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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

30
Abr16

Londres dia 1, parte 1 (estes títulos são tão originais e criativos...)

Fátima Bento

No dia 21, depois de uma noite praticamente em claro (ai caracoles, isto de apanhar voos de madrugada e verificar tudo duas ou três vezes, é sempre a mesma coisa...), a sister veio buscar-nos e levou-nos ao aeroporto

e não abona a favor de nenhum dos três mas parecia que éramos figurantes da Walking Dead,

embora só de olhar, ninguém o dissesse...

Chegámos, check in feito, passámos o raio X e a fronteira, e eis-nos na zona duty-free - eu sei que só é duty free para quem vem ou vai de/para fora do espaço schengen, mas gosto de lhe chamar assim, POSSO? - eu tomei um pequeno-almoço-à-pressa no primeiro canto com morfes que apareceu (o que prova que não viajo o suficiente),

alerta às tropas: caminhem mais um bocadinho que encontram uma praça

cheia de espaços onde dá para comer por um preço mais razoável

e que acabou por se revelar um encolher de ombros, em termos euróticos em relação ao que os cinco dias na cidade mais cara da Europa iam ser...

DSC_0188.1.jpg

Bom,os senhores da British Airways mandam-nos estar no portão de embarque meia hora antes da hora de partida porque é mesmo quando se começa a embarcar - na última vez que fui a Londres, também com a BA, estive à espera até poucos minutos antes do voo, pelo que fiquei mesmo admirada. E fomos nós

para desespero do homem, que já me imaginava

a voar agarrada à asa, de castigo

a chegar praticamente em cima da hora (bom, ainda ficaram à espera de passageiros, mas prontx...)

A viagem foi boa, tranquila, o pequeno almoço servido a bordo bastante agradável, e o pessoal eficiente e simpático. Apanhámos turbulência, não muita - mas eu tinha escolhido lugares perto da cauda, que o voo com abanões é muito mais giro. E mantenho a opinião.

 

Aqui em Lisboa chuviscava (shush, ninguém sabe, mas eu tinha levado o sol na bagagem). Quando chegámos, brilhava em Londres - o que foi muito bom, dado que a monarca estava em Hyde Park a celebrar os seus 90 aninhos

um qualquer piquenique em família, presumo, nada de fancy...

Chegámos primeiro que o motorista que nos levou ao hotel, pelo que tive tempo de ir a uma Boots comprar a espuma de barbear e as laminas, para o homem.

E começou: o motorista era indiano, e o patrão, português...

it's a small, small, world...!

... como de resto, quase todas as pessoas com quem estivemos em contato: de todo o lado menos britânicos. Ou seja: até aqui nada de novo.

20160425_120626.jpg

Fomos levados 'in the blink of an eye' até ao nosso hotel; o Royal Eagle em Paddington, uma pequena maravilha - e por pequena também me refiro ao tamanho dos quartos, e nomeadamente o tamanho do lavatório: mesmo, mesmo liliputiano! O homem, cada vez que lavava o rosto, dava uma cabeçada na prateleira, que ocupava metade da área da miniatura. A sério, lavatório de creche! MAS uma banheira que fez as delicias aqui da laide! HUGE!!!!!

 

MAS voltando um nadinha atrás...

 

DSC_0190.1.jpg

... quando chegámos ainda não podíamos fazer o check in; assim as bagagens ficaram no depósito do hotel, e fomos almoçar. 

Primeiro barrete de Londres - perdão, único! - saímos do hotel, estômago a dar horas e assumidamente turistas, 'olha um pub, buga!' e se bem o dissemos, melhor o fizemos: fomos almoçar ao Pride of Paddington, e lá pagámos quase £50 por uns pratos em que 50% do conteúdo tinha saído de dentro de um pacote de Doritos, mais uma pint de Guiness, uma de Sidra de pêra (como aqui a eu é fina, engarrafada) e dois expressos.

 

Ainda demos uma pequeníssima volta, fomos à estação de comboios e comprámos os incontornáveis Oyster cards, que carregámos com £10 cada(aqui a gaja é uma mão largas...) e à WHSmith, onde comprei as primeiras revistas e o Daily Telegraph, que oferecia a garrafa de agua da praxe, o que fica mais barato de que optar só pela água.

 

Voltámos ao hotel, fizemos o check in, trocámos de quarto - o primeiro não tinha banheira, perdi a chave do segundo, quando fazíamos a mudança entre um e outro, de cansada que estava, e teve de ser o homem a ir à receção pedir outra que eu estava tão exausta que já estava à beira das lágrimas... depois foi entrar, despir e deitar - e enquanto O abelhinha obreira andou a desfazer as malas e a arrumas as suas coisas, aqui a preguiça adormeceu. Profundamente. Acordei às 18h - o Victor (yeah, o homem tem nome!) que só tinha descansado e estava distraído com a televisão, fez o comentário habitual: não sei como consegues 'ferrar' tão profundamente. 

 

Então não consigo? Não conseguisse eu e estávamos ambos bem arranjados, aqui com a criança birrenta e mal disposta. Assim, fresca que nem uma alface viçosa, descobri que tinha deixado em solo luso a bolsinha da maquilhagem (SÓ com a maquilhagem, nada de grave) e eis-nos prontinhos para a parte dois deste post, que, claro, começará pela busca do Santo Graal para a maquilhagem substituta.

Em breve,sim?

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