Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Feche os olhos e respire fundo - selfcare#26

hamburguer.jpeg

 

Sente-se à mesa para cada refeição e faça isto: feche os olhos. Respire fundo - uma, duas, três vezes. Abra os olhos, observe a comida, pegue nos talheres e bon appétit.

 

Estudos garantem que se criarmos um ritual (deste ou de outro tipo) antes das refeições, que vamos estar mais atentos ao que ingerimos, logo, faremos escolhas mais acertadas.

 

Experimente fazê-lo durante uma semana... e depois confira o resultado, e verifique por si esses estudos têm, ou não, fundamento!

 

mini.JPG

 

#01 As suas regras

#02 Coma um arco Íris

#03 E se alguém lhe oferecer flores...

#04 O bom do H2O

#05 Pare, Escute, Olhe, Sinta

#06 Ande descalço

#07 Uma hora inteirinha...

#08 Seja o Tio Patinhas da energia...

#09 Crie um ritual diário

#10 Recuse-se

#11 Faça de hoje o dia da amizade 

#12 Queime o passado

#13 Experimente uma coisa nova 

#14 Diário 2 minutos 

#15 Faz diferente 

#16 Oh Happy Day

#17 Escute

#18 Dance como se ninguém estivesse a ver

#19 

#20 Beije

#21 Recupere os seus sonhos

#22 O poder do mantra 

#23 Como um fio de prumo

#24 O elogio é grátis 

#25 Não vale lamentar-se

Pedro e Inês - a maior história de amor

pedroines.jpg

 

Ontem dei comigo numa sala de cinema meia (o que é fantástico, às 12:35h). Meia e descontraída, em que as pessoas começavam por procurar o lugar e eram aconselhadas pelos que já lá estavam, sente-se onde quiser!. É uma lufada de ar fresco - se há coisa quem me atrofia é uma sala de cem lugares com duas cadeiras ocupadas, e um marmanjo (ou marmanja) ligar a lanterna do telemóvel e procurar afanosamente o lugar... irra, que os outros 97 devem estar ali à porta para entrar, é que já começou a projeçao dos trailers e tudo... canudo!

 

E começa o filme. D. Pedro e o seu que-me-foge-a-palavra "professor" (tutor?), está a ensinar-lhe a história do pai e do avô e eis que entra António Lagarto, digo, D.Afonso e indaga sobre o que estão a debruçar-se, no melhor estilo declamatório, e eu - que coro de vergonha por contar isto, mas conto - sou assaltada pelo pensamento mas o que é que eu estou a fazer aqui, eu nao devia estar aqui!!! Eu. snob, me confesso: vejo cinema britânico, francês, italiano, gabo-me às vezes que prefiro cinema europeu aos blockbusters americanos (tenho fases em que dou um braço por isso), e até vejo o canal Sundance, não vejo cinema português.  

 

Depois daquele pensamento meio aflito que me apanhou distraída, fiquei quieta, dispensei juízos, e concentrei-me no filme.

 

Falar sobre este filme fica ali algures entre o facil e o francamente difícil. 

 

O fácil: é tão bom, que dói. 

Dificil é explicar porquê. Não devia ser preciso, pois não? Um é tão bom, devia chegar... mas este tipo de abordagem, pede uma analise mais detalhada. 

 

A forma como António Ferreira, o realizador, nos mostra de inicio, Pedro internado no hospicio, deixou-me, paginas tantas, a duvidar se este Pedro não seria uma "quarta personaegem" que servia de ligação às outras três: o D. Pedro, o Arquiteto Pedro, e o Pedro do futuro distópico. Porque a história contada é do amor de Pedro e Inês a sobreviver ao passar dos séculos, maior que a vida

 

Pormenores deliciosos: o que se passa no sec XIV, tão fiel quanto é possível. Depois o presente que não é facilmente situável no tempo: o pormenor da televisão a preto e branco no segundo apartamento de Pedro, tão anos 70, a camisa que usa na reunião na empresa de arquitetura que nos remete para os anos 60, a forma como a arquiteta Inês se veste, tão atual... António Ferreira apresenta-nos um presente transversal, porque não interessa realmente em que ano estamos, o amor de Pedro e Inês é eterno.

O futuro é uma distopia em que as pessoas vivem em comunidade com regras próprias. Mas o avião que passa - e não é um glitch do filme, é enquadrado - semeia-nos a dúvida, se não será apenas um grupo de fanaticos que se afastaram da civilização "normativa".  

 

Mas nada disso interessa realmente... o que interessa é que acompanhamos a magnifica história de amor de Pedro e Inês através dos tempos, e esta nos é apresentada de uma forma magnífica. A fotografia, a banda sonora, a forma narrativa que pontua o filme, tudo encaixa na perfeição.

 

Este filme DEVE ser visto. por tudo, e porque é português: orgulhosamente português!

 

Não vale lamentar-se!

good.jpeg

 

Hoje resista ao impulso de se lamentar.

Que está muito calor, que está muito frio, que o metro está atrasado, que há muito transito, que não consegue arranjar espaço para estacionar, que lhe dói a cabeça, que dormiu mal, que... que...

 

Não o faça.

 

Quando estiver prestes a pronunciar - ou der consigo a pensar em - tal isso, inicie uma frase com hoje estou bem porque... e preencha com o que se lembrar. Não faz mal se a única coisa que se lembrar for tomei um café quando saí de casa, ou o meu gato fez-me um mimo ao acordar, ou o meu filho deu-me um beijo quando o deixei na escola... se só lhe ocorre uma coisa, repita-a ao longo do dia mas não se lamente! Lamentar-se faz com que o seu cérebro se convença - e o convença - de que é a última das criaturas... não deixe. Controle.

 

Só por hoje, recuse queixar-se e concentre-se no positivo.

 

21205591_R7FeY.jpeg

#01 As suas regras

#02 Coma um arco Íris

#03 E se alguém lhe oferecer flores...

#04 O bom do H2O

#05 Pare, Escute, Olhe, Sinta

#06 Ande descalço

#07 Uma hora inteirinha...

#08 Seja o Tio Patinhas da energia...

#09 Crie um ritual diário

#10 Recuse-se

#11 Faça de hoje o dia da amizade 

#12 Queime o passado

#13 Experimente uma coisa nova 

#14 Diário 2 minutos 

#15 Faz diferente 

#16 Oh Happy Day

#17 Escute

#18 Dance como se ninguém estivesse a ver

#19 

#20 Beije

#21 Recupere os seus sonhos

#22 O poder do mantra 

#23 Como um fio de prumo

#24 O elogio é grátis

Sobre coisa nenhuma, ou quase

clementines.jpeg

 

Hoje acordei meio entupida e toda moída. 

Chegou mesmo o Outono, e estas temperaturas de 26º já estão a fazer as alergias puxar febres baixas, que é do piorio.

Chatice.

Vai começar o braço de ferro - eu a sentir o corpo a pedir pára!, a e a insistir e a não parar. E o mau estar generalizado, assim tipo moínha, é uma gaita, não f***  nem sai de cima. Bah.

Tenho de ver se descubro um anti histamínico que ajude... a ver se passo no celeiro, propólis ajuda. Bom o meu terapeuta amanhã há-de indicar-me algo - para além de me mandar ir caminhar para a praia e inalar água salgada...

 

Bom, por via das dúvidas, e como prevenção vou fazer uma cura de vitamina C e aumentar o exercício físico (tenho sido uma vergonha nesse departamento, que até dá dó).

 

Depois logo se vê.

 

Mas agora, maltinha, agora vou ver Pedro e Inês. Último dia da festa do cinema - e o outro que tinha planeado para hoje, o francês Não deixeis cair em tentação, já o vi.

 

Até logo malta! Um iboprufeno e aqui vou euuuuu!!!!!

 

A Mulher - a verdade está nas entrelinhas

share.jpg

 

Este filme não se vê pela história per si. Assistimos a este filme pelo todo. 

 

Joe Castleman (Jonathan Price) é agraciado com o Prémio Nobel, e por isso este e a mulher, Joan (Glenn Close). viajam para Estocolmo, acompanhados pelo filho, para as cerimónias de entrega do prémio. Nesta viagem, Joan enfrenta uma serie de assuntos que evitou, para cujo desfecho contribuiu, e que acabou por definir a sua vida toda, e põe tudo isto em perspetiva.

 

A história não tem nada de incrivelmente original. E é por isso que posso dizer que este filme não se vê pela história per si. Assistimos a este filme pelo todo. E o todo é tanto...

 

Glenn Close tem uma prestação absolutamente magistral. Há quem espere uma vida por um personagem destes e a atriz tem aqui a melhor interpretação da sua carreira.

 

Este filme é uma pérola. Quanto a mim, obrigatório.

 

O elogio é grátis - e pode mudar tudo - selfcare #24

elogia.jpeg

 

Hoje concentre-se nas pessoas com quem se cruzar, e elogie. 

 

Pode ser o sorriso de alguém, o seu lenço, a cor dos olhos, o novo corte de cabelo... se reparar bem, toda a gente tem um pequeno pormenor que pode usar para dar um pequeno elogio.

 

Acredite, pode transformar o dia do outro. Às vezes, quando o nosso dia está a correr mal, perceber a atenção da pessoa que está à nossa frente muda-nos a perspetiva.

 

Vá, hoje faça os outros felizes. Garanto que também se sentirá feliz!

 

mini.JPG

 

#01 As suas regras

#02 Coma um arco Íris

#03 E se alguém lhe oferecer flores...

#04 O bom do H2O

#05 Pare, Escute, Olhe, Sinta

#06 Ande descalço

#07 Uma hora inteirinha...

#08 Seja o Tio Patinhas da energia...

#09 Crie um ritual diário

#10 Recuse-se

#11 Faça de hoje o dia da amizade 

#12 Queime o passado

#13 Experimente uma coisa nova 

#14 Diário 2 minutos 

#15 Faz diferente 

#16 Oh Happy Day

#17 Escute

#18 Dance como se ninguém estivesse a ver

#19 

#20 Beije

#21 Recupere os seus sonhos

#22 O poder do mantra 

#23 Como um fio de prumo

 

The Big 5-0 - saem mais dez respostas quentinhas para a mesa do canto!

Depois de na semana passada, o Big 5-0 ter sido substituído pelo Huge 25, esta semana cá está o terceiro pacote de respostas às vossas perguntas!

 

21 - Aos 50, olhando para trás achas que a tua vida seguiu o rumo que escolheste ou foi o destino que te trouxe até aqui? (Psicogata)

Eu não acredito no destino, mas entendo que na pergunta, destino poderia muito bem ser substituído por acaso. E não, não foi o acaso... foi uma sucessão de grandes e pequenos nadas que me trouxe onde estou hoje. Que não sendo o que esperava, também não está nos seus antípodas...

22 - A partir dos 50 é que é! Pronta para a ramboiada? (Inês, por comentário)

Sempre! Antes, durante e depois. Hei-de ser uma miúda até morrer...

23 - Se pudesses mudar alguma coisa na tua vida o que mudavas? (Célia)

Mudava algumas coisas... punha toda a minha gente saudável, a começar por mim. Perdia trinta quilos. Ia mais vezes a Londres ver a minha filha. Mudava-me com uma casa com vista para o mar, ou para o rio.

Como quase nada disto está ao meu alcance, pelo menos posso fazer dieta. Valhamosantinho...

 

24 - Aos 50 anos ainda há algum sonho da infância por realizar?(C.S)

Pois, se calhar... tenho dificuldade em recordar os meus sonhos de infância... aliás acho que passei tanto tempo em modo de sobrevivência que os sonhos ficaram um bocadinho on hold... Na adolescência descobri que gostava de escrever... e tenho-o feito.

Talvez o curso superior, que não acabei...

25 - Achas que podes ser sempre jovem, contes os que contares? (cheia

Há um lado meu que não cresce. Nunca cresceu e não há-de crescer, porque o alimento criteriosamente. Faz-se presente cada vez menos, porque há pequenas coisas que deixaram de me passar ao largo e agora me fazem tangentes, o que me altera o estado de espírito... tenho cada vez menos poder de encaixe. Isso faz com que a criança se manifeste menos vezes... mas quando o faz... ah,faz!

26 - A vida vai-nos mudando. Quais os princípios que consideras serem os mais valiosos, os que te acompanharam sempre e nunca mudaram?(happy)

Não mentir. Omitir, aceito, as little white lies, pronto, ok. Mas sobre coisas basilares, não. Nunca, nunca, nunca ser fundamentalista, com nada. Há sempre dois lados para todas as questões. Ser empática, e lembrar-me que não há forma de saber o que faria se estivesse nos sapatos do outro - porque não estou, não estive, nem estarei.

Sorrir, agradecer, pedir por favor. Não custa nada, e faz toda a diferença.

 

27 - Se pudesses dar um conselho ao teu eu de 20 anos, qual seria? (mami)

Esta pergunta - e há mais uma ou duas parecidas - são as mais difíceis de responder das 50+algumas que me fizeram. Só me ocorre, não percas a esperança. A coisa há-de melhorar. Espera.

28 - Que opções diferentes terias tomado?(happy)

Provavelmente teria feito tudo igual. Fiz o que pude mediante as circunstâncias. Às vezes é uma questão de escolha, outras, de sobrevivência, com as armas que (não) nos deram para lutar quando éramos novinhos... 

29 - O que mais amas fazer na tua vida?(Tânia @TGV via Instagram)

Ir ao cinema. São duas horas em que as coisas do dia-a dia ficam fora da sala, e em que eu sou só uma espetadora.

(e conduzir, adoro conduzir, e a liberdade que isso me dá)

 

30 - Se pudesses ser a primeira mulher presidente de Portugal aceitarias? (dESarrumada)

Nem pensar! Conheço bem as minhas limitações, e o que não devo fazer, os compromissos que não devo assumir. Gostei bastante da pergunta, mas a resposta é mesmo não!

 

Para a semana há mais...

 

Pode ver ainda:

 as primeiras 10 respostas

 o segundo pacote de dez

 

O primeiro homem na lua - Bom com maiúscula

f2046634a374829c3eb8df46d6efc53f97234567.jpeg

 

[Há uns anos atrás, quando tinha de fazer algo como falar em publico, eu não vacilava: avançava e fazia-o. Quem me visse veria alguém seguro, penso. 

O que não sabiam era o que se passava cá dentro... eu empurrava-me para a ribalta e ficava a observar-me de um espaço seguro, até que me fundia comigo, e fazia coro com o que defendia ou apresentava. 

Não será muito fácil entender isto, e mesmo que tente não consigo explicar melhor; é um mecanismo de defesa automatizado, presumo que provocado por um acontecimento ou situação traumáticos, que nos levam além do que é racionalizável]

 

E foi este comportamento que reconheci na personalidade de Neil Armstrong, como me foi apresentado no filme de Damian Chazelle. Ele tem uma capacidade de avançar, sempre, mas com um vazio no olhar, como se não estivesse realmente vivo. Como se a sua metade humana tivesse acabado aquando da morte da pequena Kate, e tivesse seguido viva a metade funcional, a que é capaz de fazer o que se lhe exige, e fá-lo com destinção, a parte que se compõe de equações matemáticas e previsões seguras. 

 

Este filme, que conta com um trabalho notável de Gosling, como um homem fraturado que quando sorri, o sorriso nunca lhe chega aos olhos - francamente um sério candidato a levar o careca para casa - é mais de que a história da primeira alunagem, mais de que a história da forma como a família viveu a ansidade de ter o marido e pai suspenso num imenso ponto de interrogação, mais que a história do astronauta: é a história do homem. Do homem quebrado que se reencontra ao completar a sua missão na lua - ali é a si próprio, a sua dor, e a libertação da mesma que descobre.

 

Damian Chazelle soma e segue,e Ryan Gosling está de parabéns com um P muito maiúsculo, Claire Foy não desilude, comprova que é uma atriz que continuará a dar mesmo muito que falar.

 

First man/O primeiro homem na Lua, é um filme obrigatório. Mas principalmente obrigatório também é olhar muito para alem do óbvio.

(a citação é minha, claro...)

 

Como um fio de prumo - selfcare #23

first.jpeg

 

A postura é uma parte tão importante da forma como o outro nos perceciona!

 

Experimente: ponha-se em pé cabeça bem alinhada, como se um fio invisivel a estivesse a puxar na vertical. Fixe o olhar num ponto em frente. Rode os ompros para trás - uma, duas, três vezes. Estique o peito - não interessa se é uma copa A ou uma F, tenha orgulho! - atenção, os homens também devem esticar o peito! Até parece que isto é só para mulheres...

 

Saia para a rua, vá trabalhar, corrija essa postura sempre que reparar que os ombros estão a descair ou a cabeça a baixar: baixam os olhos mas não o pescoço! Peito para fora! Em caso de duvida, rode os ombros para trás.

 

Faça-o hoje, durante todo o dia. Vai ver a diferença que as pessoas vão notar e como se lhe vão dirigir...

 

mini.JPG

#01 As suas regras

#02 Coma um arco Íris

#03 E se alguém lhe oferecer flores...

#04 O bom do H2O

#05 Pare, Escute, Olhe, Sinta

#06 Ande descalço

#07 Uma hora inteirinha...

#08 Seja o Tio Patinhas da energia...

#09 Crie um ritual diário

#10 Recuse-se

#11 Faça de hoje o dia da amizade 

#12 Queime o passado

#13 Experimente uma coisa nova 

#14 Diário 2 minutos 

#15 Faz diferente 

#16 Oh Happy Day

#17 Escute

#18 Dance como se ninguém estivesse a ver

#19 

#20 Beije

#21 Recupere os seus sonhos

#22 O poder do mantra