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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

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12
Jun18

Tully - maternidade 'nua e crua'

Fátima Bento

Tully 1.png

  

Este é um filme que tira os coraçõezinhos e laçarotes à realidade da maternidade. No filme vemos uma mãe real, Marlo (Charlize Theron), com tudo o que a realidade envolve: amamentação fora de horas, leite encaroçado, mamilos gretados, bombas de tirar leite a trabalhar noite dentro, fraldas atrás de fraldas sujas, um corpo de uma mãe de três que como a própria diz, "parece o mapa das estradas de um país em guerra"...

 

Tully é um filme que já fazia falta... ser mãe de três esgota qualquer mulher que queira apenas sobreviver, quanto mais quem queira estar um passo além disso!

 

Tully4.jpg

 

A história conta com um marido (Ron Livingston) que nos é apresentado como um pai não muito presente, e com um irmão que oferece a Marlo o serviço de uma night nannny para que esta possa descansar e evitar a angústia das noites mal dormidas. E entra então Tully (Mackenzie Davis), de 26 anos, na vida de Marlo.

 

O filme é "tão real que dói". Enterra - definitivamente - a ideia da super mulher, super mãe, super tudo. Coteja os sonhos dos nossos 20 com a realidade que se vai instalando e a diferença entre ambos, que é necessário enfrentar e aceitar, em nome da sanidade mental de qualquer mulher. 

 

Tully é um alerta à navegação e traz com ele a mensagem de que não é sinal de fraqueza pedir ajuda e admitir que o que é demais é demais. Porque às vezes a solução está ali mesmo à mão...

 

Daqueles filmes mesmo de ver, obrigatório para quem já é mãe e está nos trintas.

 

05
Jun18

É que toda a minha gente viu E toda a minha gente fala...

Fátima Bento

... e o incrivel é que o filme do momento é uma comédia mediana, de seu nome I feel pretty, ou em portguês, Sou Sexy e sei!, e há quem, na blogosfera e não só, defenda que devia ser um filme obrigatório para adolescentes e jovens adultas - se forem por aí, seria para toda a gente.

 

Mas a verdade é que a mensagem do filme é realmente importante. Independentemente do nosso corpo se enquadrar no que se determina ser o tamanho certo (como se tal coisa existisse...), no formato ideal, o importante é a confiança que temos em nós. Como diz no cartaz: muda tudo sem mudar absolutamente nada.

 

pretty 1.png

 

É o mudar por dentro. É mudar a postura, ganhar confiança, deixar que o que está dentro de nós saia, sem auto-censuras nem barreiras ou limites.

 

É acreditar. 

 

Acreditar em nós, que somos bonitas, que merecemos mimo, e que temos tanto para dar, e para receber, basta premitirmos!

 

Temos de ser honestas, mas acima de tudo, connosco!

 - isto vindo de quem se assume como estando com excesso de peso poderá soar como hipocrisia... mas não é. A vontade de emagrecer parte de querer ter mais energia, conseguir fazer coisas que agora me são dificeis de forma mais simples e capaz.

 

Ah, e claro, para comprar roupa sem ter de fazer o pino e/ou não ser preciso vender um rim para a roupa me servir e me sentir satisfeita com a mesma...

 

 

03
Jun18

A primeira vez que pedi o bilhete de cinema pelo número da sala...

Fátima Bento

Na sexta feira fui ao cinema ver Sou sexy, eu sei!, com a Amy Schumer.

 

Ora, tendo sido feriado na quinta feira, houve quem decidisse fazer ponte, e como era dia da criança (porque é que nunca me lembro destes pormenores?), quando cheguei à bilheteira, havia uma pequena fila - coisa que nunca encontro àquela hora - composta por progenitores e respetiva descendência.

O filme começava às 13:05h, e eram 13:10h... quando chegou a minha vez era 13:20h.

Vai daí, ia perguntar ainda dá tempo para sou sexy, eu sei?, e achei que aquilo soava tão mal que - felizmente - emendei a mão a tempo, e perguntei  ainda dá tempo para a sala 1? 

 

(pois que dava... e tempo para me darem as pipocas e a água, subir as escadas, entrar na sala E ver o trailer do Mamma Mia 2!)

 

Peço sempre pelo nome do filme. Quando fui ver Guernesy... disse à mocinha que era um bilhete para um filme de que não sei o nome só sei que tem casaca de batata no titulo, e foi uma risota (já nos conhecemos, das vezes que lá vou)

 

Foi a primeira vez que pedi pelo número da sala. Nunca perco tempo a ver qual é...

(desta vez, ainda bem que vi... ainda por cima, a mocinha era nova...)

ainda.PNG

 

22
Mai18

Deadpool 2 - isto NÃO É uma critica de cinema

Fátima Bento

No domingo fomos ao cinema ver Deadpool 2.

 

Gostei mesmo muito do primeiro - enquanto que os politicamente incorretos Ted 1 e 2 (de Seth MacFarlane) não me conseguiram arrancar gargalhadas a sério, o anti herói da Marvel nem precisara de se esforçar  por aí além. 

Por isso ia um nadinha apreensiva - o teaser e o trailer pareciam interessantes, mas quantos trailers já vimos em que está tudo naqueles poucos minutos de promoção, vamos a ver o filme e não há muito a acrescentar?

 

Pois desengano-vos já: neste momento nem sequer me lembro do primeiro. Este filme é tão politica-incorretamente perfeito que não falha nada. Está lá tudo, incluindo crocs nos pés do nosso (anti) herói. 

 

O último filme que me levou às lágrimas de tanto rir, foi The Nice Guys/Bons Rapazes, com o Ryan Gosling e o Russell Crowe. Tão bom, que cada vez que o vejo, a mesma cena leva-me à semi-histeria (grande, grande Gosling!); mas penso que este Deadpool 2 ultrapassará a carga risória do mesmo. Estamos a rir de um gag, ainda não paramos e já se sucederam mais dois ou três.

 

Tão, mas tão bom!

 

Ryan Reynolds esmerou-se no guião, na produção e na atuação - as cenas de ação são todas feitas por duplos, que o rapaz está todo podre para a idade, sendo que neste filme não é difícil colocar duplos e dizer que é ele... dada a fatiota do mesmo.

 

Se desejam rir (mesmo muito) enquanto veem um filme inteligente, não percam este Deadpool 2 

 

dead.jpg

 

 

Mesmo, mesmo incontornável!

 

- melhor parece (mesmo) impossível!

 

P.S.: Já viram a quantidade de vezes que consegui usar a palavra mesmo num texto tão pequeno? Mesmo, mesmo muitas!

 

09
Abr18

Aquele abraço! (porque o dia de ontem merece um post)

Fátima Bento

Ontem fui ao cinema como Victor. Vejam se adivinham que filme fomos ver? Hum? Pois que fui ver outra vez, na mesma semana (bom tecnicamente diz que a semana começa ao domingo por isso foi em semanas subsequentes) Ready Player One, desta vez em Atmos. Por isso já tenho a opinião que me fugia... num dos próximos dias falarei nisso.

 

Depois voltei para casa. E fui "acompanhando" a viagem da minha amiga desde o Porto até aqui.

 

E depois...

 

A Angela chegou! Pouco depois das 21:00h demos "aquele abraço" que estava adiado há uma mão cheia de anos... quase duas.

 

abraço.JPG

 

Saí de casa às 20:00h, e apanhei acidente à saída da ponte, pelo que cheguei mais tarde de que pensava. Pior: apanhei chuva e duas ou três rajadas de vento no tabuleiro da ponte que me devem ter deixado os nós dos dedos brancos a agarrar o volante. Tive de ir para a faixa do meio, que a da direita, por causa do metal estava mais escorregadia (ou parecia). A menina do GPS voltou a fazer um bom trabalho. Mas juro que quando parei o carro estava com o coração fora do sitio... raio de cidade que quando chove se deixa de ver as linhas da estrada!

 

Gozem, gozem... sim, eu sou suburbana, e não conduzo em Lisboa! #excetoquandoofaço

 

Mas prontx, seguimos para o Vasco da Gama para comer qualquer coisa - e quando saímos de lá já os restaurantes estavam a fechar... deixei-a no hotel - e nos entretantos fiquei sem bateria no telemóvel, o que deu um jeitaço para o GPS #sóquenão... valeu-me o power bank!

 

Foi pacifico sair de Lisboa e chegar a casa. 

 

De maneira que no 6º dia com o outro, o mesmo cumpriu com distinção. Hoje também vamos estar juntas, mas vou de comboio ;)

 

04
Abr18

Eu e o outro: segundo dia.

Fátima Bento

Hoje pus o ginásio de folga, porque ontem estava sentadinha imóvel e não havia músculo que não me doesse. Por isso resolvi deixar o ácido lático fazer o que lhe compete - que não me lembro o que é, e não vou pesquisar - e fiz-me à estrada com o substituto, para ir ao cinema.

 

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E fui ver o Ready Player One, do Steven Spielperg, com os efeitos todos, óculos 3D cadeiras a mover, safanões, inclina para trás, para frente... água na cara... ou seja, nem me perguntem se o filme foi bom, que eu só vou ter opinião quando o vir num écran normal: a estimulação multi sensorial deixou-me sem saber se era dos raios que vinham de cima, do vento que soprava, dos solavancos quando os carros batiam... mas gostei. Bué.

 

Não trocava esta experiência; até porque não me deu jeito nenhum pagar o que o bilhete custa, mas como na semana passada não fui vê-lo e acabei por ter a sorte de o apanhar ainda na sala 4DX, lá fingi que não vi os dígitos no visor quando dei ok antes de marcar o código.

Mas a experiência mereceu o que custou.

 

Quanto à condução do outro, hoje foi intuitiva, não houveram sobressaltos nem sustos de maior, já consigo fazer o ponto de embraiagem, e quase que acerto com o timing de tirar o pé (quando não acerto, o gajo ruge a plenos pulmões, ráisopartam).

 

O que gosto mais no carro: os retrovisores panorâmicos E o ar condicionado. O Rocinante tem muitos ângulos mortos, é muito comprido, este praticamente tem a traseira a 90º, e os 5 ou 10 segundos que tenho de esperar entre abrir o pisca e mudar de faixa para ultrapassar (não vá estar algum escondido no ângulo morto - apanhei grandes sustos quando o comecei a conduzir...), neste caso não se aplica, a visibilidade é total.

 

Mas continuo a afirmar: que venha o meu corcel! Mesmo todo sarapintado de tinta, que o prédio aqui ao lado esteve a pintar e o vento ajudou a tinta a espalhar-se, qual spray, pela carroceria, plásticos, vidros... o condomínio está incontatável... e eu passadinha que o meu carro é antracite e o prédio foi pintado de amarelo areia... e tratar do meu lindo com o amor e carinho que merece custa a módica quantia de €150... não será assim tanto, MAS não estou com estômago para pagar pela merda que outros fizeram... 

 

E o barulho que o silêncio faz é uma coisa que me põe mesmo a bater mal... MESMO...

 

De resto, seja em que circunstância for... os problemas resolvem-se falando, comunicando.

 

Assim, NÃO.

 

28
Mar18

O filme da Pascoa - finalmente...

Fátima Bento

Ontem rumei ao cinema e fui ver Maria Madalena/Mary Magdalene um filme que me despertou curiosidade da primeira vez que vi o trailer - que me deixou com a ideia de que a história de Maria Madalena (a alegada prostituta que Jesus favoreceu, o que provocava ciúmes em Pedro), seria contada de uma forma completamente diferente da habitual.

 

Ora quem não sabe fica a saber que sou ateia. E que sou fascinada por religiões, história das religiões, o que há por detrás destas em termos históricos e filosóficos. 

 

E então, em vez de ir ver o Ready Player One a sala 4DX, comprei um bilhete para ir ver um filme religioso...

 

8187_5991.jpg

 

Para começo de conversa, o elenco está fantástico: Rooney Mara, com os seus imensos e expressivos olhos é a Maria Madalena perfeita. Joaquin Phoenix é um Jesus atormentado, angustiado, assustado, credível, sem aquela aura luminosa e limpinha que habitualmente surge nos filmes religiosos: é um homem, de carne e osso, que sabe que está perto do fim. Impossível não sentirmos um enorme carinho por Judas (para mim a personagem mais incompreendida do Novo Testamento da Bíblia) magnificamente interpretado por Tahar Rahim

 

Conhecemos então a verdadeira história de Maria, que era, juntamente com as irmãs, pescadora. E que não sabendo qual a sua vocação, sabe que esta não é o casamento (e aqui entra uma certa noção de castidade que é mantida ao longo do filme). Entretanto conhece Jesus, e decide juntar-se aos apóstolos, abandonando família e reputação - uma mulher viver juntamente com 13 homens acaba com a reputação de qualquer uma...

 

A história é contada como Maria sendo uma dos apóstolos. Esta batiza, abençoa, tal como qualquer um dos outros doze. 

 

Tudo neste filme é diferente do que se espera num filme religioso lançado nesta altura do ano, e que conta a história do caminho de Jesus ao calvário. A história é fiel ao título, e centra-se à volta de Maria, inclusive durante a crucificação. 

 

Como mulher que sou, afirmo que esta história precisava de ser contada da forma que é.

 

Apesar do Vaticano ter oficialmente aceite Maria como um dos apóstolos em 2016, esse facto passou ao lado da grande maioria dos católicos (e cristãos no geral). E é mais que altura de ser reposta a verdade sobre uma das personagens bíblicas mais difamadas, desde que o Papa Gregório a assinalou como sendo uma prostituta mencionada em Lucas 8:2.

 

Um filme a ver por todos os que conhecem a história que foi sendo contada sobre a mesma, e que querem finalmente ver a história como é devido ser contada.

 

 

[Trivia: Maria não era Madalena de nome, uma vez que na época as pessoas não tinham apelido; é Madalena por ser oriunda da terra Magdala, o que faz dela uma Magdalena]

 

05
Mar18

No rescaldo

Fátima Bento

Dormi sete horas. Acordei com o rosto inchado e com resíduos de adrenalina. Depois liguei o pc e descobri que o post que escrevi antes de me deitar tinha sido destacado pelo Sapo Blogs aqui, e na homepage do Sapo... e a adrenalina disparou outra vez.

 

Obrigada, Sapo!

 

E antes de mais, vou dar-me umas palmadinhas nas costas... estas duas últimas semanas foram a loucura: vi cinema, bebi cinema, respirei cinema. Convenci gente a ver cinema.

 

 

Propus-me a fazer as nove criticas dos nove filmes e tremi nas bases, que já houveram tantos projetos em que me engajei e falhei... mas fui fazendo, com calma, fui vendo os filmes que ainda não tinha visto, e escrevendo, uma de cada vez.

Ontem faltava a de Three billboards outside Ebbing Missouri,e eu já não me lembrava o suficiente de pormenores para conseguir fazê-lo... então às cinco da tarde desencantei o filme, encavalitei os os headphones na cabeça, e revi-o. Aí a 20 ou 30 minutos do final tive o momento eureka, minimizei o programa, e abri o editor. Meia hora depois estava a editar ortografia e gralhas, e a publicar a última das nove criticas. E comecei a fazer a contagem decrescente para a grande noite.

 

Para não me cansar com a espera, a final do festival veio entreter a noite - e não vou falar disso agora.

 

Logo em seguida mudei para a Sic, e passadeira vermelha done (é que não vi nadinha, só espreitei o Instagram, e de fugida!) e começou a noite. O Tomás veio e sentou-se ao meu lado. Ainda falei com a Inez, que nem sabia que a cerimónia era ontem e como tinha de se levantar cedo, não ia ver.

 

E pela primeira vez em pelo menos sete anos vi a cerimónia acompanhada pelo meu filho. Fiz algumas apostas genéricas com ele -  e ganhei todas.

 

O bom disto tudo, agora andando um nadinha para trás, é a sensação de superação. É o ter conseguido fazer um trabalho bom, por carolice, porque me deu - e dá sempre - um gozo dos diabos acompanhar as cerimónias de prémios - que salvo erro começam nos Emmys, depois passam pelos Globes, Sag Awards, Baftas (não dá para ver, bem tentei - para o ano vou ponderar dar um pulo a casa da gaiata...) e ontem os Óscares.

 

Não, ninguém me pagou, nem me paga, para fazer nada disto. E boa parte da magia está aí: isto é feito pelo prazer que me dá.

 

Agora - e como vai sendo hábito fazer-se o apelo - se me quiserem enviar bilhetes para estreias, ante estreias ou o que for aceito e vou. Porque gosto mesmo disto, do cinema, das emoções que transmite, do óbvio e do que está nas entrelinhas.

 

Logo falarei do Festival da Canção. Embora, adianto já, não tenha muito a dizer sobre o assunto...

 

18
Fev18

Bafta, a última etapa antes da da noite dos Óscares

Fátima Bento

bafta.jpg

 

A cerimónia de entrega dos prémios BAFTA, que acabou há poucos minutos, não me surpreendeu ao ter praticamente clonado os resultados dos Golden Globes.

 

Apesar de durante o dia de hoje The Shape of Water ser dado como grande favorito, na hora da verdade, Three Billboards Outside Ebbing, Missouri chegou, viu e conquistou todos os prémios a que teve acesso - exceção feita ao prémio de melhor realização, que foi entregue a Guillermo Del Toromelhor ator, entregue, obviamente, a Gary Oldman pelo fabuloso desempenho do ator enquanto Winston Churchill em Darkest Hour e a Allison Janney, melhor atriz secundária  por I, Tonya

 

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Quanto a Three Billboards(...) ganhou melhor filme, melhor atriz - Frances MacDormand - melhor ator secundário - Sam Rockwell - melhor filme britânico e melhor argumento original. 

 

Presumo o resultado que veremos no dia 4 de março, aquando da entrega dos Óscares, será muito similar a este... este é daqueles anos em que os filmes a concurso são todos muitíssimo bons (ou quase). Mas Três Cartazes à Beira da estrada sobressai, e isso é um facto. 

 

Nas próximas duas semanas vou falar de cada um dos filmes nomeados, e darei a minha lista de favoritos  e a lista de previsões - que são duas coisas separadas.

 

Mas hoje foi a noite dos Bafta, deixemos os Óscares... por ora...

 

Nota de rodapé: o Coco ganhou melhor filme de animação, oh yeah!

 

Fontes, também para ler a lista completa de premiados,  BBC, Variety

 

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