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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Fim

  O dia que escolhi para morrer amanheceu com um sol tímido a espreitar por entre as nuvens. Saltei da cama, fui diretamente para a casa de banho e enfiei-me debaixo do duche morno. Enrolei a toalha felpuda à volta do meu corpo, e olhei-me no espelho, o cabelo a pingar, as gotas de água a escorrer pelos ombros, pelos braços. Deixei-me estar assim uns momentos, a formar duas pequenas poças de agua no chão, mesmo por debaixo das minhas mãos. Acordei daquele torpor para onde tinha (...)