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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Paulo de Carvalho no 25 de Abril de sexta 24

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A idade tem destas coisas: não nego a relevância da revolução, de todo, e sei a importância que esta teve na vida de todos nós. Se alguém alegar o contrário, temos sermão a sair-me boca fora. 

Mas daí a levantar o punho fechado e gritar '25 de abril sempre!" (como a senhora que estava ao meu lado, num fervor a condizer com o volume, que me ia deixando surda), vai uma enoooorme distância.

Vamos lá a ver: aprendi que não é quem fala mais alto que tem razão, a mais das vezes é o contrário. As lutas mais eficazes a uma (1) pessoa, são as que se fazem na sombra quase sem dar a cara... citando Jesus no 'Novo Testamento' da Bíblia, vai e não contes a ninguém, ou é como quem diz, toma lá e não digas que vais daqui - é mais ou menos isso.

Por isso não entro facilmente em grandes ajuntamentos, nem embandeiro em arco com facilidade. O que não quer dizer que seja asséptica, e que me mantenha numa redoma à parte, ok?

Sexta-feira, 24 de Abril, aqui no meu Seixal tão vivo, a data foi marcada em duas fases e gerações: Paulo de Carvalho, até à meia noite (a peu prés) e Buraka Som Sistema, logo depois do fogo de artificio. E com tudo isto umas farturas, que também fazem parte da festa.

Grande parte de vós saberá - e quem não sabe, fica já a saber - que considero 'E depois do adeus' uma das cantigas portuguesas mais bonitas. Quer o cansaço, que o Paulo alegue já estar farto de a cantar, e desabafe a meio do show, Eu sei quem sou e o que faço aqui, mas é mais logo, ok? E foi. Trocou-nos as voltas e quando saquei do telemóvel  já tinha começado. Deixo aqui o vídeo que me foi possível, que dá uma pequena ideia de como foi.

Ah, e

25 de Abril sempre!

mas assim, baixinho, está bem?

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