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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

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27
Mar17

Fait divers#11 - sem vontade nenhuma...

Fátima Bento

Ando sem vontade para escrever. Pode ser da constipação que não me larga há uma semana

 

(e não era de esperar melhoras hoje, se tivermos em linha de conta que na quinta fui para Lisboa, e o tempo estava como tem estado, para uma das duas sessões semanais, e o tempo estava como tem estado, sexta tive uma comemoração de aniversário, e o tempo estava como tem estado, e sábado fui para a Luz, e o tempo estava como tem estado... e ontem não chegou para me fazer arribar)

 

e ainda há pouco acordei com febre.

 

Pode ser disso.

 

Mas não me apetece de todo escrever. Tenho coisas para contar, tenho; só sobre a experiência Portugal-Hungria, podia fazê-lo durante uma semana inteira... entretanto, e desde o último de que aqui falei, li mais dois livros, um de que gostei muito, muito, outro, que andei a guardar por esperar que fosse mesmo my cup of tea, de que, depois de deixar a coisa assentar, posso dizer que não gostei, pelo menos tanto quanto esperava, e comecei ontem à noite a ler um terceiro, mas só os dois primeiros capítulos (ou três? nem sei bem), já que não consegui manter os neurónios a pensar durante mais tempo, de que espero gostar.

 

De resto, sou eu e as gatas, as gatas e eu, a ver se melhoro, que quero largar as limitações. Se vou às compras, arrumo-as e já não me mexo mais. Se é para sair para jantar, fica quieta e sossegada, senão depois não te aguentas. Para o jogo, repousa, e veste-te bem (e ainda bem que o fiz... estava um gelo dos diabos). Ontem, dá descanso ao corpo que estás toda lixada... hoje acordo com febre... mas isto não acaba? Se calhar está na altura de sugerir ao médico para me passar antibiótico. Fartinha de estar a viver em baixa rotação e modo de espera...

 

Se calhar é por isso que não me apetece escrever...

 

Bom vou-me despachar, tenho terapia daqui a bocado...

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17
Mar17

Aranhas outra vez...

Fátima Bento

Há uns anos atrás, antes de mudar para esta casa, mas já com a renovação alinhavada e ainda morando na anterior, tive-uma-daquelas-coisas-que-só-eu-é-que-tenho...

 

Começaram a formar-se duas teias de aranha no teto, uma imediatamente por cima da cabeceira, do meu lado, e outra por cima da porta. Ora, eu só as via quando me deitava, e pensava, "amanhã aspiro aquelas duas", coisa que não mais me ocorria até voltar a deitar a cabeça na almofada na noite seguinte. E as teias tinham (aliás, como seria de esperar), uma aranha cada que, afanadas, prosseguiam com o seu labor.

Sendo eu uma rapariga muito conscienciosa e respeitadora do esforço alheio, decidi não me imiscuir entre elas e a sua finalidade na vida: construir intrincados rendilhados nos cantos das casas. De tal modo me afeiçoei às bichinhas que resolvi batiza-las. À da teia por cima da cabeceira, chamei Carlota, à da porta, Carolina.

 

E agora digam-me: aspirar duas teias de aranha, a gente aspira. Aspirar duas teias com duas aranhas, a gente assobia para o lado e vuuupt, já foste! Agora aspirar uma Carlota e uma Carolina, reduzi-las a pó-de-aranha no filtro de carvão que o meu aspirador da altura tinha? ALGUÉM É CAPAZ, de depois dormir descansado?

 

Por isso daqui a uns anos, que não hão-de ser muitos, os meus filhos hão-de contar aos filhos deles que a avó era tão preguiçosa que em vez de aspirar as teias, dava nomes às aranhas.

 

É um ponto de vista. Falso, mas ainda assim,um ponto de vista...

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09
Dez16

Então é Natal...(?)

Fátima Bento

Hoje fui ao Rio Sul. Comprei uma prenda para o marido, duas prendas para mim: da filha mais velha e da mais nova que vivem comigo, e que como têm mesadas curtas, e foram inferiores a €10 - a da Mia é mais a atirar para a mommy intelectualóide, e a da Piccolina é mais a puxar para a avójinha vaidosa (qu'é dela?).

Comprei um pijama natalino para o marido, para emparelhar com o que já tinha comprado para mim, uma vez que o jantar de Natal vai ser a dois e em casa. Ibidem para o almoço.

Comprei revistas. Revistas que dão ideias para natais super-hiper-mega-ultra, e tudo e tudo.

Um pão de ló húmido que me deixou mal disposta.

Chorei antes de ir porque a Inês disse no blogue dela que se só pudesse dar um presente a uma pessoa, essa pessoa era a mãe, porque é a maior...

 

- e vale mesmo a pena irem lá espreitar, o post está muito giro, e o blogue é um mimo! -

 

E depois fui ao shopping comprar as prendas das gatas para a mommy porque dos filhos que pari, bem posso esperar sentada... com ela foi combinado, fazê-lo mais daqui a uns meses, mas com ele... bem, vou-me deitar.

Amanhã vou ao cinema com o marido, ver Hell or High Water.

Inté, a almofada espera-me.

 

(às vezes é difícil fingir que está tudo normal, até para mim própria)

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02
Out16

49, número mais inconveniente... 365 dias dele! Venham os 50 que é fofinho e redondinho...

Fátima Bento

Ponto prévio: estou a escrever no telefone, pelo que não vou editar... tough.

Só quando chegar a casa.

Ora bem, eis-me entrada no último ano dos quarenta; venham os 50: só não gosto do número 49...porque não.

Prontx. Estou no Alentejo ( mesmo no final de Setúbal, mas JÁ é Alentejo) - para passar um dia diferente. Depois conto. Por agora ficai com uma ou duas fotos. Volto na Terça se não for antes...

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Não sei sequer se estas são as melhores escolhas, mas como não tenho NEM wi-fi NEM rede para dados no quarto, fico-me por aqui... Amanhã conversamos ( e editamos...)

29
Abr16

Ora vamos lá ver isto do lado do consumidor... (não só mas também...)

Fátima Bento

Já aqui disse, a propósito de diversos assuntos, que a unanimidade me faz urticária. Ora se assim é, imaginem os monopólios... com diversidade de oferta, todos nós, consumidores, temos a ganhar (a menos que existam jogos de bastidores e acabemos a saltitar entre a m**da e o ca**lhã*...)

Ora penso que está claro que este é o preâmbulo do assunto do dia: a marcha lenta dos taxistas contra a Uber.

Vantagens e desvantagens, comparações de preços e afins entre ambos, houve de tudo nestes últimos dias.

Ora 'acidentalmente', na segunda-feira, quando saí do avião, fui informada de uma emergência que devia fazer-me regressar a casa de helicóptero.

Ou TGV.

À falta de tal, e atordoada (€€€) com a ideia de apanhar um taxi no areoporto (contrariar esse "preconceito", senhores taxistas, não seria uma boa ideia?) descarreguei a App, increvi-me e acedi à plataforma, requerendo uma viatura. Fui informada que o veículo se encontrava a 3 minutos de distância, enviei uma sms informando onde estavamos e assinalando-nos: tinhamos connosco, para além das duas malas de cabine e do vanity, um enorme saco da M&M's World de Piccadilly Circus A-MA-RE-LO, que não dava, de todo, direito a possível confusões.

Talvez devido ao mesmo, a chegada do mesmo seria facilmente confundível com a chegada de um familiar: uma risota pegada dada a nossa natural informalidade. Duranta a viagem, o motorista foi educadíssimo, mantendo-se a regra de falar quando abordado (falámos bastante...). Parou à porta de nossa casa, descarregou-nos a bagagem, que deixou à porta do prédio, despediu-se cordialmente e, na manhã seguinte ao verificar o email, confirmei a fatura: €23,61

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Restou-me pedir comparações,o que fiz ontem pelo facebook, pedindo feed back por PM. Recebi informações de que para zonas próximas, por taxi, e por volta da hora referida, se paga de €32 a €40. Uma pessoa que conheço e vive na mesma rua que eu, confirmou-me que o marido paga sempre entre €32 e €35 euros.

Não indaguei sobre a viatura (conheço taxis que circulam em Lisboa, e sei que vai do oito ao oitenta, desde a data da matricula até às condições do interior, passando pelo volume do rádio...). Havendo de facto, viaturas Taxi em excelentes condições, conduzidas por motoristas capazes, devo deixar como testemunho que, à parte o valor que paguei ter sido assinalávelmente inferior, restringindo-me ao serviço prestado, não exitarei em voltar a usar a Uber.

E quem preferir continuará a usar Táxis. 

E viva a liberdade de escolha!

29
Mar16

Às vezes

Fátima Bento

Às vezes faço beicinho. Estou assim, sossegada, em silêncio, perdida em pensamentos que se passeiam pela minha mente como se esta fosse um aquário,e quando me apercebo estou de lábios franzidos e olhos tristes. Nem chego a saber bem porquê

             ou até sei bem demais

e pronto. Estalo os dedos, sacudo-me, mãos nos ombros e às vezes resulta.

             Outras não.

Outras enrosco-me em posição fetal e fico a fazer força, olhos bem fechados, a desejar com todos os meus botões que me passe a vontade-de-me-fundir-como-edredão-e-fazer-que-não-existo.

Às vezes acordo de lágrima no canto de um olho

            outras em ambos

e às vezes elas escorrem e acumulam-se no pavilhão auricular. Ou, se estiver soerguida, fazem uma estradinha até ao queixo. É a forma que os sacos lacrimais encontram de se auto-limparem

            ou não

porque eu tenho um pequeno handicap: não consigo chorar. 

            (mentirosa)

OK!

é-me extraordináriamente difícil chorar.Tenho de ser apanhada de surpresa/sentir-me mesmo furiosa/apanhar uma deceção sem pré aviso

            ou andar a fazer vista grossa aos indícios, até, BUMMM me explodirem na cara.

Bah.

Bahhhh.

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10
Dez15

48 é mesmo só um número. Quem discorda que me esclareça.

Fátima Bento

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Foi há dois meses e uns pozinhos, que atingi esse número de anos de vida. Adoro fazer e somar anos, e quarenta e oito vem depois do 47, e é assim que o vi, mais um. Mas há dois meses que a minha resposta à pergunta 'quantos anos tem' me tem feito espécie.

O que é uma mulher de 48 anos?

Existem características definidas para quem tem essa idade? Do's e dont's?

Eu garanto que tirando o facto de estar mais "crescida" e assertiva - o que tem a ver com a terapia, não com a idade - continuo a ser a mesma, a gostar das mesmas coisas, a fazer disparates, inventar formas de atrapalhar o infante, a jogar à bola com as gatas deitada no chão do corredor (não perguntem, é preciso mesmo ver). Continuo a adorar os minions, a sonhar com voltar à Disneylândia...

Claro que há coisas que, em verdade, vêm com a idade, como se de um presente se tratassem. Apreciar um bom vinho, rejeitar um que não gosto... as papilas gustativas parecem mais afinadas. É isso e a dor 'doer menos' e o frio ter deixado de atrapalhar - muito pelo contrário, este ano das poucas vezes que fui à praia era ver o pessoal a bater o dente e a entrar a medo, e eu a saborear o contraste entre o calor e a temperatura baixa da água do mar

Depois há aquelas coisas que são uma questão de bom senso, nomeadamente a roupa. Não falo de tamanho, que o meu até é um número "generoso", mas de estilo. Com estes anos em cima, supõem-se que uma lâide tenha descoberto com o que se identifica, independentemente do que os suplementos de moda nos indicam todo o inicio de estação. Isto porque, se se assumiu um estilo básico, atualizá-lo, se assim desejar, é fácil: em último caso basta colocar um acessório. Ou mais.

AGORA o que me deixa mesmo descorçoada, é quem tem 40 e se veste como a filha adolescente. Mesmo que vistam o mesmo tamanho, a menos que a senhora tenha muito ácido hialurónico no rosto, mais algum botox, e eventualmente até tenha passado por um bom bisturi, e concomitantemente, confundam a idade das duas - mas a sério, não por se estarem a atirar à senhora - NÃO, NUNCA, JAMAIS, EM TEMPO ALGUM, deve vestir-se como se tivesse metade da idade. Aliás, pensando bem, nem mesmo nesse caso. Isso acaba por redundar em insegurança e inferir que se sente mal na sua pele.

Eu continuo a vestir-me como nos 47, já deixei a 'fantasia'* das saias curtas, e de algumas peças hit há uns anos. Por outro lado divirto-me imenso a criar o look da estação dentro das minhas regras... e das minhas cores. 

Quanto aos botox's, hialurónicos e bisturis, do primeiro não preciso (é fundamentalmente usado para rugas vincadas na zona da testa), mas sou capaz de no próximo ano recorrer ao ácido hialurónico; devido à perda de massa óssea no maxilar inferior, tenho marcas de "tristeza", quando não estou a sorrir (tipo sorriso invertido, das comissuras até ao queixo), e gostava de diminuir um nadinha a coisa. E quando digo um nadinha, e mesmo um nadinha. Bisturi não está, de todo nos meus planos mas never say never.

Portanto, nesta mecinha, senhora, lady, gaja não moram preconceitos de maior. 

Agora, olhando bem, e auscultando-me, os 48 são mesmo só um número. Sinto-me bem como nunca me senti antes (e sim, isto parece um cliché), e ponho aqui a bandeira da meia idade. Quero, com qualidade de vida - é condição sine qua non - viver até aos 96.

Se faz favor.

 

* há algum tempo que não tenho pernas para tal isso...

08
Set15

Cancro

Fátima Bento

Finais de junho. O dermatologista encosta o aparelhómetro ao dito cujo, apoia o olho do outro lado e diz-me: é um cancro. Ainda bem que veio mostrar. É um cancro (a segunda, foi pela minha falta de reação). E continuou mas não se assuste (coisa que eu não estava, e que deixou o senhor doutor mais à vontade), este não a mata, nunca matou ninguém. Não faz metastases, é só retirar e pronto. Conversámos mais um bocadinho, e depois entregou-me um papel, agora vai marcar uma consulta de cirurgia plástica, e combina com o meu colega quando vão proceder à cirurgia. Se fosse noutro lado, até eu tirava, mas aí não o faço.

'Aí' é no rosto. No meu rosto.

Quiseram marcar a consulta para o dia seguinte (estáis a brincar, agora venho todos os dias para Setúbal, não?), mas ficou para a segunda feira seguinte.

O cirurgião plástico, homem muito despachado (e até parece que eu deixo alguém ser assim tão despachado!) mas debalde, foram quase trinta minutos e no fim já riamos e tudo. Marcámos para setembro, para eu poder fazer praia - olha a ironia! Tirando os três dias em Julho, não voltei a pôr lá os patins...

E chegou setembro.

E ontem acordei com dores de barriga e ansiosa até à medula.

E chegou hoje.

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E daqui a pouco, às 16:30h, o senhor doutor vai fazer-me um buraco na cara com uma coisa parecida com uma colher pequenina (estão a ficar maldispostos? eu também...)., e depois vai dar uns pontos e pronto, venho para casa. E nessa altura fico a saber quando é que lá volto, para o doutor tirar os pontos e admirar o trabalho (), que os pensos, espero poder fazer aqui nas imediações.

Sei que posso ter de ir "à colher", uma segunda vez, se chegarem à conclusão de que existe alguma 'coisa' que leve ao ressurgimento de um basalioma no mesmo lugar. Mas do que intuí do cirurgião, seria um tremendo azar.

Por isso, olhem, é assim. Uma grande chatice, mas 'assimcumássim', na roleta russa dos cancros, saíu-me o melhorzinho. E diz-me o meu marido mas não ficaste inoculada, lá por teres esse, não quer dizer que não possas ter outro, que é como quem diz, quem disse que não vais ter de carregar no gatilho outra vez? 

[para entender a piada da alusão, é preciso conhecer-me mesmo bem...]

(isto tudo porque eu digo que toda a gente da minha e da próxima geração já não passa pela vida sem tropeçar num cancro. E quem me ouve pensa que já estou despachada!!!!!  E a sério que penso que quando alguém morre, neste momento, em vez de perguntarmos 'morreu de quê?' devíamos partir logo para o 'foi onde?', já que 90% das vezes é cancro.)

E então, hoje o "meu" carcinoma basaliforme (ou, o meu cancro-nos-pulmões-de-não-fumador, como o refiro, já que apanhei dois escaldões na vida, e esta coisa ao que tudo indica deve-se a MUITOS) vai à vida.

O meu Basílio - sim, que estamos juntos há tanto tempo que achei por bem dar-lhe um nome...

Até logo mais, ou assim.

29
Abr15

Fora de serviço - volte amanhã, ou isso...

Fátima Bento

NoVacancy.jpg

 

Aqueles sinais que se penduram nas maçanetas das portas, filhos, netos dos "Do Not Disturb" sabem? E que agora dizem o que calha.

Não.

Um sinal em neon, pisca-pisca em cores berrantes, menos Las Vegas e mais Route 66, motel de beira da estrada '(no)vacancy' num curto circuito sonoro.

Isso.

Hoje este blogue tem isso aos meus olhos, e a indicação é "keep away", e mantém-te longe o mais possivel, não escrevas, nem sequer penses junto do pc.

Acho que todos temos dias assim, em que passar para palavras o que sentimos é tão arriscado que as teclas bem poderiam dar uma pequena descarga eletrica que nos deixasse as falanges dormentes.

Uma vez que tal não acontece, vou continuar a visualisar o sinal de neon. Do meu tamanho.

21
Abr15

Dia a dia e coiso e tal

Fátima Bento

De há uns tempos para cá os meus dias perdem-se entre a escrita (sim, já ando a escrever 'a sério') e as mileumacoisas que faço todos os dias, e de que nem me apercebo bem. Ou não apercebia.

Talvez eu faça uma gestão de tempo mediocre, até dou isso 'de barato'. Mas vou levar o pikeno à escola pelo menos uma vez por dia, e daí passo a manhã OU de volta do 'acorda, anda', OU levo-o e aproveito a viagem, para ir ao hipermercado, e às vezes, parar para tomar um café num local agradável. Uma vez por semana, tenho um dia ocupado, na outra banda (nessa), e aproveito para fazer compras: ele é um jenesaisquoi para o filho ou para o pai... e não nego que, de boleia, trago um para mim também - quoiqu'ilsoit. Primark, Fnac, H&M Chiado... por ali. Às vezes Nespresso.

E nisto, matei mais um coelho.

Depois há Setúbal e a psi do pikeno, um dia por mês, a dentista e os elásticos, outra, e falta sempre qualquer coisa para os jantares de sábado, adoráveis jantares a três - mais uma ida ao hiper.

Mania nova: lavar o carro. Qualquer dia gasto-lhe a pintura.

Reunião nova: advogado. Infelizmente não muitas, ainda, chove-mas-não-molha rástaparta qu'isto não anda. 

De quando em vez tiro uma tarde e vou ao cinema - yes - e esqueço-me das outras coisas que tenho que fazer - máquinas de roupa e loiça, estende-apanha, carrega-descarrega... e as refeições!... a decisão de fazer o quê, quando, e o diabo a sete... fartinha até aos ossos, mas vai-se levando.

Em meio isto tudo ainda há espaço para carateres, escritos e lidos, livros e imprensa diversa. E televisão - sic notícias e três ou quatro series  - e (mais) cinema. 

Digamos que a gestão de tempo será defeciente mas é muita coisa para pouco dia, descontando as seis ou sete horas que durmo, não sobra muito para... bem para o que quer que seja, implaneável porque as minhas voltas são trocadas volta-não-volta, não só mas também.

Não me queixo: fazemos escolhas todo o tempo, e esta é a minha.

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