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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

25
Out16

Se eu fosse um filme era uma comédia blockbuster...

Fátima Bento

Pois que há pouco mais de duas semanas perdi o rasto a um dos meus cartões MB.

 

Eu SABIA que o tinha trazido para casa - mesmo assim liguei para a pizzaria, onde o tinha usado pela última vez, e, claro, não tinha ficado lá. E ainda perguntei noutros lugares - não são poucas as vezes que tiro do porta moedas o "baralho de cartas" para escolher o cartão certo, e poderia ter deixado ficar aquele sobre o balcão. Embora fosse estranho ser o único que faltava no resto do "baralho".

 

Virei a sala do avesso: afastei o sofá, abri as dezenas de revistas que por aqui pululam (e que têm de ir para a reciclagem), para ver se tinha ido parar dentro de alguma delas. Nada.

 

No quarto, e porque tenho a mania de virar a carteira ao contrário e espalhar o conteúdo para fazer a triagem do que é para despachar para o cesto dos papéis, espreitei debaixo da cama,  entre as caixas que lá estão, e debaixo delas, verifiquei atrás das mesas de cabeceira, no ponto em que encostam à cama, atrás da cabeceira da mesma... e finalmente fui aos bolsos das calças que tinha naquele dia. Nada.

 

Vai daí, desisti de procurar.

 

Anunciei que tinha perdido o cartão EM CASA aos que comigo coabitam, não fosse alguém tropeçar nele, e dei as buscas por terminadas. Nem quis ir ao banco pedir outro porque eu sabia que aquele estava aqui em casa. E o meu motto nestes casos é que

 

o desespero com que procuramos algo desaparecido, é diretamente propocional à hipótese de não encontrarmos o alvo das nossas buscas.

 

E então, mesmo pensando no desaparecido de cada vez que usava outro cartão para efetuar pagamentos, deixei a coisa andar.

 

Este sábado, estando eu a pôr ordem no caos da cozinha, quando a coisa já estava em ordem, ao tirar as fruteiras de cima da mesa a ao colocar as mesmas junto da maquina de café - para deixar a mesa preparada para alguém a vir ataviar com os acessórios para podermos sentar e comer o jantar que tinha acabado de confecionar, eis que a minha visão periférica capta o cartão de visita da pizzaria - que eu sabia, estaria justo do MB perdido.

 

PÁRA TUDO

 

Viro-me em slow motion, e o realizador faz um zoom para o açucareiro, enquanto o responsável pelos efeitos musicais põe a musica do Tubarão de fundo. Uma mão aproxima-se do copo de porcelana, e retira o cartão de visita de entre os pacotes. O indicador desliza por detrás do mesmo enquanto o polegar o mantém no sítio e surge... o cartão multibanco desaparecido.

 

Bom, só não fiz a dança da vitória porque... é pá... o cartão multibanco estava no açucareiro...

 

NO açucareiro!!!

 

Isto é a epítome da distração...

 

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