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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

17
Mai18

Desabafar é preciso...

Fátima Bento

Eu sei que vocês já devem estar pelos cabelos com os posts que faço sobre a Mia. Mas tentem entender: são desabafos de quem tem andado com o coração nas mãos, de quem se assusta quando acorda e ela não está onde é costume, de quem entra em parafuso quando mete a chave à porta e ela não está no outro lado, de quem treme quando o telefone toca e o filho diz demoras muito a vir para casa? e já vê o pior cenário.

 

Mas eu sei que há uma miríade de coisas para contar e sobre as quais falar, aparte desta ansiedade companheira que me mói por dentro.

 

Esta semana fui ao cinema e acabei um livro. Sim, vou falar disso, embora não agora, que está quase na hora de sair... 

 

Tenham paciência comigo... estar nos meus sapatos neste momento, acreditem que não é fácil...

 

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- obrigada por estarem aí! 

 

09
Mai18

Portugal, o eurofestival, e eu... breve história da coisa...

Fátima Bento

Ontem quem viu esta abertura e não ficou arrepiado e/ou com a lágrima no canto do olho, é um ovo podre!

 

 

Começámos nestas lides europeias em 1964, ainda eu não tinha nascido, com António Calvário e a sua Oração - canção em que um gajo que tinha arreado na mulher pedia perdão a Deus por tê-lo feito (podem ver a atuação aqui), pelo que entrámos com o pé direito #sóquenão.

 

A primeira canção que me lembro MESMO de ter visto, e acompanhado, foi a Tourada, de Fernando Tordo, nos idos de 1973  - e acabei de descobrir no You Tube que o rapaz ia vestido de azul, já que tanto quanto me tinha sido dado ver, ele  ia de fato cinzento claro e camisa antracite...

- e esta é uma canção que ainda hoje faz sentido... certo, na altura era referido o Portugal pré revolução, e agora é mais a corrupção que passou de exceção imaginada a regra óbvia... mas que encaixa, ah, encaixa...

 

Sobre esta canção, há um detalhe que Fernando Tordo contou há uns anos atrás: a canção, composta pelo próprio (música) e por Ary dos Santos (letra), era uma afronta tão direta à ditadura que não só não lhes passava pela cabeça ganhar, como estavam convencidos que acabavam presos, por forma que o autor esperou no carro, junto à saída dos bastidores, enquanto o compositor a interpretava, prontinho a arrancar quando o mesmo acabasse a atuação e se lhe juntasse... acabaram por ganhar, e faltam-me elementos para jurar que tiveram de voltar atrás, mas a canção passou fronteiras e é uma coisa que até hoje me espanta, o facto de ter escapado ao lápis azul... porque a letra é para lá de óbvia...

 

Portanto, se fizermos contas, há 44 anos, eu assistia ao Eurofestival religiosamente, e ano após ano assistia ao nosso regresso de mãos (mais ou menos) cheias de orgulho... e cada vez mais vazias de esperança. Deixei de o acompanhar por volta de 2005/06, e mesmo nos anos anteriores a esse, já o vi na diagonal. Isto do importante ser participar é muito bonito (mas até disso fomos barrados algumas vezes), e uma vitória era algo em que já não acreditávamos. 

 

E no ano passado aconteceram os manos Sobral. E eu fui buscar a bicicleta enferrujada que montava para acompanhar o festival quando era bem mais novinha, e abriu-se aquele mundo novo do You Tube, dos rehearsals, dos dress rehearsals, de todo o folclore à volta do pré-concurso, e vimos a semi final, que passamos, e pedalei com eles rumo à final... que ganhámos!!!! O espanto do momento dá hoje lugar à emoção de termos veni vedi vici, e espalha-se no peito cheio de orgulho da vitória da canção mais bonita que levámos ao certame em 58 anos.

 

Por isso aconteceu ontem. E vai acontecer amanhã, e vai acontecer sábado. E eu vou estar em frente ao écran a afastar a ideia de que o festival está a decorrer na Lisbon Arena (oh yeah, vai buscar altice!), senão volta e meia começo a chorar.

 

Nada a fazer. Foram 44 anos a acompanhar e a deixar de acreditar, e de repente está a acontecer aqui ao lado!

 

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Nota: tivesse eu ter conseguido comprar (aquilo foi um bocadinho um totoloto informático, pelo que me disseram), ou tivessem-me sido oferecidos, bilhetes para ir assistir in loco, não teria ido... é o 45º ano que acompanho pela televisão, e não poderia ser de outra forma...

 

06
Jan18

Eu. Não. Existo. MESMO.

Fátima Bento

Bom, vou desbundar-me à séria.

Isto é assim: eu sou a coisa mais despistada deste mundo e arredores. Meeeeesmo a sério. Diz o terapeuta que é muita merda coisa a exigir atenção na minha mente ao mesmo tempo, e esta faz uma seleção natural.

Ora aqui nem a seleção  nem o natural  têm obrigatoriamente nada de lógico.

Ou sequer de amiguinho.

Tipo vou comprar comida para as gatas ao hiper, que fica a 5 minutos de carro de casa,  e dou comigo a entrar na autoestrada, cuja primeira saída fica a 15 quilómetros... esse tipo de coisas básicas e simples que acontecem a toda a gente #sóquenão (tá-se mêmaver, não tá-se?...)

 

Guardar os óculos dentro dum tacho, no respetivo armário, as chaves numa gaveta da arca, o telemóvel no frigorofico? Isso é para meninos.

 

Eu quando me despisto é com um panache épico.

 

No dia em que fui conhecer o Triptofano - fui, juro que fui! - combinámos nas escadas principais da Estação do Cais do Sodré. Sinceramente não me lembro da hora, mas vamos pensar que foi às 17:00h, que não deve estar longe. Cheguei um niquito mais cedo (pouco provável), ou em cima da hora (...uh...) ou um nadinha atrasada (é capaz de ter sido mais isso). Enviei uma mensagem e esperei. E fomos trocando mensagens ocasionais, e eu na minha doce tranquilidade - já que sou aquela pessoa que, se combinarem comigo às 16h e aparecerem às 18h, desde que tenha material de leitura, não me preocupo minimamente em esperar. Até que um de nós tem um epifania (adivinhem quem - começa por T) e surge no meu monitor

 

Mas estás aí agora???? Não tínhamos combinado para amanhã?

 

 

Ora quem conhece o querido Trip, pode imaginar a aflição que terá sentido. E eu Ah, pois foi, enganei-me!, tipo, olha, mais uma vez, fazer o quê, carpe diem, e coiso. Tive de o convencer que a culpa era toda minha, já que mesmo com os emails que trocámos à frente, preto no branco, prova de que era  in fact, no dia seguinte, ele estava num embaraço que só visto.

E no dia seguinte lá nos encontrámos e o resto é história.

 

AGORA, este fim de semana, a Happy e a minha pessoa combinámos uma ida ao cinema. Filme escolhido, hora de encontro marcada, tudo acertado na sexta, e se falássemos com o Trip? Eu saco do telelé, e combino tudo muito combinadinho, porreiro, maravilha, os astros alinhados estavam e, íamos finalmente poder estar os três/quatro juntos!

 

Nisto liga-me o meu marido e eu digo-lhe: já combinei com o Trip ele também vai ao cinema amanhã. E diz-me o homem: mas o cinema não é no domingo?

 

Juro, caiu-me TUDO ao chão. T-U-D-O.

 

 

Segunda calinada com a mesma pessoa? O Trip só podia pensar que eu estava a gozar com ele!

Tratei de desfazer o equivoco - e espero ter conseguido... - disse-lhe que me tinha enganado no dia, a mais pura das verdades. Se não fosse o Victor, eu estaria lá no sábado! Whatsappei a Happy a pô-la ao corrente da asneira que tinha feito.

E pronto: hoje ela não podia que está longe (e gelada) e amanhã ele(s) não pode(m) porque tinha(m) um compromisso prévio.

 

Fátima Bento, a dar calinadas épicas desde 1967...

 

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Mas já está tratado:o meu cérebro vai ser doado à ciência...

 

12
Set17

A minha estreia com o "5 ingredients" do Jamie

Fátima Bento

Pois que - olha a vergonha!!! - ainda não vi o livro todo. Mas do que vi lembrava-me que havia, entre outras, uma receita com cogumelos portobello recheados. E no sábado fui ao Lidl e ei-los: lindos e enormes.

portobello1.jpg

Vieram quatro mais uma embalagem de queijo mozzarella, não me lembrando eu quais eram os outros três ingredientes.

O que quer dizer que no domingo lá voltei ao supermercado para ir buscar 350g de mistura de mini tomates (como a embalagem tinha só 300g, ficámos com menos 50g). Para além disso era preciso alho (check) e sálvia. Não havendo a última, e tendo eu um manjericão fabuloso na cozinha - e o manjericão é o melhor amigo do tomate - está feito. E já agora que estamos numa de confissões, o queijo também não seria mozzarella, mas cheddar - ou um outro queijo de pasta dura como o queijo da ilha. 

Tivemos pena.

 

Portanto os ingredientes que juntei foram:

  • quatro cogumelos portobello, grandes;
  • mistura de mini tomates (300g);
  • seis dentes de alho de bom tamanho; 
  • um punhado de folhas de manjericão; 
  • queijo mozzarella ralado, qb.

 

Modus operandi:

 

Ligar o forno para aquecer a 200º.

Cortar os alhos em fatias o mais finas possível; cortar os mini tomates ao meio. Pelar os cogumelos, guardando a pele (com o Jamie nada se perde). Pegar numa assadeira onde caibam os quatro cogumelos - não têm que estar à vontade, podem ser um bocadinho forçados porque com o calor encolhem (duh!)... à conta de os deixar à vontade a minha assadeira era (mesmo)  grande demais... - colocar os tomates, a pele dos cogumelos, o manjericão e o alho no fundo, guardando no entanto algumas fatias de alho e quatro ou cinco folhas grandes de manjericão. Regar com uma colher de sopa de azeite* e uma de vinagre de vinho tinto*, sal* e pimenta*, colocar os cogumelos sobre a mistura, com o pé para cima, e levar ao forno 10 minutos.

Passado esse tempo, retirar o tabuleiro, e colocar o queijo sobre os cogumelos, a gosto. Espalhar os dentes de alho sobre os mesmos, bem como as folhas de manjericão - eu rasguei ao meio e dividi. E volta ao forno mais quinze minutos.

Voilá:

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Absolutamente delicioso!

 

 

 * Estes extras fazem parte da despensa básica, que também é composta por 5 ingredientes, da melhor qualidade possível:

 

  • sal
  • pimenta
  • vinagre de vinho tinto
  • azeite
  • azeite extra virgem para usar em cru

 

E pronto. Quando fizer a próxima, aviso.

Obrigado Jamie!!!!!

 

10
Set17

Novidades!

Fátima Bento

Estou desde quinta-feira a favzer um curso... vai ter a duração de dez semanas, é da Universidade de Berkley, California e é psicologia e filosifia de mão dada - mas nas bases, não são indissociáveis?

 

Chama-se "The Science of Happiness", e só hoje me debrucei realmente sobre o assunto... (os últimos dias foram um bocadinho caóticos...)

 

Por isso, agora é estudar. Na próxima quinta é a primeira aula online... espero acertar na hora  9-10AM PDT  é 14-15 horas aqui... acho eu... há alguém que entenda disto e me possa ajudar???

('brigada!)

 

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 Wish me luck!

 

31
Mai17

Viagem

Fátima Bento

Sabem todos - sim acredito que TODOS os que aqui vêm com alguma regularidade - que faço psicoterapia, mais propriamente psicoterapia analítica, há três anos. Não saberão, penso, que vou para o terceiro mês de duas sessões semanais, a despeito de uma, como até aí. 

 

Primeira reação de quem sabe: mas estás pior?

 

Não. 

 

Aumentar o número de sessões não quer dizer que a pessoa "esteja pior" (obrigatoriamente, pelo menos). No meu caso, foi aproveitar uma brecha em que as coisas estavam a encaixar nos espaços certos a uma velocidade de meter respeito, e aproveitar o embalo. E tem sido fantástico.

 

Não entrando em pormenores, a minha vida foi, desde tenra idade complicada (um eufemismo mesmo eufemístico). Fazer esta jornada na companhia do meu querido amigo, sem julgamentos, e com aceitação incondicional, fez-me desabrochar, descobrir o meu âmago, e decidir o que quero e não quero na minha vida; o que cabe no que quero fazer dela e o que não cabe. E quem.

 

E aceitar. Aceitar, para poder alterar alguma coisa se assim o decidir. É assim um bocadinho como alguém que se está a afogar: esbracejando aflitivamente, perde o controlo de tudo o que eventualmente o poderia ajudar a sobreviver... se conseguir parar de lutar contra os elementos, se se deixar até afundar um pouco, ir com a corrente sem lutar, pode, no momento certo, bater com os pés e coordenar os movimentos por forma a manter-se à tona até vir ajuda, ou mesmo arriscar umas braçadas. Só depois de aceitarmos as coisas como elas são, mesmo, podemos trabalhar para as mudar. Se (ainda) o quisermos fazer.

 

E aprender algo tão lógico e óbvio é tão difícil!

 

(Re)Construir a Rosa Fátima tem sido um trabalho que começou no limpar os alicerces, e erigir tudo, pedra a pedra - pedras dos meus destroços em redor. E às vezes olho para a pessoa que sou hoje e tenho um orgulho enorme no resultado do trabalho que temos feito. Nunca pensei que pudessesse um dia vir a sentir-me tão completa como estou agora.

 

E ainda tenho um muito razoável caminho a percorrer. E vale cada passo...

 

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04
Abr17

Desculpem qualquer coisinha...

Fátima Bento

Ando a fintar o blogue, o Instagram e mais as outras redes sociais sociais todas. Quando fiquei melhor (e depois vieram outros abalos, que de comuns já se disfarçam do que podem e me fizeram sentir doente outra vez - mas só uma noite, que na manhã seguinte chutei para canto) reparei que a mina vida está transbordante. Às vezes de pessoas, outras de momentos, e essa perceção foi tão positiva! E de repente, o que me fazia correr teclas fora, o que me fazia clicar no disparo da máquina fotográfica do telefone deixou de ter (tanta) importância.

 

Não sendo nada de pessoal em relação a quem aqui vem, a quem procurou updates - DE TODO! , a verdade é que necessitei de tempo para passear "cá por dentro" e descobrir o que mudou nas últimas semanas. Do tanto que mudei, e em concomitância, todo o resto que se alterou, a começar com a forma como olhava e interpretava algumas das coisas que compõem o meu um-dia-atrás-do-outro. E das flores com que descobri ser possível alegrá-los.

 

Ainda sinto que necessito de mais tempo, mas vou tentar passar por aqui todos os dias, porque vocês merecem. É horrível desaparecer e não dizer nada.

 

Antes de ir por agora, só uma coisa: não foi a minha vida que mudou: foi a forma como a olho... e sentindo isso na pele, devo dizer que os clichés a respeito, embora lugares comuns, são verdadeiros.

 

Bacci, e I'll be back!

 

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27
Mar17

Fait divers#11 - sem vontade nenhuma...

Fátima Bento

Ando sem vontade para escrever. Pode ser da constipação que não me larga há uma semana

 

(e não era de esperar melhoras hoje, se tivermos em linha de conta que na quinta fui para Lisboa, e o tempo estava como tem estado, para uma das duas sessões semanais, e o tempo estava como tem estado, sexta tive uma comemoração de aniversário, e o tempo estava como tem estado, e sábado fui para a Luz, e o tempo estava como tem estado... e ontem não chegou para me fazer arribar)

 

e ainda há pouco acordei com febre.

 

Pode ser disso.

 

Mas não me apetece de todo escrever. Tenho coisas para contar, tenho; só sobre a experiência Portugal-Hungria, podia fazê-lo durante uma semana inteira... entretanto, e desde o último de que aqui falei, li mais dois livros, um de que gostei muito, muito, outro, que andei a guardar por esperar que fosse mesmo my cup of tea, de que, depois de deixar a coisa assentar, posso dizer que não gostei, pelo menos tanto quanto esperava, e comecei ontem à noite a ler um terceiro, mas só os dois primeiros capítulos (ou três? nem sei bem), já que não consegui manter os neurónios a pensar durante mais tempo, de que espero gostar.

 

De resto, sou eu e as gatas, as gatas e eu, a ver se melhoro, que quero largar as limitações. Se vou às compras, arrumo-as e já não me mexo mais. Se é para sair para jantar, fica quieta e sossegada, senão depois não te aguentas. Para o jogo, repousa, e veste-te bem (e ainda bem que o fiz... estava um gelo dos diabos). Ontem, dá descanso ao corpo que estás toda lixada... hoje acordo com febre... mas isto não acaba? Se calhar está na altura de sugerir ao médico para me passar antibiótico. Fartinha de estar a viver em baixa rotação e modo de espera...

 

Se calhar é por isso que não me apetece escrever...

 

Bom vou-me despachar, tenho terapia daqui a bocado...

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17
Mar17

Aranhas outra vez...

Fátima Bento

Há uns anos atrás, antes de mudar para esta casa, mas já com a renovação alinhavada e ainda morando na anterior, tive-uma-daquelas-coisas-que-só-eu-é-que-tenho...

 

Começaram a formar-se duas teias de aranha no teto, uma imediatamente por cima da cabeceira, do meu lado, e outra por cima da porta. Ora, eu só as via quando me deitava, e pensava, "amanhã aspiro aquelas duas", coisa que não mais me ocorria até voltar a deitar a cabeça na almofada na noite seguinte. E as teias tinham (aliás, como seria de esperar), uma aranha cada que, afanadas, prosseguiam com o seu labor.

Sendo eu uma rapariga muito conscienciosa e respeitadora do esforço alheio, decidi não me imiscuir entre elas e a sua finalidade na vida: construir intrincados rendilhados nos cantos das casas. De tal modo me afeiçoei às bichinhas que resolvi batiza-las. À da teia por cima da cabeceira, chamei Carlota, à da porta, Carolina.

 

E agora digam-me: aspirar duas teias de aranha, a gente aspira. Aspirar duas teias com duas aranhas, a gente assobia para o lado e vuuupt, já foste! Agora aspirar uma Carlota e uma Carolina, reduzi-las a pó-de-aranha no filtro de carvão que o meu aspirador da altura tinha? ALGUÉM É CAPAZ, de depois dormir descansado?

 

Por isso daqui a uns anos, que não hão-de ser muitos, os meus filhos hão-de contar aos filhos deles que a avó era tão preguiçosa que em vez de aspirar as teias, dava nomes às aranhas.

 

É um ponto de vista. Falso, mas ainda assim,um ponto de vista...

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09
Dez16

Então é Natal...(?)

Fátima Bento

Hoje fui ao Rio Sul. Comprei uma prenda para o marido, duas prendas para mim: da filha mais velha e da mais nova que vivem comigo, e que como têm mesadas curtas, e foram inferiores a €10 - a da Mia é mais a atirar para a mommy intelectualóide, e a da Piccolina é mais a puxar para a avójinha vaidosa (qu'é dela?).

Comprei um pijama natalino para o marido, para emparelhar com o que já tinha comprado para mim, uma vez que o jantar de Natal vai ser a dois e em casa. Ibidem para o almoço.

Comprei revistas. Revistas que dão ideias para natais super-hiper-mega-ultra, e tudo e tudo.

Um pão de ló húmido que me deixou mal disposta.

Chorei antes de ir porque a Inês disse no blogue dela que se só pudesse dar um presente a uma pessoa, essa pessoa era a mãe, porque é a maior...

 

- e vale mesmo a pena irem lá espreitar, o post está muito giro, e o blogue é um mimo! -

 

E depois fui ao shopping comprar as prendas das gatas para a mommy porque dos filhos que pari, bem posso esperar sentada... com ela foi combinado, fazê-lo mais daqui a uns meses, mas com ele... bem, vou-me deitar.

Amanhã vou ao cinema com o marido, ver Hell or High Water.

Inté, a almofada espera-me.

 

(às vezes é difícil fingir que está tudo normal, até para mim própria)

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