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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Contas feitas...

- a conclusão do balanço anual, finalmente!

  Em 2020 tive a oportunidade de decidir o que queria e o que não queria na minha vida. E tomar semelhante decisão não é facil, aperceber-mo-nos do que está a mais e do que nos é imprescindível tem o seu quê de complicado, logo na forma: como fazê-lo? Durante anos desejei profundamente ter a capacidade de ser tranquila, a serenidade sempre foi aquele ponto desejado e, sempre acreditei, inalcançável.   Ao longo do ano fui afastando o que preenchia a minha vida, ficando esta (...)

Parafusos soltos #1

- falando de gatos... e com eles.

  Ontem em chamada de vídeo com a filha, que vive do outro lado do Canal da Mancha, começamos a mostrar gatos: os meus e os dela. Entra primeiro o Archie, pretinho como a minha Babette, e depois o Chess. Com um rosto de gato a ocupar todo o écran, só me ocorre dizer:   "Hi Chess, how are you? "   Olá, como estás? COMO ESTÁS???  Aiaiai... só me faltava esperar uma resposta (não, nem tal isso me passou pela cabeça, sosseguem - ainda me resta um bom número de parafusos (...)

A pôr a par #1

Isto para mim é mais gatos...

    Este ano tem sido uma viagem e tanto. Inevitavelmente, a caixinha dos pirolitos não anda que se recomende.  Eu até tenho vindo aqui. Mas a enormidade da pagina em branco com o cursor ali à esquerda a catrapiscar , engole tudo o que tenho para contar. Recuo para a minha bolha e fim.   Hoje decidi não pensar sequer no que escrever. Avancei. E de facto, tenho novidades (pudera, o tempo que passou!). E vou começar pelo fim.   Se se lembram, há pouco mais de um ano perdi a minha Mia (...)

Perdi

  Perdi a voz. Perdi as palavras.   Palavras que saiam em torrente, sem dificuldade. Esconderam-se.   Procurei em todos os lugares, inclusive nos mais improváveis... vislumbrei algumas de que não gostei, e fechei depressa a gaveta.   E não encontro mais palavras. Nem tenho voz para contrariar este limbo verbal em que me encontro.   Olho o ecrã, a página em branco, o teclado e não há nada. Há algo como um vazio, uma dor fininha, um peso no peito.   Mas não há palavras...    

Nem me reconheço...

De há uns tempos a esta parte ando diferente. Tenho andado insegura em relação a algumas coisas - grandes inseguranças, de resto, coisa que não era comum: analisava a situação, tomava uma decisão, e aceitava as consequência... mas não, agora fico dias a remoer, adio a decisão o mais possível - erro, erro!!! - e depois de a tomar fico ainda a pensar se não devia ter decidido de outra forma.   Voltamos, claro ao tema das férias; das férias e da Mia, das férias e do Ippo. (...)

A mãe gata? Sim, sou eu!

A (semi) privação de sono anda-me a comer os neurónios - e toda a gente sabe que a partir de uma certa idade eles deixam de se reproduzir (eu tinha-porque-tinha de usar esta expressão!), vai daí que não tarda transformam-se numa espécie em vias de extinção. No entanto, esta noite já dormi melhor! Para começar acordei às 3:40h com o miado agudo do mái novo, coisa impensável: antes de ele sequer pensar em pronunciar o M, já eu estaria de luz de cabeceira acesa, soerguida (...)

Profissão alternativa?

  A minha profissão, nos últimos vinte e poucos anos tem sido mãe a tempo inteiro. Não me arrependo da opção que fiz, mas não recomendo: eles crescem e o que fica é uma sensação de vazio...    Não sei, honestamente, responder a esta pergunta... fiz tanta coisa antes... quis ser modelo e fui, até tirar o curso de design de moda, depois tive um atelier e uma loja, mais uma escola de manequins. Fui assistente de bordo. Trabalhei numa loja de decoração, envolvi-me em (...)

Desabafar é preciso...

Eu sei que vocês já devem estar pelos cabelos com os posts que faço sobre a Mia. Mas tentem entender: são desabafos de quem tem andado com o coração nas mãos, de quem se assusta quando acorda e ela não está onde é costume, de quem entra em parafuso quando mete a chave à porta e ela não está no outro lado, de quem treme quando o telefone toca e o filho diz demoras muito a vir para casa? e já vê o pior cenário.   Mas eu sei que há uma miríade de coisas para contar e (...)

Portugal, o eurofestival, e eu... breve história da coisa...

Ontem quem viu esta abertura e não ficou arrepiado e/ou com a lágrima no canto do olho, é um ovo podre!     Começámos nestas lides europeias em 1964, ainda eu não tinha nascido, com António Calvário e a sua Oração - canção em que um gajo que tinha arreado na mulher pedia perdão a Deus por tê-lo feito (podem ver a atuação aqui), pelo que entrámos com o pé direito #sóquenão.   A primeira canção qu (...)