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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

A Rosa e o génio

Estava na sala, e enquanto isso, tirei duas ou três fotos, acabando por desistir porque a falta de luz deixava tudo entre o laranja e o vermelho, saturação e "temperatura" altíssima, e eu que ainda sabia menos que hoje regular aquilo, achei que não devia estragar (mais) o que queria perfeito. Foi tudo como esperava, as piadas blasé de quem até nem está a dizer uma mas podem rir se quiserem, tudo acompanhado de um sorriso condescendente. E eu ali pendurada nas entrelinhas das (...)

Memória de elefante, António Lobo Antunes.

Ui, escrever sobre ALA é um risco; para mim e para os outros. Para mim porque me perco, para os outros porque ficam nauseados da admiração que transborda em qualquer texto que escrevo com alusão ao autor.   Escritor com E grande.   A ver se consigo cingir-me ao essencial sem pegar nas palavras do seu primeiro livro,     os meus livros não são autobiográficos. Não escrevo sobre mim nos meus livros pois não Piedade*? Não... bem, escrevi os primeiros, o Memória de Elefante e (...)

Cacilda, por António Lobo Antunes (publicado na VISÃO 1096, de 6 de março)

Pontos prévios: O titulo do post diz quase tudo o que há para saber: o titulo da crónica, quem a escreveu, onde foi publicada. Toda a gente que me conhece sabe da minha pancada pelo António L. Antunes.  O que falta contar é a angústia que está subjacente a este texto. Sente-se, em meio aos sorrisos que nos afloram os lábios, a critica social, a impotência, a solidão... podemos ler e cingir-nos às palavras, ou mergulhar um nadinha mais fundo e ler as entrelinhas. Não é (...)