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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

24
Jul18

Nem me reconheço...

Fátima Bento

De há uns tempos a esta parte ando diferente. Tenho andado insegura em relação a algumas coisas - grandes inseguranças, de resto, coisa que não era comum: analisava a situação, tomava uma decisão, e aceitava as consequência... mas não, agora fico dias a remoer, adio a decisão o mais possível - erro, erro!!! - e depois de a tomar fico ainda a pensar se não devia ter decidido de outra forma.

 

Voltamos, claro ao tema das férias; das férias e da Mia, das férias e do Ippo. Fica a Mia (que nunca saiu de casa), vai o Ippo. Vem o meu filho e diz, levas o gato porquê???? e eu fico sem resposta. E fico a pensar nisso...  porque é pequenino, porque é cego, porque pode precisar de fazer o tratamento de repente... ontem à noite teve dores, confirmei esta última justificação, está outra vez a fazer tratamento. Se não estivesse comigo quem é que ia descodificar as dores???

 

Mas sim, gostava de ir sozinha com o Victor e deixar os três com o Tomás, claro! Seriam seis dias em que desligaria completamente. Mas.

 

Mas vou com o coração apertado por causa da Mia - que está porreirinha, até está um nadinha menos magra. E quando voltarmos vai à vet - e sim, bem sei que disse que não a levava... mas ela já está assim há mais de três meses, pelo que pode mesmo ser um problema metabólico, e sendo, poderá ter tratamento. Fico doente de pensar a tensão que vai sentir, a ansiedade quando a picarem. 

 

E esta é outra novidade: transformei-me numa florzinha delicada, a menor coisa deita-me a chão. Choro. De alegria, de comoção (de tristeza ainda não consigo: fecho e seguro).

 

Bem sei que ando a destruir barreiras que ergui para me proteger, porque vou sentindo que não necessito dessa proteção, e isto tudo é capaz de fazer parte... estou mais permeável às emoções e à manifestação das mesmas... gostava era de não saltitar de ponto de interrogação em ponto de interrogação...

 

E ontem ao falar com a minha filha, a quem mostrara uma foto da Mia há uns dias, ela perguntou-me porque é que tinha deixado a Mia chegar a este ponto... e eu sem chão. A Mia ficou assim, eu tomei a decisão de não a deixar ficar assustada, de lhe dar paz. Eu pensei que a Mia estava a chegar ao fim da viagem e não queria criar-lhe ansiedade! Esta ideia não passa. Estou a borrifar-me para o que as pessoas pensam a meu respeito, mas sei que quando a Inez mostrou a foto à sogra e esta disse pobre gato, está morto! (That poor cat's dead), isso entra em choque frontal com a minha insegurança, com não saber se tenho feito tudo pelo melhor, e põe em causa o imenso amor que sinto pela Mia. 

 

Se calhar não me estou a borrifar assim tanto para a opinião dos outros...

 

Bah!!!!!

 

Seja como for, estou mesmo a precisar de férias - e a ansiedade anda a escalar. Estou sem medicação, se calhar vou ter de voltar aos ansiolíticos... quinta logo falo nisso com o médico - que me vai dizer para ver como estou depois das férias...

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07
Jul18

A mãe gata? Sim, sou eu!

Fátima Bento

A (semi) privação de sono anda-me a comer os neurónios - e toda a gente sabe que a partir de uma certa idade eles deixam de se reproduzir (eu tinha-porque-tinha de usar esta expressão!), vai daí que não tarda transformam-se numa espécie em vias de extinção. No entanto, esta noite já dormi melhor! Para começar acordei às 3:40h com o miado agudo do mái novo, coisa impensável: antes de ele sequer pensar em pronunciar o M, já eu estaria de luz de cabeceira acesa, soerguida sobre os cotovelos num loop de ondeéqueestáogato-ondeéqueestáogato-ondeéqueestá... esta noite não: ele teve de me chamar, o que quer dizer que ando menos ansiosa com o pikeno.

 

Trouxe-o à sala, dei-LHES de comer - sim porque não será depositado um grão de comida num pratinho sem que dona Mia esteja presente e a participar no repasto! - e quando acabaram agarrei na tia Mia e rumei à minha cama - isto depois de ligar a musica e o candeeiro da secretária 

 

 pergunta para queijinho: porque é que ligas a luz se o gato é cego? A verdade é que não sei responder...

 

e dormi até pouco depois das oito, yeah!!!!! Ainda fiquei a preguiçar, a ver se me tocava à campainha o homem das cápsulas Nespresso (costumo ser a primeira do dia), mas como o senhor demorava, levantei-me, dei o pequeno almoço à Mia e à Piccolina e fui direto à maquina de café - ahahahah, o suporte das cápsulas tinha UMA, de descafeinado! - agarrei no leite para o pequenito e entrei na sala. Pequeno Ippo, acabado de acordar esperava-me no sofá.

 

Pouco depois o senhor lá veio fazer a entrega, e eu fui direto para a cozinha tirar o primeiro café do dia.

 

Portanto, hoje não me sinto tão blhéc - tipo pensar tenho de ir tomar um duche e ao fechar os olhos ver uma cama. E não, não adianta dizer ao meu cérebro que na cama não se toma banho.

 

Hoje estou mais capaz, cheia de vontade de pegar no meu livro, mas com a noção de que se pego, a Piccolina pode comer o Ippo que eu não dou por nada... arghhh. Logo mais ao meio da tarde já tenho o homem em casa, a ver se consigo fazer mais alguma coisa que não seja pet sitting

 

O bom que vem aí uma semana novinha, e ao que tudo indica já não estou tão obcecada com a segurança do pequenito - porque já cá está há duas semanas, já tem uma relação amigável (mas não abuse!) com a Mia, e está grandão - pelo que promete... estar mais cheia.

Segunda vou perder uma manhã na Segurança Social, de tarde vou para Lisboa, terça cabeleireira, quarta está livre, quinta veterinária e terapia, sexta cinema (Mamma Mia2, em pulgas para ir ver!). Soa bem... soa? E claro que o resto dos dias vão ser passados de volta da gataria, mas é uma alegria - quando não me engole.

 

Mal por mal não me vou sentir apenas a mãe gata...

 

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30
Jun18

Profissão alternativa?

Fátima Bento

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A minha profissão, nos últimos vinte e poucos anos tem sido mãe a tempo inteiro. Não me arrependo da opção que fiz, mas não recomendo: eles crescem e o que fica é uma sensação de vazio... 

 

Não sei, honestamente, responder a esta pergunta... fiz tanta coisa antes... quis ser modelo e fui, até tirar o curso de design de moda, depois tive um atelier e uma loja, mais uma escola de manequins. Fui assistente de bordo. Trabalhei numa loja de decoração, envolvi-me em Associações de Pais, na concelhia, na distrital e estive nas listas para a nacional, quando atirei a toalha ao chão. Fiz formação de formadores, coaching parental... entrei para o Ispa, para psicologia, congelei o mestrado porque os miúdos precisava de mim, fui mãe, enfermeira, psicóloga, terapeuta, motorista, cozinheira, empregada doméstica, personal shopper, cheerleader... e mais uma mão cheia de coisas que eles precisaram. No meio disto tudo fui companheira, amante, neta, filha, cuidadora, mais uma vez enfermeira... tenho desempenhado tantos papéis nesta vida... acho que no meio disto tudo me esqueci de ser eu. Esqueci-me mesmo de quem eu era, de quem eu sou. Quando dei por mim, olhei para o espelho e o reflexo não era da mesma pessoa que eu tinha visto a última vez, tinham passado um punhado de anos num sopro.

 

Em meio a isto tudo, não sei qual a profissão que escolheria... não sei mesmo muita coisa. 

 

Neste TAG participam para além de mim, a Happy, a 3ª face, a Ana, a Ana Paula, a Catarina, o Carlos, a Carlota, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Gorduchita, a Hipster Chic, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Maria Mocha, a Marquesa de Marvila, a Mimi, a Paula, oP.P, a Sweetener, a Sofia, a Tatiana, a Tita e o Triptofano 

(nomes ordenados alfabeticamente)

Espreitem o que cada um de nós vai respondendo ao longo do ano também podem espreitar pelo tag  52 semanas

17
Mai18

Desabafar é preciso...

Fátima Bento

Eu sei que vocês já devem estar pelos cabelos com os posts que faço sobre a Mia. Mas tentem entender: são desabafos de quem tem andado com o coração nas mãos, de quem se assusta quando acorda e ela não está onde é costume, de quem entra em parafuso quando mete a chave à porta e ela não está no outro lado, de quem treme quando o telefone toca e o filho diz demoras muito a vir para casa? e já vê o pior cenário.

 

Mas eu sei que há uma miríade de coisas para contar e sobre as quais falar, aparte desta ansiedade companheira que me mói por dentro.

 

Esta semana fui ao cinema e acabei um livro. Sim, vou falar disso, embora não agora, que está quase na hora de sair... 

 

Tenham paciência comigo... estar nos meus sapatos neste momento, acreditem que não é fácil...

 

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- obrigada por estarem aí! 

 

09
Mai18

Portugal, o eurofestival, e eu... breve história da coisa...

Fátima Bento

Ontem quem viu esta abertura e não ficou arrepiado e/ou com a lágrima no canto do olho, é um ovo podre!

 

 

Começámos nestas lides europeias em 1964, ainda eu não tinha nascido, com António Calvário e a sua Oração - canção em que um gajo que tinha arreado na mulher pedia perdão a Deus por tê-lo feito (podem ver a atuação aqui), pelo que entrámos com o pé direito #sóquenão.

 

A primeira canção que me lembro MESMO de ter visto, e acompanhado, foi a Tourada, de Fernando Tordo, nos idos de 1973  - e acabei de descobrir no You Tube que o rapaz ia vestido de azul, já que tanto quanto me tinha sido dado ver, ele  ia de fato cinzento claro e camisa antracite...

- e esta é uma canção que ainda hoje faz sentido... certo, na altura era referido o Portugal pré revolução, e agora é mais a corrupção que passou de exceção imaginada a regra óbvia... mas que encaixa, ah, encaixa...

 

Sobre esta canção, há um detalhe que Fernando Tordo contou há uns anos atrás: a canção, composta pelo próprio (música) e por Ary dos Santos (letra), era uma afronta tão direta à ditadura que não só não lhes passava pela cabeça ganhar, como estavam convencidos que acabavam presos, por forma que o autor esperou no carro, junto à saída dos bastidores, enquanto o compositor a interpretava, prontinho a arrancar quando o mesmo acabasse a atuação e se lhe juntasse... acabaram por ganhar, e faltam-me elementos para jurar que tiveram de voltar atrás, mas a canção passou fronteiras e é uma coisa que até hoje me espanta, o facto de ter escapado ao lápis azul... porque a letra é para lá de óbvia...

 

Portanto, se fizermos contas, há 44 anos, eu assistia ao Eurofestival religiosamente, e ano após ano assistia ao nosso regresso de mãos (mais ou menos) cheias de orgulho... e cada vez mais vazias de esperança. Deixei de o acompanhar por volta de 2005/06, e mesmo nos anos anteriores a esse, já o vi na diagonal. Isto do importante ser participar é muito bonito (mas até disso fomos barrados algumas vezes), e uma vitória era algo em que já não acreditávamos. 

 

E no ano passado aconteceram os manos Sobral. E eu fui buscar a bicicleta enferrujada que montava para acompanhar o festival quando era bem mais novinha, e abriu-se aquele mundo novo do You Tube, dos rehearsals, dos dress rehearsals, de todo o folclore à volta do pré-concurso, e vimos a semi final, que passamos, e pedalei com eles rumo à final... que ganhámos!!!! O espanto do momento dá hoje lugar à emoção de termos veni vedi vici, e espalha-se no peito cheio de orgulho da vitória da canção mais bonita que levámos ao certame em 58 anos.

 

Por isso aconteceu ontem. E vai acontecer amanhã, e vai acontecer sábado. E eu vou estar em frente ao écran a afastar a ideia de que o festival está a decorrer na Lisbon Arena (oh yeah, vai buscar altice!), senão volta e meia começo a chorar.

 

Nada a fazer. Foram 44 anos a acompanhar e a deixar de acreditar, e de repente está a acontecer aqui ao lado!

 

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Nota: tivesse eu ter conseguido comprar (aquilo foi um bocadinho um totoloto informático, pelo que me disseram), ou tivessem-me sido oferecidos, bilhetes para ir assistir in loco, não teria ido... é o 45º ano que acompanho pela televisão, e não poderia ser de outra forma...

 

06
Jan18

Eu. Não. Existo. MESMO.

Fátima Bento

Bom, vou desbundar-me à séria.

Isto é assim: eu sou a coisa mais despistada deste mundo e arredores. Meeeeesmo a sério. Diz o terapeuta que é muita merda coisa a exigir atenção na minha mente ao mesmo tempo, e esta faz uma seleção natural.

Ora aqui nem a seleção  nem o natural  têm obrigatoriamente nada de lógico.

Ou sequer de amiguinho.

Tipo vou comprar comida para as gatas ao hiper, que fica a 5 minutos de carro de casa,  e dou comigo a entrar na autoestrada, cuja primeira saída fica a 15 quilómetros... esse tipo de coisas básicas e simples que acontecem a toda a gente #sóquenão (tá-se mêmaver, não tá-se?...)

 

Guardar os óculos dentro dum tacho, no respetivo armário, as chaves numa gaveta da arca, o telemóvel no frigorofico? Isso é para meninos.

 

Eu quando me despisto é com um panache épico.

 

No dia em que fui conhecer o Triptofano - fui, juro que fui! - combinámos nas escadas principais da Estação do Cais do Sodré. Sinceramente não me lembro da hora, mas vamos pensar que foi às 17:00h, que não deve estar longe. Cheguei um niquito mais cedo (pouco provável), ou em cima da hora (...uh...) ou um nadinha atrasada (é capaz de ter sido mais isso). Enviei uma mensagem e esperei. E fomos trocando mensagens ocasionais, e eu na minha doce tranquilidade - já que sou aquela pessoa que, se combinarem comigo às 16h e aparecerem às 18h, desde que tenha material de leitura, não me preocupo minimamente em esperar. Até que um de nós tem um epifania (adivinhem quem - começa por T) e surge no meu monitor

 

Mas estás aí agora???? Não tínhamos combinado para amanhã?

 

 

Ora quem conhece o querido Trip, pode imaginar a aflição que terá sentido. E eu Ah, pois foi, enganei-me!, tipo, olha, mais uma vez, fazer o quê, carpe diem, e coiso. Tive de o convencer que a culpa era toda minha, já que mesmo com os emails que trocámos à frente, preto no branco, prova de que era  in fact, no dia seguinte, ele estava num embaraço que só visto.

E no dia seguinte lá nos encontrámos e o resto é história.

 

AGORA, este fim de semana, a Happy e a minha pessoa combinámos uma ida ao cinema. Filme escolhido, hora de encontro marcada, tudo acertado na sexta, e se falássemos com o Trip? Eu saco do telelé, e combino tudo muito combinadinho, porreiro, maravilha, os astros alinhados estavam e, íamos finalmente poder estar os três/quatro juntos!

 

Nisto liga-me o meu marido e eu digo-lhe: já combinei com o Trip ele também vai ao cinema amanhã. E diz-me o homem: mas o cinema não é no domingo?

 

Juro, caiu-me TUDO ao chão. T-U-D-O.

 

 

Segunda calinada com a mesma pessoa? O Trip só podia pensar que eu estava a gozar com ele!

Tratei de desfazer o equivoco - e espero ter conseguido... - disse-lhe que me tinha enganado no dia, a mais pura das verdades. Se não fosse o Victor, eu estaria lá no sábado! Whatsappei a Happy a pô-la ao corrente da asneira que tinha feito.

E pronto: hoje ela não podia que está longe (e gelada) e amanhã ele(s) não pode(m) porque tinha(m) um compromisso prévio.

 

Fátima Bento, a dar calinadas épicas desde 1967...

 

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Mas já está tratado:o meu cérebro vai ser doado à ciência...

 

12
Set17

A minha estreia com o "5 ingredients" do Jamie

Fátima Bento

Pois que - olha a vergonha!!! - ainda não vi o livro todo. Mas do que vi lembrava-me que havia, entre outras, uma receita com cogumelos portobello recheados. E no sábado fui ao Lidl e ei-los: lindos e enormes.

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Vieram quatro mais uma embalagem de queijo mozzarella, não me lembrando eu quais eram os outros três ingredientes.

O que quer dizer que no domingo lá voltei ao supermercado para ir buscar 350g de mistura de mini tomates (como a embalagem tinha só 300g, ficámos com menos 50g). Para além disso era preciso alho (check) e sálvia. Não havendo a última, e tendo eu um manjericão fabuloso na cozinha - e o manjericão é o melhor amigo do tomate - está feito. E já agora que estamos numa de confissões, o queijo também não seria mozzarella, mas cheddar - ou um outro queijo de pasta dura como o queijo da ilha. 

Tivemos pena.

 

Portanto os ingredientes que juntei foram:

  • quatro cogumelos portobello, grandes;
  • mistura de mini tomates (300g);
  • seis dentes de alho de bom tamanho; 
  • um punhado de folhas de manjericão; 
  • queijo mozzarella ralado, qb.

 

Modus operandi:

 

Ligar o forno para aquecer a 200º.

Cortar os alhos em fatias o mais finas possível; cortar os mini tomates ao meio. Pelar os cogumelos, guardando a pele (com o Jamie nada se perde). Pegar numa assadeira onde caibam os quatro cogumelos - não têm que estar à vontade, podem ser um bocadinho forçados porque com o calor encolhem (duh!)... à conta de os deixar à vontade a minha assadeira era (mesmo)  grande demais... - colocar os tomates, a pele dos cogumelos, o manjericão e o alho no fundo, guardando no entanto algumas fatias de alho e quatro ou cinco folhas grandes de manjericão. Regar com uma colher de sopa de azeite* e uma de vinagre de vinho tinto*, sal* e pimenta*, colocar os cogumelos sobre a mistura, com o pé para cima, e levar ao forno 10 minutos.

Passado esse tempo, retirar o tabuleiro, e colocar o queijo sobre os cogumelos, a gosto. Espalhar os dentes de alho sobre os mesmos, bem como as folhas de manjericão - eu rasguei ao meio e dividi. E volta ao forno mais quinze minutos.

Voilá:

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Absolutamente delicioso!

 

 

 * Estes extras fazem parte da despensa básica, que também é composta por 5 ingredientes, da melhor qualidade possível:

 

  • sal
  • pimenta
  • vinagre de vinho tinto
  • azeite
  • azeite extra virgem para usar em cru

 

E pronto. Quando fizer a próxima, aviso.

Obrigado Jamie!!!!!

 

10
Set17

Novidades!

Fátima Bento

Estou desde quinta-feira a favzer um curso... vai ter a duração de dez semanas, é da Universidade de Berkley, California e é psicologia e filosifia de mão dada - mas nas bases, não são indissociáveis?

 

Chama-se "The Science of Happiness", e só hoje me debrucei realmente sobre o assunto... (os últimos dias foram um bocadinho caóticos...)

 

Por isso, agora é estudar. Na próxima quinta é a primeira aula online... espero acertar na hora  9-10AM PDT  é 14-15 horas aqui... acho eu... há alguém que entenda disto e me possa ajudar???

('brigada!)

 

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 Wish me luck!

 

31
Mai17

Viagem

Fátima Bento

Sabem todos - sim acredito que TODOS os que aqui vêm com alguma regularidade - que faço psicoterapia, mais propriamente psicoterapia analítica, há três anos. Não saberão, penso, que vou para o terceiro mês de duas sessões semanais, a despeito de uma, como até aí. 

 

Primeira reação de quem sabe: mas estás pior?

 

Não. 

 

Aumentar o número de sessões não quer dizer que a pessoa "esteja pior" (obrigatoriamente, pelo menos). No meu caso, foi aproveitar uma brecha em que as coisas estavam a encaixar nos espaços certos a uma velocidade de meter respeito, e aproveitar o embalo. E tem sido fantástico.

 

Não entrando em pormenores, a minha vida foi, desde tenra idade complicada (um eufemismo mesmo eufemístico). Fazer esta jornada na companhia do meu querido amigo, sem julgamentos, e com aceitação incondicional, fez-me desabrochar, descobrir o meu âmago, e decidir o que quero e não quero na minha vida; o que cabe no que quero fazer dela e o que não cabe. E quem.

 

E aceitar. Aceitar, para poder alterar alguma coisa se assim o decidir. É assim um bocadinho como alguém que se está a afogar: esbracejando aflitivamente, perde o controlo de tudo o que eventualmente o poderia ajudar a sobreviver... se conseguir parar de lutar contra os elementos, se se deixar até afundar um pouco, ir com a corrente sem lutar, pode, no momento certo, bater com os pés e coordenar os movimentos por forma a manter-se à tona até vir ajuda, ou mesmo arriscar umas braçadas. Só depois de aceitarmos as coisas como elas são, mesmo, podemos trabalhar para as mudar. Se (ainda) o quisermos fazer.

 

E aprender algo tão lógico e óbvio é tão difícil!

 

(Re)Construir a Rosa Fátima tem sido um trabalho que começou no limpar os alicerces, e erigir tudo, pedra a pedra - pedras dos meus destroços em redor. E às vezes olho para a pessoa que sou hoje e tenho um orgulho enorme no resultado do trabalho que temos feito. Nunca pensei que pudessesse um dia vir a sentir-me tão completa como estou agora.

 

E ainda tenho um muito razoável caminho a percorrer. E vale cada passo...

 

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04
Abr17

Desculpem qualquer coisinha...

Fátima Bento

Ando a fintar o blogue, o Instagram e mais as outras redes sociais sociais todas. Quando fiquei melhor (e depois vieram outros abalos, que de comuns já se disfarçam do que podem e me fizeram sentir doente outra vez - mas só uma noite, que na manhã seguinte chutei para canto) reparei que a mina vida está transbordante. Às vezes de pessoas, outras de momentos, e essa perceção foi tão positiva! E de repente, o que me fazia correr teclas fora, o que me fazia clicar no disparo da máquina fotográfica do telefone deixou de ter (tanta) importância.

 

Não sendo nada de pessoal em relação a quem aqui vem, a quem procurou updates - DE TODO! , a verdade é que necessitei de tempo para passear "cá por dentro" e descobrir o que mudou nas últimas semanas. Do tanto que mudei, e em concomitância, todo o resto que se alterou, a começar com a forma como olhava e interpretava algumas das coisas que compõem o meu um-dia-atrás-do-outro. E das flores com que descobri ser possível alegrá-los.

 

Ainda sinto que necessito de mais tempo, mas vou tentar passar por aqui todos os dias, porque vocês merecem. É horrível desaparecer e não dizer nada.

 

Antes de ir por agora, só uma coisa: não foi a minha vida que mudou: foi a forma como a olho... e sentindo isso na pele, devo dizer que os clichés a respeito, embora lugares comuns, são verdadeiros.

 

Bacci, e I'll be back!

 

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