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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

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25
Out18

Pedro e Inês - a maior história de amor

Fátima Bento

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Ontem dei comigo numa sala de cinema meia (o que é fantástico, às 12:35h). Meia e descontraída, em que as pessoas começavam por procurar o lugar e eram aconselhadas pelos que já lá estavam, sente-se onde quiser!. É uma lufada de ar fresco - se há coisa quem me atrofia é uma sala de cem lugares com duas cadeiras ocupadas, e um marmanjo (ou marmanja) ligar a lanterna do telemóvel e procurar afanosamente o lugar... irra, que os outros 97 devem estar ali à porta para entrar, é que já começou a projeçao dos trailers e tudo... canudo!

 

E começa o filme. D. Pedro e o seu que-me-foge-a-palavra "professor" (tutor?), está a ensinar-lhe a história do pai e do avô e eis que entra António Lagarto, digo, D.Afonso e indaga sobre o que estão a debruçar-se, no melhor estilo declamatório, e eu - que coro de vergonha por contar isto, mas conto - sou assaltada pelo pensamento mas o que é que eu estou a fazer aqui, eu nao devia estar aqui!!! Eu. snob, me confesso: vejo cinema britânico, francês, italiano, gabo-me às vezes que prefiro cinema europeu aos blockbusters americanos (tenho fases em que dou um braço por isso), e até vejo o canal Sundance, não vejo cinema português.  

 

Depois daquele pensamento meio aflito que me apanhou distraída, fiquei quieta, dispensei juízos, e concentrei-me no filme.

 

Falar sobre este filme fica ali algures entre o facil e o francamente difícil. 

 

O fácil: é tão bom, que dói. 

Dificil é explicar porquê. Não devia ser preciso, pois não? Um é tão bom, devia chegar... mas este tipo de abordagem, pede uma analise mais detalhada. 

 

A forma como António Ferreira, o realizador, nos mostra de inicio, Pedro internado no hospicio, deixou-me, paginas tantas, a duvidar se este Pedro não seria uma "quarta personaegem" que servia de ligação às outras três: o D. Pedro, o Arquiteto Pedro, e o Pedro do futuro distópico. Porque a história contada é do amor de Pedro e Inês a sobreviver ao passar dos séculos, maior que a vida

 

Pormenores deliciosos: o que se passa no sec XIV, tão fiel quanto é possível. Depois o presente que não é facilmente situável no tempo: o pormenor da televisão a preto e branco no segundo apartamento de Pedro, tão anos 70, a camisa que usa na reunião na empresa de arquitetura que nos remete para os anos 60, a forma como a arquiteta Inês se veste, tão atual... António Ferreira apresenta-nos um presente transversal, porque não interessa realmente em que ano estamos, o amor de Pedro e Inês é eterno.

O futuro é uma distopia em que as pessoas vivem em comunidade com regras próprias. Mas o avião que passa - e não é um glitch do filme, é enquadrado - semeia-nos a dúvida, se não será apenas um grupo de fanaticos que se afastaram da civilização "normativa".  

 

Mas nada disso interessa realmente... o que interessa é que acompanhamos a magnifica história de amor de Pedro e Inês através dos tempos, e esta nos é apresentada de uma forma magnífica. A fotografia, a banda sonora, a forma narrativa que pontua o filme, tudo encaixa na perfeição.

 

Este filme DEVE ser visto. por tudo, e porque é português: orgulhosamente português!

 

25
Out18

Não vale lamentar-se!

Fátima Bento

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Hoje resista ao impulso de se lamentar.

Que está muito calor, que está muito frio, que o metro está atrasado, que há muito transito, que não consegue arranjar espaço para estacionar, que lhe dói a cabeça, que dormiu mal, que... que...

 

Não o faça.

 

Quando estiver prestes a pronunciar - ou der consigo a pensar em - tal isso, inicie uma frase com hoje estou bem porque... e preencha com o que se lembrar. Não faz mal se a única coisa que se lembrar for tomei um café quando saí de casa, ou o meu gato fez-me um mimo ao acordar, ou o meu filho deu-me um beijo quando o deixei na escola... se só lhe ocorre uma coisa, repita-a ao longo do dia mas não se lamente! Lamentar-se faz com que o seu cérebro se convença - e o convença - de que é a última das criaturas... não deixe. Controle.

 

Só por hoje, recuse queixar-se e concentre-se no positivo.

 

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#01 As suas regras

#02 Coma um arco Íris

#03 E se alguém lhe oferecer flores...

#04 O bom do H2O

#05 Pare, Escute, Olhe, Sinta

#06 Ande descalço

#07 Uma hora inteirinha...

#08 Seja o Tio Patinhas da energia...

#09 Crie um ritual diário

#10 Recuse-se

#11 Faça de hoje o dia da amizade 

#12 Queime o passado

#13 Experimente uma coisa nova 

#14 Diário 2 minutos 

#15 Faz diferente 

#16 Oh Happy Day

#17 Escute

#18 Dance como se ninguém estivesse a ver

#19 

#20 Beije

#21 Recupere os seus sonhos

#22 O poder do mantra 

#23 Como um fio de prumo

#24 O elogio é grátis

24
Out18

Sobre coisa nenhuma, ou quase

Fátima Bento

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Hoje acordei meio entupida e toda moída. 

Chegou mesmo o Outono, e estas temperaturas de 26º já estão a fazer as alergias puxar febres baixas, que é do piorio.

Chatice.

Vai começar o braço de ferro - eu a sentir o corpo a pedir pára!, a e a insistir e a não parar. E o mau estar generalizado, assim tipo moínha, é uma gaita, não f***  nem sai de cima. Bah.

Tenho de ver se descubro um anti histamínico que ajude... a ver se passo no celeiro, propólis ajuda. Bom o meu terapeuta amanhã há-de indicar-me algo - para além de me mandar ir caminhar para a praia e inalar água salgada...

 

Bom, por via das dúvidas, e como prevenção vou fazer uma cura de vitamina C e aumentar o exercício físico (tenho sido uma vergonha nesse departamento, que até dá dó).

 

Depois logo se vê.

 

Mas agora, maltinha, agora vou ver Pedro e Inês. Último dia da festa do cinema - e o outro que tinha planeado para hoje, o francês Não deixeis cair em tentação, já o vi.

 

Até logo malta! Um iboprufeno e aqui vou euuuuu!!!!!

 

24
Out18

A Mulher - a verdade está nas entrelinhas

Fátima Bento

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Este filme não se vê pela história per si. Assistimos a este filme pelo todo. 

 

Joe Castleman (Jonathan Price) é agraciado com o Prémio Nobel, e por isso este e a mulher, Joan (Glenn Close). viajam para Estocolmo, acompanhados pelo filho, para as cerimónias de entrega do prémio. Nesta viagem, Joan enfrenta uma serie de assuntos que evitou, para cujo desfecho contribuiu, e que acabou por definir a sua vida toda, e põe tudo isto em perspetiva.

 

A história não tem nada de incrivelmente original. E é por isso que posso dizer que este filme não se vê pela história per si. Assistimos a este filme pelo todo. E o todo é tanto...

 

Glenn Close tem uma prestação absolutamente magistral. Há quem espere uma vida por um personagem destes e a atriz tem aqui a melhor interpretação da sua carreira.

 

Este filme é uma pérola. Quanto a mim, obrigatório.

 

24
Out18

O elogio é grátis - e pode mudar tudo - selfcare #24

Fátima Bento

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Hoje concentre-se nas pessoas com quem se cruzar, e elogie. 

 

Pode ser o sorriso de alguém, o seu lenço, a cor dos olhos, o novo corte de cabelo... se reparar bem, toda a gente tem um pequeno pormenor que pode usar para dar um pequeno elogio.

 

Acredite, pode transformar o dia do outro. Às vezes, quando o nosso dia está a correr mal, perceber a atenção da pessoa que está à nossa frente muda-nos a perspetiva.

 

Vá, hoje faça os outros felizes. Garanto que também se sentirá feliz!

 

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#01 As suas regras

#02 Coma um arco Íris

#03 E se alguém lhe oferecer flores...

#04 O bom do H2O

#05 Pare, Escute, Olhe, Sinta

#06 Ande descalço

#07 Uma hora inteirinha...

#08 Seja o Tio Patinhas da energia...

#09 Crie um ritual diário

#10 Recuse-se

#11 Faça de hoje o dia da amizade 

#12 Queime o passado

#13 Experimente uma coisa nova 

#14 Diário 2 minutos 

#15 Faz diferente 

#16 Oh Happy Day

#17 Escute

#18 Dance como se ninguém estivesse a ver

#19 

#20 Beije

#21 Recupere os seus sonhos

#22 O poder do mantra 

#23 Como um fio de prumo

 

23
Out18

The Big 5-0 - saem mais dez respostas quentinhas para a mesa do canto!

Fátima Bento

Depois de na semana passada, o Big 5-0 ter sido substituído pelo Huge 25, esta semana cá está o terceiro pacote de respostas às vossas perguntas!

 

21 - Aos 50, olhando para trás achas que a tua vida seguiu o rumo que escolheste ou foi o destino que te trouxe até aqui? (Psicogata)

Eu não acredito no destino, mas entendo que na pergunta, destino poderia muito bem ser substituído por acaso. E não, não foi o acaso... foi uma sucessão de grandes e pequenos nadas que me trouxe onde estou hoje. Que não sendo o que esperava, também não está nos seus antípodas...

22 - A partir dos 50 é que é! Pronta para a ramboiada? (Inês, por comentário)

Sempre! Antes, durante e depois. Hei-de ser uma miúda até morrer...

23 - Se pudesses mudar alguma coisa na tua vida o que mudavas? (Célia)

Mudava algumas coisas... punha toda a minha gente saudável, a começar por mim. Perdia trinta quilos. Ia mais vezes a Londres ver a minha filha. Mudava-me com uma casa com vista para o mar, ou para o rio.

Como quase nada disto está ao meu alcance, pelo menos posso fazer dieta. Valhamosantinho...

 

24 - Aos 50 anos ainda há algum sonho da infância por realizar?(C.S)

Pois, se calhar... tenho dificuldade em recordar os meus sonhos de infância... aliás acho que passei tanto tempo em modo de sobrevivência que os sonhos ficaram um bocadinho on hold... Na adolescência descobri que gostava de escrever... e tenho-o feito.

Talvez o curso superior, que não acabei...

25 - Achas que podes ser sempre jovem, contes os que contares? (cheia

Há um lado meu que não cresce. Nunca cresceu e não há-de crescer, porque o alimento criteriosamente. Faz-se presente cada vez menos, porque há pequenas coisas que deixaram de me passar ao largo e agora me fazem tangentes, o que me altera o estado de espírito... tenho cada vez menos poder de encaixe. Isso faz com que a criança se manifeste menos vezes... mas quando o faz... ah,faz!

26 - A vida vai-nos mudando. Quais os princípios que consideras serem os mais valiosos, os que te acompanharam sempre e nunca mudaram?(happy)

Não mentir. Omitir, aceito, as little white lies, pronto, ok. Mas sobre coisas basilares, não. Nunca, nunca, nunca ser fundamentalista, com nada. Há sempre dois lados para todas as questões. Ser empática, e lembrar-me que não há forma de saber o que faria se estivesse nos sapatos do outro - porque não estou, não estive, nem estarei.

Sorrir, agradecer, pedir por favor. Não custa nada, e faz toda a diferença.

 

27 - Se pudesses dar um conselho ao teu eu de 20 anos, qual seria? (mami)

Esta pergunta - e há mais uma ou duas parecidas - são as mais difíceis de responder das 50+algumas que me fizeram. Só me ocorre, não percas a esperança. A coisa há-de melhorar. Espera.

28 - Que opções diferentes terias tomado?(happy)

Provavelmente teria feito tudo igual. Fiz o que pude mediante as circunstâncias. Às vezes é uma questão de escolha, outras, de sobrevivência, com as armas que (não) nos deram para lutar quando éramos novinhos... 

29 - O que mais amas fazer na tua vida?(Tânia @TGV via Instagram)

Ir ao cinema. São duas horas em que as coisas do dia-a dia ficam fora da sala, e em que eu sou só uma espetadora.

(e conduzir, adoro conduzir, e a liberdade que isso me dá)

 

30 - Se pudesses ser a primeira mulher presidente de Portugal aceitarias? (dESarrumada)

Nem pensar! Conheço bem as minhas limitações, e o que não devo fazer, os compromissos que não devo assumir. Gostei bastante da pergunta, mas a resposta é mesmo não!

 

Para a semana há mais...

 

Pode ver ainda:

 as primeiras 10 respostas

 o segundo pacote de dez

 

23
Out18

O primeiro homem na lua - Bom com maiúscula

Fátima Bento

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[Há uns anos atrás, quando tinha de fazer algo como falar em publico, eu não vacilava: avançava e fazia-o. Quem me visse veria alguém seguro, penso. 

O que não sabiam era o que se passava cá dentro... eu empurrava-me para a ribalta e ficava a observar-me de um espaço seguro, até que me fundia comigo, e fazia coro com o que defendia ou apresentava. 

Não será muito fácil entender isto, e mesmo que tente não consigo explicar melhor; é um mecanismo de defesa automatizado, presumo que provocado por um acontecimento ou situação traumáticos, que nos levam além do que é racionalizável]

 

E foi este comportamento que reconheci na personalidade de Neil Armstrong, como me foi apresentado no filme de Damian Chazelle. Ele tem uma capacidade de avançar, sempre, mas com um vazio no olhar, como se não estivesse realmente vivo. Como se a sua metade humana tivesse acabado aquando da morte da pequena Kate, e tivesse seguido viva a metade funcional, a que é capaz de fazer o que se lhe exige, e fá-lo com destinção, a parte que se compõe de equações matemáticas e previsões seguras. 

 

Este filme, que conta com um trabalho notável de Gosling, como um homem fraturado que quando sorri, o sorriso nunca lhe chega aos olhos - francamente um sério candidato a levar o careca para casa - é mais de que a história da primeira alunagem, mais de que a história da forma como a família viveu a ansidade de ter o marido e pai suspenso num imenso ponto de interrogação, mais que a história do astronauta: é a história do homem. Do homem quebrado que se reencontra ao completar a sua missão na lua - ali é a si próprio, a sua dor, e a libertação da mesma que descobre.

 

Damian Chazelle soma e segue,e Ryan Gosling está de parabéns com um P muito maiúsculo, Claire Foy não desilude, comprova que é uma atriz que continuará a dar mesmo muito que falar.

 

First man/O primeiro homem na Lua, é um filme obrigatório. Mas principalmente obrigatório também é olhar muito para alem do óbvio.

(a citação é minha, claro...)

 

23
Out18

Como um fio de prumo - selfcare #23

Fátima Bento

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A postura é uma parte tão importante da forma como o outro nos perceciona!

 

Experimente: ponha-se em pé cabeça bem alinhada, como se um fio invisivel a estivesse a puxar na vertical. Fixe o olhar num ponto em frente. Rode os ompros para trás - uma, duas, três vezes. Estique o peito - não interessa se é uma copa A ou uma F, tenha orgulho! - atenção, os homens também devem esticar o peito! Até parece que isto é só para mulheres...

 

Saia para a rua, vá trabalhar, corrija essa postura sempre que reparar que os ombros estão a descair ou a cabeça a baixar: baixam os olhos mas não o pescoço! Peito para fora! Em caso de duvida, rode os ombros para trás.

 

Faça-o hoje, durante todo o dia. Vai ver a diferença que as pessoas vão notar e como se lhe vão dirigir...

 

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#01 As suas regras

#02 Coma um arco Íris

#03 E se alguém lhe oferecer flores...

#04 O bom do H2O

#05 Pare, Escute, Olhe, Sinta

#06 Ande descalço

#07 Uma hora inteirinha...

#08 Seja o Tio Patinhas da energia...

#09 Crie um ritual diário

#10 Recuse-se

#11 Faça de hoje o dia da amizade 

#12 Queime o passado

#13 Experimente uma coisa nova 

#14 Diário 2 minutos 

#15 Faz diferente 

#16 Oh Happy Day

#17 Escute

#18 Dance como se ninguém estivesse a ver

#19 

#20 Beije

#21 Recupere os seus sonhos

#22 O poder do mantra

 

22
Out18

O dia em que voltei ao vinil e percebi o meu amor pelo digital

Fátima Bento

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A minha filha ofereceu um gira discos ao irmão no Natal passado, coisa que ele não usa porque não tem vinis. Eu fiquei muito contente porque tenho (tinha?) uma caixa cheia na garagem do meu pai, espaço que nas partilhas ficou para a minha mãe tendo ficado acordado que nós, as duas filhas, podíamos continuar a ter ali guardadas as nossas coisas. 

 

Até ao dia em que lá fui para os ir buscar e dei com a fechadura mudada. Kaput.

 

E então, este aniversário o meu filhote ofereceu-me um vinil do Bublé, e finalmente usámos o gira discos. que é, além de lindo, excelente e tem um som muitíssimo bom. 

 

Coloquei o disco a tocar (há um pequeno vídeo disso aqui), vim para o sofá, pus o pc sobre as pernas e fiquei a escutar a musica. E cinco faixas (ou seis) depois... tirei o pc do colo, levantei-me, puxei o braço para o descanso, tranquei-o... e liguei a hi-fi.

 

Eu sou aquela pessoa que não pode estar sem musica (embora às vezes me saiba bem o silêncio). E sou a rainha do loop: ponho a lista (ou o cd) em repeat, e fico horas, dias, a ouvir a mesma coisa. Só tenho de gostar da musica.

 

E o que me encantou aquando do advento dos CD's começou por ser o facto de não ter de me levantar para virar o disco. Já as cassetes de áudio (ih, o que para aqui vai, grande parte de vós nunca terá visto nenhuma!), só tinham a chatice da fita ficar presa, ou gasta. Que sim, tínhamos de as virar, mas as minhas tinham 90 minutos de duração, e 45 minutos de cada lado, dá para muita música!

 

E depois,quando chegou o compact disc, se me apetecia ouvir a mesma musica outra vez, era só tocar no botão com as setinhas!

 

Depois veio o MP3, e o resto é história.

 

Agora temos o revivalismo do vinil tão em voga - estive a ver o disco do Tony Bennet e da Diana Krall para mim, e achei que €25, não é nenhum absurdo. Mas depois pensei que, a comprar em "físico", seria em CD, pelas razões que disse atrás. Mas achei que seria uma prenda gira para o Victor (que faz anos daqui a seis dias) o inédito do Prince em vinil... e TAU, custa quase cinquenta euros! Ui, até doeu...

 

Portanto, não estarei a ser uma chata irritante quando disser que prefiro o digital ao vinil. E nem é pelo preço (ok, nem compro um álbum por trimestre, não era isso que me levava à falência), é mesmo pela comodidade.

 

E por eu gostar mesmo de passar um dia inteiro a ouvir a mesma coisa.

 

Não tenho uma personalidade particularmente boring, mas com a musica que oiço em casa (ou no telemóvel) definitivamente, sou!

 

E vocês, recuperaram o vinil, continuam fieis aos CD's ou já bomba o Spotify? 

Quero saber tudo!

22
Out18

O poder do mantra - selfcare #22

Fátima Bento

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Passamos demasiado tempo a remoer nas nossas falhas, quando olhamos para o espelho, o nosso olhar vai logo para as zonas que não gostamos... soa-lhe familiar?

 

Então tente lembrar-se que é mais de que a sua barriga, o seu nariz, as suas orelhas grandes os seus olhos pequeninos... que consegue tanto mesmo quando se esquece de comprar a prenda de aniversário daquela amiguinha do seu rebento, ou de lavar as calças favoritas do seu marido, ou de passar a ferro a blusa que, canudo, queria mesmo levar hoje de manhã!

 

Você é um todo, deixe lá as partes!

 

Ponha-se em frente ao espelho e repita: eu sou forte, sou bonita, sou suficiente! - e vá repetindo ao longo do dia, sempre que se puser em causa...

 

Faça exercício físico porque gosta de si, não como uma qualquer forma de castigo!

Coma melhor porque não quer poluir o seu corpo, porque você merece o melhor!

 

Você é tão mais importante de que aquilo que pensa!

 

Pense nisso!

 

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#01 As suas regras

#02 Coma um arco Íris

#03 E se alguém lhe oferecer flores...

#04 O bom do H2O

#05 Pare, Escute, Olhe, Sinta

#06 Ande descalço

#07 Uma hora inteirinha...

#08 Seja o Tio Patinhas da energia...

#09 Crie um ritual diário

#10 Recuse-se

#11 Faça de hoje o dia da amizade 

#12 Queime o passado

#13 Experimente uma coisa nova 

#14 Diário 2 minutos 

#15 Faz diferente 

#16 Oh Happy Day

#17 Escute

#18 Dance como se ninguém estivesse a ver

#19 

#20 Beije

#21 Recupere os seus sonhos

 

 

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