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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Dizer o quê? Fazer o quê?

13.01.15 | Fátima Bento

Se me tivessem perguntado antes do Natal como é que tinha sido o meu 2014, eu diria que tinha sido um ano bom. Cheínho de porcaria atrás de porcaria a acontecer (mais de que) por sistema, mas mesmo assim, cresci como pessoa, e para melhor - bendita a hora em que comecei a fazer psicoterapia - e por isso o saldo era positivo.

Agora façam-me lá essa pergunta hoje, 13 dias depois de começar o ano, 21 dias depois da consoada. Vai, força! 

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Canudo, uma pessoa esforça-se. Esforça-se para que as coisas corram bem. Esforça-se, digo eu, demasiado. E adivinhem o que acontece? O copo vem por fora e o derrame é imenso.

Não há para onde me vire, tirando o super marido, que não leve uma bordoada, ou não anteveja a vontade de me lixarem. O filhote tem dias - e são muitos mais os dias sim que os dias não, honestamente. Da filha não falo, black out ao assunto. E depois há os outros, que são muitos no meu micro universo, puta que os pariu a todos.

Estou cheínha, a deitar por fora.

Como é que esta charada vai acabar? Por mim ia já plantar galinhas e tirar os ovos às batatas, ou lá como é. Mas nem isso posso fazer, porque há um empecilho que me vai acabar por deixar maluquinha quando somado aos outros todos - este vale aí 55%.

E pronto farta de todo de tudo e todos dou por findo este post. 

Porque até para isto estou sem pachorra.

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