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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

E vão dois.

06.09.15 | Fátima Bento

Hoje completaram-se dois anos sobre a tua partida. Há vinte e quatro meses a esta parte, mais própriamente por volta das 18:30h, davas-me o último abraço, abraço em que ficaste. 

E depois a vida seguiu o seu caminho, e somaram-se aos anteriores três anos infernais, mais estes dois nada fáceis, mas a vida seguiu por eles, em slaloms mais ou menos apertados, em loops com intervalos mais espaçados, ou inexistentes, mas continuou.

Hoje posso dizer-te que não sinto a tua falta, e sei que sabes porquê. É que tu não foste; ainda aqui estás, sempre, no meu abraço, no meu ouvido, no meu coração. E vais estar sempre enquanto este bater, e vais sempre fazer-me companhia enquanto for gente.

Pour toujours, papa.

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