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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Onde é que isto vai parar?

Sempre me revoltou a situação de duas pessoas, só por pertencerem a géneros diferentes, receberem salários diferentes pela mesma ocupação. Acho inconcebível que as mulheres tenham sido tratadas como objetos passados de um homem (o pai) para outro (o marido), ficando sob jugo primeiro de um e depois do segundo, como propriedade destes. A autorização para conduzir, sair do país, gerir conta bancária própria, até para a hipótese remota de ganhar um prémio como a Lotaria ou (...)