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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Carta fechada

  Casara de branco com toda a simbologia inerente. Eram brancos os lençóis de algodão, cabeção e fronhas bordadas com o seu novo monograma, agulha empunhada com esmero, para que o homem que a tinha escolhido e fora falar com o seu pai das suas boas intenções, casamento e sustento garantido, sem grandes luxos, mas o parco rendimento certinho, não se arrependesse da escolha que fizera.    Assustava-a a perspetiva da noite, daquela, a primeira noite, e envergonhada aproximara-se (...)