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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

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27
Jul18

E por falar noutra coisa...

Fátima Bento

Por acaso hoje recebo uma notificação de uma blogger que acompanho já há algum tempo, e que mudou de casa. E gosto da sua casa nova, acho que está a escrever com uma frescura que tinha murchado um pouco.

 

outro.JPG

 

Por razões óbvias não vou dizer de onde vem, mas posso dizer que irá para onde quiser. Se não conhecem - e este blogue acaba de sair do forno, por isso é natural que não conheçam - dêem um pulo ao seu canto, e deixem um comentário - sabem sempre tão bem...

Felicidades neste 2.0 de ti, moça!!!!

 

P.S Vocês já sabem, mas ainda assim... cliquem na foto, if ya please!

26
Jul18

Eu não existo #345 733

Fátima Bento

painel-posto-de-gasolina-frete-gratis-painel-para-

 

Fui há pouco ao post de abastecimento. Disse o que queria, bomba quatro, gasolina, etc. de enfiada, e a mocinha ficou branca como uma folha de papel liso. E repetiu? 

 

... e quer mil euros???

 

E eu, de olhos esbugalhados: eu disse isso? Ela só agitou afirmativamente a cabeça.

 

Não, disparate, trinta! Estava a ler o titulo daquele livro (Eu mileurista me confesso) e baralhei os fusíveis!...

 

Claro que tive de repetir tudo, o número da bomba e o tipo de combustivel.

 

Isto está a ficar preocupante...

#nãovásdefériasnão

25
Jul18

Dos policiais e da cultura sueca - é que não dá para separar..

Fátima Bento

 

 

Estreei-me, direi, pela porta grande, com Stieg Larsson. Amei a trilogia Milenium, tanto que parei n'A rainha no palácio das correntes de ar e não li nenhuma dos volumes seguintes, que me têm dito ser bons. Sim, mas não são dele.

Depois li Nesbo. Ó meus amores, fiquei a odiar este autor! Ou tive muito azar com O morcego, ou não sei... como a vida é muito curta para insistir em ler o que me cai mal, li meia dúzia de capitulos e pus de lado. O Victor lá leu, mas confirmou a minha ideia inicial durante a leitura, e quando o terminou: no more JO Nesbo cá em casa!

Depois li Erik Axl Sund... e não me pareceu sueco. Pareceu-me um bom thriller sem nacionalidade, em três volumes.

E mais recentemente Lars Keppler... comecei pel'O Homem da Areia, passei pelo Stalker e terminei ontem O executor. Gostei mesmo muito, particularmente deste ultimo. 

 

Agora, o que é que todos estes autores têm em comum?

 

São suecos. E a cultura sueca é toda uma vivência,que acaba por sair das paginas dos livros ... os suecos são práticos, minimalistas, curtos e diretos. Fogem a tudo o que é excessivo: na decoração, no discurso, na forma de estar... e inevitavelmente na escrita. Os capítulos são curtos, as descrições sucintas, nomeadamente no cenário. É tudo como os móveis do Ikea: rápido a comprar e fácil de levar para casa - a dificuldade vem na montagem, mas essa é a parte divertida para os suecos, penso eu, pôr a mão na massa para produzir (neste caso, montar) algo que lhes vai ser útil e dar prazer.

 

Assim, os autores suecos têm isso em comum: são eficazes. Usam frases curtas. Passam a mensagem na perfeição. Não deixam nada em suspenso (metáforas, o que é isso?). Neste último de Larsson, é incrível que sem se afastar muito destas guidelines (que estarão no ADN dos suecos), consegue imprimir uma velocidade estonteante ao livro... e a repetição dos nomes das personagens (não é exclusivo sueco, é cunho de page turners) aliada ao nome dos locais ajudam a passar esse movimento.

 

Não comecei por amar policiais suecos - tirando Larsson da equação. Foi um gosto adquirido, e neste momento gosto bastante. Não tenciono voltar a Nesbo (embora nunca diga nunca), mas vou arriscar Camilla Lackberg, porque sim.

 

E vocês, gostam de autores suecos? E têm sugestões para eu conhecer?

 

24
Jul18

Nem me reconheço...

Fátima Bento

De há uns tempos a esta parte ando diferente. Tenho andado insegura em relação a algumas coisas - grandes inseguranças, de resto, coisa que não era comum: analisava a situação, tomava uma decisão, e aceitava as consequência... mas não, agora fico dias a remoer, adio a decisão o mais possível - erro, erro!!! - e depois de a tomar fico ainda a pensar se não devia ter decidido de outra forma.

 

Voltamos, claro ao tema das férias; das férias e da Mia, das férias e do Ippo. Fica a Mia (que nunca saiu de casa), vai o Ippo. Vem o meu filho e diz, levas o gato porquê???? e eu fico sem resposta. E fico a pensar nisso...  porque é pequenino, porque é cego, porque pode precisar de fazer o tratamento de repente... ontem à noite teve dores, confirmei esta última justificação, está outra vez a fazer tratamento. Se não estivesse comigo quem é que ia descodificar as dores???

 

Mas sim, gostava de ir sozinha com o Victor e deixar os três com o Tomás, claro! Seriam seis dias em que desligaria completamente. Mas.

 

Mas vou com o coração apertado por causa da Mia - que está porreirinha, até está um nadinha menos magra. E quando voltarmos vai à vet - e sim, bem sei que disse que não a levava... mas ela já está assim há mais de três meses, pelo que pode mesmo ser um problema metabólico, e sendo, poderá ter tratamento. Fico doente de pensar a tensão que vai sentir, a ansiedade quando a picarem. 

 

E esta é outra novidade: transformei-me numa florzinha delicada, a menor coisa deita-me a chão. Choro. De alegria, de comoção (de tristeza ainda não consigo: fecho e seguro).

 

Bem sei que ando a destruir barreiras que ergui para me proteger, porque vou sentindo que não necessito dessa proteção, e isto tudo é capaz de fazer parte... estou mais permeável às emoções e à manifestação das mesmas... gostava era de não saltitar de ponto de interrogação em ponto de interrogação...

 

E ontem ao falar com a minha filha, a quem mostrara uma foto da Mia há uns dias, ela perguntou-me porque é que tinha deixado a Mia chegar a este ponto... e eu sem chão. A Mia ficou assim, eu tomei a decisão de não a deixar ficar assustada, de lhe dar paz. Eu pensei que a Mia estava a chegar ao fim da viagem e não queria criar-lhe ansiedade! Esta ideia não passa. Estou a borrifar-me para o que as pessoas pensam a meu respeito, mas sei que quando a Inez mostrou a foto à sogra e esta disse pobre gato, está morto! (That poor cat's dead), isso entra em choque frontal com a minha insegurança, com não saber se tenho feito tudo pelo melhor, e põe em causa o imenso amor que sinto pela Mia. 

 

Se calhar não me estou a borrifar assim tanto para a opinião dos outros...

 

Bah!!!!!

 

Seja como for, estou mesmo a precisar de férias - e a ansiedade anda a escalar. Estou sem medicação, se calhar vou ter de voltar aos ansiolíticos... quinta logo falo nisso com o médico - que me vai dizer para ver como estou depois das férias...

damn.JPG

24
Jul18

Dos policiais e da cultura sueca - é que não dá para separar..

Fátima Bento

Estreei-me, direi, pela porta grande, com Stieg Larsson. Amei a trilogia Milenium, tanto que parei n'A rainha no palácio das correntes de ar e não li nenhuma dos volumes seguintes, que me têm dito serem bons. Sim, mas não são dele.

Depois li Nesbo. Ó meus amores, fiquei a odiar este autor! Ou tive muito azar com O morcego, ou não sei... como a vida é muito curta para insistir em ler o que me cai mal, li meia dúzia de capitulos e pus de lado. O Victor lá leu, mas confirmou a minha ideia inicial durante a leitura, e quando o terminou: no more JO Nesbo cá em casa!

Depois li Erik Axl Sund... e não me pareceu sueco. Pareceu-me um bom thriller sem nacionalidade, em três volumes.

E mais recentemente Lars Keppler... comecei pel'O Homem da Areia, passei pelo Stalker e terminei ontem O executor. Gostei mesmo muito, particularmente deste ultimo. 

 

Agora, o que é que todos estes autores têm em comum?

 

São suecos. E a cultura sueca é toda uma vivência,que acaba por sair das paginas dos livros ... os suecos são práticos, minimalistas, curtos e diretos. Fogem a tudo o que é excessivo: na decoração, no discurso, na forma de estar... e inevitavelmente na escrita. Os capítulos são curtos, as descrições sucintas, nomeadamente no cenário. É tudo como os móveis do Ikea: rápido a comprar e fácil de levar para casa - a dificuldade vem na montagem, mas essa é a parte divertida para os suecos, penso eu, pôr a mão na massa para produzir (neste caso, montar) algo que lhes vai ser útil e dar prazer.

 

Assim, os autores suecos têm isso em comum: são eficazes. Usam frases curtas. Passam a mensagem na perfeição. Não deixam nada em suspenso (metáforas, o que é isso?). Neste último de Larsson, é incrível que sem se afastar muito destas guidelines (que estarão no ADN dos suecos), consegue imprimir uma velocidade estonteante ao livro... e a repetição dos nomes das personagens (não é exclusivo sueco, é cunho de page turners) aliada ao nome dos locais ajudam a passar esse movimento.

 

Não comecei por amar policiais suecos - tirando Larsson da equação. Foi um gosto adquirido, e neste momento gosto bastante. Não tenciono voltar a Nesbo (embora nunca diga nunca), mas vou arriscar Camilla Lackberg, porque sim.

 

E vocês, gostam de autores suecos? E têm sugestões para eu conhecer?

 

 

24
Jul18

A serio????? (Insatiable a 10/08)

Fátima Bento

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Acabei de ver o trailer da série Insatiable, que estreia dia 10 de Agosto no Netflix. Resumidamente, uma gordinha vítima de bullying na escola perde peso, e resolve vingar-se de quem a humilhou antes. O tema do bullying e consequente vingança é recorrente - e real, basta recordarmos que uma boa parte dos massacres ocorridos em liceus americanos são atribuídos a ex alunos que passaram por isso.

 

Portanto esta serie tem tudo para ser um sucesso... mexe (em mau) com as ditaduras da beleza e da dieta, com os estereótipos da beleza advogados por (praticamente) toda a sociedade, e com o bullying. Para abrilhantar o ramalhete, conta com um abaixo assinado de cem mil assinaturas para o seu cancelamento.

 

Na minha opinião, formada pelo que se pode ver no trailer abaixo, a redenção poderia  ser conseguida pelas vestes da justiceira em que se torna... mas isso fez-me logo vir à memória, como disse atrás, os massacres... portanto, só me admira a petição contar apenas 100.000 assinaturas... 

 

 

Provavelmente verei, quanto mais não seja para cimentar uma opinião concreta; isto de dizer mal de coisas que nem vemos, já cansa... mas a ideia parece-me um pouco perversa, para dizer o mínimo. Mas dá dinheiro, não dá?

Sigaaaa!!!! 

22
Jul18

Ah, que semana tão boa!!!!

Fátima Bento

Ah, semana em GRANDE!!! 

 

5 coisas.JPG

(em homenagem à estreia de quinta, hoje a imagem é especial...)

 

Comecemos pelo começo...

 

Tomás.JPG

(segunda-feira)

O Tomás fez anos, e fomos almoçar (lindamente, de resto) ao Sushicome de Almada - e acho que ingeri calorias para dois dias...

 

crash.JPG

(terça-feira)

O pikeno recém entrado nos 22 foi ao EDP Cool Jazz, e deixou-me o pc ligado à TV para que jogasse Crash Bandicoot...oh happy day que passei agarrada ao comando!

 

o executor.JPG

(quarta-feira)

Já tinha lido O homem da  areia, e o Stalker. Comprei O Executor em promoção no Continente, mas estava a ver se não voltava a Kepler tão já. Mas o livro piscava-me o olho, e eu não resisti. É mesmo o melhor dos três! 

 

Flor.JPG

(quinta-feira)

O Ippo foi à vet, e a dra apresentou-me a doce Flor, que está prestes a ter alta, mas que é tão meiga que é pena voltar para o gatil... por isso toca a criar a missão #umafamíliaparaaFlor, porque ela merece - e quem ficar com ela vai ser muito feliz, de certeza.  Já leu o post? Divulgue, por favor, que a gatinha merece uma família que lhe dê muito amor - e receba outro tanto em troca!

 

Mamma Mia.JPG

(sexta-feira)

Desta vez o Mamma Mia tinha estreado mesmo na véspera, pelo que o vi, cantei, tudo e mais um par de botas. No final houve inclusive quem aplaudisse! Saí da sala de cinema direto para a Fnac e adquiri a banda sonora: que bom, que bom, que bom!!!! 

 

- e que venham muitas como esta!

21
Jul18

Finalmente! Mamma Mia, que filme!

Fátima Bento

Sexta feira fui, como prometido, ver o Mamma Mia, here we go again.

 

maxresdefault.jpg

 

Convencida estava eu que ia ver um filme mediano, com a musica previsível... e saiu-me um filme que de mediano tem pouco. Mamma Mia, here we go again apresenta-se como o feel good movie deste Verão, e cumpre-o na perfeição. As minhas expectativas viram-se largamente superadas!

 

O casting está primoroso, como se pode ver no trailer, e nem é preciso dar grande corda aos miolos para perceber quem é quem no passado de Donna, os personagens são perfeitamente percetíveis! E Cher é Cher, está no filme como a cereja no topo do bolo - e é tida como tal. Ao ouvi-la interpretar Fernando, não pude deixar de pensar que, quando Björn Ulvaeus e Benny Andersson a compuseram estariam longe de imaginar que esta viria a ser cantada pela diva, ainda para mais em dueto com... Andy Garcia! Todo o elenco do primeiro filme marca presença, mas Meryl Streep tem apenas uma pequeníssima participação, dado que o filme tem inicio um ano depois da sua morte (abaixo podem ver um clip que junta um "recorte" de Cher e Andy Garcia, ao trailer do filme)

 

 

Lilly James, Donna-enquanto-jovem, mostra-se dona de um registo vocal impressionante, mas onde a voz brilha, eclipsam-se várias vezes as capacidades interpretativas. Não que isso desiluda sobremaneira, já que o filme mexe a uma velocidade que nos faz encolher os ombros e dizer paciência, cada vez que a sua performance resvala.

 

E toda a banda sonora é um mimo, como seria de esperar. Foram resgatadas musicas menos conhecidas do quarteto, que são apresentadas a par com Waterloo, One of us, Super Trooper, e com as incontornáveis novas interpretações de Mamma Mia e Dancing Queen.

 

O filme é uma espiral de alegria, que culmina com uma imensa vontade de aplaudir - e houve quem, na sala, o fizesse.

 

Se há um filme que merece ser visto este Verão, em nome da nossa boa disposição e alegria, é este!

 

Vão ver que não se arrependem!

 

Disclosure: este filme não é indicado para quem não gosta de musicais! Boo oo!

 

20
Jul18

Missão uma família para a Flor

Fátima Bento

No consultório veterinário do Ippo está uma gatinha que conquistou os corações de quem lida com ela: a Flor ainda nem tem quatro meses, e é a coisa mais doce - poucas vezes vi um felino tão meigo! A dra fala com ela, e esta vira-se de barriguinha para cima a pedir festas; e deixa-se estar assim enquanto lhas fazem. Sempre. 

 

Quem tem gatos sabe que isso não é habitual! Eles até mostram a barriga, mas só nos deixam fazer uma, no máximo duas, e partem para as dentadinhas - ou dentadas mais a serio, como se dissessem, faz mas não abuses! Mas a Flor está sempre pronta para receber mimos. 

 

É pequenina, tem um pelo que parece veludo, e é muito sossegadinha... vai fazer as delicias de quem gostar de dar mimos e colinho. E acreditem, se há gatinha que dá vontade de pegar e abraçar, é aquela pequenina!

 

A Flor veio do Gatil Municipal, e a razão que a levou ali já está praticamente ultrapassada, mas a dra gostava de não a ter de enviar de volta; todos sabemos que por muita boa vontade que exista, por muito amor que os voluntários sintam pelos bichinhos, um gatil é sempre um gatil! E a Flor merece (merecem todos, de resto...) uma família carinhosa que queira mesmo uma gatinha meiguinha.

 

20180720_113341.jpg

 

Por isso, quando a Dra me mostrou a pequenina, resolvi escrever este post, para divulgar que a pequenina está à procura de uma familia, a quem será entregue vacinada e esterilizada. 

 

É muito importante querer com muita vontade receber a bonequinha, ela merece. E vão por mim, que esta vai fazer a nova família muito feliz!

 

Vá digam-me: têm uma casa para a Flor? Conhecem alguém que tenha? Eu só não fico com ela porque as minhas três esgotaram-me a lotação, não tenho espaço para mais... se tivesse um quintal, juntava-a à minha prole sem pensar duas vezes!

 

Digam-me coisas, deem-me noticias boas!

 

 

Vamos arranjar uma família para a Flor?

 

#umafamíliaparaaFlor

 

 

P.S: Acho que quem me lê já sabe, mas de qualquer forma, a pequena está na zona do Seixal.

 

P.S.2: podem sempre divulgar a história! Estão à vontade para copiar a foto e coloca-la onde acharem bem! E para pormenores, é só entrarem em contacto comigo, aqui nos comentários ou pelo email fatima_bento@sapo.pt, com gatinha no assunto (ou algo parecido), para eu identificar e dar prioridade à leitura do mesmo.

 

PS 3: se lhe quiserem dar outro nome, ela está sempre a tempo de ser "re batizada"  !

20
Jul18

As minhas manias e filmes favoritos

Fátima Bento

Ora cá estamos com o tag da sexta feira, e que falhei na passada semana, pelo que esta semana vou responder a duas questões, das semanas 28 e 29 (de 52). A saber:

S28.JPG

 

Hummm...

 

Tenho um jeitinho para me tornar indispensável que irrita... com o marido, o filho, os gatos. E, tirando os gatos, a dependência é mais psicológica - já sabem todos que não sou muito dada ao que tenha a ver com a casa, não sabem? E depois admiro-me(!!) quando quero ir de férias e fico de coração nas mãos porque tenho de deixar a gata fragilizada com o pikeno, durante 6 dias, e fico cheia de medo que ela desista de viver por eu não estar aqui... a sério, quero mesmo deixar de provocar este efeito nos outros, mas a vinculação que fiz ao pequeno Ippo mostra-me que é mesmo de mim... grrrr...

 

Não gosto de simetrias, as coisas demasiado certinhas irritam-me. Mas gosto de assimetrias gritantes, não aquelas que parecem resultado de desleixo... 

 

Sou perfecionista, e considero o perfecionismo um enorme entrave ao crescimento de qualquer um; se não posso fazer perfeito, não faço, soa familiar? Não? Nem sabem a sorte que têm...

 

Haverá mais, mas estas já chegam...

 

Sugestão de leitura: Em Busca da perfeição, de Tal Ben Shahar, dos melhores livros de psicologia positiva/desenvolvimento pessoal que li até hoje...

 

S29.JPG

AKA, os filmes que vi mais vezes até hoje - se vi muitas vezes é porque me disseram algo com veemencia, não é?

 

Então, o TOP 5 é:

 

     - O amor acontece/love actually - adoro tudo neste filme. Tudinho.

     - Dá tempo ao tempo/About time - do realizador (e autor) do primeiro... o que eu já chorei com este filme! Ternura em estado liquido... 

     - O diário da princesa/The princess diaries - os dois. Gosto do debut oficial da Anne Hathaway, e a Julie Andrews é a Julie Andrews... o que me leva ao

     - Musica no coração/The sound of music - o filme que vi mais vezes na minha vida toda. A minha mãe adorava e como não havia streaming, Blu ray, VHS ou Betamax, arrastava-me para o cinema! A minha primeira memória é vê-lo no cinema Tivoli (sim, o actual Teatro Tivoli BBVA era um cinema...), era eu bem pequenina - não sei em que data estreou cá, mas o filme é de 1965 (!!!) e eu nasci em 67.

     - The greatest showman recente, mas com direito a entrada direta. Um filme que me agarra inteira de cada vez que o vejo. Tão, tão bom!!!!

 

Menção honrosa

Pela quantidade de vezes que o vi, com amigas, sozinha e com as minhas sobrinhas - e mais tarde com a minha filha: 

     - Grease, um filme com uma mensagem meio sexista, mas que tem fundalmentalmente a ver com as dores de crescimento... foi o filme da minha adolescência, e sim, levei a vida toda a achar que a Sandy não tinha de mudar para agradar ao Danny, mas agora acho que a Sandy muda porque percebe que tem de deixar a Good Girl para trás e crescer... teorias...

 

E pronto, como vêem, musicais é comigo... 3/6! 

 

E vocês, quais são os filmes que vos acodem à memória como sendo os que vos falam ao coração?

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