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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

07
Abr14

Sei lá - do que eu posso, e do que eu não posso falar.

[Às vezes apetecia-me fazer como ontem que resolvi espreitar o 'The Voice' (conheço o conceito, mas nunca vi nenhum, nem o americano) e ia-me dando uma coisinha má. Podia dizer mal, porque vi, mas não me apetece, acho que aquilo nem para dizer mal vale]

 

Isto tudo à roda do 'Sei Lá', da MRP. Apetecia-me ter visto o filme, que só o trailer me deixa com pele de galinha e o estômago às voltas, mas não o quero, de todo ver. Apetecia-me desmembrar-me toda aqui em comentários à redutora capacidade que nem um bom realizador conseguiu salvar.

Mas não posso porque não vi.

Nem vou ver, por muito que me apeteça atirar ao ar bocas foleiras sobre como se gasta dinheiro neste país que já não está à beira de precipício há algum tempo, e falar mal, muito mal da forma fútil e sexomaníaca como as mulheres nos são apresentadas, supra-sumo da raça em face à outra metade, a que nasceu com pilinha.

Mas não posso porque não vi.

Li, quando saíu, e acabei de descobrir que saíu em 1999. Só. Quem diacho era eu em 1999 para ter perdido tempo a ler aquilo - pior, li o 'Não há coincidências' também, que ainda aí está, e que era da amiga a quem emprestei o 'Sei Lá'. Nunca mais nos vimos, até hoje, e os livros, bom, o dela, ainda aqui vive. Ingloriosamente.

Mas, dizia, quem era eu? A minha gaiata tinha oito anos, o meu pikeno, três. E eu li o 'Sei lá', e o seguinte.

A gente muda muito em catorze anos...

Graças aos céus!

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