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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

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29
Dez17

Em 2017 fui feliz!

Fátima Bento

... e fui passear pelo meu Instagram em busca de momentos que o tivessem capturado. Ei-los, por ordem cronológica:

 

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1. O 3º aniversário da xafarica:

pois que o blogue fez três anos, e teve direito a um giveaway de três packs com três livros cada. Estar aqui, na comunidade em que o Sapo se tem transformado, é muito bom. Venham mais cinco, como diria o Zeca (ok, cinco de cada vez...)

2. Portugal allez!!!

Um dos momentos mais altos do ano foi a ida à Luz assistir à a Seleção bater a Hungria por 3-0. Nunca tinha visto o Grupo das Quinas ao vivo - e fui de laringite ao pescoço, enroupada até à medula, mas fui.
E cantei e chorei o hino. E gritei os golos todos (não sei se o som saiu, mas também não interessa). Murmurei os cânticos da claque, fiz a hola e emocionei-me de cada vez que levantei o traseiro do assento e acompanhei com o erguer de braços enquanto me ria como uma miúda. Feliz. Porque naquela noite, meus senhores, eu fui uma miúda MESMO feliz!

3. Ganhámos! 

É pá, ganhámos. Nasci em 67, e desde canininha sempre vi o eurofestival, e quando não voltávamos em último (ou no top 5 a contar de baixo) era a alegria possível. E este ano ganhámos! Nem em 2016 quando ganhámos o Euro gritei tanto - aí acho que fiquei um bocadinho em estado de choque, aqui foi um acreditar que se foi construindo, e a certeza que tínhamos a canção mais bonita de todas. De sempre.

4. As ferias de Verão!! 

É uma semana de dolce far niente. Tão far niente, que nem leio. É piscina, almoço, piscina, duche, jantar leve, e uma qualquer serie no Netflix. Fazemos 7 km por dia - até à vila, ao restaurante, e regresso. É uma semana sem obrigações, em que de tecnologias, tirando o site de streaming e o Instagram, passamos em branco. 

E é tão bom, tão bom, tão bom!

5. A minha praia.

Desde há 26 anos que vou sempre à mesma praia. De 2016 a esta parte ganhou um spot mais elitista, mas ainda assim, é a minha praia, onde gozei Verões com os meus filhos, e onde passei a ir sozinha fora da época balnear, quando eles já não estavam para ir com a mãe - já que deixaram de ser fãs de praia quando cresceram - ao contrario da mãe que se pela por água...

6. Os meus anjos 

- quem não gosta desmesuradamente de gatos não conseguirá entender esta paixão assolapada... esta Primavera a matriarca desta ninhada trouxe os filhotes para onde sabia que os alimentariam. E eles lá ficaram, no avançado da casa por baixo da minha. Perdi a conta às vezes que este Verão fui à janela só para trocarmos olhares doces, que as barrigotas já estavam a conchegadas. As inúmeras vezes que diluiram o meu stress com as suas brincadeiras, ou apenas com o seu ar delicodoce enquanto apanhava cacos e me reconstruia. Um amor assim não tem preço...

7. Blogue outra vez.

Mais concretamente, bloggers. Eita ano positivo, conheci gente tão incrível! Esta foto documenta o primeirissimo meet com o meu querido Triptofano que é um metro e oitenta e muitos de doçura. Há momentos que valem a pena, e descrevê-los, pura e simplesmente não é possível.

8. Aquele mergulho! 

Outubro, mesmo no inicio, e um vento muito frio. De noite caía imensa humidade, pelo que as manhãs eram de nevoeiro, mas naquele momento estava um sol de dar gosto. Aproximei-me do rebordo da piscina e calculei mentalmente há quanto tempo tinha almoçado e conclui que a digestão estava feita. Descalcei os chinelos e saltei.

Um misto de sensações envolveram-me: primeiro impacto: foi como mergulhar num copo de granizado. Dei uma braçada e olhei para cima: o sol brilhava acima da superfície. Mais uma braçada e já com a cabeça de fora sinto o rush de adrenalina da superação. É preciso uma boa dose de loucura para saltar para uma piscina que só podia estar gelada sem sequer testar a temperatura da água! Fiquei por lá a nadar durante mais 15 ou 20 minutos, deitei-me um nadinha na espreguiçadeira e segui para o banho turco. Foi o meu batismo dos 50 anos, no dia D.

9. A minha Baía. 

Muitos dos meus momentos do ano afinam por um diapasão: a água. Escolhi nunca sair daqui do concelho por esta imensidão de azul ao pé da porta. E seja do lado da Amora, se do Seixal, a contemplação o relaxamento são insubstituíveis. E depois há coisas destas: canoagem do lado da Amora, vela do lado do Seixal. E o meu Seixal, que já acabou as obras está lindo! Vai ser um Verão em cheio (também de turistas, que Seixal agora é Lisboa...)

 

E 2017 foi assim, e tão mais que isto! Teve também, claro, momentos menos bons, mas não vale a pena concentrarmo-nos nesses.

 

Que 2018 seja, para todos nós melhor, muito melhor que 2017 porque pode sempre sê-lo!

 

Beijinhos e boas entradas!

 

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