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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Dasse

24.08.17 | Fátima Bento

Ontem fui à praia. Não fui de manhã, como me andava a tentar convencer... saí de casa pouco passava das 15h, ainda parei no caminho, cheguei lá uns 30 minutos depois.

E fui em desespero de causa.

 

Isto é tudo muit'a fixe, nós vimos para aqui opinar sobre coisas gerais agradáveis ou desagradáveis, mas quando a coisa é pessoal, temos tendência a deixar as tristezas à porta...

 

Saí porque no final do corredor havia um quarto fechado com um avestruz com a cabeça enterrada na areia. E as horas passam... e a resposta a alguma pergunta que lhe faça sai lá do fundo como se lhe custasse sequer mexer os lábios.

 

Um ano, dois... seis... são fases menores ou mais longas, mas caramba! Até me tira o ar...

 

Por isso, antes de pegar no cabaz, ainda fui perguntar se não queria vir comigo - pois que não (mas só percebi à terceira).

 

A sério, estou velha para isto. E isso não tem nada a ver com a minha idade...

 

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2 comentários

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    Fátima Bento

    30.08.17

    É capaz de se ter assumido como "o homem da casa", e a responsabilidade faz-lhes bem.
    Digo eu, que volta e meia fico COM-PLE-TA-MEN-TE aos papeis...
    Desta vez até havia uma razão para ele estar em baixo... mas é o Pedro e o lobo: de tantas vezes que não há, quando há, a gente já nem põe a hipótese!


    E o que dói no peito aquela inércia toda? Eu quero respirar e não consigo!
    Não desejo a ninguém, a sério. E junta-se-lhe a irmã e está o ramalhete perfeito... um de sua maneira...
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