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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

12
Jun18

Já vos contei a história do gato azul que não sabia miar?

Fátima Bento

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Pois não contei vou contar, se já falei nele, leiam na mesma, porque tem novidades...

 

Aqui atrás, no quintal, eram duas ninhadas de três gatos cada, da mesma mãe, e que se davam como anjos no céu... depois vieram as ninhadas de Primavera e foi o descalabro que já contei. De seis passaram a cinco, porque ostracizaram a Princesa e ela acabou por nunca mais tentar vir para aqui - no quintal onde está há quem lhe dê de comer, mas tenho tanta pena...

 

Entretanto começou a aparecer um gato azul - vocês sabem da pancada que tenho por gatos azuis não sabem? Se não sabem têm andado distraídos... - que quando eu aparecia por baixo da janela para lhe dar de comer abria a boca e eu ficava a pensar o que é que vai sair dali? é que o bichano não sabia miar, e podia perfeitamente sair-lhe um FFFUUU, ao mesmo tempo que os olhos era doces como o mel - e curiosos. Passou a ficar por aqui, juntando-se aos outros, começou a perceber a diferença. e deixou de se enganar, passando a fazer o mesmo: miau. 

 

Foi passando cada vez mais tempo aqui, e no sábado acordámos para quatro pequenos gatos no quintal aqui por baixo, com entre seis semanas e dois meses de vida. Foi a loucura: de quem são? Porque aqueles ainda não tihamos visto... pois que são d'A azul, que afinal é uma ela. 

 

Ou seja: veio nas calmas, apalpou terreno, viu se os outros eram quezilentos, confirmou que não, que havia comida e segurança, e na noite de sexta foi buscar os filhotes. É uma doçura! Um branco, um preto, um Silvestre, preto e branco e uma... tal e qual um bengali. É ver-me a olhar e a babar - até o Victor olha e baba. Linda, linda (presumo que seja uma menina).

 

Ainda não subiram - eu já afinei a pontaria e já consigo atirar comida para lá - a mãe vai a correr, dá uma ou outra dentadinha para as crias verem onde caiu e deixa-as comer. Um dia destes vão perceber que cá em cima comem mais e hão-de subir.

 

Mas é incrível, a pesquisa de campo que a Azul (ficou com este nome e já responde por ele) fez!  E eu agora coloquei a rede para as moscas e mosquitos pelo que a janela fica aberta e volta e meia vou lá olho digo olá Azul!, ela olha para mim, olha para baixo para o quintal onde estão os filhotes e olha outra vez para mim com um orgulho! Parece que diz: vês, tia? Fui eu que fiz!

 

Os gatos são uns bichos muito especiais!

 

 - mas mantenho que os gatos também conseguem ser muito estúpidos - como toda a gente, de resto... toda a classe de animais...

 

31
Mai18

Os gatos às vezes conseguem ser mesmo estúpidos, irra!

Fátima Bento

Pois e que nunca mais falei dos gatinhos do quintal.

 

Porque estou zangada com eles.

 

Dou-lhes de comer todos os dias, mas é assomar-me à janela, distribuir os pedacinhos de paté, encher as duas tigelas com ração e vir para dentro.

 

Tudo porque as duas parvas que pariram com 24 horas de diferença começaram por misturar as crias. Podia ter corrido tudo muito bem, como nos primeiros dias, mas depois uma delas (a mais nova) passou-se da marmita e resolveu mudá-los de lugar - todos. E a outra mãe (a branca) ia buscá-los e punha-os de novo dentro da casota, e recomeçava tudo outra vez. Até que a branca, farta de andar a ir buscá-los onde a outra os punha começou a escondê-los atrás dos vasos do quintal abandonado por baixo de minha casa. E a outra descobria-os e levava-os. Chegaram a estar as duas com o mesmo gato, uma a segurar pelo cachaço, e a outra a puxar por onde conseguia agarrar. Um dia desapareceram com eles para um outro quintal abandonado, a três quintais de distância. Os gatinhos já estavam demasiado pesados para a branca conseguir vir com eles para cá... nos primeiros dois dias, elas ainda lá iam, mas depois cada vez que eu ia à janela, elas estavam ali ao pé da casota, e sem os pequenitos...

 

Entretanto a Princesa, que teria parido quatro ou cinco dias antes delas algures no mesmo quintal onde estariam agora estes, começou a aparecer menos vezes. E a parva da mãe mais nova começou a atirar-se descaradamente aos machos (sinal de que não teria, já, crias). E passado todo este tempo, não há sinais dos gatinhos que já deveriam ter aparecido - ou sido avistados por alguma das vizinhas dos andares mais altos, e ninguém viu nada. A Princesa aparece muito de longe em longe, e a parva da mãe mais nova corre com ela! 

 

A Princesa está triste - e, mal por mal, gordinha... mas gatinhos, népia. 

 

Por isso estou zangada com as criaturinhas. Porque se a parva da mãe mais nova não encasquetasse mudar as crias de lugar, eles ainda estariam vivinhos da silva. Porque pelo menos podiam não ter rejeitado a Princesa, que é da primeira ninhada - a do Bebé, que sobe à minha janela, e da Oìnhos (a mãe branca). 

argh.PNGAos, agora, cinco juntou-se uma gata adulta (pelo que pude vislumbrar ontem é uma fêmea) azul que quando chegou aqui não sabia sequer miar, e os outros aceitaram-na. Não se enrosca nos outros mas deita-se perto.

 

Farta destas criaturinhas parvas. Ou desta criaturinha parva, a mãe mais nova, que parece que é a dona disto tudo... sempre quero ver o drama que vão ser as próximas ninhadas... não quero saber, não vou passar horas a olhar para as crias e a falar com as mães.

 

PQP!

17
Abr18

Sempre um pequeno milagre... e este com um nadinha de pixie dust à mistura...

Fátima Bento

Lembram-se dos gatinhos do quintal, aqueles seis a quem arranjei uma casota (feita a partir da maior caixa plástica de arrumos que encontrei à venda no Continente)? Três machos e três fêmeas, sendo que estas têm estado prenhes até às orelhas? 

 

A primeira, a Princesa, terá dado à luz, sabe-se lá onde, na quinta-feira. Apareceu no sábado, qual Carolina Patrocínio, ela que tinha um barrigão que até já lhe custava a andar, agora elegante como uma Barbie, para comer. Cada vez que vou dar comida, lá está ela. 

 

Ontem quando cheguei, a minha vizinha do lado disse-me que achava que as crias estavam dentro da casota. E eu, fiquei entre o emocionada e o descrente, que trazer recém nascidos para ali, onde dormiam os seis-adultos seria  incrivel, sendo as mães-gata tão protetoras... fui espreitar e estavam lá quatro pequeníssimos bebés. 

 

bebés.JPG

 

Então fiquei realmente emocionada! Aquilo é mesmo sinónimo de confiança!

Mas pareceu-me que a MiniMi estava coma barriga mais vazia, embora ainda grande e estranhei ela estar a comer e a olhar para dentro da casota... hoje levantei-me e ouvi que estão a desmontar os andaimes. Pensei ai que ela entra em pânico e move as crias, com a ansiedade sabe-se lá o que acontece... e fui à janela (quando só costumo ir da parte da tarde, já que nós, as que alimentamos as criaturinhas, estamos bem organizadas, e eles sabem a que horas devem estar todos juntos para pedinchar - e onde), para ver o que se passava.

 

Pois que estava a Oínhos, cá fora com a sua mega barriga e a MiniMi sai da casota. Pedem, pedem, aparece a Princesa. logo seguida pelo Bolinha Preta. Lá lhes dei de comer. Fiz uma pausa entre duas couvettes, e a MiniMi voltou imediatamente para dentro da casota, voltando a sair quando abri a segunda. Ou seja:

 

A MiniMi pariu ontem dentro da casota, porque é ali, debaixo da minha janela, que se sente mais segura. Querem coisa mais rara e ternurenta?

 

Eu estou tão derretida que nem vos conto!

 

E não acreditaria nisto se me contassem...

 

 

P.S: escusado será dizer que só ela e as crias dormem dentro da casota agora. Os outros passam, olham para dentro e seguem...

 

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