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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

14
Nov19

Dia de ir ao cinema sozinha (háquanos!!!)

Fátima Bento

pop corn.jpeg

 

Há que tempos que não ia ao cinema sozinha! Podia ter escolhido melhor? Podia. O último que vi foi o FANTABULÁSTICO JOKER, com o marido, e desta vez quis ir satisfazer uma curiosidade, embora tivesse, decerto, feito melhor se tivera ido ver o último do Woody Allen, por exemplo, mas prontx.

 

Quis ir ver um filme de uma cineasta nova, Alice Waddington, que me tinha levantado uma desconfiança das positivas, e fui ver Paradise Hills. A sinopse promete, a realização é muito razoável, o guarda roupa da Milla Jovovich, um poema! E o argumento... ploffff, estão a ver? Aquele final é um destes contra censos que até dói. A gente fica a vê-la a correr toda feliz, e pensamos: mas onde é que a idiota pensa que vai? Da fuck... se a ideia era por-nos a dar corda aos miolos, megafail, nem vale a pena tentar, aquilo só lá vai dando à corda no sentido inverso, e mesmo assim, chegamos sempre à mesma conclusão: faltou ali raciocínio lógico.

 

paradise.jpg

É um filme bonito - quase, que as fatiotas das alegadas "raparigas rebeldes", mamma mia... - mas a cenografia é francamente cuidada, e a cinematografia tem fotogramas que nos ficam na retina.

 

Resumindo: esperem pelo streaming, e nos entretantos, ide ao cinema, que estão em exibição alguns filmes que (me parece que) valem a pena ver em grande!

 

05
Jul19

Mais uma volta, mais uma corrida!

Fátima Bento

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Se bem se lembram, dia três era o dia da consulta de endocrinologia no HGO. Era. Teria sido. Não foi - os senhores doutores estavam de greve, Agora é esperar que me enviem uma nova carta com a data da próxima consulta... assim lá mais para o fim do ano, pode ser que já tenha o resultado de uma nova biopsia...

 

Entretanto tenho o resultado do TAC à coluna para levantar, que vou mostrar a outro senhor doutor dia 12. Malta, esta é a coisa que me está a causar mais constrangimentos e dores. Eu mexo-me, ando de um lado para o outro, mas dia em que saio de casa, tenho de tomar comprimido para as dores... fartinha disto. 

 

CURIOSIDADE:  na terça fui ao cinema ver Yesterday - gostei do filme mas não consigo entender a realização ser de Danny Boyle (mas isso se calhar sou eu que sou burra)...

 

E na quarta, chego ao HGO, dizem-me que não há consulta e o que é que faço? Vou ao cinema, ver Sem filtro, um interessante filme francês. Ando de barriga cheia de cinema e livros.

 

31
Dez18

Cinema: o que vi em 2018

Fátima Bento

Fui ao cinema muitas vezes. Amei cada uma, umas com mais, outras com menos qualidade e duas agraciadas com a frase "o que é que estou a fazer aqui?????"

 

E foram os seguintes, os filmes que vi, no cinema, em 2018:

 

  • O Grande Showman - vi duas vezes; (9/10)
  • Suburbicon; (6/10)
  • Jogo de Alta Roda; (5/10)
  • Lady Bird; (3/10)
  • Três cartazes à beira da estrada; (8/10)
  • A hora mais negra; (7/10)
  • A linha fantasma; (8/10)
  • Chama-me pelo teu nome; (8.5/10)
  • Dunkirk; (6/10)
  • Foge; (7/10)
  • Coco; (8.5/10)
  • Tonya; (6.5/10)
  • Mudbound - as lamas do Mississipi (7/10)
  • The post; (5/10)
  • A forma da Água; (10/10)
  • The Florida Project; (7/10)
  • The killing of a sacred dear; (5/10)
  • Black Panther; (7.5/10)  Óscarizavel
  • A agente vermelha; (6/10)
  • Maria Madalena; (6/10)
  • Ready player one - vi duas vezes; (8/10)
  • A Rapariga do Nevoeiro (6/10); IT
  • Guernesey, a Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata; (6.5/10)
  • Deadpool 2; (7,5/10)
  • Sou sexy, eu sei; (5.5/10)
  • Tully; (7/10) Óscarizavel
  • A Extraordinária Viagem do Faquir; (6/10)
  • A Livraria; (6/10)
  • Ocean's 8; (5/10)
  • A escola da vida; (6.5/10) F
  • Artemis, hotel de bandidos; (6.5/10)
  • Um senhor doutor; (6/10) F
  • Mamma Mia - vi três vezes (8/10)
  • Corredor Assombrado (5/10)
  • Equalizer 2; (7/10)
  • Mission Impossible, Fallout; (7.5/10)
  • Coexistir não é facil; (4.5/10) F
  • A minha familia do Norte; (8/10) F
  • Papillon; (7.5/10)
  • Mulher que segue à frente; (7/10)
  • The Nun, a freira maldita; (7.5/10)
  • O Predador; (6.5/10)
  • Um pequeno favor; (6.5/10)
  • A balada de Adam Henry; (7/10)
  • BlackKklansman; (9.5/10) Óscarizavel
  • Venom; (5.5/10)
  • Assim nasce uma estrela; (8/10) Óscarizavel
  • Johnny English volta a atacar (porque diabo fui ver este filme??); (2/10)
  • Sete Estranhos no El Royale; (9/10) Óscarizavel
  • O primeiro Homem na Lua; (8.5/10) Óscarizavel
  • A mulher /The wife; (7.5/10) Óscarizavel
  • Pedro e Inês; (7,5/10)
  • Bohemian Rhapsody; (8.5/10)
  • Hunter Killer; (7/10)
  • A rapariga apanhada na teia de aranha; (7/10)
  • Condominio; (zero, nicles, nada)
  • Monstros Fantásticos, os crimes de Grindelwald; (6.5/10)
  • Um bilhete para longe; (7/10)
  • Beautiful Boy; (8/10) Óscarizavel
  • O Regresso de Mary Poppins; (8/10)
  • Ben está de volta; (8/10) Óscarizavel

 

Filme do ano pós óscares 2018

 

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(tudo isto na minha opinião, claro...)

 

23
Nov18

Eu sei, ando fugida...

Fátima Bento

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E acho que vos devo pôr a par das últimas.

 

Cinema

 

No domingo fui ao cinema, ver Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald. Não vou dizer que mais valia ter ficado em casa, porque tinha de ver. E sei que também irei ver o próximo. 

No entanto, não gostei muito deste. A história é muito fraquinha, há tantos! efeitos especiais, computador, e chromakey (ok, este último é indispensável, senão não tínhamos monstros fantásticos...). Presumo que a coisa não possa ser feita de outro modo, mas o que eu gostei do primeiro não está neste... ou seja, dou-lhe três bolinhas, mas acreditem que estou a ser simpática. e não estou a ser justa com os outros todos que tenho visto... gostei da prestação de Johnny Depp: está um bom vilão, sóbrio sem os trejeitos habituais.

 

Música

 

E no meu telefone já toca Love, de Michael Bublé (e não toca mais nada, que enquanto não conseguir cantar as musicas todas, não largo o osso).

E perguntam vocês: ele vem cá, não vais ver?

Bom, antes de subirmos para o cinema, fomos à bilheteira da Fnac. Havia uma pequena fila, mas nada que  fizesse fugir. Os bilhetes para o concerto foram postos à venda no sábado e faltando praticamente um ano (10 meses e meio, vá) para o evento, achei que não teria problemas em conseguir ingressos. Chega a nossa vez: dia 30 está esgotado (pois. Burra. Claro que era muito provável!) mas temos uma nova data, dia 1. Pode ser? Ó minha senhora! Claro minha querida! Cá beijinho! (bem não dei beijinho, sosseguem, senão qualquer dia começava a andar com um cartãozinho do Júlio de Matos na carteira...).

E não é que conseguimos os lugares que queríamos? Bem, são as duas cadeiras ao lado das cadeiras que eu queria, mas se não me falha a memória, a visualização é excelente - fomos vê-lo há cinco anos atrás, na mesma sala aqui (é um post um nadinha histérico, cof cof, com fotos minhas, tiradas com um telefone assim p'ó miserável, que por acaso na altura era um HTC quase topo de gama...) e aqui.

Agora é só esperar até dia um de outubro... e tenciono chegar lá assim:

 

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(mas com outra roupa e mais cinco anos em cima. Mas com este corpito, pouco mais ou menos)

 

Saúde

 

Lembram-se que voltei a tomar anti depressivos? Eu calculei que a dosagem fosse baixa, mas experimentei. O efeito foi engraçado. Tive os incontornáveis dias de náuseas, mas foram só três ou quatro. E depois fiquei meio apática. Mexia-me, mas devagar. Não me sentia como antes, mas esta melhoria era relativa. Aumentámos a dose esta segunda feira. E agora, sexta feira, eu já sou eu. Ufa.

De forma que este sobe e desce da medicação deixou-me um bocadinho pouco capaz de vir aqui. Mas agora parece que a coisa se compôs!

 

Por isso a ver se nos próximos dias aqui a xafarica vai mexer. Tenho uns planos, mas vamos ver... Mas por agora, vamos todos concentrar-nos nisto: 

 

postais1.JPG

 

14
Nov18

Uau - um uau bom e um uau muito mauzinho (jeezz...)

Fátima Bento

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O blogue da minha Piccolina foi nomeada para os sapos do ano, na categora  blogues de animais. Quando lhe contei ficou parva! Leiam asua reação, aqui.

 

Quanto a mim, hoje fui ver um filme tão mau, mas TÃO mau, que amanhã conto. Irra! A foto do bilhete está no Instagram. Ainda não o seguem? 

 

Estão à espera de quê?

 

25
Out18

Pedro e Inês - a maior história de amor

Fátima Bento

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Ontem dei comigo numa sala de cinema meia (o que é fantástico, às 12:35h). Meia e descontraída, em que as pessoas começavam por procurar o lugar e eram aconselhadas pelos que já lá estavam, sente-se onde quiser!. É uma lufada de ar fresco - se há coisa quem me atrofia é uma sala de cem lugares com duas cadeiras ocupadas, e um marmanjo (ou marmanja) ligar a lanterna do telemóvel e procurar afanosamente o lugar... irra, que os outros 97 devem estar ali à porta para entrar, é que já começou a projeçao dos trailers e tudo... canudo!

 

E começa o filme. D. Pedro e o seu que-me-foge-a-palavra "professor" (tutor?), está a ensinar-lhe a história do pai e do avô e eis que entra António Lagarto, digo, D.Afonso e indaga sobre o que estão a debruçar-se, no melhor estilo declamatório, e eu - que coro de vergonha por contar isto, mas conto - sou assaltada pelo pensamento mas o que é que eu estou a fazer aqui, eu nao devia estar aqui!!! Eu. snob, me confesso: vejo cinema britânico, francês, italiano, gabo-me às vezes que prefiro cinema europeu aos blockbusters americanos (tenho fases em que dou um braço por isso), e até vejo o canal Sundance, não vejo cinema português.  

 

Depois daquele pensamento meio aflito que me apanhou distraída, fiquei quieta, dispensei juízos, e concentrei-me no filme.

 

Falar sobre este filme fica ali algures entre o facil e o francamente difícil. 

 

O fácil: é tão bom, que dói. 

Dificil é explicar porquê. Não devia ser preciso, pois não? Um é tão bom, devia chegar... mas este tipo de abordagem, pede uma analise mais detalhada. 

 

A forma como António Ferreira, o realizador, nos mostra de inicio, Pedro internado no hospicio, deixou-me, paginas tantas, a duvidar se este Pedro não seria uma "quarta personaegem" que servia de ligação às outras três: o D. Pedro, o Arquiteto Pedro, e o Pedro do futuro distópico. Porque a história contada é do amor de Pedro e Inês a sobreviver ao passar dos séculos, maior que a vida

 

Pormenores deliciosos: o que se passa no sec XIV, tão fiel quanto é possível. Depois o presente que não é facilmente situável no tempo: o pormenor da televisão a preto e branco no segundo apartamento de Pedro, tão anos 70, a camisa que usa na reunião na empresa de arquitetura que nos remete para os anos 60, a forma como a arquiteta Inês se veste, tão atual... António Ferreira apresenta-nos um presente transversal, porque não interessa realmente em que ano estamos, o amor de Pedro e Inês é eterno.

O futuro é uma distopia em que as pessoas vivem em comunidade com regras próprias. Mas o avião que passa - e não é um glitch do filme, é enquadrado - semeia-nos a dúvida, se não será apenas um grupo de fanaticos que se afastaram da civilização "normativa".  

 

Mas nada disso interessa realmente... o que interessa é que acompanhamos a magnifica história de amor de Pedro e Inês através dos tempos, e esta nos é apresentada de uma forma magnífica. A fotografia, a banda sonora, a forma narrativa que pontua o filme, tudo encaixa na perfeição.

 

Este filme DEVE ser visto. por tudo, e porque é português: orgulhosamente português!

 

24
Out18

Sobre coisa nenhuma, ou quase

Fátima Bento

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Hoje acordei meio entupida e toda moída. 

Chegou mesmo o Outono, e estas temperaturas de 26º já estão a fazer as alergias puxar febres baixas, que é do piorio.

Chatice.

Vai começar o braço de ferro - eu a sentir o corpo a pedir pára!, a e a insistir e a não parar. E o mau estar generalizado, assim tipo moínha, é uma gaita, não f***  nem sai de cima. Bah.

Tenho de ver se descubro um anti histamínico que ajude... a ver se passo no celeiro, propólis ajuda. Bom o meu terapeuta amanhã há-de indicar-me algo - para além de me mandar ir caminhar para a praia e inalar água salgada...

 

Bom, por via das dúvidas, e como prevenção vou fazer uma cura de vitamina C e aumentar o exercício físico (tenho sido uma vergonha nesse departamento, que até dá dó).

 

Depois logo se vê.

 

Mas agora, maltinha, agora vou ver Pedro e Inês. Último dia da festa do cinema - e o outro que tinha planeado para hoje, o francês Não deixeis cair em tentação, já o vi.

 

Até logo malta! Um iboprufeno e aqui vou euuuuu!!!!!

 

23
Out18

O primeiro homem na lua - Bom com maiúscula

Fátima Bento

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[Há uns anos atrás, quando tinha de fazer algo como falar em publico, eu não vacilava: avançava e fazia-o. Quem me visse veria alguém seguro, penso. 

O que não sabiam era o que se passava cá dentro... eu empurrava-me para a ribalta e ficava a observar-me de um espaço seguro, até que me fundia comigo, e fazia coro com o que defendia ou apresentava. 

Não será muito fácil entender isto, e mesmo que tente não consigo explicar melhor; é um mecanismo de defesa automatizado, presumo que provocado por um acontecimento ou situação traumáticos, que nos levam além do que é racionalizável]

 

E foi este comportamento que reconheci na personalidade de Neil Armstrong, como me foi apresentado no filme de Damian Chazelle. Ele tem uma capacidade de avançar, sempre, mas com um vazio no olhar, como se não estivesse realmente vivo. Como se a sua metade humana tivesse acabado aquando da morte da pequena Kate, e tivesse seguido viva a metade funcional, a que é capaz de fazer o que se lhe exige, e fá-lo com destinção, a parte que se compõe de equações matemáticas e previsões seguras. 

 

Este filme, que conta com um trabalho notável de Gosling, como um homem fraturado que quando sorri, o sorriso nunca lhe chega aos olhos - francamente um sério candidato a levar o careca para casa - é mais de que a história da primeira alunagem, mais de que a história da forma como a família viveu a ansidade de ter o marido e pai suspenso num imenso ponto de interrogação, mais que a história do astronauta: é a história do homem. Do homem quebrado que se reencontra ao completar a sua missão na lua - ali é a si próprio, a sua dor, e a libertação da mesma que descobre.

 

Damian Chazelle soma e segue,e Ryan Gosling está de parabéns com um P muito maiúsculo, Claire Foy não desilude, comprova que é uma atriz que continuará a dar mesmo muito que falar.

 

First man/O primeiro homem na Lua, é um filme obrigatório. Mas principalmente obrigatório também é olhar muito para alem do óbvio.

(a citação é minha, claro...)

 

21
Out18

Festa do cinema 2018 . querem saber o que eu acho que devem aproveitar para ver?

Fátima Bento

festa do cinema.jpg

 

Pois que é já amanhã (aqui a menina até andou a contar pelos dedos) que tem inicio a Festa do cinema 2018.

 

Trivia: esta será a quarta edição, tendo tido o seu advento nos idos de 2015, e vai decorrer de 22 a 24 de outubro. A Festa do Cinema é promovida pela APEC — Associação Portuguesa de Empresas Cinematográficas, com o apoio da FEVIP — Associação Portuguesa de Defesa das Obras Audiovisuaism, do ICA — Instituto do Cinema e do Audiovisual, e da GEDIPE — Associação para a Gestão Coletiva de Direitos de Autor e de Produtores Cinematográficos e Audiovisuais.

 

Irei então, amanhã, pagar €2,50 para ver O Primeiro Homem na Lua/First man. Se tudo correr de feição, terça feira será a vez d'A Mulher/The wife, e quarta Não deixeis cair em tentação/La priére. Três filmes, praticamente pelo preço de um.

 

Agora se estivesse no vosso lugar,o que irai ver? Depende bastante do que gostam num filme. Neste momento o meu top 3 em exibição tem, no primeiro lugar o tarantinesco Sete estranhos no El Royale/Bad times at the El Royale, seguido pelo óscarizável Assim nasce uma estrela/A star is born, e aposto também no filme que vou ver amanhã. Em exibição e para quem gosta de Marvel e afins, Venom (gostei mas não fiquei entusiasmada), para amantes de comédias, Johnny English (not my cup of tea...) e não olhem de lado para Busca obssessiva (uma excelente surpresa). E isto são só exemplos...

 

Por isso, se só vai ao cinema uma vez por ano (ou nem isso) porque é caro, aproveite estes três dias, em que o bilhete fica ao preço da uva mijona, ou quase. Se é um papa filmes como eu, aproveite, sempre vê mais alguns!

 

Não deixe escapar esta oportunidade e vá ao cinema!

 

Bons filme!

 

 

30
Set18

Post mimimi das 7:32h

Fátima Bento

Ai meus amores, aturem-me lá um bocadinho,que isto já passa (mas passa mesmo, não sou eu a a armar-me em valente...)

 

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Acordei, pouco passava das 7:00h, com a ressaca antecipada de que hoje não ia ao cinema. É impressionante, o hábito de irmos ao cinema ao domingo é recente, mas eu já o enraizei de tal modo que a imprevisibilidade de um dia em que não sei o que vou fazer, mas sei que não é o habitual, me deixa a sentir à deriva.... e se vocês seguem a conta de Instagram sabem que eu não tenho razões de queixa, se há espaço que tenho frequentado, é esse!

 

Mas intelectualizando um pouco o que estou a sentir - vício que me vem de antes de fazer psicoterapia, mas que se refinou entretanto, e que se pauta por ter de dar uma explicação mais ou menos obviamente lógica a tudo - sei que esta inquietação não advém da quebra daquilo que já se tornou uma quase rotina para mim; é mais um reflexo da turbulência que vai aqui dentro com a aproximação do meu aniversário (48 horas and counting...).

 

Este ano não estou particularmente eufórica com o dia (não gosto do número, 51 é mnhé, enquanto que 52, por exemplo já é um número mais apresentável - e sim, eu bem sei que sou estranha), e decidi fazer uma coisa simples, ir almoçar a um restaurante de que gostamos, a três. Sem bolo (bom, já não tenho um bolo de aniversário há uns anos - e eu gosto tanto de bolo de aniversário...) sem velas nem parabéns.

 

Mas o chato, o mesmo chato, é que o cérebro, esse querido (#sóquenão) faz - ainda que em background - sempre, uma retrospetiva. E como é mesmo fofinho (#sóquenão), não se limita a fazer uma do último ano: vai recuando, recuando, até que nos começamos a sentir realmente desconfortáveis e não sabemos bem porquê...

 

De forma que se instala uma inquietação inexplicável, que nos corre nas veias, não nos deixa estar relaxados - e cada vez menos com a aproximação da data. É o não ter posição de estar no sofá quando estamos ver um filme na tv, é o adormecer tarde e o acordar cedíssimo porque a caixinha dos pirulitos não descansa.

 

E então vem aquela vontade de ir a correr enfiar-me numa sala de cinema porque naquelas duas horas é só o écran negro e eu, que me limito a ser a espetadora da vida alheia. A minha fica em compasso de espera. 

 

Para seguir, inevitavelmente, dentro de momentos...

 

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