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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

26
Out22

Fechado para obras

(no interior)

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... e a verdade é que o blogue não está para fecho mas para obras, pelo menos cá por dentro. Segui a ideia que o José da Xã me deu e aí está o post(al).

 

Não sei quando, mas usando a expressão do Pedro, vou concentrar-me no auto cuidado. 

 

Muito obrigada por todos os vossos comentários, a maioria ainda não respondidos.

 

Camiões de b'jinhos

 

14
Out22

Obrigada por tudo, a todos vocês

- mas chegou a hora de dizer adeus.

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Acabei de privatizar o post anterior. Não fico particularmente satisfeita quando escrevo posts como esse, mas às vezes a necessidade de desabafar engole-me - no entanto, é a primeira vez que privatizo um post neste blogue.

 

Como todos têm notado, não ando capaz de escrever, manter as promessas que faço por aqui, cumprir prazos ou objetivos. E o que se passa tem o nome do costume: depressão. Estava tudo "controlado", na medida do possível, e depois do que contei antes, derrapei e não estando no fundo, esforço-me para não olhar para trás, o que me impede de olhar para a frente. E ao viver (por exclusão de partes) no agora, no já, só consigo ver os meus pés e pouco mais. Passo os meus dias a ouvir musica, a ver streaming, a ler e a jogar no telemóvel, com a agravante que até isso está a perder o viço. Então vivo neste marasmo de quem não vai nem vem, não avança nem recua. Aliás, dou por mim a recuar, muito lentamente, e a fechar-me mais na minha concha. Nesta semana dei por mim praticamente todos os dias a fazer sestas, porque me sabe bem tirar uma fatia ao dia, torná-lo mais curto. Às vezes os gatos dormem comigo, mas a mais das vezes nessas alturas, estou sozinha. Sabe-me bem o abraço da coberta - mesmo com este calor tapo-me até ao pescoço, ligo musica baixinho e deixo-me ir. Não estou bem, mas estou e vou continuar viva, a sair de casa todos os dias, mais não seja para tomar um café fora de casa - e para conduzir um pouco, que esse prazer, embora diminuido, mantenho. Mas a alegria e o entusiasmo foram com os porcos - e quanto mais tento encontrá los, agarrá los e colocá los nos meus dias, maior a frustração... por isso aceito. Aceito que pelo tempo que for preciso vou estar assim, viva, mas a viver pouco.

 

O que me leva também a escrever este post. Afastando tudo o que me faz sentir incapaz, o que me desaponta, vou deixar o blogue - sendo que o que me afeta negativamente aqui é o não conseguir avançar, é o estar sempre a falhar.

 

Talvez volte, talvez não volte. Talvez volte a este blogue, talvez crie outro: não faço ideia. Neste momento só quero afastar toda e qualquer pressão.

 

Por isso, não posso deixar de agradecer a todos os que me têm acompanhado durante todos estes 17 anos (dezassete!!! - o Dona de Casa começou em 2005!) ao #GrupoDosLápisDeCor, e a todos os que por aqui passaram e deixaram um dos 12424 comentários, ou que reagiram aos meus posts, bem como à equipa do Sapo Blogs, por tão bem me ter acolhido.

 

O futuro é uma incógnita, mas por agora, ficamos assim.

 

Bacci a tutti

 

PS: Lamento o fim prematuro do Desafio Arte e Inspiração, conhecido pelo desafio dos quadros pelos amigos. Um abraço apertado aos fiéis participantes, Ana D.Ana de DeusAna Mestrebii yueCéliaCharneca Em FlorCristina AveiroImsilvaJoão-Afonso Machado, José da Xã, Maria Araújo, e Olga. E é-me imperativo deixar beijinhos e um abraço muito apertado à queridíssima Luisa Faria, presente desde sempre, que me enviou os mais doces emails de aniversário (aos quais ainda não respondi...). Mais uma vez, a todos o meu imenso obrigada - foi um prazer enorme encontrar pessoas tão especiais neste mundo virtual.

 

08
Out22

E nesta semana (publicaremos no dia 12)

vamos inspirar-nos...

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... em Campo de Papoilas de Claude Monet, escolhido e enviado pela nossa Célia.

 

Esta imagem faz-me recordar um pequeno acontecimento que ocorreu na minha infância, em que um riacho me pareceu um imenso oceano. Claro que estou a usar metáforas, que as papoilas não nascem no mar 😉. Não conto mais, talvez na quarta feira.

 

Mas o que me vem à cabeça é o cheiro das quentes tardes de verão no campo, de palha quente, infância, felicidade.

 

E o que vos ocorre? Esta obra presta-se a tanto, na minha cabeça... 

 

Já sabem,  Ana D.Ana de DeusAna Mestrebii yueCéliaCharneca Em FlorCristina AveiroImsilvaJoão-Afonso Machado, o José da Xã, Maria Araújo, a Olga, as impressões são para escrever aí em baixo.

 

 

 

Bacci a tutti