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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Continuo a ficar arrepiada - e qual é a vossa preferida?

Festival da canção

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Vejo o festival há quase tantos anos como tenho. E o que não vi, ou que não tinha idade para entender, aprendi depois: ainda hoje sei a letra da Oração, que António Calvário cantou, aquando da nossa primeira participação no eurofestival, nos idos de 1964 - nasci três anos depois.

 

Caí redonda pela canção dos manos Sobral, que trouxe a vitória de Kiev, em 2017 e já disse, mais de que uma vez, que essa foi a canção mais bonita que nos representou.

 

Mas ontem a verdade corrigiu-me, e lembrei-me que não é bem assim. 

 

Vi a homenagem a Paulo de Carvalho, perfeita pela mão de Agir que lhe deu um peso extra no coração do pai, onde começou por interpretar Flor Sem Tempo - de 1971, ano em que Tonicha e a sua Menina, ocuparam o primeiro lugar - e depois...

 

...depois arrepiei-me outra vez aos primeiros acordes de E depois do Adeus. Não há outra canção que me provoque esse efeito, festival ou não.

 

E para quem ontem não viu o Festival da Canção, deixo aqui o momento magico que emocionou (tanto!) Paulo de Carvalho.

 

 

E vocês, também ficam emocionados com a canção? 

 

Contem-me tudo!

 

Por este Seixal fora, à boleia da vontade

Desafio Sonhamos ir por aí

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Um dia de verão como outro qualquer. Sentada na esplanada, quase no final da "pedovia", mexo o meu café e observo o rio Judeu. Pequenos barcos à vela fazem adivinhar que haja hoje uma regata, provavelmente entre as ANS e a ANA, as associações navais/náuticas dos dois lados do rio e, quiçá, mais outras convidadas. O sol bate na água, sopra uma brisa quase invisível, que serve apenas para não nos sentirmos assoberbados com o calor. Na mesa ao lado, um casal comenta em francês, a paz que o local os faz sentir. Levo a chávena aos lábios enquanto, fechando os olhos, invoco as recordações de uma vida passada nestas paragens e sorrio. Nunca quis morar noutro local que não aqui, desde que me lembro de ser gente que me espanto com este azul. 

 

Pessoas em roupa desportiva passam à minha frente, prestes a chegar ao final da pista forrada a piso táctil de borracha, prontas para inverter a marcha a 180º e continuar o seu exercício.

 

É nesta altura que chega a minha amiga, mesmo a tempo de acabar a minha água e nos dirigirmos ao restaurante onde reservei mesa, ali mesmo ao pé, nas antigas instalações da antiga corticeira Mundet. Entramos naquele que foi o refeitório daquela unidade fabril, em tempos a maior do país, transformado agora em restaurante de autor. Senta-mo-nos numa mesa e sei que a sua base é original de tempos idos em que a minha avó, e outras quase cinco mil mulheres, ali comiam no intervalo do trabalho. Os olhos passeiam pela decoração, satisfeitos com tantos pormenores claramente recuperados de antanho, em que até os pequenos mochos, onde as operárias se sentavam, são expostos como arte.

 

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Mas mal temos tempo para acabar o café com calma: está quase na hora de fazermos o nosso passeio a bordo do varino Amoroso, a embarcação tradicional recuperada que faz passeios turísticos no rio. 

 

Estamos no cais de embarque, falta pouco para as 14:30h, hora marcada para o passeio em que nos inscrevi. Entramos no barco a par com pouco mais de uma dezena de participantes, e à hora marcada a embarcação parte. A meio do percurso, já no Tejo, os motores são desligados e a vela içada; navegamos, então à bolina e o silêncio abate-se sobre o grupo, ninguém se atrevendo a interromper a paz e quietude. O rio é um espelho e todos estão de telemóvel na mão, filmando ou fotografando, a ausência de obturadores e do seu som característico, não perturbando o momento. Passamos perto do cais do Barreiro e são ligados de novo os motores, sendo invertido o sentido de marcha. Sensivelmente noventa minutos depois de termos embarcado aportamos no local de onde partimos, e pouco tempo depois os nossos pés voltam a pisar a tijoleira de terracota que atapeta o passeio ribeirinho. 


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Sem pressa, percorremos o passeio e passamos em frente ao cacilheiro recuperado e transformado em restaurante, Lisboa à Vista. Seguimos calmamente junto ao rio, e chegamos por fim ao último espaço que planeei mostrar à minha amiga hoje. A Quinta da Fidalga, antigo Vale do Grou, espera-nos de portão aberto e passeamos tranquilamente pelos seus jardins, prestando atenção particular ao Jardim de Buxo e ao Lago de Maré, que tem 30m de comprimento e três de profundidade, sendo considerado um elemento raro de arquitetura hidráulica no nosso país.

 

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À saída o palacete pede-nos para entrar e nos deleitarmos com os azulejos do SEC XVIII que embelezam as suas paredes, mas debalde, uma vez que o mesmo não se encontra aberto ao público. No entanto conto à minha amiga que há pouco tempo saiu no jornal municipal a noticia de que o mesmo a ser transformado num hotel de charme, pelo que, quem sabe em breve ela não poderá passar a noite num dos quartos seculares? Com um sorriso no rosto dirigi-mo-nos ao restaurante Tapas ao Rio, nas traseiras do palacete, e senta-mo-nos numa das mesas da esplanada, o local perfeito para darmos o nosso passeio por terminado.

 

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Brindamos com um rosé gelado, enquanto esperamos que nos tragam as tapas escolhidas, e comentamos o tanto que não vimos. Acabamos por combinar repetir o passeio em breve, desta vez sem marcações, ao sabor do momento. Para ver temos, por exemplo, o parque urbano e tantas praias a meia hora de distância. 

 

Coisas a fazer, aqui, não faltam.

 

Voltamos a brindar, a coisas boas no nosso futuro e aproveitamos para saborear uma tarde que se estenderia noite dentro, não fora escurecer tão tarde.

 

Do desafio "sonhamos ir por aí" da Cristina Aveiro

com a participação de  Cristina AveiroPeixaConcha,  A 3ª FaceMaria AraújoImsilvaLuísa De SousaMaria, José da XâRute JustinoAna D., CéliaCharneca Em FlorGorduchita, Miss Lollipop, Ana Mestre, Ana de Deus, e bii yue.

 

- As fotos acima são, as duas primeiras da minha autoria, e as restantes devo agradecer à Câmara Municipal do Seixal

 

O meu balanço

- do desafio da Caixa de lápis de cor

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Chegámos a meio do desafio - escrevemos seis cores, e faltam precisamente outras seis.

 

Neste ponto é capaz de ser engraçado contar como - e porquê - surgiu este desafio. Em 2018 participei num outro que consistia em escrever um texto por dia subordinado a uma palavra, numa lista de 31. Não o fiz todo (um texto criativo por dia é uma brutalidade...), mas os textos que escrevi deram-me imenso prazer, pelo fiquei com essa memória. E este ano, quando voltei ao blogue depois do "ano sabático", lembrei-me de me desafiar a escrever criativamente, outra vez. Não me perguntem quando me lembrei da caixinha de lápis da Viarco... sei que tinha ideia de usar cores para inspiração - sempre gostei de dizer que escrever é pintar com palavras (alguém, provavelmente, terá dito isto antes de mim...), e foi por aí que pensei ir. 

 

E lembrar-me de desafiar alguns blogues que conhecia a juntarem-se a mim (e a desafiarem outros) foi a sequencia lógica - embora correndo o risco de me considerarem desatualizada já que um ano longe deste mundo, e podia ter mudado tudo. Afinal, felizmente, não mudou.

 

E o resto é história. Ou melhor, vão sendo histórias... e que histórias! Desde abordagens ficcionais a outras mais praticas, até às novelas - e são três - temos de tudo para nos agarrarmos ao pc a cada quarta feira a ler e distribuir parabéns merecidos a todos.

 

E é que estão mesmo todos de parabéns - também porque na quarta de manhã toda a minha gente tem os textos bem visíveis nos seus blogues, nem atrasos tem havido...

 

Mas mais de que isso, há por aqui muito talento - e muita vontade.

 

Por isso, a todos os participantes no desafio, os meus mais sinceros parabéns. Estão a fazer deste, o melhor desafio do mundo e arredores!

 

Então, para Concha, A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, a bii yue,  José da Xã e o João-Afonso Machado o meu imenso obrigado por ajudarem a colorir as minhas quartas feiras.

 

E muitos, mas MUITOS parabéns!!!

 

 

Nota: segunda feira vai ser publicado o primeiro texto dos 7 anos de Porque eu Posso. Passem aqui, que vai valer a pena 

 

A luta

... para fotografar a máquina!

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Foi preciso tirar muitas - mesmo muitas - "chapas" para conseguir fotografias para colocar no anúncio. E tudo porque a mademoiselle acha que é fotogénica? Não. A emplastra não quer que eu passe muito tempo de telemóvel na mão, principalmente se estiver a falar. Quando falo com a minha filha chega a arrancar-me o dito da mão! 

 

(da última vez, como não o conseguiu fazer cair, atirou-se à minha cara - o Victor fica em pânico! - e deu-me lambidelas, esfregou a carinha na minha e acabou a morder-me a ponta do nariz; rios de lágrimas...)

 

Por isso, e como devia estar a falar com o marido, ela resolveu ir verificar como as coisas estavam a correr, e "estragou" um número razoável de instantâneos.

 

Enfim...

 

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Olh'ó azul claro!!!

7º brainstorming alert

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E eis senão quando já passámos de meio do desafio. Esta será a semana da cor nº7, azul claro/azul céu/azul bebé

E o que é que esta cor nos faz lembrar então?

Pela minha parte, vem-me à ideia 

  • piscina
  • Bali
  • Fuerteventura
  • Oceano Pacífico 

e, claro 

  • céu

 

- fundamentalmente, se me pedirem uma palavra, férias. 

 

Sou só eu que estou com dificuldade com esta cor? Não com o texto (ainda não cheguei lá...), mas com associações...

Acho que esta semana vou precisar da vossa ajuda 

 

Por isso e com algum egoísmo, chamo à cabine de som

 

 

Concha, A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, a bii yue,  José da Xã e o João-Afonso Machado.

 

O que vos sugere a cor?

 

Digam tudo aqui em baixo.

 

Prontos?

 

BORAAAAAAAAAAAAAAA!!!

 

 

Ela

Desafio caixa de lápis de cor

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Todos conheciam a casa que se erguia a cerca de quinhentos metros dos limites da povoação. O exterior era lamentável: no jardim cresciam ervas daninhas que, em determinados lugares, chegavam à cintura de um adulto. A pequena escada que dava acesso ao alpendre tinha os restos mortais de um corrimão pendurados do lado direito, e o chão tinha buracos que constatavam que a madeira tinha apodrecido. Encostados à parede, onde grandes lascas de tinta descascada deixavam à mostra os tijolos que já tinham perdido a cor laranja que os caracterizava, vasos de terracota acinzentados continham os esqueletos do que teriam sido em tempo plantas viçosas. Os vidros encontravam-se escurecidos, prova de que já não eram limpos há muito. Poderia pensar-se que a casa estava abandonada; mas essa não era a realidade.

 

Os rapazes mais crescidos muitas vezes esgueiravam-se até ali depois das aulas, e escondiam-se entre os arbustos do baldio em frente, tentando vislumbrar a velha que habitava a casa desde não se sabia bem quando. Comentavam entre si que seria uma bruxa, e inventavam histórias sobre o que fazia em noites de lua cheia, sacrifícios com animais e demais fantasias, o que era excelente para deixar as raparigas assustadas e à beira do grito, que tantas vezes forçavam.

 

A verdade é que morava naquela casa há mais tempo de que sabia. E gostava que as pestes tivessem medo dela. Detestava miúdos, o barulho e a confusão que faziam, pelo que lhes assombrava as visitas com gosto, surgindo no alpendre com uma velha vassoura em riste, olhando à volta, circunspecta, à procura dos pirralhos do costume, preparada para os insultar com palavras numa língua inventada, vociferada numa cadência de poema obscuro que pensavam ser feitiço. Esse era o momento em que, invariavelmente saiam dos seus esconderijos e corriam rua fora, em direção ao largo da aldeia onde ririam gargalhadas nervosas e acusavam o outro de quase ter borrado as calças.

 

Na aldeia todos sabiam o dia em que, todos os meses, ela se dirigia à mercearia para comprar o necessário para assegurar a sua alimentação. Era o dia em que os  aldeões se recolhiam em casa e observavam o vulto, magro e de costas bem direitas, a atravessar a praça, por detrás das cortinas que enfeitavam a vidraça e protegiam o interior das suas casas de olhares intrusivos. As velhotas de terço nas mãos benziam-se à sua passagem, que as lendas e o diz-que-disse e diz-que-viu corriam soltos nas línguas e imaginação de todos. 

 

Há muitos anos atrás, das primeiras vezes que saiu de casa depois da tragédia, o olhar inquisitivo e a curiosidade ávida das pessoas deixavam-na zangada, mesmo furiosa. E um dia deixou que essa mágoa travestida em fúria ocupasse o espaço à sua frente e elevasse uma barreira que isolou o acesso de quem quer que fosse. Foram assim lançados os alicerces para o mito atrás do qual se escudava até hoje.

 

Recordava o passado como se nem fosse a sua vida; outra, talvez, como se tivera mais de que uma. Tinham adquirido aquela casa para aproveitar o ar do campo, para que as crianças corressem sem cercas nem cercados, respirando liberdade. Eram duas, gémeas, e o seu nascimento dera ainda mais sentido à sua vida, amava-as mais que a si própria. Uma manhã despedira-se dos três e dirigira-se à nova casa para receber os móveis e preparar tudo por forma a começarem a nova fase das suas vidas.

 

Já com tudo pronto, sentou-se no alpendre junto aos vasos de margaridas cor de laranja recém transplantadas, aguardando a sua chegada mas a noite caiu e nem sinal deles. Quando a  policia chegou, de madrugada, encontrou-a ainda sentada no alpendre, e ali ficou de olhar perdido no vazio enquanto os agentes repetiam a pergunta entendeu minha senhora? Não se lembra de ter sido levada para dentro mas acordou na sua cama, não sabe quanto tempo depois, e ali ficou dias, semanas, o corpo forte e bem torneado a transformar-se num galho seco e estéril.

 

E era por isso que detestava miúdos, o barulho e a confusão que faziam, que continuaria a assombrar-lhes as visitas com gosto, porquanto neles residia a ligação a um passado que queria esquecido e a um presente que desejava se mantivesse isolado. 

 

E continuaria a antecipar a sua presença no terreno do outro lado da estrada já que esta era era a prova, talvez a única prova, que continuava a existir.

 

- Também deste desafio:

Tua

Imortal

O menino de sua mãe

Acalanto da memória

Conforto

 

Neste desafio participo eu, a Concha, A 3ª Face, a Maria Araújo, a Peixe Frito, a Imsilva, a Luísa De Sousa, a Maria, a Ana D., a Célia, a Charneca Em Flor, a Miss Lollipop, a Ana Mestre a Ana de Deus, a Cristina Aveiro, a bii yue,  José da Xã e o João-Afonso Machado.

Todas as quartas feiras e durante 12 semanas publicaremos um texto novo inspirado nas cores dos lápis da caixa que dá nome ao desafio. Acompanha-nos nos blogues de cada uma, ou através da tag "Desafio Caixa de lápis de Cor". Ou então, junta-te a nós ;)

 

Coisas que não sabem sobre mim ou Eu e o telefone

- e que, não duvido, passavam muito bem sem saber

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Detesto telefonar. É pior que ir ao dentista.

 

Mas deixem-me começar a história do inicio. Cresci sem ter telefone fixo em casa. O pai tinha uma loja, e mau grado a distancia de umas centenas de metros, estávamos contactáveis, embora com delay. A mãe foi renitente ao máximo e fui eu, na minha adolescência, que consegui o feito de fazê-la ceder. Com o telefone em casa, fui usando e abusando do aparelho - chegando, algumas vezes, a ser ameaçada da remoção do mesmo quando chegava a conta da PT. Era completamente impensável viver sem o mesmo, e a mãe acabou por concordar, embora guardando qualquer manifestação entusiasmada para si.

 

A minha paixão por meios de comunicação e tecnologia  continuou e, aquando do advento dos telemóveis, eu e o Victor estivemos na linha da frente, adquirindo dois "com tampinha" que, ao contrário dos Star Tac da Motorola (mais caros...), só servia para tapar o teclado. E quando o mesmo tocava, tínhamos, invariavelmente, o impulso de nos pormos em pé e começarmos a andar de um lado para o outro enquanto falávamos. Aquilo passou - felizmente, era mesmo uma reação palerma...

 

Juntamente com o telefone que andava connosco, veio o inicio da facilitação para quem não tem paciência para fazer conversa: as SMS. E quando o telefone passou a ter mais cores de que preto, branco e cinzento, como sempre gostei de escrever, não demorei muito a passar a escrever mais de que falar... 

 

Com a internet e os emails, a conversa ficando "pendurada" - íamos para o ivillage, e eu passei também a ir para o Family Corner. Tinha o ICQ (e não é que ainda existe, na versão ICQ2?) como meio de comunicação em tempo real - alguém se lembra do som, Uh-oh! ? - e tinha o Incredimail instalado, que parece que também ainda existe. Falar para comunicar? Cada vez mais raramente...

 

Agora? Agora o meu mail é no sapo, e uso Whats App para chamadas de vídeo. Até o Messenger do Facebook passou a ser menos utilizado, bem como o Skype... no telemóvel está agora o Snapshat, que uso apenas para brincar com os filtros, e o Telegram, que o marido sugeriu instalarmos ... e não nos serve para nada. 

 

De resto, costumo dizer que no que diz respeito ao smartphone, sou capaz de gostar do smart, já que o phone, dispenso.

 

Se tenho de ligar a alguém arranjo mil e uma coisas para fazer a ver se me esqueço. Já para responder a mensagens, emails e afins, estou sempre pronta. Falar, não é bem comigo... lamento.

 

 

P.S.: para que conste: quando toca, atendo. A menos que não conheça o número... nesse caso fico a pensar atendo... não atendo... e às vezes nesse ínterim o aparelho cala-se

 

E vocês, dão-se bem com o telefone? 

 

E já agora, querem continuar a saber coisas - que não interessam a ninguém - sobre mim?

 

Contem-me...

 

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