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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

30
Set18

Post mimimi das 7:32h

Fátima Bento

Ai meus amores, aturem-me lá um bocadinho,que isto já passa (mas passa mesmo, não sou eu a a armar-me em valente...)

 

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Acordei, pouco passava das 7:00h, com a ressaca antecipada de que hoje não ia ao cinema. É impressionante, o hábito de irmos ao cinema ao domingo é recente, mas eu já o enraizei de tal modo que a imprevisibilidade de um dia em que não sei o que vou fazer, mas sei que não é o habitual, me deixa a sentir à deriva.... e se vocês seguem a conta de Instagram sabem que eu não tenho razões de queixa, se há espaço que tenho frequentado, é esse!

 

Mas intelectualizando um pouco o que estou a sentir - vício que me vem de antes de fazer psicoterapia, mas que se refinou entretanto, e que se pauta por ter de dar uma explicação mais ou menos obviamente lógica a tudo - sei que esta inquietação não advém da quebra daquilo que já se tornou uma quase rotina para mim; é mais um reflexo da turbulência que vai aqui dentro com a aproximação do meu aniversário (48 horas and counting...).

 

Este ano não estou particularmente eufórica com o dia (não gosto do número, 51 é mnhé, enquanto que 52, por exemplo já é um número mais apresentável - e sim, eu bem sei que sou estranha), e decidi fazer uma coisa simples, ir almoçar a um restaurante de que gostamos, a três. Sem bolo (bom, já não tenho um bolo de aniversário há uns anos - e eu gosto tanto de bolo de aniversário...) sem velas nem parabéns.

 

Mas o chato, o mesmo chato, é que o cérebro, esse querido (#sóquenão) faz - ainda que em background - sempre, uma retrospetiva. E como é mesmo fofinho (#sóquenão), não se limita a fazer uma do último ano: vai recuando, recuando, até que nos começamos a sentir realmente desconfortáveis e não sabemos bem porquê...

 

De forma que se instala uma inquietação inexplicável, que nos corre nas veias, não nos deixa estar relaxados - e cada vez menos com a aproximação da data. É o não ter posição de estar no sofá quando estamos ver um filme na tv, é o adormecer tarde e o acordar cedíssimo porque a caixinha dos pirulitos não descansa.

 

E então vem aquela vontade de ir a correr enfiar-me numa sala de cinema porque naquelas duas horas é só o écran negro e eu, que me limito a ser a espetadora da vida alheia. A minha fica em compasso de espera. 

 

Para seguir, inevitavelmente, dentro de momentos...

 

28
Set18

Book Club - Do jeito que elas querem (perdido na adaptação do titulo, nossa senhora...)

Fátima Bento

Book-Club-Full-Banner.jpg

 

Este filme tem coisas boas. Não são muitas, mas tem.

 

Em primeiro lugar, o elenco. Quase ficamos cegos com o brilho que emana das estrelas (já sei, que raio de expressão...), mas a sério, são quatro GRANDES, muito GRANDES senhoras do cinema de todos os tempos, juntas nesta película. 

 

Uma sinopse telegráfica: Quatro amigas formam um clube do livro, e uma delas, na sua semana, decide introduzir para leitura obrigatória das quatro, o primeiro volume das Cinquenta Sombras de Grey... e digamos que a leitura vai mudar um pouco a vida das sexagenárias (e nas semanas seguintes, à vez, as amigas acrescentam o segundo e terceiro volumes).

 

Então vamos começar pelo começo: a adaptação do titulo original Book Club para Do jeito que elas querem (oy, isto não é português do Brasil?), que me parece de gosto duvidoso - é como se numa fonte pequenina dissesse - as mulheres, mesmo velhas jarretas, são umas maluuuucas!

 

Depois é o subaproveitamento de quatro grandes atrizes (e, exceção feita a Mary Steenburgen, 65, nenhuma é sexagenária - Candice Bergen e Diane Keaton tem 72 anos e a fabulosa Jane Fonda conta com 80 Primaveras...), num filme que não tem alma. É que nem consegue ser uma boa comédia. Esteve em exibição duas semanas e entende-se porquê...

 

E porque é uma pena o filme ser tão mauzinho? Porque aborda um tema tabu que tem de ser falado: a vida sexual na terceira idade, e isso é tão, mas tão importante. Uma boa franja da sociedade ainda olha para as mulheres a partir dos sessenta anos (e às vezes até menos) como pessoas que já não têm vida sexual, desejo. Claro que o sexo aos 60 não é igual ao sexo que fazemos aos 20, mas existe, e é muito importante que assim seja! E este filme fala nisso.

 

Era bom que Bill Holderman, realizador e co argumentista se tivesse investido em fazer um filme mais abrangente, desse um toque um nadinha mais serio ao assunto. E tivesse feito algo em que as quatro Grandes Senhoras pudessem de facto, brilhar.

 

Assim, e tendo em conta que The Old Man and The Gun, o último filme com Robert Redford (recentemente reformado como ator), que estreia entre nós dia 8 de novembro, também afina pelo seu diapasão (sendo já a segunda vez que o dirige), parece que se dedicou a fazer filmes com grandes lendas do cinema americano. Como se isso fosse garantia suficiente de sucesso e qualidade...

 

newsflash: não é!

28
Ago18

O que me ri ontem no cinema :)

Fátima Bento

Voltei ao cinema(!!!) depois das férias para ver um filme francês - a escolha até poderia parecer difícil, não fora eu ter um deles aqui em casa para ver (quem manda estrear filmes com mais de um ano de atraso???), outro me parecer uma história muito totó, e o terceiro já ter visto... é que estão quatro comédias francesas em exibição nos cinemas NOS neste momento!

 

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Bom, mas o que eu queria mesmo ver era A minha família do norte/La Ch`tite Famille, e desta vez não fiquei desiludida, como fiquei na última

 

SINOPSE

 

NOTA: não vão pela sinopse dos cinemas NOS, que contém erros crassos!

Valentin D. e Constance Brandt são um casal de designers no auge das suas carreiras. Em preparações para uma exposição retrospetiva do seu trabalho no prestigiado Palácio de Tóquio, em Paris, eles não cabem em si de excitação e orgulho. Valentin, que nunca revelou as suas origens modestas, de forma a fazer-se passar como produto de uma cultura sofisticada e cosmopolita, vê a sua a família aparecer sem pré-aviso no dia de inauguração da exposição. Ato continuo entra em  pânico e tenta evita-los a todo o custo, mas debalde. Entretanto é atropelado e sofre um traumatismo craniano que o faz perder as memórias das últimas duas décadas. Assim, um homem conhecido pelo bom gosto e requinte transforma-se no campónio que fora 20 anos antes, quando abandonou a sua pequena aldeia, algures no norte de França. Esta súbita transformação deixa a família de sangue radiante, mas este vai ser um enorme desafio para Constance...

 

O sotaque/dialeto ch`tite, antes apresentado no filme Bem vindo ao norte/Bienvenue chez les Ch'tis  é extremamente difícil, e embora divertido, parcialmente incompreensível. E neste filme, o trabalho de legendagem, para o qual é chamada a nossa atenção logo no inicio do filme, está absolutamente soberbo! Se de inicio nos custa a ler, às tantas a coisa entranha-se e não só rimos do filme como da tradução... hilariante, faz jus ao filme que é divertido mas não parvo (como algumas comédias francesas às vezes conseguem ser).

 

Não vou falar de mensagens, nem tecer ilações profundas! Três razões para verem A minha família do norte:

 

  1. É divertido;
  2. Foge ao ridículo óbvio;
  3. A história é engraçada
  4. A tradução é de lamber os dedos!

 

Por isso, se querem aproveitar os últimos dias de Agosto e dar um pulo ao cinema, esta é uma excelente escolha. Vão por mim!

28
Ago18

Coisas boas das férias

Fátima Bento

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 - Centro geodésico de Portugal, Vila de Rei

 

Em retrospetiva, as férias tiveram coisas muito boas, a saber:

 

Comi que nem uma lontra. A serio... o meu excesso de peso não vem das refeições que faço, tanto quanto dos doces que ingiro, ansiedade oblige. Agora estas férias andei num virote gastronómico - e não deixei o crédito por mãos alheias: dos quatro quilos extra que trago, quatro mil gramas derivaram dos almoços e jantares mais copiosos e regados a branco ou rosé fresquinhos. 

E valeu cada grama... em setembro logo começo a tratar do assunto.

 

Vi um filme fabuloso. O Victor andava há anos a entrar comigo - e dizes tu que és cinéfila e nunca o viste (para que conste, nunca eu disse tal isso...) até que uma noite destas foi de vez: vi o Apocalypse now. E é tudo o que o hóme publicitou e mais ainda. Absolutamente icónico e totalmente inesquecível.

 

Atirei-me de cabeça para a piscina (todos a rir, que isso nem devia ser mencionado) - a serio, em cinquenta anos nunca tive coragem, mas este ano foi o ano, em modo repetição até confirmar que tenho tanto jeito para isso como para andar de monociclo. Zero em graciosidade, mas 20 em coragem! Sim, pipól sou um nadinha limitada (mas é só às vezes...)

 

Li um livro inteirinho - nas férias nunca leio, gosto de desligar os miolos. Mas como este ano não o consegui fazer, comi O Desaparecimento de Stephanie Mailer, devagar, que o livro não me deu vontade de o ler depressa (e ainda estou a tomar Gaviscon para digerir as horas que gastei a lê-lo). Quando cheguei ao fim, deviam ter-me dado um prémio - mas depois falo nisso.

Já o Victor leu dois: O Executor e A Vidente - a sorte que o homem tem em lhe chegarem às mãos livros pré selecionados, nem imagina...

 

De resto, memorável, memorável não me ocorre assim mais nada (é só publicar e hão-de vir à memória mais dois ou três itens, mas prontx...). Os quatro dias de piscina deram para relaxar - e trabalhar os músculos do corpazio - era vê-la a fazer piscinas... a serio, a piscina não é olímpica mas fazia umas quantas sem ficar ofegante nem me doerem os músculos no final do dia (acho que eles estão tão bem acondicionados em meio à massa adiposa que nem doem - aquilo é acolchoado de luxo!)

 

Para o ano há mais! Mas e que tal prolongarmos a sensação de férias depois de acabarem? Dicas aqui, amanhã. Agora vou amanhar-me que o cinema espera-me... 

 

03
Ago18

Cinema no Verão

Fátima Bento

Quem me segue no Instagram já sabe:

  • em primeiro lugar que a minha conta é chata e pouco variada: ultimamente só publico fotos dos meus gatos, de livros  e de bilhetes de cinema (nas férias vario mais um bocadinho, prometo! - quanto mais porque, durante seis dias, não há gatos ...)
  • ... que elegi o Mamma Mia como o summer movie 2018 porque já o vi...

 

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 Yup, três vezes (!!!)

 

E desde dia 20 vi também o Equalizer 2, e ontem fui ver 

 

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E estou aqui a dizer-vos: poupem-se. A serio. E poupem os €7. 

 

Gosto muito de comédias francesas, mas este conseguiu ser um filme que custou a passar. Se estivesse em casa tinha feito qualquer outra coisa enquanto ia ouvindo o mesmo. 

 

Não vale mesmo a pena. Rimo-nos duas ou três vezes, em surdina... e é isso. Mauzinho, mauzinho... eish...

 

22
Jul18

Ah, que semana tão boa!!!!

Fátima Bento

Ah, semana em GRANDE!!! 

 

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(em homenagem à estreia de quinta, hoje a imagem é especial...)

 

Comecemos pelo começo...

 

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(segunda-feira)

O Tomás fez anos, e fomos almoçar (lindamente, de resto) ao Sushicome de Almada - e acho que ingeri calorias para dois dias...

 

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(terça-feira)

O pikeno recém entrado nos 22 foi ao EDP Cool Jazz, e deixou-me o pc ligado à TV para que jogasse Crash Bandicoot...oh happy day que passei agarrada ao comando!

 

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(quarta-feira)

Já tinha lido O homem da  areia, e o Stalker. Comprei O Executor em promoção no Continente, mas estava a ver se não voltava a Kepler tão já. Mas o livro piscava-me o olho, e eu não resisti. É mesmo o melhor dos três! 

 

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(quinta-feira)

O Ippo foi à vet, e a dra apresentou-me a doce Flor, que está prestes a ter alta, mas que é tão meiga que é pena voltar para o gatil... por isso toca a criar a missão #umafamíliaparaaFlor, porque ela merece - e quem ficar com ela vai ser muito feliz, de certeza.  Já leu o post? Divulgue, por favor, que a gatinha merece uma família que lhe dê muito amor - e receba outro tanto em troca!

 

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(sexta-feira)

Desta vez o Mamma Mia tinha estreado mesmo na véspera, pelo que o vi, cantei, tudo e mais um par de botas. No final houve inclusive quem aplaudisse! Saí da sala de cinema direto para a Fnac e adquiri a banda sonora: que bom, que bom, que bom!!!! 

 

- e que venham muitas como esta!

21
Jul18

Finalmente! Mamma Mia, que filme!

Fátima Bento

Sexta feira fui, como prometido, ver o Mamma Mia, here we go again.

 

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Convencida estava eu que ia ver um filme mediano, com a musica previsível... e saiu-me um filme que de mediano tem pouco. Mamma Mia, here we go again apresenta-se como o feel good movie deste Verão, e cumpre-o na perfeição. As minhas expectativas viram-se largamente superadas!

 

O casting está primoroso, como se pode ver no trailer, e nem é preciso dar grande corda aos miolos para perceber quem é quem no passado de Donna, os personagens são perfeitamente percetíveis! E Cher é Cher, está no filme como a cereja no topo do bolo - e é tida como tal. Ao ouvi-la interpretar Fernando, não pude deixar de pensar que, quando Björn Ulvaeus e Benny Andersson a compuseram estariam longe de imaginar que esta viria a ser cantada pela diva, ainda para mais em dueto com... Andy Garcia! Todo o elenco do primeiro filme marca presença, mas Meryl Streep tem apenas uma pequeníssima participação, dado que o filme tem inicio um ano depois da sua morte (abaixo podem ver um clip que junta um "recorte" de Cher e Andy Garcia, ao trailer do filme)

 

 

Lilly James, Donna-enquanto-jovem, mostra-se dona de um registo vocal impressionante, mas onde a voz brilha, eclipsam-se várias vezes as capacidades interpretativas. Não que isso desiluda sobremaneira, já que o filme mexe a uma velocidade que nos faz encolher os ombros e dizer paciência, cada vez que a sua performance resvala.

 

E toda a banda sonora é um mimo, como seria de esperar. Foram resgatadas musicas menos conhecidas do quarteto, que são apresentadas a par com Waterloo, One of us, Super Trooper, e com as incontornáveis novas interpretações de Mamma Mia e Dancing Queen.

 

O filme é uma espiral de alegria, que culmina com uma imensa vontade de aplaudir - e houve quem, na sala, o fizesse.

 

Se há um filme que merece ser visto este Verão, em nome da nossa boa disposição e alegria, é este!

 

Vão ver que não se arrependem!

 

Disclosure: este filme não é indicado para quem não gosta de musicais! Boo oo!

 

20
Jul18

As minhas manias e filmes favoritos

Fátima Bento

Ora cá estamos com o tag da sexta feira, e que falhei na passada semana, pelo que esta semana vou responder a duas questões, das semanas 28 e 29 (de 52). A saber:

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Hummm...

 

Tenho um jeitinho para me tornar indispensável que irrita... com o marido, o filho, os gatos. E, tirando os gatos, a dependência é mais psicológica - já sabem todos que não sou muito dada ao que tenha a ver com a casa, não sabem? E depois admiro-me(!!) quando quero ir de férias e fico de coração nas mãos porque tenho de deixar a gata fragilizada com o pikeno, durante 6 dias, e fico cheia de medo que ela desista de viver por eu não estar aqui... a sério, quero mesmo deixar de provocar este efeito nos outros, mas a vinculação que fiz ao pequeno Ippo mostra-me que é mesmo de mim... grrrr...

 

Não gosto de simetrias, as coisas demasiado certinhas irritam-me. Mas gosto de assimetrias gritantes, não aquelas que parecem resultado de desleixo... 

 

Sou perfecionista, e considero o perfecionismo um enorme entrave ao crescimento de qualquer um; se não posso fazer perfeito, não faço, soa familiar? Não? Nem sabem a sorte que têm...

 

Haverá mais, mas estas já chegam...

 

Sugestão de leitura: Em Busca da perfeição, de Tal Ben Shahar, dos melhores livros de psicologia positiva/desenvolvimento pessoal que li até hoje...

 

S29.JPG

AKA, os filmes que vi mais vezes até hoje - se vi muitas vezes é porque me disseram algo com veemencia, não é?

 

Então, o TOP 5 é:

 

     - O amor acontece/love actually - adoro tudo neste filme. Tudinho.

     - Dá tempo ao tempo/About time - do realizador (e autor) do primeiro... o que eu já chorei com este filme! Ternura em estado liquido... 

     - O diário da princesa/The princess diaries - os dois. Gosto do debut oficial da Anne Hathaway, e a Julie Andrews é a Julie Andrews... o que me leva ao

     - Musica no coração/The sound of music - o filme que vi mais vezes na minha vida toda. A minha mãe adorava e como não havia streaming, Blu ray, VHS ou Betamax, arrastava-me para o cinema! A minha primeira memória é vê-lo no cinema Tivoli (sim, o actual Teatro Tivoli BBVA era um cinema...), era eu bem pequenina - não sei em que data estreou cá, mas o filme é de 1965 (!!!) e eu nasci em 67.

     - The greatest showman recente, mas com direito a entrada direta. Um filme que me agarra inteira de cada vez que o vejo. Tão, tão bom!!!!

 

Menção honrosa

Pela quantidade de vezes que o vi, com amigas, sozinha e com as minhas sobrinhas - e mais tarde com a minha filha: 

     - Grease, um filme com uma mensagem meio sexista, mas que tem fundalmentalmente a ver com as dores de crescimento... foi o filme da minha adolescência, e sim, levei a vida toda a achar que a Sandy não tinha de mudar para agradar ao Danny, mas agora acho que a Sandy muda porque percebe que tem de deixar a Good Girl para trás e crescer... teorias...

 

E pronto, como vêem, musicais é comigo... 3/6! 

 

E vocês, quais são os filmes que vos acodem à memória como sendo os que vos falam ao coração?

12
Jul18

O Mamma Mia só estreia na próxima semana!

Fátima Bento

Pois.

Antes de fazerem contas com o ovo no sim senhor da galinha, olhem para o calendário... ando tão perdida que não tinha reparado que hoje é dia 12, e o filme estreia dia 19!!!

 

Acabei por ir ver Knock/ Um senhor doutor, um filme francês com o Omar Sy - muito bom. Estava à espera que fosse só uma comédia mais ou menos tolinha mas não, revelou-se um bom filme.

 

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Para a semana lá estarei a ver o Mamma Mia, mas desta feita só na sexta, que na quinta irei para Lisboa...

 

Grande totó!!!!

12
Jul18

E hoje...

Fátima Bento

... é claro que não dormi! 

 

E não durmo porque o pequenito dorme connosco e eu levo a noite toda com ele a acordar e a passear por cima de mim, e tenho de me levantar quando decide que tem fome (pelo menos ao caixote já vai sozinho!), ou então, como hoje, porque não fica no quarto connosco, e eu fico com medo que ele apareça, ou chame e eu não dê por ele... uma parva. Eu assumo: em termos latos, esta preocupação é uma parvoíce, mas ainda não descobri o interruptor! Não é que eu não queira dormir: eu quero, e como! O problema é que o cérebro não desliga, pelo contrário, entra numa espécie de frenesim, e não dormes não senhora! Consegui dormir uma hora algures entre as 7:30h e as 9:00h - quando há luz, consigo relaxar - que me soube pela vida!

 

E depois é a Mia que vomita. 

 

Tem sido uma fase linda #sóquenão - bem, mau só mesmo o não conseguir descansar e a Mia vomitar tanto, de resto, a balança está equilibrada, o Ippo compensa largamente a ansiedade que provoca!

 

Já fomos à veterinária, que aconselhou fazermos uma bateria de análises à Mia, e uma eco. Eu sei que ela está presa por cabelos, e não a quero deixar ansiosa... e é a tal coisa: se ela desiste, não há nada que adiante, e esse é o meu medo. Submetê-la a exames vai adiantar de alguma coisa? Medicação nesta altura? O Tomás nunca conseguiria medicá-la. Acho que vou estabelecer um compromisso: se tudo correr bem nas férias, quando voltar marco isso tudo (até porque preciso do Victor comigo para a levar lá, sozinha não sou capaz, e ele ainda estará de férias), e logo faço tratamentos e mais o que for indicado. 

 

Bom, e daqui a meia hora, mais ou menos, arranco para o cinema para ir ver o Mamma Mia, here we go again. Posso não saber muito, mas sei que vou sair muito bem disposta, assim não poupem na quantidade de musicas dos ABBA!

 

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Portantes, até logo!

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