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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

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09
Mai14

Repolhos?

Fátima Bento

Na China, jovens fazem amizade com repolhos para curar a solidão

O titulo é uma falácia, já que na noticia, logo abaixo, um jovem de 17 anos diz:  “Eu posso transferir meus pensamentos negativos para o repolho e depois jogá-lo fora. É como se eu tivesse me livrado de todos esses sentimentos junto com o vegetal”, e se isso é amizade, vou ali e já volto...

Achava que já tinha visto de tudo?

Pense outra vez...

(para ler a noticia na íntegra, clique na foto, ou no url sublinhado)

17
Abr14

Os adolescentes, o casamento e a boa forma. Ou a boa forma e o casamento. Ou o raio que os parta.

Fátima Bento

Hoje estava eu a ler este post que merece mesmo mesmo ser lido e VISTO, e lembrei-me de duas vezes em que já se me levantaram os cabelos da nuca ao ouvir a mesmíssima frase dita com a intenção precisamente similar em duas situações dispares, e por duas pessoas diferentes.

A primeira vez foi o meu filho (17 aninhos).

"Estás a preocupar-te com gordura porquê? Tu até já és casada!"

De resposta balbuciei um 'eu não acredito nisto...', e um 'a... a... o pá, tu não disseste isso, 'tás a gozar não 'tás?', enquanto o pai olhava para ele igualmente incrédulo.

Passados uns dois meses, a minha sobrinha (20 aninhos) para a mãe: 'Tu a precisar de fazer dieta? EU é que preciso de emagrecer! Ora, pá, tu até és casada!'

Kaboom!

Aqui, já (mais) preparada, disparei, olha lá, achas que isso faz sentido? (é que vindo de um gajo, eu até dou desconto, mas de uma mulher soa ainda mais disparatado!)

Um Claro! com uns valentes decibéis arrumou o assunto, com toda a gente (neste caso foi num almoço de família) à roda da mesa num silêncio sepulcral.

Isto revela dois princípios preocupantes: que só arranja gajo quem for magra (um equivoco tão, mas tão grande), e que quem casa assina um contrato vitalício independentemente de se 'abandalhar' o quanto quiser. E isto é um contracenso, tendo em conta a taxa de divórcios

- é que NADA DISTO FAZ SENTIDO!

Não faço ideia dos parâmetros que 'fazem correr' (e não me refiro a running, para que conste) aquele pessoal, nem o que é uma mulher magra (neste caso mais aos olhos da minha sobrinha) a que se aspire parecer. No caso do meu filho, pensando bem, chega a ser elogioso, já que acha que  não preciso de causar uma boa primeira impressão, e o resto é cativante que chega e sobra (ele diz-me isto de diversas formas, muitas vezes).

Mas de qualquer forma, que diacho... o que é que estes adolescentes têm, realmente, nas cabeças?

Com o atual falhanço colossal das relações a longo prazo COMO é que se pode pensar assim?

E depois, como no outro programa do Boucherie Mendes, havia alguém que se manifestava irritado com 'porque é que elas só ficam giras e investem na imagem quando se divorciam e não antes?' (com todo o chauvinismo inerente), o que leva a pensar que

a) o gene nasce com eles e

b) elas de facto acreditam no que a minha sobrinha disse

É mesmo de ficar a pensar no assunto... e quiçá voltar a ele outro dia.

É que um dos senhores que se pronunciam no vídeo mostrado no blogue que destaco diz, e É MESMO ISSO,

"That's sexy right there... there's a big momma with a LOT of confidence!"

Mái nada!

15
Abr14

Vendas suspensas... suspensas pela ANF

Fátima Bento

{ERRATA, a começar logo no título:

onde se lê ANF leia-se INFARMED}

É assim, eu nem sei até que ponto é que a coisa era 'legal', mas não havia farmácia que não o fizesse: o cliente pedia a medicação habitual (e aqui o habitual fará muita diferença) pagava, era emitido um recibo de venda suspensa, e quando ia ao médico este passava a receita, sendo que o cliente regressava à farmácia e as contas eram acertadas. 

As contas e o stock.

Ora eu, que sou despistada até mais não, já fiz umas quantas vendas suspensas que me deixaram 'no prejuízo', já que acabava por me esquecer, ou ia fora de prazo. Nunca me passou pela cabeça nem tal me foi explicado que fizesse diferença para o controlo do stock que, pelos vistos não sei se desde sempre ou se só agora, pode ser vistoriado pela Associação Nacional de Farmácias.

{Isto tudo porque, como quem me segue do outro blogue sabe, durante práticamente 34 anos tive de fazer medicação anti-depressiva. De há cerca de uma ano para cá, desde que o meu pai foi internado, e depois veio aqui para casa, à conta de não ter horas para coisa nenhuma, comecei a esquecer-me de tomar os anti-depressivos (se se esquece é porque o corpo não pede e se não pede é porque não precisa, dizia-me o Psi), e parei. Os ansiolíticos mantiveram-se em SOS, mas mesmo só em casos muitíssimo pontuais, tendo sido retomados aquando do falecimento. Continuo a tomá-los regularmente até hoje, juntamente com um indutor de sono à base de melatonina}

Durante todo o tempo em que tratei a minha (salvo-seja!) depressão fui à MESMA farmácia, aviar os mesmos medicamentos. Repito, quase 34 anos. E ontem, dado que os ansiolíticos acabaram, dirigi-me ao establecimento habitual para os adquirir.

Pois que me mandaram dar banho ao cão, que sem receita agora, NADA.

Eu, com cara de idiota chapada: então sem ansiolíticos, e como só daqui a duas semanas tenho consulta, passo duas semanas sem dormir e num escalar de ansiedade (experimentem viver com um adolescente em depressão há quatro anos e tentar fazer um luto ao mesmo tempo e vão ver que, como diz o Jorge Jesus, é peaners!)?

Pois que sim, e prontx - o problema até é meu!

Fiquei para morrer.

E na noite passada, não dormi toda a noite. Nem melatonina, nem anti-histamínicos, nem o diabo a sete.

N-A-D-A.

Passei o dia prostrada, cansada, sem querer abrir a boca.

DESCULPEM LÁ, QUINZE DIAS???????

E agora com a Páscoa, onde é que andam os médicos que me pode passar uma receita?

Não consigo ver a ideia. Contrabandear medicamentos 'parecidos' com gente conhecida, para garantir descanso?

Tomar os do meu filho (que nem sequer são benzodiazepinas), só para não enlouquecer até conseguir os meus?

Ou daqui a duas semanas, quando tiver consulta, ter de aumentar a dosagem, acrescentar mais uns quantos e retomar anti-depressivos, ou seja, ter regredido um ano, que no meu caso preciso, equivale a umas décadas?

Não percebo a ideia.

Alguém do ramo me pode dar uma explicação? Agradecida.

04
Abr14

Carolina Patrocinio e a amamentação

Fátima Bento

Isto é o 'anuncio' ...

e isto a notícia 

 

Eu não vou dizer que ela não está a amamentar a filha (longe de mim), embora o facto de tar de costas não garanta nada.

Eu concordo que todas as notícias que promovam a amamentação são bem vindas (embora salvaguardando o direito de quem não quer - ou de quem não pode - fazê-lo não ser diminuído ou 'ostracizado' aos olhos da sociedade pela prerrogativa). E louvo.

Pela minha parte dei para esse peditório cinco anos e meio (2,5 mais 3), e tive na altura de levar com a contra corrente: até de pediatra 'tive' de mudar por esta me querer obrigar (com o uso de coerção psicológica) a desmamar o meu filho aos 18 meses. Depois de 12 horas comigo a chorar em casa e com ele a chorar na avó, acabou-se, e estivemos ligados pela mama durante 24 horas. Até a dormir ele não largou.

Agora, graças aos céus, assistimos ao contrário 

- aqui o 'graças aos céus' merece um imenso ponto de interrogação. Não tenho, como já disse, paciência para fundamentalismos de qualquer espécie, e temo que com razão, porque a história é cíclica, e que à obrigatoriedade de desmamar aos 12 meses (que era o prazo 'previsto', e que eu estiquei mais 6 meses) se substítua a outra obrigatoriedade - a de amamentar ad aeternum, ou quase. E as obrigações afligem-me, venham elas de onde vierem, que a liberdade é boa e recomenda-se.

NO ENTANTO, na minha opinião, as fotos acima não "defendem" a amamentação: fazem uma apresentadora aparecer.

Semi-nua, enquanto diz que não é dificil escolher a roupa para amamentar. 

Pois não, eu nunca tive problemas com a coisa - nem precisei de me despir da cintura para cima para o fazer, nem de usar um qualquer colar patrocinado, virado para trás.

Se isto levar mais mães a ponderar amamentar, bravo! 

Mas quando a maternidade serve de rampa de lançamento, a coisa é mesquinha, pequenina, rasteirinha poucochinha.

Tal e qual a imagem que a Carolina Patrocinio nos insiste em passar.

03
Abr14

Presunção e água benta, ai Jonet, Jonet, cada vez que abres a boca ou entra mosca... (bom, nunca entra mosca, está visto)

Fátima Bento

Não que é que a gente não tenha assunto para escrever. O que não falta por aí são assuntos. O que não há é capacidade para debitar sobre tanta alarvidade junta...

Ontem antes de me deitar a última coisa que li foi sobre as declarações da Jonet. Pasmei. Pensei 'a mulher é doida, sofre de protagonite aguda, pelo menos uma vez por ano'. 

E há bocado fui procurar e (pasmai!) dei com isto:

 

- e digam, não dá vontade de dizer "ai a sonsa!"? Dá.
E depois, encontrei isto:
 

 

 

... que diga? Karl Marx disse que 'a religião é o ópoio do povo' - pelos vistos Jonet substituiu a palavra 'religião' por 'Facebook'...

Valhamosantinho..........

 

{e nas minhas buscas e procuras, ESTE é o melhor texto escrito sobre a coisa. Tem estado em destaque merecidíssimamente no SAPO. Ide ler, que vale mesmo a pena}

07
Mar14

Positivismo e água benta...

Fátima Bento

Pois que a coisa se repete e ninguém aprende. E sim, eu ando numa que até parece que abriu a época de caça aos jornalistas e (ainda mais) aos 'especialistas' que recebem para emitir opiniões completamente desprovida de do mínimo rigor. E isso é inadmissível quando temos a verdade na ponta dos dedos, como é o caso hoje em dia, bastando para tal googlar, wikipedar, e seguir os URL's que são sugeridos. Em escassos minutos temos material para corroborar opiniões ou desenvolver temas. A-C-E-R-T-A-D-A-M-E-N-T-E.

Li aqui que na Sic Mulher, no programa Mais Mulher a Ana Rita Clara teve como convidado, um sociólogo, com o qual abordou a temática do positivismo.

Foi aqui que as minhas orelha se espetaram e o meu sobrolho se franziu. Ainda mais porque, como no post que menciono é referido, as dicas do mesmo abordam mais concretamente (quando muito) a psicologia positiva, ou, acredito que mais efetivamente (eu não consegui encontrar o programa, presumo que fosse uma repetição de há algum tempo) o otimismo.

Ora vamos lá a ver: o positivismo e o otimismo NÃO SÃO a mesma coisa.

NÃO TÊM nada a ver. De todo.

Para quem quiser saber um bocadinho melhor as diferenças, aqui fala-se de positivismo, e aqui, de otimismo. Quem se der ao trabalho de espreitar os url's, que ligam ambos à wikipédia (e depois podem passear-se por outros, por forma a corroborar a informação), verá que é um absurdo falar de optimismo, com dicas de auto-ajuda, chamando-lhe positivismo. Passo a citar:

(...) o Positivismo é uma doutrina filosóficasociológica e política. Surgiu como desenvolvimento sociológico do Iluminismo, das crises social e moral do fim da Idade Média e do nascimento da sociedade industrial - processos que tiveram como grande marco a Revolução Francesa (1789-1799).(...) Em linhas gerais, ele propõe à existência humana valores completamente humanos, afastando radicalmente a teologia e a metafísica (embora incorporando-as em uma filosofia da história). Assim, o Positivismo associa uma interpretação das ciências e uma classificação do conhecimento a uma ética humana radical(...)"

Portanto, nada a ver.

Já para uma abordagem mais credível dos mottos que promovem o pensamento positivo e pululam nas redes sociais e na blogosfera, podemos ir por aqui, pela psicologia positiva, que é a forma que mais provas dá da sua fidedignidade através de inúmeros estudos feitos.

Leituras sugeridas (psicologia positiva):

Positivamente, Helena A. Marujo e Catarina Rivero

Em busca da perfeição, Tal Ben Shahar

Aprenda a ser feliz, Tal Ben Shahar

04
Mar14

Nem sei o que hei-de chamar a isto...

Fátima Bento

Eu juro que não quero ser má lingua. Eu prometi a mim própria que ia contornar a negatividade, mas é pá... não gozem com o pessoal...

Estou neste mometo a ver o 'Passadeira Vermelha' de ontem da Sic Caras, com o incontornável tema dos Óscares.

Painel de 'especialistas': ninguém (ou quase ninguém) viu tudo, e alguns não viram nada a não ser a roupa (lá estamos nós...); o alegado perito de cinema,

- é pá quem tem warp que veja o programa, MESMO -

É inacreditável. A única pessoa que sabe do que está a falar é a Ana Garcia Martins - aka a Pipoca Mais Doce. De resto, caramba, tudo ao lado! Até a única que está lá BEM se engana no numero de vezes que a sua atriz favorita foi nomeada até hoje, no numero de tweets da selfie...

(tirem-me deste filme - muito, muito a serio...)

Não há hipotese.

O canal tem espectadores. O programa há-de ter share, digo eu. O publico merece respeito, mais de que aquela atriz que levava um vestido verde brilhante, não me lembro agora do nome...

Umas palavrinhas simples:

TRABALHOS DE CASA.

PAPEL, se não têm tablets.

PESQUISA

- caramba, nem é preciso ser jornalista.

Irra!!!!

Olhem, é assim: eu nunca tinha visto a SIC Caras. E pelo que me é mostrado, não voltarei a ver.

Lamento, tio Balsemão, mas fútil mas não tanto.

(Não! Até o Rui Tendinha, que É especialista
diz que o filme que ganhou o Óscar de melhor filme foi o
'7 anos Escravo'!
... Socorro!)
(e encerro aqui o tema óscares, ok? Já chega)
27
Fev14

Apelo à rambóia, um corno!

Fátima Bento

Pois eu sei que o titulo é estranho, mas foi o que me ocorreu.

É que nunca tinha recebido nenhum. Já tinha ouvido qualquer coisa a respeito de redes socias especializadas na matéria - não sei se é o caso, mas possivelmente será [ainda(?) não abri o mail], mas... fiquei de boca aberta.

Acho que sou uma atrasada em relação a certas coisas... então se eu quisesse ter um caso, precisava de anuncio? Isto é para gente tímida, distraída ou...daquela que tem de se esconder atrás de um teclado senão o outro foge?

...spoooooooky!

26
Fev14

Para grandes males grandes remédios #2

Fátima Bento

Há dias removi uma amizade no facebook, de uma das pessoas que mais gosto. A incapacidade de lidar com as novas tecnologias (novas? Aonde?) fez-me saltar a tampa: era uma constante fonte de stress, tunga remover amizade, done.

Dias depois cara a cara: 'desamiguei-te no face' e ele 'quero lá saber, só uso aquilo para trabalhar nem vejo se está alguma coisa aberta antes de desligar.

Pois.

Bem sei, senão não removia, bloqueava de vez.

Não há hipótese, e não vale tentar contornar as questões: há pessoas que amizade só mesmo face-to-face.

(e isto também é válido para pessoas mais velhas, e que têm profissões absorventes, e que se deixam absorver por elas até à medula...)
- se a pessoa visada lê isto vai ser lindo...uma briga faíscante...
25
Fev14

Noticia WTF do dia

Fátima Bento

Quando me levantei, levei com ela... mencionava um estudo qualquer feito não sei bem onde para corroborar a teoria.

Agorinha mesmo tropecei outra vez na dita. Não houve outro remédio a não ser... bem, aqui está ela:

(clicar na foto para ser redirecionado para a noticia)
Esta não fala em estudo, fala numa "empresa da Califórnia, EUA, especializada no tratamento contra os piolhos" (quem viu o filme "Não sei como ela consegue/I Don't Know How She Does It", com a Carrie Bradshaw, perdão, com a Sarah Jessica Parker, deve lembrar-se do aspeto destes salões que promovem a implacável caça ao piolho)
Portanto, amantes das selfies e do Instagram, há  uma nova lista de coisas sem as quais não devem sair de casa: as chaves, o smartphone, o Cartão do Cidadão, e, já agora, um qualquer documento que comprove que não estão infestadas pela bicharada. 
Ou então, arriscam-se a ouvir um redondissimo não de resposta à pergunta 'selfie?'

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