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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Dumb and dumber...

Não tenho paciência para pessoas estúpidas. Lamento, até sou uma gaja porreira, mas acho um desperdício de tempo e paciência, há pessoas que é como falar para um objeto inanimado (e depois há aquelas que não ouvem nada do que dizemos, já com o que vão dizer a seguir decorado, mas essas incluem-se noutro grupo). E depois há o pior tipo: as burrinhas com a mania que são inteligentes, e hão-de ser sempre burrinhas, porque como são inteligentes, nunca aprendem nada... Como a (...)

Coisas que me fazem espécie #2

"Derrete-te com o novo creme vegetal Flora com sabor a manteiga, agora com leite(??) dos Açores" Sou só eu, ou o facto de ser 100% vegetal exclui à partida um derivado de origem animal?  Devo ser só eu...

Coisas que me fazem espécie #1

Porque é que toda a gente usa a palavra comprimento quando devia dizer cumprimento? "Deixe-me comprimentá-la pelo excelente resultado..." "Temos de ter em vista o comprimento das regras impostas..." É assim, o comprimento do meu colchão é de dois metros, e cumprimento o meu marido quando chega do trabalho com um beijo... Será que é caso para fazer um desenho?    

"Isto num tá fácil..."

Segunda-feira. Ah como eu adoro segundas feiras... NÃO! Nem dá para explicar, mas juro que desde que acordei, às oito, até agora, NADA bateu certo. Está tudo na antítese do que devia.  Abro o pc, a primeira coisa que faço, TODOS OS DIAS é ir ao mail. IAS! Tinha a conta de mail suspensa! (?!?!) EU NEM SABIA QUE O MAIL PODIA FICAR SUSPENSO - nem o que leva a tal isso (mas atenção que não foi aqui que o dia começou a ficar variado: foi logo às oito...) Recuperação de password. Re (...)

Alguém me explica...

... quem foi o idiota que resolveu que no teclado qwerty o M e o N ficavam bem um ao lado do outro? DASSE!

Porque já chega.

Não nasci para engolir hipocrisias ao pequeno almoço - nem, de resto, ao almoço ou ao jantar. Não tenho fação política de escolha e quanto a ideologias, peco por ser 'utópica ma non troppo' - o que eu penso e o que me faz correr, mexer, e como eu gosto que esteja estruturado o mundo em que vivo são coisas que não batem certo, bota com perdigota. Sou, não sei por quanto tempo mais, uma orgulhosa resistente da 'classe média' - a tal em vias de extinção. Não gosto do (...)

Presunção e água benta, ai Jonet, Jonet, cada vez que abres a boca ou entra mosca... (bom, nunca entra mosca, está visto)

Não que é que a gente não tenha assunto para escrever. O que não falta por aí são assuntos. O que não há é capacidade para debitar sobre tanta alarvidade junta... Ontem antes de me deitar a última coisa que li foi sobre as declarações da Jonet. Pasmei. Pensei 'a mulher é doida, sofre de protagonite aguda, pelo menos uma vez por ano'.  E há bocado fui procurar e (pasmai!) dei com isto:   (...)

A angústia da aspirante a tanto que não consegue nada...

A minha cabeça não pára. Dá cambalhotas, mortais encarpados à retaguarda, vai buscar um tema, dois temas, três temas, começa, apaga, recomeça, corrige, guarda em rascunho, deita fora, recomeça já com outro tema. Hoje não saio disto. Quero escrever sobre tudo e todos os assuntos estão nos antípodas uns dos outros, e não quero largar nenhum, e não me consigo debruçar sobre nada com clareza suficiente é tudo um imenso borrão, e eu aqui feita parva, a correr atrás das (...)

O que as segundas-feiras e as 'crocs' têm em comum...

Dizer que detesto as segundas feiras seria uma redonda mentira. As segundas-feiras não se odeiam, pelo menos por mim. As segundas-feiras são aqueles dias parvos em que acontecem coisas. Acontecem coisas que (graças aos céus!) não acontecem nos outros seis dias da semana; atenção que não estou a dizer que neste dia acontecem coisas más e nos outros dias é luar e rosas... nope, nada disso. De todo. As segundas-feiras já me puseram 'com a macaca' dias demais. Portanto se agora, ao (...)