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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

10
Jul18

Angústia, ansiedade e pontos de interrogação

Fátima Bento

O meu dia hoje começou mal, não consegui fazer o que era suposto, porque (praticamente) não consegui dormir esta noite. Estou num estado de hiper ansiedade com a aproximação das férias. Não gosto de sofrer por antecipação, mas não há volta a dar-lhe... a Mia está mais magra (!!!) e ontem tirei uma foto em que o que se vê são os ossos com pelo em cima: no entanto ela  continua cheia de energia, come com voracidade, e não mostra quaisquer sinais de desconforto ou dores. 

 

Como é que vai ser quando eu não estiver aqui? Como é que ela se vai aguentar? Será que vai? São só seis dias... só? Não são seis dias a mais? Não deveria ir... devia?

 

Tenho vontade de cancelar tudo, mas estamos tanto a precisar de sair daqui por uns dias... e a Mia, será que aguenta? Ou quando sair de casa vai ser a última vez que a vou ver com vida?

 

dúvidas.png

(via)

 

A angústia que tenho atravessada na garganta não me deixa descansar.

 

Estou pelo menos, a pensar em reduzir os dias fora de seis para quatro. E depois pergunto-me se fará diferença. 

 

Mas claro que faz diferença! Não é?

 

Quando - ou se - é que voltarei a dormir descansada? Quando cancelar as férias?

 

SO-COR-RO!!!!!

 

06
Ago17

É só esta semana!

Fátima Bento

Pois que fui de férias. Arranquei no sábado e tirando um "ninicho" em que tive rede junto à casa do avô (de onde coloquei uma foto no instagram), NÃO TENHO REDE EM LADO NENHUM. No ano passado não tinha na quinta, mas tinha na vila, quando ia almoçar... este ano nem aí! Culpem os incêndios... nem sms's consigo enviar, quanto mais telefonar...

Mas pronto, hoje por ser domingo tive de vir almoçar mais longe e aqui está o mini-post a dizer que estou no BB (bem bom), e que estarei "online and kicking" daqui a uma semana.

B'jinhos ❤❤❤❤

 

- se quiserem espreitar o instagram, será oondeirei estando SE apanhar algum pico de rede perdido... BEEEEIJOOOOS!!!

04
Ago17

A pressão do relógio em contagem regressiva...

Fátima Bento

(... e isto ainda há-de dar m post per si)

 

férias.jpg

 

Eis-me chegada à véspera.

Sim que amanhã dou às de vila diogo! E dizem vocês: estás na net, já tens tudo despachado!

Pois que não!

Mas as malas estão feitas!

Ah!... não.

Os cosméticos! Já meteste os cosméticos todos no vanity!

Hummm... ná.

Caramba, ao menos os medicamentos estão amanhados?

Estão dentro de uma bolsa (apenas e só, por ora) os incontoráveis. A bolsa está sobre a roupa dobrada que hei-de colocar dentro da mala.

Mas as leituras... as leituras já estão dentro de um saquinho e tal!

Nao. Encontarm-se divididas por três locais diferentes.

 

ENTÃO Qu'a raio estás a fazer ao computador?

 

A comer um bolo.

 

Não querem que definhe, pos não????

 

24
Jul17

Raios partam os incêndios!

Fátima Bento

Lembram-se de ter falado aqui, há umas semanas, de que tinha havido um incêndio no Lugar onde fica(va) a casa do meu avô? Pois que ontem havia outro em Cardigos, que é a vila mais próxima - de resto o sítio onde vou almoçar quando estou de férias.

 

E diz o Victor: vamos de férias e arriscamo-nos a apanhar algum incêndio lá... o que eu posso responder é que ali é a zona do pais mais vermelha em termos de risco. Já o sabia o ano passado quando para lá fomos, e este ano quando marquei. Acho que o soube a vida toda! Mas ganha o meu lado que não cede ao medo. A menos que a quinta fique sem condições para nos receber, vamos! 

 

aterrador.jpg

                                                                                                      (foto de Pedro Abranches Mateus)

 

Podem chamar-lhe irresponsabilidade, se quiserem. Respeito profundamente os elementos, nomeadamente o fogo, Mas recuso-me a ficar paralisada pelo medo. Que o tenho!

Adormecido, mas tenho...

 

Nota: é só impressão minha (por ser em locais que conheço), ou este ano tem sido pior que os anteriores?

 

03
Jun17

As férias (quase...) ao virar da esquina!

Fátima Bento

Ontem, marquei as férias. Vão ser seis dias (sim, eram para ser sete, comme il faut mas acho que até seis vai ser demais para as gatas, embora fiquem com o dono mais jovem). Iremos para o mesmo lugar onde fomos no ano passado, e que pelo menos para mim, é um pequeno paraíso. 

 

Bed and Breakfast.EU.jpg

(imagem daqui , que não consigo encontrar as minhas)

 

 

Vão ser seis dias sem telefone - não temos rede, o máximo que conseguimos é enviar mensagens... a gente escreve, e quando há uma brecha, elas seguem... idem para receber. Falar ao telefone só quando vamos almoçar à vila.

Sem net e sem tv - há uma mas dispenso, tal como o ano passado dispensei.

 

De resto, ele é pequeno almoço (à hora que pedirmos!), piscina, almoço, piscina, beber água, sidras e bejecas, e ao jantar, leveza: fruta, iogurtes, bolachas, uma sandocha, ou assim... e pronto.

 

Se for como o ano passado levei dois livros e li apenas meia dúzia de paginas... a primeira coisa a ficar off nem é a rede do telefone: é mesmo o meu cérebro. Ping, já fui. Revistas, sim. Li as três que levei, aos bocadinhos, na esperguiçadeira ao final da tarde.

 

Roupa: o caftan que vestia para o pequeno almoço e para levar até à piscina, o pareo para ir ao frigorifico buscar as bebidas, dois vestidos para almoçar, chinelos e um par de sandálias, Fatos de banho, toalhas de praia, chapéu, protetores... champoo e amaciador mais máscara capilar, água micelar e hidratante. 'Mái nada. Uma mini mala!

 

Começo a contagem regressiva dois meses e uns pozinhos (e se há coisa que sei é que passam num instante!)

 

Yesss!

O quarto já está marcado!

19
Set16

Das melhores férias de que tenho memória

Fátima Bento

Ainda não contei praticamente nada sobre as FÉRIAS

- que merecem mesmo as maiúsculas quase todas do alfabeto -

deste ano

- só não merecem mais porque foram estupidamente curtas...

 

Bom, quando chegámos à quinta, constatámos que não tínhamos rede para o telemóvel - ali só MEO - internet, ficava no risquinho único, pelo que até dava para ir às redes sociais e dar à língua (o que fiz com os meus filhos), e daria para postar, agora para abrir o que quer que fosse, debalde. Televisão nos quartos, nananinanão, só numa "área comum" que tinha um sofá. Mais nada.

Ora, foi chegar e 'pendurar as botas' tecnológicas, mediáticas, the works.

 

- e foi tão bom, tão bom! 

 

Acompanhei os fogos na Madeira à hora de almoço - íamos à vila almoçar, e o restaurante tinha a tv ligada. Não sendo eu a pessoa da família mais ligada ao pequeno écran, não conseguia despegar os olhos da dita (sem som, como se quer), de tal maneira que o Victor se sentava de costas para a mesma - ele que até é o gajo que mal entra em casa pega no comando e dá-lhe no ON. Mas tirando aqueles mais-ou-menos 30 a 40 minutos diários, não havia (sobre)carga informativa para os meus neurónios; as férias foram mesmo férias.

 

No segundo dia já tinha perdido o tino: nem sabia que dia da semana era, nem há quanto tempo estávamos naquele paraíso. Fundamentalmente os nossos dias eram passados com dois medidores temporais: combinámos com o estalajadeiro que o nosso pequeno almoço seria às 9:30h, pelo que uns trinta minutos antes, se ainda estivesse a dormir, o marido acordava-me. Vestia o caftã por cima do fato de banho e descíamos. Tomávamos o pequeno almoço (fresquíssimo, semi biológico) sob uma pérgola, numa grande mesa de madeira marcada pelo tempo, e havia sempre um gato muito meigo que nos fazia companhia. O gato e vespas.

 

DSC_0084.JPG

 

Depois, subíamos ao quarto, eu pegava no saco onde tinha os protetores e duas revistas, e íamos para a piscina. Quando o calor se tornava insuportável, estava na hora de ir almoçar. Enfiava o vestido de malha de algodão, calçava as sandálias e ala para a vila. Quando regressávamos, repetíamos a indumentária da manhã, e voltávamos para a piscina. O jantar era leve, iogurtes, fruta, bolachas... ainda íamos até às camas de rede, onde bebíamos uma última sidra/cerveja e ficávamos até cansar. Depois, recolhíamos ao quarto, hora do duche e de mimar a pele, e deitávamo-nos. Umas noites líamos outras nem isso.

 

DSC_0079.JPG

 

O Victor adormecia primeiro, eu ficava a ouvir as cigarras, os grilos, as rãs...e o sapo, que vinha saltar para a escada que acedia ao quarto enquanto fazia um croack valente que abafava o coachar das rãs. E lá ao fundo, às vezes, ouvia-se um mocho.

À volta haviam javalis, muitos. Havia um empregado encarregado de lhes deixar sacas de comida de noite, e de manhã não havia uma migalha de sobra... e viamos corvos, milhafres... e haviam umas borboletas coloridas, grandes e lindas que vinham espreitar ao final da tarde, quando as libélulas já se tinham recolhido. E vespas. De manhã, tarde e final da mesma.

 

Nestes dias usei duas mudas de roupa, além do caftã e dos dois fatos de banho - um para de manhã e outro para de tarde. Calcei uns flip flops e umas sandálias rasas. Podia, por isso, ter levado um saco minúsculo com a roupa. Até isso foi um super no brainer

 

Ao correr dos dias perdi vocabulário, perdi até palavras simples, esqueci autores e nomes de livros, tudo. O meu cérebro manteve apenas em funcionamento os serviços mínimos, pelo que, enquanto estive fora, nem UM livro li. Dembulei pelas paginas das quatro revistas que levei comigo, e pouco mais.

 

O embate do regresso foi maior quando me vi de novo em casa. Apesar e ter perdido a conta dos dias, as férias tinham durado menos de uma semana.

 

A fazer? Só esperar - com força - para o ano alargar o tempo fora para dez dias. Nem mais nem menos...

05
Ago16

Uma sexta feira como as outras (ou talvez não)

Fátima Bento

Estou numa Resolve à espera que coloquem a proteção de écran no telemóvel do marido.

 

Ao meu lado, uma família, casal com duas filhas em idade escolar - a mais nova pouco mais de que lá chegada. O pai a fazer uso desesperado das férias para recuperar o que perdeu dos últimos onze ou doze meses, como se tal fora possível!, e a aborrecer de morte as miúdas que tentam bater o recorde de revirar os olhos por hora. Dá os parabéns a ambas por terem passado o ano (revirar), fala do presente que lhes deu, vocês não levem isso para a escola!! (revirar) acompanhado de uma forçada gargalhada oca que sublinha com força de cortar papel, Olhem, fiz uma gracinha!, e no fundo é sempre a escola, mal camuflada em esgares de euforia do mesmo plástico das flores na credência da mãe. E ao primeiro toque do telemóvel, Tinhas ligado? sim? mas... e afasta-se a palrar no jargão tecnicista que lhe borda os dias, e perde-se no mundo em que vive a sua vida real, deixando as férias e as filhas entre parêntesis por momentos, no botão pausa do telecomando que, não reparou ainda, não comanda nada. Mulher e filhas avançam para o balcão, chegado o seu número e acabada a chamada, ele estuga o passo, enquanto duvida do artefato que acha, deveria ter feito a vida esperar por ele, numa ansiedade confundida e logo disfarçada pela efusividade de silicone entretanto resgatada e posta em prática nos decibéis com que sufoca o ar da área de atendimento.

 

Está um calor insuportável, a Sonae poupa na conta de energia, e debito muito mais liquido por poro de que seria aconselhável a quem quer manter os batimentos cardíacos num valor normal. Começo a ver a dobrar e desmultiplico a minha visão numa enxaqueca em formação que me irá atacar mais tarde no hipermercado com a crueza de um raio. Trinta minutos após a minha chegada sou informada por uma funcionária com cremes anti acne por acabar na farmácia da casa de banho, que ainda lá se encontram por distração ou falta de tempo para deitar fora - no fundo resquício de síndroma de Peter Pan - que a película protetora de vidro está partida e não há outra disponível em loja . E espera uma resposta da minha parte, incrédula que fico com as reticências que pirograva na madeira do meu cenho. Pede-me que a acompanhe e mostra-me a placa lascada e explica-me como se eu tivesse três anos, que ao colocar faria bolha de ar por ali. Continuo sem verbalizar o que espera ouvir porque não sei o que é. Até que faz aquela pergunta, deseja fazer outra encomenda? perfeitamente dispensável, uma vez que o artigo que encomendei veio defeituoso, e se tenho o aparelho que lhes é exclusivo e que obviamente necessita da proteção, não existem alternativas, pois não? Começa por fazer a devolução do valor pago pela aplicação após o que repete a bendita pergunta idiota, quer então fazer nova encomenda? E eu imagino-me com cara de princesa disney, olhos grandes e redondos como dois pratos, um ponto de interrogação plasmado na fronte, quase a transmutar-me em megera e a saltar para o outro lado do balcão abanar-lhe os ombros e 

 

Onde é que está a dúvida? o equipamento é exclusivo da marca própria, os acessórios seguem o mesmo princípio, QUERES QUE TE FAÇA UM DESENHO?

 

Continuo a encarnar a princesa de olhos pires de faiança e aquiesço embêtée. Dá ordem, passa para cartão devolução, ok, imprime, pede, confirma, uma assinatura, repassa o cartão, confirma de novo, nova assinatura e saio com uma nova folhinha A4 e não trago mais papelada porque recuso fazer-me acompanhar por um convoy de celulose.

Quase uma hora depois, saio da loja coma certeza de que o dito aparelho só vai ser experimentado no regresso das férias.

UMA.

HORA.

DEPOIS.

Apre.

04
Ago16

Férias, ou E é assim que tiro dúvidas e tomo (algumas) decisões...

Fátima Bento

E eis que faltam três dias.

booking-1103498-33098079-image.jpg 

(imagem booking.com)

E lá estou eu com a história da mala e do que lá ponho?, como já me está inscrito no ADN... é que quero tanto levar pouca coisa, que vou ter de fazer uma lista a prever os dias em que vou vestir mais de que o fato de banho. Não fora o calor que me atrofia as pernas dentro dos jeans, que dá cintura para baixo ficava despachada. Assim, atiro-me aos vestidos longos e folgados, mais vinco menos vinco, e à saia longa? Calças largas que berram verão a plenos pulmões? E para os pés, ah para os pés umas rasas e umas cunhas, as sapatilhas ficam em casa? Ou é melhor espetar com umas na bagageira que os caminhos ao pé da casa do avô fazer-se melhor de pé protegido. Então, na casa da partida apresento-me de leggings, túnica levezinha e os meus Berg?

Bah, bah, bah. 

Não esquecer os medicamentos sujeitos a receita, e já agora as vitaminas e o ibuprofeno (just in case). De resto, produtos de higiene, nem vou pensar muito, que não vou para o fim do mundo. Só mesmo nos protetores para corpo e cabelo (que se arrisca a voltar esverdeado com o cloro). Acessórios?  Para quê?  Maquilhagem? Não me lixem, que nos cinco dias que passei em Londres comprei um conjuntinho completo, já que tinha esquecido tudo em casa - e depois, não usei UMA vez que fosse! Toalhetes tira verniz e um fraquinho para retocar é quanto basta.

De resto, de que é que não me posso MESMO esquecer? Não me ocorre nada. Então: sapatilhas, comprimidos, tira verniz e o próprio. Protetores de corpo e rosto. Voilá. A roupa e o calçado é o mínimo - e o menos importante.

Já vos tinha dito que vou de férias na segunda-feira, para o campo desta vez, prontinha a despachar dois coelhos de uma cajadada? Vou ver a tia velhinha, como está a casa do avô, e conhecer o que nunca conheci nos inúmeros Verões que lá passei e em que o carro era estacionado e pronto. Eu lá sabia que havia água perto???? Eu lá sabia que Castelo de Bode ficava a 20 km? Eu alguma vez vi Castelo de Bode? Não, mas a Castelo Branco, valente esticão e estopada de morte no calor da beira interior em tempo de férias grandes, aí fomos umas vezes, ao jardim das estátuas, como eu lhe chamava.

2.jpg

(imagem booking.com)

E o que eu gosto de água. De estar dentro. Ou mesmo junto que seja, de água.

Não vale a pena se contorcerem num esforço herculeo de psicanalisar a coisa porque não tem nada de complicado. Memórias do útero, líquido amniótico e afins, sou uma caricatura de prevísibilidade.

Bom, mas a verdade é que este post já me ajudou a tomar decisões. Agora vou à procura dos fatos de banho e toalhas, e juntar com o resto supracitado.

Depois falamos, que daqui até segunda ainda cá voltarei.

25
Ago15

Era uma vez - tirem-me deste filme.

Fátima Bento

Ok, acabaram as férias. Este ano não vão deixar saudades: foram um stress dos diabos. Querem três semanas a destaralhar, com saídas apenas para ir ao hipermercado e/ou ao IKEA? Com duas idas ao cinema e duas refeições fora, e mái nada. Praia? Nem o cheiro, quanto mais... a ver se o tio Pedro e o gajo que me vai pintar o Rocinante são porreiraços e me deixam ainda ir à praia antes da cirurgia, isto é, antes de oito de setembro - nessa altura, fecho as férias a cadeado, que ir à praia novamente, só no próximo ano.

Mas juro, estou mais stressada que antes do inicio das mesmas. Irra!

Para as fechar com chave de ouro, a máquina de lavar roupa 'passou-se' no sábado, começou a fazer uma barulheira danada  durante a centrifugação, e depois fez um 

BUMMMMM

- presumo que o tambor tenha saído do sítio - pelo que o barulho ficou além, muito além dos decibéis permitidos por lei... mas acabou o programa, a roupixa ficou lavada.

Ora no dia seguinte arrebanhei o que pude, lençóis e afins, e fiz uma última tentativa: ou vais ao lugar, ou rebentas de vez.

Para encurtar a história, rebentou de vez. 

Começou a babar baldes, lá a consegui pôr a esvaziar, e foi retirar a roupa e bora lá estendê-la a pingar. Ao desenrolar os lençóis, dou um BERRO: escondido na dobra do elástico tinha ido... o meu telemóvel! 

À máquina.

Não foi só agua, mas agua durante MUIIIITO tempo, e quente, embora a temperatura que uso seja baixa.

Ou seja, bye bye máquina, bye bye telefone.

Fiquei que parecia que me tinham dado uma descarga de taser... arroz, arroz, arroz, dizia ela. E sim, desmontei, meti numa caixa com arroz, e tudo e tudo, mas debalde (obviamente) - e o arroz até era basmati ()!

Bem, estendi a roupa, e fui ao quarto pôr o telefone que era do meu pai a carregar, para lhe colocar o cartão dentro (sim os dois cartões - sim e micro sd - funcionavam). E depois meti-me no Rocinante e rumámos a Lisboa, para levar a namorada do meu pikeno à estação do Oriente. Pela 24 de Julho que é muuuuuuiittttooo mais longe, mas era o único caminho de que me lembrava com segurança - para cá já regressámos pelo eixo norte-sul.

Quando me deitei à noite estava triste, triste, o meu móbil faz-me falta, jogo sempre mahjong antes de ler umas páginas do meu livro do momento. Desta vez, nem li.

Ontem acordei e apeteceu-me fazer-me numa bola e ficar deitada até às quatro ou cinco da tarde. A vontade durou cinco minutos e estava de pé. TINHA de ir comprar uma máquina de lavar e um telemóvel. Só de pensar ficava doente.

Bom, umas horas mais tarde lá fui, e consegui fazer duas grandes compras (mesmo). E tenho um telefone com as mesmas 5 polegadas e uma série de fun stuff que o outro não tinha - e oito gigas de memória, o outro tinha quatro. Mas juro que não queria. Estava bem com o Huawei, muito bem. Agora toma lá um Xperia e não te queixes (de todo).

Se não me chegava ter comprado os móveis da sala - e tenho um ektorp, já vos tinha contado? TENHO UM EKTORP!!!!! YESSS - ainda surgiu esta despesa de que não estava nada à espera. E este mês ainda tenho de pagar a cirurgia...

... pessoas: eu tenho de respirar fundo, já passou, não vem daí mal ao mundo, yada, yada, mas ainda estou muito, muito aflita/sressada/ansiosa, e essas coisas todas.

Fogo! É dose...

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{ok, eu sei, está aí alguém a pensar, 'e queixa-se ela! Num dia parte-se a máquina, avaria-se o telemóvel e no dia seguinte já tem um telemóvel novo e e uma máquina comprada... isto de falar de barriga cheia...'  Eu provávelmente até pensaria assim se lesse isto. Mas gostava muito que se perguntassem QUANTO TEMPO ela vai andar a pagar este imprevisto. Não, não tenho nenhuma máquina de imprimir guito, nem uma conta nas ilhas Caimão ou num banco Suiço. Por isso, esta brincadeira vai ser pior que as pilhas Duracell: e dura, dura, dura... }

E com este post encerro este 'muro de lamentações'. Rentrée, vida nova. Até ao inicio de Setembro vou andar um bocadinho perdida, mas a partir de dia um, podem contar com novidades.

Bacci.

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