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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

25
Fev19

Muito contente com o resultado

Fátima Bento

greenbook.jpg

 

Gostei mesmo que tivesse ganho, foi o filme que me trouxe mais ternura, a vontade de acreditar que os finais felizes são possíveis.

 

Do resto... a abertura foi boa: isto de não ter apresentador não pesou, porque abriram com os Queen (sou só eu que fico mesmo à beirinha de uma apoplexia quando vejo o Adam Lambert a ocupar o lugar do Fredie?), depois foi seguindo bem, só me custou mesmo o prémio de melhor atriz não ter ido para Glenn Close,

 

Se formos a ver, no meio disto tudo, a haver vencedores, foi claramente a Netflix, logo seguida da  Disney Marvel.

 

'Sa lixe...

 

A verdade é que é nesta altura do ano que vemos melhores filmes de uma enfiada. 

 

O final da cerimónia é que foi bastate estranho, com a Julia Roberts a dá-la por encerrada ... weird...

 

De resto Oscares... são e serão(?) sempre os Óscares...

22
Fev19

Óscares - Roma: que alguém me explique!

Fátima Bento

roma.jpg

 

Bommmm... eu tinha dito que já tinha visto os filmes todos a Óscar,mas era mentira: faltava o Roma. Acabei de o ver. Tem uma cinematografia fantástica, mas se alguém me explicar porque é que é favorito ao Óscar, agradeço.

 

E não estou a ser irónica, estou mesmo a falar a sério! Não percebo, juro!

 

"(...) is a drama named after the central Mexico City neighborhood where the acclaimed film maker grew up: Colonia Roma."

 

Boa, finalmente pelo menos entendi o porquê do título... que continua a não fazer sentido nenhum...

 

15
Fev19

Fui ver Vice...

Fátima Bento

vice - christian-bale-cheney-side.jpg

(acreditam que é o mesmo? Nossa senhora...)

 

E dou por concluída a tarefa: já vi todos os filmes candidatos ao Óscar. A ver se na próxima semana faço uma pequena critica por dia, e um post sobre as mnhas apostas.

 

Não será fácil, este ano há filmes muito bons a concurso. E há alguns que eu juro não fazer ideia de porque é que ali estão!

 

Atrizes, principais e secundárias, atores igualmente: todos muito bem nomeados.

 

Se acho que faltam ali filmes? Acho. Houve filmes francamete bons que, vá se lá saber por alma de quem, ficaram de fora. Falarei sobre isso depois porque tenho de ir ver os filmes que vi no ano passado e já neste ano para nomear quais são. Mas sem dúvida que há.

 

Se já tenho O favorito? Já.

 

Mas não vou dizer ainda...

 

05
Mar18

Ganhou, caramba!

Fátima Bento

Bom, eu estou fora de mim. Acordei a casa toda - diacho, acordei o prédio todo!, fui atacada por uma gata, saltei, pulei, chorei... chorei(?!?) - o que é possível gostar de um filme, senhores...

 

Ah, caramba, que eu receava pela vitória de Three billboards outside Ebbing Missouri, e (muito,mas muito pior) de Get out, coisa que (só) me passou pela cabeça depois da entrega dos Spirit Awards... mas ganhou a fantasia, o love conquers all, num dos mais belos filmes do ano.

 

best pic.JPG

 

The Shape of Water levou o cobiçado Óscar de melhor filme, Guillermo del Toro de melhor realização, e o filme arrecadou ainda o de melhor banda sonora e finalmente, melhor direção artística.

 

Para me deixar igualmente radiante, James Ivory ganhou o prémio de melhor argumento adaptado por Call me by your name , enquanto o melhor argumento original foi para Get Out, e admito, terá sido merecido.

 

Melhor atriz, como esperado, foi Frances MacDormand (que fez o discurso da noite), e melhor ator, o previsto e soberbo Gary Oldman por Darkest Hour. Melhor secundária foi como se antecipava para Allyson Janey, por I, Tonya, e melhor ator secundário, o óbvio Sam Rockwell por Three billboards... levou a estatueta para casa.

 

Mas "sofri uma derrota": This is me, o hino de todos nós, não ganhou o Óscar de melhor canção... já dizia Richard Brody esta semana, never bet against Pixar... o que depois que se confirmou com as estatuetas de melhor filme de animação e melhor canção arrebatados por Coco.

 

Quanto às categorias técnicas acertei em poucas, mas Blade Runner 2049 levou dois Óscares, coisa que me deixa muito contente, e Dunkirk levou um punhado deles.

 

Agora aqueles caramelos todos vão para as after parties, receber goodie bags com "cenas várias" que custam uma pipa de massa e às quais não vão ligar meia, e eu vou para a caminha que já são 5:42, e estou cansada. Mesmo, mesmo cansada.

 

Até mais logo! Assim tipo ao final do dia.

 

04
Mar18

As minhas apostas

Fátima Bento

90th-oscars-1280x640.jpg

 

Para 90ª Cerimónia de Entrega dos Óscares as minhas apostas são...

 

Melhor filme

Vai ganhar: The Shape Of Water

Pode ganhar: Three billboards outside Ebbing Missouri

 

Melhor ator

Vai ganhar: Gary Oldman (Darkest Hour)

Pode ganhar: Daniel Day-Lewis (Phantom Thread)

Poderia ganhar: Timothée Chalamet (Call me by your name)

 

Melhor atriz

Vai ganhar: Frances MacDormand (Three billboards outside Ebbing, Missouri)

Pode ganhar: Sally Hawkins (The Shapeof Water)

 

Melhor ator secundário

Vai ganhar: Sam Rockwell (Three billboards outside Ebbing, Missouri)

Podia ganhar: Willem Dafoe (The Florida Project)

 

Melhor atriz secundária

Vai ganhar:Allison Janney (I, Tonya)

Podia ganhar:  Laurie Metcalf (Lady Bird)

 

Melhor Realização

Vai ganhar: Guillermo del Toro (The shape of water)

Pode ganhar: Guillermo del Toro (The shape of water)

 

Melhor argumento adaptado

Vai ganhar: Call me by your name

Podia ganhar: Mudbound

 

Melhor Cimeatografia

Vai Ganhar: Blade Runner 2049

Podia ganhar: Blade Runner 2049

 

Melhor guarda roupa

Vai ganhar: Phantom thread

Podia ganhar: Beauty and the beast

 

Melhor mistura de som

Vai ganhar: Baby Driver,

Podia ganhar:Star Wars: Episode VIII - The Last Jedi 

 

Melhor montagem

Vai ganhar: The shape of water

Podia ganhar: Dunkirk

 

Melhor montagem de som 

Vai ganhar: Baby Driver

Podia ganhar: Star Wars: Episode VIII - The Last Jedi 

 

Efeitos especiais

Vai ganhar: Guardians of the Galaxy Vol. 2

Podia ganhar: Blade Runner 2049

 

Caracterização

Vai ganhar: The darkest hour

 

Melhor musica

Vai ganhar: This is me (The greatest Showman)

Podia ganhar: This is me (The greatest Showman)

 

Melhor banda sonora

Vai ganhar: A Forma da água

 

Melhor filme de animação

Vai ganhar Coco

Podia ganhar: Coco

 

E há apostas desse lado? 

(só para alguns prémios...)

 

03
Mar18

Chama-me pelo teu nome, Corrida aos Óscares #8

Fátima Bento

Call me by your name.JPG

 

Diz-se que se deve deixar o melhor para o fim, não é? Muitas vezes os planos saem furados, mas desta vez, saiu-me melhor o despacho que a encomenda...

Call me by your name foi o o nono e último filme candidato que vi. E que filme.

 

Nos anos 80 um arqueólogo/historiador, Dr Pearlman (Michael Stuhlbarg) contrata um assistente americano, Oliver (Armie Hammer) para ali passar o Verão enquanto o ajuda no seu trabalho. Elio (Timothée Chalamet, absolutamente fantástico!), de dezassete anos descobre, naquele Verão a sexualidade e a emoção, com tudo o que lhe está ligado.

 

Chama-me pelo teu nome, passou de um nome num cartaz com fundo azul para o terceiro melhor filme que vi para as estatuetas. A história é contada com uma ternura para lá de perfeita. Existe um pudor, uma contenção, uma verdade no que o filme mostra, que nos faz sentir o que poucos conseguem. Chapeau a Luca Guadagnino. Chapeau também a André Aciman, autor do livro (que já está no meu ereader, à espera de vez para ser lido) e a Jeremy Irons pela adaptação do mesmo.

 

Dificil pegar neste tema, nesta história e fazer um filme melhor. Não fora o papelão de Gary Oldman, e eu estaria a torcer por Chalamet com unhas e dentes.

 

Quando falo nas cenas que me ficam de alguns dos filmes deste ano, o diálogo entre o pai e o filho, já perto do final da película, deixa-nos a todos fora de pé...

 

Right now you don't want to feel anything. You might not ever wanto to feel anything(...). In my place, most parents would hope the hole thing goes away, pray their son's land on their feet, but I am not one of those parents. We rip out so much of ourselves to be cured of things faster, that we go bankrupt by the age of 30, and we have less to offer each time we start with someone new. But to make yourself feel nothing, so you have not to feel anything, what a waste...

(...)Right now there's sorrow, pain - don't kill it, and with it, the joy you felt.

 

Haveria tanto, mas tanto mais a dizer sobre este filme; talvez um dia o faça, provavelmente quando acabar o livro. Por ora, basta-me a beleza que me arrebatou há umas horas atrás, a ternura, as recordações que evocou.

 

Fico-me com o final do filme, e o cambiante de emoções no rosto de Elio debruçado sobre a lareira. Se isto não é de grande ator, não percebo nada de cinema...

 

02
Mar18

Lady Bird - Corrida aos Óscares #7

Fátima Bento

Lady Bird.JPG

 

Em 2009 a Academia alargou o número de nomeados a melhor filme por forma a aumentar as audiências à transmissão televisiva; para isso, foram tomadas medidas para que se apostasse na diversificação do género dos os até dez filmes nomeados, por forma a atrair fãs dos mesmos, que de outra forma não se interessariam pela entrega de prémios.  

 

Por esta ordem de ideias surgem filmes como Lady Bird entre os nove magníficos deste ano. Este filme conta a vida de uma adolescente com aspirações artísticas, que quer sair da zona em que vive e perseguir os seus estudos superiores numa grande cidade como Nova Iorque. Acompanhamos os seus momentos de rebeldia, as suas discussões com a mãe (Laurie Metcalf), peça central no filme - mais de que Saoirse Ronan que interpreta a personagem que lhe dá o titulo - situações normais numa relação mãe-filha adolescente.

 

Existe um sem número de fãs deste filme que o encaram como a história de uma rapariga a perseguir um sonho e a fazer tudo até o conseguir, uma (apesar de tão) jovem cheia de força em realizar o que deseja, contra ventos e marés até o conseguir, por mérito próprio. Uma jovem mulher admirável, portanto. E aqui reside o contrassenso da mensagem: sem o apoio do pai, iria esta para Nova Iorque? Como assumi-lo apenas como uma vitória sua?

 

Se este ano a escolha dos nove a concurso  provoca algum espanto, em Lady Bird atinge o cúmulo do mas que raio e deixa-me a pensar como é que um filme tão comum pode estar na corrida ao Óscar - com nomeações para melhor filme, melhor realização, melhor atriz, melhor atriz secundária, melhor argumento original. São muitas nomeações para um filme vulgar, com uma história banal e um final previsível. Mas a Academia deve manter-se coerente, e se vai nomear filmes diversos, não se pode ficar pelo titulo entre os candidatos a melhor filme e tem de dividir para conquistar...

 

Lady Bird é o único filme de que não gostei, dos nove, e que não consigo - de todo - entender o porquê de ter sido colocado na posição em que se encontra.

 

01
Mar18

A Forma da água - corrida aos Óscares #6

Fátima Bento

The shape of water.JPG

 

A filmografia de Guillermo Del Toro é povoada por monstros, os seus monstros, como se lhes refere. E em todos os seus filmes ele mostra o monstro e lida com este como sendo o outro, com uma entidade própria e exterior à sua enquanto realizador - e pessoa.

 

Em A forma da água, Guillermo dá o salto e atinge um breaktrough: no filme o monstro  é apresentado de dentro para fora, é interiorizado de uma forma completa e comovente por parte do realizador. Talvez também por isso, por assumir que as criaturas fantásticas que povoam o seu imaginário fazem parte de si, o realizador cria uma obra de arte, com todas as letras.

  

The Shape of Water é um conto de fadas. Eliza (Sally Hawkins) é uma mulher de limpezas, muda por lhe terem cortado as cordas vocais quando ainda era bebé de berço, e do que guarda as cicatrizes. Uma mulher nada frágil, que assume a sua sexualidade sem que para isso sinta falta de parceiro e divide os seu tempo livre com o vizinho Giles (Richard Jenkins), pintor com quem partilha a paixão por musicais antigos.

Quando um ser anfíbio é levado para o seu lugar de trabalho, um laboratório secreto do governo americano em plena Guerra Fria, pelo verdadeiro monstro do filme, Richard Stricklannd (Michael Shanon), Eliza apaixona-se. De alguma forma esta sente-se, mais de que em alguma outra altura, escutada - e correspondida.

 

Este filme, em que a realização tem um papel ilusoriamente fácil, é dirigido com batuta precisa por Del Toro. Nada aqui acontece por acaso, e se me parece que a cena no diner está um nadinha forçada (com certeza muitos discordarão), o momento em que o dr Hoffsteler (Michael Stuhlbarg) se dirige ao gabinete de Strickland, e este se encontra a ler o livro "The Power of Positive Thinking", de Norman Vincent Peale*, é um dos pormenores mais irónicos do filme...

 

É-me difícil falar desta película de forma imparcial, porque estou enterrada nele até ao pescoço: por mim ganhava as 13 estatuetas, e só porque não está nomeado para mais. Receio, no entanto, um desfecho diferente, embora vá estar deste lado a fazer força para que a coisa vire a favor daquele que para mim é O filme deste ano.

 

As cenas finais do filme fazem com que eu não consiga falar quando o filme acaba, e quando o tentei fazer, das duas vezes que o vi, a voz saiu embargada. Um final em que o amor conquista tudo (expressão referida pelo critico cinematográfico Richard Brody no The New Yorker de hoje - leia aqui as suas previsões para os prémios do próximo domingo)

 

Numa palavra: SUBLIME

 

Nota: Este post seria publicado ou amanhã ou no sábado, por ser um dos dois filmes mais fortes destes Óscares. No entanto, e dado que este é o post nº1000 achei por bem publicar a minha critica sobre aquele que para mim é o mais belo filme deste ano. Porque eu vou sempre gostar de contos de fadas, tenha a idade que tiver...

 

 

* Norman Vicent Peale é o autor do livro O poder do pensamento positivo, (entre outros) editado pela primeira vez em 1952, época em que a psicologia, psicoterapia e psicanálise davam os primeiros passos nos Estados Unidos. Este livro que lançou controvérsia, promovia a substituição de pensamentos negativos por positivos, por forma a tornar a vida mais feliz. Daí a ironia...

Peale, que não tinha competências médicas, terá apesar disso sido o pai da  psicologia positiva - a auto-ajuda já fora criada por Dale Carneggie em 1936, com a edição do livro Como Fazer Amigos e Influenciar PessoasMais sobre Norman Vincent Peale, aqui

 

28
Fev18

A Linha fantasma - Corrida aos Óscares #5

Fátima Bento

Phantom Thread.JPG

 

Este filme tresanda a cinema europeu, o que é bom, mais não fora pelo refrescante que é estar fora da caixa.

 

Reynolds Woodcock é um costureiro famoso, que passa a sua vida rodeado de mulheres; a irmã, com quem fundou a House of Woodcock, as clientes, a nata das natas europeia, e as musas que lhe inspiram o trabalho e lhe animam os dias, quando tal lhe parece de feição, e se fazem silenciosas e invisíveis quando ele tal exige, para serem descartadas e substituídas por outrem a seu bel prazer. Até ao dia em que Woodcock conhece Alma, que lhe acaba por virar a vida do avesso.

 

Alma é uma mulher inteligente que transforma a frieza e distanciamento snob do costureiro numa dependência de si a que me custa chamar amor. Mas que funciona, numa relação, em que ela acaba a mexer os cordelinhos - e com ele a gostar de se saber comandado por ela.

 

Phantom Thread é a anunciada última participação de Daniel Day-Lewis num filme, o que é mais de meio passaporte para uma nomeação. No entanto o filme surpreendeu-me pela positiva, porque não é o que me parecia, e nos é mostrado à partida.

 

Tecnicamente tem uma cinematografia inatacável, embora com poucos rasgos de genialidade. A banda sonora agradou-me mas  estando de tal forma alinhada com o filme que raras vezes dei por ela. 

 

Daniel Day-Lewis merece a nomeação à estatueta para melhor ator, tal como The Phantom Thread está entre os nove nomeados por mérito próprio.

 

Numa palavra: excelente!

 

27
Fev18

Foge - Corrida aos Óscares #4

Fátima Bento

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Get Out entra na temática racial por uma porta diferente, uma porta menor, segundo os parâmetros de Hollywood até agora. E consegue o inimaginável: quatro nomeações para o Óscar. E nas categorias principais... um thriller de terror!

 

Já vi o filme há bastante tempo: foi o primeiro que vi, longe estaria de pensar estar a agora analisá-lo à luz dos óscares.

 

Acho que é unânime entre todos os que o viram que é excelente, dos melhores filmes do género feitos nos últimos anos. A história, também da autoria do realizador, é muitíssimo bem pensada, e os atores cumprem os seus papeis na perfeição. No entanto, custa-me um bocadinho (será que sou reticente à mudança, per si?) ver um filme de terror entre os nove melhores filmes deste ano... haviam outros igualmente bons, mas talvez não tão na cabeça do prego no que aos temas do momento diz respeito. À laia de exemplo, Last Flag Flying é um deles, mas é feito só com homens, e conta com algumas piadas de caserna, que poderão levar a alguns franzirem o cenho... não politicamente impoluto, portanto.

E este Get Out cumpre essa prerrogativa:  é politicamente inatacável.

 

Mantenho a minha reserva quanto a esta nomeação, mas concedo sem dificuldade que é um ótimo filme.

Dentro do género.

 

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