Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Não... lá agora!

Sabem que me pesei e fiquei atrofiadinha até à medula, certo? Fiz e refiz planos mentais do como, quando e onde fazer alterações e mudanças por forma a chegar à minha meta - por forma a cherish ainda with mais all my heart as fotos que serão tiradas no casório da 'rebenta'.

Pensei em comprar umas calças térmicas para usar em caminhadas,mas.

Não quero gastar os €25 que custam que já estou habituada a desistir dos meus propósitos (coisa tão feia de se dizer...).

Ok. Sugestão: usa collants opacas por baixo de umas calças de fato de treino se estiver mesmo frio. Boa! Amanhã vou fazer caminhada!, pensei.

Ora ontem já tinha sentido uma 'impressão' (i.e. pequena "dor") na planta do 'pé da embraiagem'.

Hoje, chego de Lisboa, levo o carro até ao estacionamento do shopping e ai que tenho o 'pé aberto'. Quando entrei em casa - munida de sandochas da Subway (uma pessoa tem de comer, certo?) - já vinha a coxear. Cabrão do pé.

 

OU SEJA:

 

Deixa lá a caminhada a marinar. Amanhã meto uma ligadura elástica - ou um pé elástico, que os tenho desde a bursite de 2006 (bom ano!) - e desenrolo o tapete de yoga e vou fazer asanas. Nem tem a ver com o perder peso, tem a ver com não me sentir emperrada -  amanhã começo a desemperrar. A gripe também fez algum estrago no emperramento, e há que ter em conta que estou no pós-gripe, aquela fase-em-bicos-de-pés-em-que-uma-recaída-nem-pensar.

 

Quanto à (re)pesagem, amanhã vou levá-la a cabo em jejum - e aconselharam-me a fazê-lo de martelo na mão

 

Assim:

 

  1. Dispo o roupão (e fico em pijaminha que está muito frio para ficar em roupa interior);
  2. Dou uma trolitada na balança para a acordar;
  3. Coloco um pé sobre a balança, no sítio indicado: dedos sobre metal, calcanhar idem;
  4. antes de pôr o segundo, agito o martelo em frente ao visor enquanto digo: vá, repete lá o que disseste ontem... (muito importante, fazer cara de má)
  5. Meto o outro pé.
  6. Ou aceito o que a balança disser ou marco na agenda comprar outra asap.
  7. Caso opte pela segunda opção, não me posso  esquecer de deitar o martelo fora: a arma do crime pode tramar-nos. Sempre.

little_man_side1.jpg

14 comentários

Comentar post