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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

É o inferno

- com todas as letras

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Neste momento, dois familiares estão com Covid. Um deles já está infetado há coisa de dez dias, o outro recebeu o resultado do teste ontem. 

 

E o primeiro piorou furiosamente esta noite. Tendo consulta hoje às 14:00h no Centro de Saúde, e não estando em condições para conduzir, chamou-se o INEM. Afinal não é com eles, deram o contacto dos bombeiros concelhios: estes só tinham ambulância para as 17h pelo que passaram o número de uma empresa privada. Esses não tinham qualquer vaga para os próximos dias; passo atrás, e os bombeiros já não tinham possibilidade para hoje. 

 

Ou seja, a única hipótese acaba por ser o doente dirigir-se em transporte próprio, debalde a forma como se sente. Face a isto a familia mais próxima, nada mais pode fazer de que desdobrar-se em telefonemas. E angústiar, afligir, quiçá rezar... 

 

O caso do meu familiar não será - não parece pelo menos -  um caso de vida ou morte, mas como avaliar se o doente não se pode deslocar ao local certo para aferirem a gravidade da situação? E todos os que são e não têm transporte porque as ambulancias estão paradas nas urgências dos hospitais horas a fio, à espera de uma abertura para encaminhar os doentes?

 

Isto é mesmo o inferno. Acho que não temos a verdadeira noção do quanto as coisas estão descontroladas até uma situação destas nos tombar ao pé da porta.

 

Quem não tem possibilidade de se deslocar, não havendo transportes urgentes disponíveis, camas nos hospitais, resta-lhe o quê? Esperar pela morte? Os médicos falam do número de utentes que morrem todos os dias nas urgências. E os que falecem sem lá chegar sequer? 

 

Desculpem o desabafo, mas estou aqui a suar em bica com tudo isto. 

 

É aterrador. Absolutamente aterrador e paralisante não poder fazer nada...

 

Às urnas!

- vamos defender esta liberdade que é nossa.

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Gostaria mesmo de ter qualquer coisa iluminada para debitar sobre o tema, mas não tenho. Poderia falar sobre os candidatos, da urticária que me provoca a recém trabalhada dicção de Ana Gomes, que não é a candidata que me poderia arrebatar com a sua paixão, e que resolveu deitar fora o bebé com a agua do banho, restando aquela arvela que fala uns decibéis abaixo do sofrível. Claro que se estivesse a transpirar fervor por todos os poros, me havia de recordar do incidente da vacina e de mais uns quantos pormenores que deixei cair pelo caminho. Marisa Matias bom, desta vez está um bocadinho perdida. O chumbo do Orçamento de Estado pelo Bloco é o elefante na sala, e não há volta a dar ao assunto. Tiago Mayan é um fogo fátuo, na minha opinião, e João Ferreira... tem o PCP às costas, e isso é um imenso peso só por si - e não será positivo. O senhor Vitorino Silva é a pureza em figura de gente, mas isso não é suficiente. Sobra o senhor do Chega!, o menino mal educado que defende tudo aquilo que, enquanto me correr sangue nas veias, abominarei.

Noves fora nada sobra Marcelo.

 

Sobre a sua vitória, tão certa quanto é possível, pesará também o demérito dos seus concorrentes. Porque não existe, de facto, alternativa a Marcelo.

 

O risco, não indo votar no domingo porque-já-sabemos-quem-ganha, é o possível segundo lugar do gajo senhor do Chega!, que seria acima de tudo uma derrota de todos nós, cidadãos de direito, que fazemos os nossos descontos - e  que nem sequer somos subsidio-dependentes!

 

Não concordam comigo? Que bom, é para isso, também, que serve a democracia! Então, por todos os santinhos, ide pôr a cruzinha à frente daquele que achais merecedor. 

 

Já sabem: esferográfica, máscara, alcool gel, e Cartão de Cidadão.

 

E  não é que já só faltam dois dias?...

 

Ai se não fora, também, a musica!

Playlist da semana no Spotify

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Não sei como seria. 

Esta semana, e neste momento no meu spotify, emparelhado com a aparelhagem, a lista é esta:

 

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Querem-se, melhor, precisam-se boas energias! 

 

- ah, podem ter spotify sem pagar, mas com anúncios. Veja como em spotify.com (e ninguém me pagou, para que conste, quem lhes paga sou eu...)

 

Somethin's gotta give

O meu "mise en place"; para conseguir dormir VS para conseguir ler

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Estamos a 21 de janeiro e li um conto - o primeiro - do livro Manual para mulheres de limpeza de Lucia Berlin. Mais nada. E há mais de que uma razão...

 

Só leio deitada, antes de adormecer. Não raras vezes varo a noite de livro na mão; há poucas coisas que me dão mais prazer que me perder numa boa leitura, quando a casa e o mundo estão silenciosos. Tenho neste momento mais três livros na cabeceira, dois no e-reader e outro físico - bem físico, tem quase quinhentas paginas.

Mas nem o primeiro avança, quanto mais... 

 

Tenho, como toda a gente, as minhas idiossincrasias... por exemplo, para dormir, o quarto tem de estar frio. Os aquecedores estão banidos do quarto - mesmo com as temperaturas como têm estado, muitas vezes a rasar o negativo. Durmo de top de alças e calção. Tive a janela do quarto com uma nesga aberta durante dezembro, até que o marido ameaçou atirar-me pela nesga e às tantas (mas nem à primeira, nem à segunda!) lá capitulei e a janela foi fechada. Idem para lençóis de flanela, por mim passava o Verão e o Inverno com lençóis de algodão. Sou aquela que, se estou sozinha num quarto de hotel no Inverno, ligo o ar condicionado no frio vinte minutos antes de me deitar. E não conheço mais ninguém assim...

 

Ora toda esta mise en place - e bem sei que a expressão tem a ver com a cozinha e a preparação antes da confeção, mas neste caso aplica-se à preparação do quarto antes de me deitar - não ajuda à possibilidade de fazer uma leitura confortável.

 

Se pego num livro e começo a ler, os braços, literalmente, congelam.

 

Por isso, neste janeiro, frio cumóraio não vou ler nada. Nicles, rien.

 

Em fevereiro, assim a temperatura ambiente ajude, hei-de ler pelo menos os quatro, que me anda a fazer uma comichão danada ter ali coisas tão boas e não lhes conseguir tocar. 

 

E para melhorar a pintura, amanhã diz que chegam mais dois que comprei online.

 

Ai qu'os deuses das encaloradas m'ajudem...

 

Conforto

Desafio dos lápis de cor, #1 azul marinho

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Nunca gostara que olhassem para ela. Fotos para documentos eram um suplicio, queria desesperadamente misturar-se com o neutro pano de fundo. Ficava sempre com cara de poucos  amigos, sem sombra de sorriso, e mesmo não sendo uma pessoa de gargalhada facil, quem a conhecia de perto - mesmo perto! - via-a sorrir e rir apenas de quando em vez. E se poucas vezes o fazia, cicatrizes que a vida lhe deixara impediam-na de sentir uma maior alegria.

 

Começara talvez antes, mas recordava que a primeira vez que sentiu o chão a fugir, fora quando o surto de meningite lhe levara os gémeos, com poucas horas de intervalo. A partir desse momento a vida que conhecia acabou. Passou a viver para a filha mais velha, a quem deu tudo o que podia dar, não importando quão grande os sacrifício. O resultado não poderia ter sido pior, e se teve a felicidade de acompanhar o crescimento dos netos, fê-lo com um peso imenso no peito face ao comportamento violento e incoerente da filha. Manteve-se por perto co-habitando com esta na esperança de, de alguma forma, proteger as crianças... mas debalde, o máximo que pudera fazer foi chorar com estas face às ações da mãe. 

 

O tempo passou alternando entre o veneno destilado e o fel vertido, que repetia a si própria não poder ser real, mesmo quando viu a neta sair de casa expulsa numa veneta enlouquecida, apenas porque sim. 

 

E depois foi a sua vez de encontrar uma qualquer desculpa e fazer o mesmo, incapaz de continuar a privar com a bolha de ódio em que a filha vivia.

 

Afastou as recordações com um gesto de cabeça que o dia não era para tristezas. Passou as mãos na saia para alisar uma ruga imaginária, mãos com 84 anos de rugas e manchas mas ainda tanta força, e aproximou-se da neta. A seu lado, olhou-a com enlevo: vestida de branco era a imagem da felicidade. Enxotou com a mão a imagem de lágrimas a escorrerem naquele rosto, e concentrou-se no brilho dos seus olhos. 

 

A rapariga colocou o braço sobre os ombros do seu vestido azul escuro com carinho, e quando o fotografo lhe disse "olhe para a sua neta, avó", virou o rosto, encarado-a. E naquele momento as comissuras dos seus lábios ergueram-se num sorriso que lhe colocou estrelas no olhar. 

 

E então sentiu que, afinal, tinha valido a pena. 

 

Neste desafio participo eu, a Concha, A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor,  a Gorduchita, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, e a bii yue.

Todas as quartas feiras e durante 12 semanas publicaremos um texto novo inspirado nas cores dos lápis da caixa que dá nome ao desafio. Acompanha-nos nos blogues de cada uma, ou através da tag "Desafio Caixa de lápis de Cor". Ou então, junta-te a nós ;)

 

Como sucumbir à ansiedade em menos de um fósforo

... mesmo a bater os pés com força para disparar em direção contrária

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Já sabíamos que a coisa ia piorar. Já sabíamos que quando o tempo frio chegasse, tal como a chamada época das gripes, a coisa ficaria mais difícil. Calculávamos que depois do Natal, se houvesse um alívio das regras - é a economia, estúpido, como disse diretor de campanha de Bill Clinton nas eleições de 1992 - em janeiro se pagaria o preço.

 

O que não sabíamos é que seria assim. Que iamos passar do milagre da primeira vaga, ao país com maior número de casos por mil habitantes, do mundo.

 

É preciso ter sangue de réptil a correr nas veias para não quebrar quando ouvimos os relatos de médicos que admitem que hospitais há onde já se está a escolher quem vive e quem morre - ontem, no Jornal da Noite da Sic Notícias. 

 

Queremos ser otimistas e levar um dia de cada vez. Com calma. No entanto, a nossa mente vai trabalhando em surdina e quando menos esperamos, estamos a destilar ansiedade por todos os poros. Porque a incerteza também "mata". Mata a esperança, sepulta o andrá tutto bene da primeira vaga, apaga os arco íris que nos enfeitaram os vidros. Alimenta a dúvida e o medo. 

 

Não serei a única a, num dia bom, ficar de repente capaz de morder algo ou alguém, aparentemente só porque sim. Não serei só eu a sentir que o ar lhe falta, a ter dificuldade em equacionar o futuro imediato.

 

Tento manter tudo isto a uma distância que me proteja de ser levada pela histeria de grupo, tratando de fazer a minha parte e não pensar que vai ser até à Primavera: é só mais amanhã. E no dia seguinte, repete. E a maior parte das vezes até consigo ser bem sucedida.

 

Está a voltar a época de parar de acompanhar os serviços noticiosos, limitando-me a espreitar a net uma vez por dia. A minha saúde mental implora por um pouco de paz. 

 

E é minha obrigação dar-lhe esse repouso. Já que mais não posso fazer...

 

Desafio Caixa de lápis de cor: vamos tirar dúvidas

mais qualquer coisa é só enviar email - endereço no post - que respondo a todos

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Faltam 48 horas para publicar o primeiro texto do desafio. Entusiasmados? Inspirados? 

  

Então, vai ser assim: 

  

  • devemos publicar um texto por semana, durante 12 semanas; 
  • a ordem das cores a servir de inspiração, segue na imagem abaixo; 
  • se conhecerem alguém que se queira juntar a nós, convidemthe more, the merrier 
  • se desejarem, podem fazer um pequeno post a divulgar o desafio. Não se esqueçam de colocar um link, para eu/nós todos ver(mos)! 
  • o tag a constar na lista será Desafio Caixa de Lápis de Cor
  • com cada texto, deve ser publicada a origem do desafio, com link para este blogue.  

  

Por exemplo, podem colocar uma frase simples no final, como desafio daqui, ou um mais personalizado do blogue da Fátimavia blogue Porque Eu Posso, ou outro. Servirá para que todos os participantes no desafio acompanhem os textos uns dos outros. Para isso afixaremos uma barra de participantes adicionada em rodapé no post (no final deste poderão ver quem já se comprometeu com a coisa, e visitar os blogues, se tiverem curiosidade ) 

  

Então vamos à ordem das cores a servir de inspiração para as próximas semanas: 

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  1. azul marinho;
  2. castanho;
  3. negro;
  4. verde escuro;
  5. azul cobalto;
  6. laranja;
  7. azul céu;
  8. rosa;
  9. amarelo;
  10. verde claro;
  11. vermelho;
  12. castanho escuro.   

 

Como gostaria muito de convidar toda a sapolândia para se nos juntar, vou aproveitar mais este post e convidar uma mão cheia de blogues. No entanto, se se deparar com este post, ou outros que mencionem este desafio, junte-se a nós! Peço só que avisem, em comentário, para acrescentar o link do vosso blogue à lista em rodapé.

 

Assim, quero convidar a Gorduchita, a Charneca em Flor, a Célia, o José da Xã e a Cheia. Vamos a isto? Digam sim ou não nos comentários, por favor 

 

P.S.: se desejarem colocar um selo na barra lateral, igual ao que está na minha, enviem um email para fatima_bento@sapo.pt com selo do desafio no assunto. Enviarei o código embebed em resposta e é só adicionar ao layout.

 

Neste desafio participo eu, a Concha, A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor,  a Gorduchita, a Miss Lollipop e a Ana Mestre.

Todas as quartas feiras e durante 12 semanas publicaremos um texto novo inspirado nas cores dos lápis da caixa que dá nome ao desafio. Acompanha-nos nos blogues de cada uma, ou através da tag "Desafio Caixa de lápis de Cor". Ou então, junta-te a nós ;)

 

Dias do caraças

... era deitar-me já e dar o dia por finito. Jeeez...

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Hoje está a ser um "daqueles" dias. O pc não ajuda - nem sei se é o pc se o Sapo... ou se sou eu. Estruturei o post do desafio, com as "regras", as indicações, pronta para passar o código do selo-mamarracho que está ali à direita, um nadinha abaixo, acho, para quem quiser, colocar no blogue. A meio, vi que o editor tinha pendurado e copiei para o Word. No entanto, como passado um bocado tinha parado de dar erro (504 ou 505), resolvi copiar de volta para aqui e continuar a trabalhar. Quando tinha o dobro do que guardei tentei, noutra aba, abrir o blogue e não consegui. Voltei ao editor e tentei guardar em rascunho... 

 

BURRA

 

Antes,devia ter guardado no Word. Não guardei... tunga, perdi tudo. Quase tudo, o inicio ainda está guardado.

Para tirar dúvidas entrei pelo telemóvel e testei.Publicou.

Pessoas do Sapo, isto está mesmo dodói? É do windows, já que por android publicou? É do Chrome? É de mim?

 

E logo num dia em que a minha ansiedade está a roçar as traves do teto...

 

Disto da proibição das grandes superfícies venderem livros e afins

- é que até era bom se pudéssemos dizer que #ésóparvo...

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Se há coisas díficeis de entender neste confinamento, que as há, a proibição de comprar mais de que artigos de primeira necessidade nas grandes superficies já ganhou o "prémio ponto de interrogação" do momento. 

 

Não é preciso ser um Einstein para perceber que isto não faz sentido nenhum.

 

Tomemos como exemplo o que me fala mais perto: livros. Em 2020 tive a alegria de ter um hipermercado com uma bancada de livros com descontos de 50% durante todo o ano. E meses houve em que o número de livros interessantes era de subir paredes, já que deixar um que fora na loja me deixava doente. No entanto, também comprei livros online, em promoções avulsas na Wook e na Fnac. E cheguei mesmo a comprar a preço de capa. 

 

E agora vêm dizer que, "coiso, a concorrencia, e tal"... os tomates, meus senhores, os tomates! Por essa ordem de ideias, a gigante Fnac, loja física, estará também a fazer concorrência às livrarias fechadas. Vão vedar também a venda de livros na Fnac? Que sempre vendeu, principalmente, livros?

 

Dizia, na sexta feira num serviço noticioso um representante da APEL, que impedir a venda de livros nas grandes superfícies não ia diminuir o prejuízo das livrarias. No final acabava, isso sim, por estrangular as editoras. 

 

 

E mais há que passou debaixo do radar: ao ser apenas possível comprar bens de primeira necessidade nas grandes superfícies, de fora ficam também produtos texteis, calçado e afins - incluindo os muito mencionados artigos para desporto. Ora deixem-me aqui afirmar que quem compra vestuário e calçado no supermercado não o faz em loja. A diferença na qualidade, e no preço torna óbvio que não há aqui problema de concorrência desleal, ou o que lhe quiserem chamar.

 

Ora, aquando do desconfinamento - porque destas coisas só se fala no fim - qual fim? - e nunca no durante, capas e capas de revistas e jornais alertavam para as depressões e ansiedade provocadas pelo mesmo.

 

E se o Presidente diz que está preparada para o confinamento durar até à Primavera - o que mimetiza o periodo do primeiro confinamento, expliquem-me como - COMO? - é que nos vamos ficar a sentir sem poder comprar pequenos balões de oxigénio, um livro ou mesmo uma peça de roupa, que juntamos aos bens essenciais no carrinho?  

 

É uma maravilha para minimizar os efeitos psicológicos de qualquer confinamento -  #sóquenão! 

 

E se me vêm dizer que "ah, isto é só para duas semanas", temos a burrinha nas couves, já que

   a) se era para uns míseros catorze dias não valia de todo a pena tamanho mise en scène e

   b) quem é que acredita que é para quinze dias? Hein?

 

Isto é mais uma daquelas situações em que se dispara primeiro e se pergunta depois... mais uma...

 

 

Ah, e para quem acha que se pode sempre comprar online, esperem para ver o tempo de entrega a aumentar, e no caso da roupa, os preços das peças da próxima coleção...