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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

20
Jul18

Missão uma família para a Flor

Fátima Bento

No consultório veterinário do Ippo está uma gatinha que conquistou os corações de quem lida com ela: a Flor ainda nem tem quatro meses, e é a coisa mais doce - poucas vezes vi um felino tão meigo! A dra fala com ela, e esta vira-se de barriguinha para cima a pedir festas; e deixa-se estar assim enquanto lhas fazem. Sempre. 

 

Quem tem gatos sabe que isso não é habitual! Eles até mostram a barriga, mas só nos deixam fazer uma, no máximo duas, e partem para as dentadinhas - ou dentadas mais a serio, como se dissessem, faz mas não abuses! Mas a Flor está sempre pronta para receber mimos. 

 

É pequenina, tem um pelo que parece veludo, e é muito sossegadinha... vai fazer as delicias de quem gostar de dar mimos e colinho. E acreditem, se há gatinha que dá vontade de pegar e abraçar, é aquela pequenina!

 

A Flor veio do Gatil Municipal, e a razão que a levou ali já está praticamente ultrapassada, mas a dra gostava de não a ter de enviar de volta; todos sabemos que por muita boa vontade que exista, por muito amor que os voluntários sintam pelos bichinhos, um gatil é sempre um gatil! E a Flor merece (merecem todos, de resto...) uma família carinhosa que queira mesmo uma gatinha meiguinha.

 

20180720_113341.jpg

 

Por isso, quando a Dra me mostrou a pequenina, resolvi escrever este post, para divulgar que a pequenina está à procura de uma familia, a quem será entregue vacinada e esterilizada. 

 

É muito importante querer com muita vontade receber a bonequinha, ela merece. E vão por mim, que esta vai fazer a nova família muito feliz!

 

Vá digam-me: têm uma casa para a Flor? Conhecem alguém que tenha? Eu só não fico com ela porque as minhas três esgotaram-me a lotação, não tenho espaço para mais... se tivesse um quintal, juntava-a à minha prole sem pensar duas vezes!

 

Digam-me coisas, deem-me noticias boas!

 

 

Vamos arranjar uma família para a Flor?

 

#umafamíliaparaaFlor

 

 

P.S: Acho que quem me lê já sabe, mas de qualquer forma, a pequena está na zona do Seixal.

 

P.S.2: podem sempre divulgar a história! Estão à vontade para copiar a foto e coloca-la onde acharem bem! E para pormenores, é só entrarem em contacto comigo, aqui nos comentários ou pelo email fatima_bento@sapo.pt, com gatinha no assunto (ou algo parecido), para eu identificar e dar prioridade à leitura do mesmo.

 

PS 3: se lhe quiserem dar outro nome, ela está sempre a tempo de ser "re batizada"  !

31
Ago17

O cão (mais doce!) da minha vizinha

Fátima Bento

Sabem aquelas pessoas que estão numa rebound amorosa e pedem guarda-me aí o telemóvel e não mo dês mesmo que te peça muito, quando começam a beber? A cause de desandarem a chagar o ex, e a dignidade ir com os porcos?

 

Pois eu hoje estou assim, mas é mais tirem-me o pc que quando estou com este estado de espírito levo tudo à frente... e escrevo o que não quero. Ou quero mas não devo. Ou quejandos.

Mas graças a nossa senhora do assobio, ou outra qualquer santinha dos entrefolhos, hoje tenho terapia, ámen. Senão isto iria ser feio... que eu estou purdidinha de todo.

MAS.jpg

assim sendo, a ver se me porto bem e escrevo qualquer coisa de jeito.

 

Estou aqui a ouvir o cão da minha vizinha - lindo, lindo, um rafeiro resgatado no canil, grandote - e adulto - de pelo comprido, orelhas espetadas, e que foi uma amor à primeira vista: eu cheguei-me ao estendal, pela janela da cozinha, ele olhou para mim, eu mandei um ou dois sonoros beijos para ar, falei com ele (eu falo com os animais todos, pareço uma tolinha) e o gajo colocou as patas sobre o muro e ali ficou a olhar para mim e a abanar a cauda durante todo o tempo em que estive a estender a roupa.

Entretanto falei com a dona, que me contou que quando ele chegou não ladrava. No canil disseram-lhe logo que o "garoto" não emitia um som, que devia ser trauma (estamos todos a imaginar, o bicho ladrava e levava no toutiço dos donos anteriores, de tal forma que deixou de ladrar... tadinho)

Ora eu que sempre me mexeu um nadinha com o sistema nervoso ouvir ladrar (verdade que me dá mais nos nerves quando são mini-cães esganiçados), agora sorrio sempre que o ouço. É um regalo. Vê-se que o bicho está feliz, e confiante - enquanto a dona fala comigo, ele mete o focinho na mão dela uma e outra vez, para ela lhe ir fazendo festas. E até a senhora tem um brilho novo!

 

Vale tanto apena adotar um animal!

 

 

Já passou aqui  me deixou uma pergunta a respeito dos meus 50 anos? Não? Vá, dê lá um pulinho e deixe uma - ou várias! - nos comentários! A ver se consigo chegar às 50 até 2 de Outubro - ou perto, vá...

12
Jul16

Guarda partilhada

Fátima Bento

Sempre achei que nós, humanos, não adotamos os felinos: eles deixam-se adotar, ou então, preferencialmente, adotam-nos.

Aqui nos quintais traseiros, há um gato amarelo, doce como o mel. A sério, o animal gosta de pessoas, de mimos e... de conversa. Abrimos a janela e mal pomos a cabeça de fora ele aparece, a pedir comida. Assim que acaba de comer, deita-se na placa de zinco do avançado da minha vizinha, e ali fica enquanto falamos com ele, a fechar os olhinhos, e a retribuir-nos a atenção, rendido com os olhos rasgados entreabertos deleitado com a atenção.

Mas isto acima devia estar no passado, porque o MO mudou...

Agora é assim: Eu abro a janela. E o mel* salta para o parapeito, e vai enfiar a cabeça nas malgas das gatas - que não estão a achar piada nenhuma à coisa, diga-se de passagem, mas não se viram ao rapaz.

Depois resolve dar uma volta de reconhecimento pela casa. No domingo, veio até à sala e deitou-se ao meu lado no sofá. Hoje foi para o meu quarto e enfiou-se debaixo da cama. De resto, pavoneia-se no corredor, a armar-se em seguro, sempre atento ao fato da janela da cozinha estar aberta. As minhas gatas ficam a olhar para mim com cara de ponto de interrogação e eu vou passando os três pelo colo, à vez.

DSC_0025.JPG

Mas o mel é incrível: com qualquer um de nós três - eu, o  marido ou o Tomás, que foi o primeiro a ser adotado, ele já tem dormido na cama com ele e tudo (com a janela do quarto aberta, bien sûr) - o bicho desfaz-se em mimos e carinhos. Um doce só.

Elas, as pikenas, lá vão aguentando a coisa, em caso de dúvida com o "penetra" refilam... uma com a outra. Mal por mal, conseguem antecipar o resultado

(eu antecipo o resultado com o outro: mais depressa ele

se borra de que se pega com elas...)

Não somos os únicos benfeitores do gatito: acho que toda a gente nas redondezas o vai alimentando por hobby; o problema é que ele come por fome, e não por desporto: hoje virou num quarto de hora o que as minhas duas comem em dois dias...

E é assim. Temos mais um membro na família, em guarda partilhada...

 

*mel está em minúsculas porque o menino não tem nome. De Angél, a minha primeira escolha,a Dio (de Dionisio) a escolha doTomás - a que ele reage, não há escolha definida. 

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