar e não li nenhuma dos volumes seguintes, que me têm dito serem bons. Sim, mas não são dele.

Depois li Nesbo. Ó meus amores, fiquei a odiar este autor! Ou tive muito azar com O morcego, ou não sei... como a vida é muito curta para insistir em ler o que me cai mal, li meia dúzia de capitulos e pus de lado. O Victor lá leu, mas confirmou a minha ideia inicial durante a leitura, e quando o terminou: no more JO Nesbo cá em casa!

Depois li Erik Axl Sund... e não me pareceu sueco. Pareceu-me um bom thriller sem nacionalidade, em três volumes.

E mais recentemente Lars Keppler... comecei pel'O Homem da Areia, passei pelo Stalker e terminei ontem O executor. Gostei mesmo muito, particularmente deste ultimo. 

 

Agora, o que é que todos estes autores têm em comum?

 

São suecos. E a cultura sueca é toda uma vivência,que acaba por sair das paginas dos livros ... os suecos são práticos, minimalistas, curtos e diretos. Fogem a tudo o que é excessivo: na decoração, no discurso, na forma de estar... e inevitavelmente na escrita. Os capítulos são curtos, as descrições sucintas, nomeadamente no cenário. É tudo como os móveis do Ikea: rápido a comprar e fácil de levar para casa - a dificuldade vem na montagem, mas essa é a parte divertida para os suecos, penso eu, pôr a mão na massa para produzir (neste caso, montar) algo que lhes vai ser útil e dar prazer.

 

Assim, os autores suecos têm isso em comum: são eficazes. Usam frases curtas. Passam a mensagem na perfeição. Não deixam nada em suspenso (metáforas, o que é isso?). Neste último de Larsson, é incrível que sem se afastar muito destas guidelines (que estarão no ADN dos suecos), consegue imprimir uma velocidade estonteante ao livro... e a repetição dos nomes das personagens (não é exclusivo sueco, é cunho de page turners) aliada ao nome dos locais ajudam a passar esse movimento.

 

Não comecei por amar policiais suecos - tirando Larsson da equação. Foi um gosto adquirido, e neste momento gosto bastante. Não tenciono voltar a Nesbo (embora nunca diga nunca), mas vou arriscar Camilla Lackberg, porque sim.

 

E vocês, gostam de autores suecos? E têm sugestões para eu conhecer?

 

 

24
Jul18

A serio????? (Insatiable a 10/08)

Fátima Bento

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Acabei de ver o trailer da série Insatiable, que estreia dia 10 de Agosto no Netflix. Resumidamente, uma gordinha vítima de bullying na escola perde peso, e resolve vingar-se de quem a humilhou antes. O tema do bullying e consequente vingança é recorrente - e real, basta recordarmos que uma boa parte dos massacres ocorridos em liceus americanos são atribuídos a ex alunos que passaram por isso.

 

Portanto esta serie tem tudo para ser um sucesso... mexe (em mau) com as ditaduras da beleza e da dieta, com os estereótipos da beleza advogados por (praticamente) toda a sociedade, e com o bullying. Para abrilhantar o ramalhete, conta com um abaixo assinado de cem mil assinaturas para o seu cancelamento.

 

Na minha opinião, formada pelo que se pode ver no trailer abaixo, a redenção poderia  ser conseguida pelas vestes da justiceira em que se torna... mas isso fez-me logo vir à memória, como disse atrás, os massacres... portanto, só me admira a petição contar apenas 100.000 assinaturas... 

 

 

Provavelmente verei, quanto mais não seja para cimentar uma opinião concreta; isto de dizer mal de coisas que nem vemos, já cansa... mas a ideia parece-me um pouco perversa, para dizer o mínimo. Mas dá dinheiro, não dá?

Sigaaaa!!!! 

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