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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Há dias assim

19.11.17 | Fátima Bento

... e depois nós permiti-mo-nos desabar sob o peso das coisas que nos sufocam, prendem os movimentos, embaraçam os pensamentos. E encostamo-nos na almofada e deixamo-nos ir até onde for, para ser possível recomeçar a continuar os dias. 

 

E o cinzento antracite dos dias duros, a exaustão que não foi possível driblar dá tréguas, e o casulo do edredão pesa-nos nos olhos e quando os voltamos a abrir, já não há a angústia pungente, nem o esgotamento que nos rói as canelas.

 

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Fazemos reboot, levanta-mo-nos e eles, aqueles que nos amam, estão ali, à nossa espera.

 

E vale tudo a pena. Outra vez.

 

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