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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Desafio: vamos pintar com palavras?

- desafio caixa de lápis de cor

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Não sei se conhecem esta pequena maravilha, à venda agora na Vida Portuguesa, e que na minha infância existia em cada pequena loja de bairro, da mercearia à papelaria. Os lápis não eram nada confortáveis de usar, por serem tão lisos e pequeninos, mas fizeram a delicia das crianças que, como eu, tiveram a sua quota parte destas embalagens de cartolina com doze lápis dentro e uma imagem bucólica no exterior.

 

As doze cores apresentadas fizeram-me pensar no quão interessante seria pegar na ideia e adapta-la ao que vamos fazendo por aqui: pintar com letras, palavras, usando cada uma das cores como inspiração para um texto, seja um pequeno conto, uma recordação, um sonho ou projeto, o que quer que seja que essa cor evoque. 

 

Assim, proponho que todas as semanas escrevamos e publiquemos um texto inspirado numa das cores dos lápis que figuram na foto acima, da esquerda para a direita, do azul marinho ao castanho escuro.

 

O primeiro texto deverá ser publicado na próxima terça feira 20, tema "azul marinho", e depois em cada quarta subsequente.

 

Isto inspira-vos? Querem juntar-se a mim neste "compromisso"?

 

Desafio desde já cinco bloggers (não consigo usar o termo aportuguesado bloguistas, desculpem) que espero aceitem o repto, e passem a outros. Vamos ser muitos?

 

Por isso:

 

- minha  querida 3ª Face, estou doida para ler os teus textos inspirados;

- Marquesa, espero que nos agracies este desafio com o teu régio contributo semanal;

- Luisa, vamos a isto?

- Concha, gostava mesmo de ficar a conhecer melhor as musas que te inspiram; 

- Não podia deixar de te provocar, Peixa, para te debitares umas postas a propósito...

 

- tendo estado tanto tempo afastada, nem sei se desafios são coisas que ainda se usem, ou apenas coisas do meu tempo... mas de uma orma ou de outra, acho que o  elo que se cria é inestimável.

 

Publicarei um selo, a lista da ordem das cores para que não hajam dúvidas, e se houvessem regras, que mencionassem este blogue quando convidassem outrem, ou se/quando fizessem um post genérico sobre o desafio. Não é obrigatório, claro, mas ficaria grata 

 

Deixem input nos comentários, sim? 'Brigada.

 

Contas feitas...

- a conclusão do balanço anual, finalmente!

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Em 2020 tive a oportunidade de decidir o que queria e o que não queria na minha vida. E tomar semelhante decisão não é facil, aperceber-mo-nos do que está a mais e do que nos é imprescindível tem o seu quê de complicado, logo na forma: como fazê-lo? Durante anos desejei profundamente ter a capacidade de ser tranquila, a serenidade sempre foi aquele ponto desejado e, sempre acreditei, inalcançável.

 

Ao longo do ano fui afastando o que preenchia a minha vida, ficando esta quase vazia. Admito que tenha deixado cair as primeiras coisas por cansaço, mesmo por pura desistencia. Mas, à medida que me apercebi do bem que me sentia livre de obrigações, optei por continuar a "esvaziar a casa", até aquele ponto em que comecei a recuperar, muito devagar, cada estimulo. Comecei pela leitura, e permiti-me aproveitar esse prazer redescoberto antes de acrescentar outros. Pequenas coisas, que sempre tomara como garantidas, começaram a valer por si, não como acessório, mas como algo basilar. Os momentos em família durante o confinamento foram não um sufoco, mas uma oportunidade de me valorizar, e ao outro. De ver como melhorar, não para alcançar qualquer especie de perfeição - a simples ideia de perfeição é perversa, garante a frustração do inalcansável - mas para ser grata e generosa para os meus.

 

Mais perto do final do ano, fui testando e repondo as pequenas e grandes coisas que fazem os meus dias mais bonitos. E continuo a fazê-lo até agora, com o cuidado de não me assoberbar com o dispensável. E, sem dúvida, prosseguirei nesta demanda.

 

Contas feitas, "deitei para o lixo muitos sacos de 120 litros" cheios de tralha que não fazia nada dentro de "casa" a não ser drenar forças, exaurir esperança, deixar-me sem energia para amar, criar, ser. 

 

Concluindo: a despeito de pintar um retrato tão cor-de-rosa do ano, 2020 não foi luar e rosas. Foram meses de desafios, momentos menos faceis, mas que consegui levar por ter uma disposição diferente face ao que surgia. E, sendo justa, foi necessária alguma coragem para afastar quase tudo para finalmente conseguir perceber o que me era relevante.

 

E valeu tanto a pena!

 

Não quero dar conselhos, nem sequer dicas, mas é mesmo muito importante estarmos atentos por forma a não desperdiçar as oportunidades que a vida nos apresente. Eu aproveitei esta, e o saldo foi mesmo positivo. Ao cair do pano e olhando para o ano que findava, apercebi-me de que navegara a parte final do ano com aquilo que nunca pensei ser possível.

 

Serenidade.

 

E isso provou-me como valeu a pena fazer esta viagem.

 

Hoje o rio estava lindo

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Em dias como este, solarengos e com vento zero, o rio está muitas vezes assim. Passo junto a este de propósito quando retorno a casa, para um balão de puro oxigénio e, se me deparo com este espelho, fico com um formigueiro danado para tentar registar tamanha beleza em foto... mas honestamente já desisti de tentar fazer jus ao cenário.

 

Passo, encho a alma e sigo.

 

Mas hoje fiz a vontade ao bichinho que me pede para captar: encostei o carro apontei e disparei. E até gostei do resultado...

 

Este Seixal que eu amo. Viver onde, senão aqui?

 

2020 - O balanço do ano, parte 1

- este post é um bocadinho longo... e ainda por cima as conclusões só virão no próximo :/

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O balanço do ano começa a rondar-me as ideias ainda antes do Natal, e segue num crescendo até ao último dia do mês. Posso dizer que o meu 2020 foi um excelente ano. E garanto que, se por um lado é estranho considerar um ano tão avassalador como este como tendo sido positivo, por outro não o assumo com um sorriso. 

 

Desta vez ponho-o por escrito quase a meio de janeiro, mas a vida acontece e às vezes os prazos devem ter a prerrogativa de ser maleáveis e se adaptarem às circunstâncias do momento.

 

Posto isto, avancemos.

 

Primeiro Trimestre

 

Janeiro começou como acontece todos os anos: um turbilhão de emoções, do que gostava que fosse e não sei se consigo fazer ser na tela em branco que se me apresenta. Acabei por empurrar grandes feitos e decisões mais para a frente, e pastelei todo o mês numa interpretação do Estou além de António Variações. Veio fevereiro e com ele alguma tranquilidade: assumi, posso estar e ser assim até querer. Decidi desligar do habitual correr atrás da cauda, e estar apenas no momento, fazer o que me apetecia, quando me apetecia. Claro que a culpa não me largou, e tive de a empurrar para lugares esconsos. Deixei a minha visita semanal ao cinema, e de ir tomar café à esplanada porque sim. Quis descobrir o bom de estar em casa, afastei-me também da escrita, como se sabe, e não li nada - nem revistas. Aparentemente vegetei um bocadinho. Fomos numa escapadinha até à Ericeira, e foi a primeira e única do ano. E em março veio o confinamento - até parece que tinha estado a treinar para isso. A verdade é que o movimento mental que tinha tido lugar cá dentro ajudou os dois meses seguintes a passarem sem problemas, angústias exacerbadas ou atritos. Claro que tive as duas semanas da praxe a dormir mal, logo a seguir aos primeiros casos confirmados de Covid-19, mas nada de mais avassalador de que os tempos que se viviam.

 

Segundo Trimestre

 

Em abril continuámos tranquilamente em confinamento, os três mais os dois gatos. Claro que o cansaço da situação se fazia sentir, e às vezes a semanal ida ao supermercado se demorava mais um pouco numa paragem junto ao rio, rádio ligado num quarto de hora roubado, que as paredes começavam a ser demasiado iguais. Mas só muito de longe em longe, já que me sentia mal em - teoricamente - quebrar as diretrizes impostas. A meio do mês comecei a ler, livro atrás de livro, tendo na cabeceira sempre o do momento e o seguinte. E em maio começamos a desconfinar... pude finalmente ir à cabeleireira retocar a cor e tomar café à Baía, as duas coisas de que mais sentia falta; tinham passado, afinal, dois meses (!) mas pareciam ter sido pelo menos seis. 

 

Terceiro Trimestre

 

Em julho as temperaturas subiram. Começámos a ponderar passar uns poucos dias no norte ou redecorar o quarto, e ganhou a segunda hipótese. Por isso, em agosto rumámos à Ikea, e foi  destralhar, montar móveis, arrumar. No dia 8 a família aumentou: à Piccolina e ao Ippo juntou-se a pequenina Babette, tornado, vendaval, e nova alegria da casa; tornou-se a melhor amiga do Ippo; onde está o Roque está a amiga, de noite e de dia. Ainda em agosto fui pela primeira vez ao cinema neste ano; era a única pessoa na sala e ainda podiamos comer pipocas. Setembro chegou tranquilo, com prognósticos reservados sobre o que nos reservaria o Inverno em matéria de SarsCov-2. Deixei de tomar o anti depressivo e comprimidos para dormir e continuei, como até aí, na vida que tinha encolhido à minha vontade, com muita leitura, muita tranquilidade e dias felizes.

 

Quarto trimestre

 

Outubro trouxe o meu 53ºaniverário, logo a 2, e uma mesa com seis pessoas à roda, a cantarem os parabéns enquanto soprei as velas. Pouco tempo depois, uma colega da ex-namorada do meu filho, ambas enfermeiras, testou positivo à Covid, e esta foi pelo mesmo caminho. O meu filho foi colocado em quarentena, sem ser testado. Com "o bicho" em casa, adoeci e não tendo sido o fim do mundo, gostava de não repetir a experiência. Entrei novembro convalescente mas pronta para outra, #sóquenão. Fiz finalmente a biopsia aos berlindes da tiroide, e o resultado foi que é tudo benigno, para controlar uma vez por ano. Foi um alívio cá em casa. Chegou dezembro e com ele os filmes de Natal da Hallmark (tão maus que são um regalo!), os especiais da Netflix a par com os livros mais xaroposos. Veio o Natal a seis - nós os três mais os três gatos - e uma prova de carinho de onde menos esperava, o que faz as melhores surpresas. O réveillon plasmou o Natal, mas à conta do que paguei pelos bifes para fazer au poivre, tive uma pequena crise de ansiedade quando comecei a cozinhar. Ficou tudo perfeito, os bifes mesmo medium rare, mas nunca mais compro nada sem saber o preço por quilo. À meia noite brindámos ao novo ano, comemos passas, saltamos os desejos, e vimos o fogo de artificio da janela da sala. Os gatos, esses é que não acharam graça nenhuma à iniciativa da Câmara Municipal... 

 

(a conclusão, seguirá no post seguinte)

 

Obrigada Sapinho!

- tão bom, tão bom, tão bom :)

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Uma pessoa ausenta-se porque quer descobrir as coisas que são realmente importantes, e regressa quando confirma que isto de escrever no blogue já lhe está no sangue. Pensa que perdeu tudo, ou quase, desde os leitores habituais até à capacidade de passar a mensagem - aiqueuedeixiedeconseguirescrevermaisdequeduaslinhas  

 

E depois volta e escreve três posts.

O primeiro (tão a medo!), a agradecer a quem ficou, na esperança do regresso, a quem veio meio ao engano e decidiu assentar arraiais nas subscrições e a quem comentou naquela mão pouco cheia de posts escritos no ano que passou.

O segundo a contar do que leu no ano que passou.

O terceiro a resumir e baralhar, com as escolhas mais impactantes das leituras que fez - coisa que, pasmai, faltara no segundo. E está a escrever o quarto quando descobre que o Sapo destacou o último publicado!

 

Logo o quarto passou a quinto, porque é obrigatório vir aqui agradecer ao Sapo este destaque que vejo como um reconhecimento da minha reentrada neste mundo de blogs com gente dentro.

 

Obrigada a toda a equipa, de coração! 

 

Vamo-nos encontrando por aí, já que não tenciono ir a lado nenhum.

Livros: o melhor e pior do ano

(e tudo porque sou uma cabeça de vento e me esqueci desse pormenor no post anterior)

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E quase me esquecia do mais importante, não era? Porém, nunca é tarde e por isso aqui estão os três mais: o livro de que mais gostei, o livro que mais me dececionou, e o pior que li.

 

O livro que mais gostei de ler

 

É tão difícil dar resposta a este item, incontornável em todos os balanços... até porque "quando o trunfo é livros, eu jogo autores", porque me sinto mais à vontade assim. Mas pronto, as regras desta alínea não são essas, por isso vou apontar como melhor, um livro que comprei por impulso na wook: Os imperfeitos, de Cecilia Ahern. É uma distopia, uma sociedade em que a norma é ser perfeito e quem quebra as regras é proscrito; um mundo preto e branco em que a protagonista descobre o cinzento. Não terá, provavelmente, sido o melhor que li, mas foi sem duvida o que mais me surpreendeu: piscou-me o olho da sua prateleira digital e depois confirmou o meu instinto. Não é Margaret Atwood, mas merece este destaque. 

 

A deceção do ano

 

Andei mais de um ano a namorá-lo, mas como a minha prateleira de ficção, e não ficção, passada na II Guerra Mundial ainda tinha vários títulos por ler, foi chutando para canto. E depois fui encomendar A bailarina, referido no post anterior, e com ela veio, finalmente, O Tatuador de Aushwitz, de Heather Morris - quase nem colocava aqui o link para informação, já que toda a gente conhece, ou pelo menos viu a capa... - e não gostei. NADA. O livro é estupidamente cor de rosa para o cenário que retrata. Claro, é uma opção não concentrar a história nos horrores dos campos de concentração e ao invés, colocar o foco sobre uma história de amor nascida num solo que tinha tudo para ser infértil. Acredito que haverá quem tenha ficado chocado com algumas descrições - e  há mesmo uma situação relatada em pouco mais de uma frase que me deixou tão incomodada, que tive de me forçar em desviar a atenção para refrear a ansiedade e a náusea - mas ainda assim achei demasiado leve para o que o holocausto foi, de facto. Andei dois ou três dias a desfiar solilóquios sobre o mal que livros assim fazem para a imagem com que muitos poderão ficar daquela brutal realidade.

Poderiam alegar que A outra metade de mim, de Affinity Konar, o meu melhor de 2017, a par de O labirinto dos Espíritos do Zafón (e nunca é demais frisar, cada macaco no seu galho...) é igualmente defletor da realidade; no entanto, este titulo tem um outro peso sendo que aqui a realidade é refletida na preceção que crianças, personagens centrais desta obra, fazem daquela monstruosidade toda. Há contexto, explicação cabal. Na minha opinião, que vale o que vale, O Tatuador de Aushwitz é só e apenas "uma coisinha" com muito pouco mérito.

 

O pior do ano 

 

Mas mau mesmo mau foi um livro cuja história prometia muito... e não deu nada: Uma cápsula do tempo em Paris, de Ella Carey. A história que retrata baseia-se na descoberta do apartamento de Isabelle Florian, em Paris, que esteve fechado durante 70 anos só tendo sido reaberto quando a herdeira, que desconhecia o espaço e a pessoa de quem o herdou, foi notificada e se dirigiu a Paris para se deparar com aquela pérola conservada no tempo. 

- e se se sente curioso, pode espreitar fotos do referido apartamento aqui

O livro não passa de um relato desinspirado do que se terá passado, sem que mostre qualquer tentativa de criar uma narrativa que agarre, como poderia ter feito - afinal é um romance, não um documento, pelo que uns pozinhos cor-de-rosa são não só aceitáveis como se recomendam! 

Para piorar a já paupérrima obra, a edição mostra tantos erros - no último quarto do livro faltam artigos, a frase começa no feminino e acaba no masculino e vice versa, o plural acaba trocado pelo singular, o singular pelo plural e existem tantas outras falhas que dá ideia que nem o editor conseguiu ler o livro até ao  fim.

Eu li, e não considero o facto particularmente meritório...

 

E quanto a livros em 2020 estamos conversados, acho eu. Se querem saber mais qualquer coisa, perguntem, todos os comentários são muitissimo bem vindos!

 

Os livros do meu ano que acabou

... e todos os outros que também li - exceto um.

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Este ano li mesmo muito. Li livros bons, livros assim assim, e houve um que larguei, porque não pago promessas que não faço. 

 

Terei lido 72 livros - sendo que o número é o menos importante. 

 

Destaques

 

PIOR TITULO

 

A Bailarina de Aushwitz de Edith Eger - tanto em português como em castelhano, esta foi a escolha para a adaptação do titulo original The Choice. Para mim levaria o troféu de pior titulo do ano, de longe. Bem sei que a palavra Aushwitz vende, mas este livro vale por si, pelo que "não havia necessidade". Fiquei a conhecer o titulo através de Bill Gates, neste vídeo, e fui à procura. Não desiludiu, muito pelo contrário.  

 

CONFUSO É DIZER POUCO

 

As Sete Mortes de Evelyn Hardcastle, de Stuart Turton. Admito que o tenha lido num momento de menor concentração, e talvez por isso o livro tenha sido um corrupio de pontos de interrogação. Li até ao fim na esperança de agarrar uma ponta da meada, mas debalde. Não posso, de qualquer forma, inferir na sua qualidade, ou falta dela. Tenho para mim que noutra altura o teria conseguido entender, mas não tenciono verificar...

Nota: o meu marido desistiu aos primeiros capítulos.

 

LITERATURA ESFEROVITE

 

Li tantos livros levezinhos que foi um prazer! Li uma boa mão cheia de titulos de Jude Deveraux, outros tantos de Trisha Ashley, mais Judith McNaught, Sophie Kinsella, Penny Vicenzy, Kristin Hannah, Jojo Moyes... e garanto que muitos deles serão relidos.

 

O MELHOR DO ANO

 

... não foi um livro; ter descoberto a autora B.A.Paris, foi assim das melhores coisas do ano findo. Comecei por ler, meio por acaso, À beira do colapso, que conseguiu o que se propunha: fazer aqui a leitora sentir-se como a protagonista, respirar toda a sua duvida e ansiedade como se fosse minha. Fiquei completamente fã, e encomendei de seguida o seu primeiro, o titulo-sensação Ao fechar a porta. Segui com o ebook Le dilemme (The Dilemma), estando neste momento a preparar-me para começar Quédate conmigo (Bring me back/Traz-me de volta). Em Abril sairá em ebook o seu mais recente The therapist, que já está na minha wishlist.

 

CONTAS FEITAS

 

...li praticamente só mulheres, com uma ou duas exceções que servem para confirmar a regra. O engraçado é que aconteceu, apenas, não escolho o livro com base no sexo do autor...

 

E FINALMENTE O LIVRO QUE NÃO LI:

 

Nada menos que um milagre de Markus Zusak (autor de A rapariga que roubava livros). Não consegui entrar no livro, visualizar, e não gostei dos primeiros capítulos. Mesmo. Ainda o passei ao meu co leitor, mas o meu marido também não se identificou. Está ali na estante, a olhar para mim, e a pedir um give away, ou assim. Ou, quem sabe, uma segunda oportunidade...

 

E vocês, querem partilhar as vossas leituras de destaque no passado ano - ou o que estão a ler agora? E o que acham de um give away? Deixem as vossas impressões nos comentários, abaixo, peeeeeezeeee  !

 

Obrigada a todos os resistentes

- a melhor forma de (re)começar

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Não haverá forma melhor de começar este ano de que com um imenso obrigado a todos os que passaram por este espaço em 2020. 

 

O balanço do blogue no ano passado, é tristemente pobre: foram publicados 11 posts em 12 meses (!!!). E saber que, tantas vezes em anos anteriores, terei chegado a publicar mais de que isso em dadas semanas

 

Razões terão existido, mas a verdade é que o conteúdo novo aqui apresentado atingiu mínimos (muito) menos que sofríveis...

 

E no entanto o blogue continuou a ter visitas e novas subscrições: este ano foram dezoito!

 

Assim, os meus agradecimentos a Uma Indecisa Qualquer, C, https://amorliquido.blogs.sapo.pt/Comandante Guélas, Miguel, Nuno Coelho, L. Altério, Ana Isabel Ferreira, Célia, Ouse Sonhar, Ouse Acreditar, Ouse Fazer, Concha, Santiago Miral, Cris, Debaixo da Língua, sapocris, Calimero, Sara, Lobi, por terem passado por aqui e demonstrado curiosidade e interesse em continuar a ler o que ainda irei escrever.

 

- decididamente!

 

Mais agradeço a todos os habitués do espaço, e/ou aos que comentaram, coisa que sabe tão bem de ler! Assim, obrigada Charneca em Flor, Peixe Frito, Rute JustinoA 3ª Face, marta-omeucanto, C.C.Célia.

 

E obrigada também a todos os que estão a ler estas linhas, sinal que ainda não desistiram de encontrar novos conteúdos neste endereço.

 

Em 2021 vamos esquecer a seca de 2020? 

 

Tudo de bom para todos vós neste ano que se inicia, e vamos a isto!

 

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