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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

03
Jun16

Por aqui, à falta de Rocinante, lê-se.

Fátima Bento

{vou para uma semana sem carro, o que é suficiente para me deixar, no mínimo, perturbada...}

 

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Ora nesta semana acabei "O lar da Senhora Peregrine para crianças peculiares", - muito, mas muito interessante, para dizer o mínimo, a mim soube-me a cerejas - e segui com o último livro de Elizabeth Adler: tão, mas tão, TÃO mau que doeu.

 

e porque o leste tu até ao fim, F.B.

já que como dizes não fazes favores?

porque só perto do fim é que se espalha ao comprido

- e ao largo - de forma imperdoável...

 

 

Adler é, a par de Guillaume Musso e Mary Higgins Clark, bem como de Dorothy Koomson (todos mensuráveis com valores diferentes, atenção!), um dos meus guilty pleasures uma das responsáveis pelos meus momentos 'no brain', e que me caem lindamente nos momentos certos.

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Esta autora é "A" descricionista por excelência. Balizada, é certo - Espanha, França, Itália e duas ou três regiões do seu país de origem, Estados Unidos e pouco mais - mas que nos consegue fazer sentir in loco, o que não tem preço. Neste livro

(e até já havia um de que eu não gostava particularmente, mas apenas por não gostar, por ser mais do mesmo...)

ela faz a espargata sem aquecimento.

Mesmo mau. Nem tento apresentar uma explicação ou análise do porquê: li a última metade do livro de enfiada e quando começou a escorregar eu assisti ao esbardalhanço de boca aberta e mãos na cabeça. Porquê, quem escreveu tantas obras tão flawless quanto possível, se deixou levar à publicação desta merda?

Pressão dos editores?

Será problema da tradução?

Não me pareceu, mas ainda assim, pensei em comprar a versão original para o Kobo, mas neste momento nem consigo imaginar repetir a leitura de tal bosta para tirar dúvidas. Talvez numa qualquer outra altura, em que esteja particularmente brainless e já não me lembrando bem da coisa, me decida a tirar a prova dos nove. Duvido. Daqui onde estou sentada, consigo ver ali na prateleira a lombada de "Sombras de paixão", com tantas paginas que neste momento é impensável perder tempo na leitura do mesmo. Talvez na praia.

Ou não...

 com o passar dos anos, o tempo é cada vez mais precioso...

 

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Bom, mas para não me dececionar outra vez - duas de seguida são duas a mais - pensei em jogar, tanto quanto me pareceu, pelo seguro, e propus-me um volume que me pareceu uma coisa absurdamente gigantesca, já que a edição que comprei - a limitada - está impressa num papel pouco mais espesso que papel de bíblia e a fonte é bem pequena, isto distribuído por um número de paginas considerável. Mas a introdução e o primeiro capitulo passaram "a peneira" com distinção, peneira que estava com a malha apertada depois da referida deceção - e o título já me tinha chegado com endossos positivos.

 

Resumindo: está a custar-me imenso pousar o tomo, só o faço mesmo quando o cérebro se recusa a assimilar o que os olhos começam a ter dificuldade em registar - porque o Morfeu faz jus ao que lhe pertence, nomeadamente aquela janela temporal em que me devo abandonar no seu regaço. 

Mas recomendo. É um livro falsamente despretensioso, como só os bons escritores conseguem criar - e dos que até parece que estão ali ao nosso lado e entre um gole e outro de uma bebida quente ou fria, com ou sem álcool, consoante o leitor idear, nos vão contando uma história, assim como um amigo de sempre, e nós vamos acompanhando a narrativa

 

assim de simples!...

 

E vou passando assim o tempo. Entre paginas, no Farmville, e pronto... pouco mais. Vou descobrindo aqui e ali uma ou outra ameaça de surpresa menos boa, mas QSL*, o caminho é em frente.

{aviso já que, se o Rocinante não me chega na segunda feira no final do dia, vou e dou uma carga de porrada ao responsável pela cirurgia plástica do mesmo (pessoa que não conheço). Já o senhor doutor que lhe vai cuidando da saúde, e que o vai ter sob a sua alçada por 24 mínimo-e-máximo de 48 horas para uma pequena cirurgia - seria incapaz de desancar, que o senhor é uma simpatia de amoroso.

Por isso o pintor que se cuide...}

Entretanto vou ali ler mais uns capítulos, antes que tenha de pousar os óculos e apagar a luz.

Inté, gente boa!

 

*Que Se Lixe

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