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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

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29
Ago18

4 formas de prolongar o espírito das férias

Fátima Bento

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Mais uma vez as férias vieram e foram e ficou com aquela nostalgia de que só daqui a um ano é que volta a sentir-se relaxado a valer? Na-na-ni-na-não, há pequenas alterações que pode implementar no seu dia a dia por forma a prolongar o espírito das férias, acredite!

 

Respeite-se

Tente começar o dia de forma tranquila, por forma a atingir o pico da atividade às 10:00h. Faça uma refeição ligeira ao almoço para não se sentir em baixo de forma pouco depois, e continue a trabalhar com dinamismo durante a tarde. Acabe o dia com atividades calmas - e mantenha os écrans longe da cama: a luz azul interfere com a produção de melatonina, uma hormona que gere os ciclos harmoniosos de sono.

 

Escute-se

De manhã no duche sinta a textura do gel de banho, o seu perfume, concentre-se na sensação na sua pele enquanto o espalha. Faça o mesmo quando usa a toalha para se secar. Gaste tempo a cuidar de si, você merece (mesmo, anúncios à parte). Se no trabalho se apercebe que tem a testa contraída e/ou o sobrolho franzido, pare e identifique o que está a sentir, e  que o provocou; faça uma massagem nas têmporas, na cana do nariz... se notar que fica tenso muitas vezes, pense em oferecer-se um miminho: faça uma massagem localizada para libertar a tensão (há-as de 20 minutos e com sorte descobre onde fazê-las por menos de €15...). Mime-se. Se você não estiver bem, não consegue ajudar ninguém...

 

Pare e respire 

Todos sabemos hoje que a respiração tem uma influencia direta no nosso bem estar; por isso, tire uns minutos, feche os olhos e concentre-se. Encha o peito de ar, segure e expire, esvaziando completamente os pulmões. Repita umas quantas vezes e vai ver como se vai sentir quando terminar!

Uma variação deste exercício será tapar a narina esquerda enquanto inspira, tapar as duas segurando um pouco o ar, e libertar a direita quando expira; depois troque a ordem.

[Se deseja ir mais longe e experimentar meditar, as app's Calm (a minha favorita) e Headspace são uma boa ideia - tem uma semana gratuita e depois paga mensalidade ou anuidade. Se quer experimentar uma gratuita, aconselho que espreite Let's meditate]

 

Conviva

Onde é que fomos buscar a ideia de que noites divertidas e relaxadas entre amigos são coisa de férias? Continue a encontrar-se com os seus amigos regularmente, promova noites descontraídas, jantares em que cada um leva um prato, e fiquem à conversa até uma hora razoável (ou não). 

Tenha no entanto, atenção a uma coisa: repare se se sente confortável e bem disposto, ou se exausto e assoberbado. No primeiro caso, alimente essa relação, no segundo, não a cultive. Há coisas que mais vale cortar, nada de fazer "fretes" - acima de tudo, respeite-se.

 

E desse lado, têm truques para juntar a estas dicas? Partilhem as ideias nos comentários, quero saber mais!

 

28
Ago18

Coisas boas das férias

Fátima Bento

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 - Centro geodésico de Portugal, Vila de Rei

 

Em retrospetiva, as férias tiveram coisas muito boas, a saber:

 

Comi que nem uma lontra. A serio... o meu excesso de peso não vem das refeições que faço, tanto quanto dos doces que ingiro, ansiedade oblige. Agora estas férias andei num virote gastronómico - e não deixei o crédito por mãos alheias: dos quatro quilos extra que trago, quatro mil gramas derivaram dos almoços e jantares mais copiosos e regados a branco ou rosé fresquinhos. 

E valeu cada grama... em setembro logo começo a tratar do assunto.

 

Vi um filme fabuloso. O Victor andava há anos a entrar comigo - e dizes tu que és cinéfila e nunca o viste (para que conste, nunca eu disse tal isso...) até que uma noite destas foi de vez: vi o Apocalypse now. E é tudo o que o hóme publicitou e mais ainda. Absolutamente icónico e totalmente inesquecível.

 

Atirei-me de cabeça para a piscina (todos a rir, que isso nem devia ser mencionado) - a serio, em cinquenta anos nunca tive coragem, mas este ano foi o ano, em modo repetição até confirmar que tenho tanto jeito para isso como para andar de monociclo. Zero em graciosidade, mas 20 em coragem! Sim, pipól sou um nadinha limitada (mas é só às vezes...)

 

Li um livro inteirinho - nas férias nunca leio, gosto de desligar os miolos. Mas como este ano não o consegui fazer, comi O Desaparecimento de Stephanie Mailer, devagar, que o livro não me deu vontade de o ler depressa (e ainda estou a tomar Gaviscon para digerir as horas que gastei a lê-lo). Quando cheguei ao fim, deviam ter-me dado um prémio - mas depois falo nisso.

Já o Victor leu dois: O Executor e A Vidente - a sorte que o homem tem em lhe chegarem às mãos livros pré selecionados, nem imagina...

 

De resto, memorável, memorável não me ocorre assim mais nada (é só publicar e hão-de vir à memória mais dois ou três itens, mas prontx...). Os quatro dias de piscina deram para relaxar - e trabalhar os músculos do corpazio - era vê-la a fazer piscinas... a serio, a piscina não é olímpica mas fazia umas quantas sem ficar ofegante nem me doerem os músculos no final do dia (acho que eles estão tão bem acondicionados em meio à massa adiposa que nem doem - aquilo é acolchoado de luxo!)

 

Para o ano há mais! Mas e que tal prolongarmos a sensação de férias depois de acabarem? Dicas aqui, amanhã. Agora vou amanhar-me que o cinema espera-me... 

 

27
Ago18

Mais uma volta, mais uma corrida...

Fátima Bento

Acabaram as férias.

Se nunca viram ninguém contente por tal acontecer, atentem: eu estou. Bastante.

 

Acho que eu estava a fazer-me falta. Mais as minhas rotinas imprevisíveis, e as minhas falhas e imperfeições. A verdade é que consegui descansar (isto de me deixar estar deitada lá no fundo ajudou...), e recuperei a energia perdida. Sendo um dos meus maiores problemas no inicio das férias o estado de exaustão em que me encontrava, ganhei qualquer coisa com as mesmas! 

 

Bom, e estas três semanas também tiveram momentos positivos, bons!

 

Mas agora a rentrée está ao virar da esquina (para mim está marcada a um de Setembro), e este ano sinto-a mesmo como uma renovação. 

 

Antes, porém, tenho coisas para contar, e tenciono fazê-lo. Vão passando por aqui que eu também o vou fazer, pelo menos uma vez por dia.

 

B'jinhos para todos, e obrigada pela força!

 

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24
Ago18

(Nem tudo) São rosas, senhor!

Fátima Bento

Ando desaparecida, e penso que a explicação lógica seja está de férias

 

Pois que não, tenho estado com uma valente crise depressiva; 2018 tem sido muito difícil em tantas vertentes, e este ano nem nas férias conseguimos relaxar - os dois, não fui só eu! Voltámos mais cedo, e com o arrastar dos dias dei comigo no fundo do poço.

 

Pois sim que já o conheço bem, e sei que o caminho é só para cima - no entanto há aquela vontade masoquista (ou de auto preservação?), de ficar lá no fundo, deitada de costas, a deixar o dia suceder-se à noite no buraco cá no alto. Mas um dia a gente começa a trepar e sai - ou pelo menos põe a cabeça de fora.

 

Entretanto, deitada com as mãos atrás da cabeça a ver as nuvens que passam naquele recorte redondo de azul do céu, penso, repenso, ponho muita coisa em perspetiva. Entre tanta coisa, este cantinho; continuo, não, faço outro, deixo-me destas lides (no can do bucaroo!)? Crio rubricas semanais, novas, para não me perder em meio aos meus pensamentos caóticos...está tudo em aberto. E claro que ainda me não esqueci das BIG 5-0, as cinquenta perguntas que me fizeram e que VOU responder - vá, concordem comigo, ao fazer 51 consigo muito melhor responder a perguntas como - como é ter 50 anos?, uma vez que já levo um ano deles em cima!

 

Portanto este tem sido um período que mistura angústias com questões de maior e somenos importância. A amálgama de pessoa que para aqui vai, minha gente! Mas o caminho faz-se andando, e qualquer dia a cabeça espreita do buraco - e o resto  sai em seguida. Porque não pode ser de outra maneira.

 

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 (via)

12
Ago18

Férias: semana #1, DONE!

Fátima Bento

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Pois e não é que já estou em casa? Ontem a esta hora estava na piscina a apanhar solinho, quase, quase a atirar-me a pés juntos (de cabeça? 'tais doidos?) para a parte mais funda, só a esperar um bocadinho a ver se ficava menos fria, e hoje já acordei na minha cama. Duas vezes com a Mia a vomitar, uma com o Victor a ligar a luz para acabar o livro (a culpa é minha que levei O Executor para ele ler nas férias), e finalmente, de acordanço natural.

 

Receção cinco estrelas por parte da Piccolina que estava com coriza quando fomos e chorava copiosamente do único olhinho, e com coriza continua e uma conjuntivite está. Ó felicidade ó alegria, ronrom, miminhos, beijinhos, tudo o que havia para dar, ela entregou.

 

A Mia, feliz, feliz, pediu comida. Segundo o Tomás, parecia um aspirador nos dias em que não estivemos, mas nunca vomitou...com a nervoseira de chegarmos toma lá que nem dormiste sossegada.

 

O Ippo esfanicou-me o braço na brincadeira, mas depois fez-se doce e adormeceu com mimos e ronrons ao meu lado no sofá - o sacana do gato não gosta de colo, ráisopartam! - só quando vai à vet... ou eu lho roubo, muahahahah  

E cresceu que se fartou, em quatro dias!!!!

 

E sim, era suposto termos estado fora seis dias e só ficamos quatro... a história conta-se num ápice: a net diz que sim, mas definitivamente não, vai daí Netflix 'tá de gesso, e não tínhamos nada para fazer à noite... e depois tivemos saudades (agora é mais um, e pequenino ainda por cima...)

 

As férias seguem dentro de momentos numa praia perto de nós.

04
Ago18

Informações gerais sobre o blogue em agosto

Fátima Bento

Yup, estou mesmo a ir de férias. E como sou uma rapariga que vive no momento (), não vou deixar nada programado aqui na xafarica, esta semana que se aproxima vai ser uma rebaldaria.

 

(pronto, há um post que estou a pensar escrever, e que agendarei SE o fizer... mas está difícil, que os serviços mínimos estão a ser cumpridos mal e porcamente)

 

Tudo isto para dizer que a partir da próxima terça feira (provavelmente já de segunda, que tenho o dia a transbordar de pequenas coisas, começando com uma visita à vet e terminando numa reunião de condomínio), acabam-se os posts editados, tudo o que escrever será no telemóvel (levo tablet, mas não me ajeito), e a edição, em parte não é fazível, e na outra parte é chata de fazer... itálico e bold? Atão não? Justificação? ah, pois...

 

Tenciono pôr imagens, e/ou fotos, mas não garanto que saiam centradas - no post que escrevi há dois dias quando estava á espera do Rocinante julguei que centrara a imagem, e quando cheguei ao pc estava alinhada à esquerda - pelo que, tenham paciência! Quando voltar, edito tudo - não é defeito, é feitio, e vou querer vê-lo justificado e com as imagens centradas - já os bold e os itálicos duvido que os ponha... hajam aspas e maiúsculas!

 

De resto, passem no Instagram, que eu vou inclusive fazer stories - diverte e tenho tempo, a menos que não me apeteça, o que pode sempre acontecer! - e vou ali colocar fotos de pinheiros, de amoras, da piscina... assim mais ou menos como no ano passado, só que diferente...

 

E pronto, é isto. Estou em contagem decrescente e em pulgas! Yeah!!!!

 

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02
Ago18

Para grandes males, remédios imensos!

Fátima Bento

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Ontem estava em dia não, como de resto tem sido habitual, e (digo hoje) peguei nos limões e fiz limonada: li A vidente de uma ponta à outra! Eu, que me tenho em conta de ser uma slow reader, li o livro inteiro em meia duzia de horas!!!

Continuo a achar que ler 20 livros numa semana (como acabei de ler que uma mocinha e sua mãe fizeram, entre ambas, de férias na Grecia - bem podiam ter ficado em casa...), é uma imensa loucura. Hoje não tenho intenção de ler nada já que, se começar já a ler, vou confundir história e personagens... o que quer dizer que o seguinte será, muito provávelmente A livraria dos finais felizes, que seria o primeiro livro das férias (que começam na proxima terça); no entanto vou começá-lo já amanhã - penso que o último Dicker será o suficiente para uma semana de dolce far niente, já que habitualmente nem leio...

 

Mas isto tudo para dizer que sim, com tempo livre é perfeitamente possivel ler um livro de 300 ou 400 paginas num dia. Não fazendo mesmo mais nada. E - isto é importante - sendo um page turner

- leiam lá um Saramago ou um Lobo Antunes por dia e depois contem-me como estão ao fim de uma semana...

 

E é isto. Hoje devo ir ao cinema quando o carro sair da oficina... estou à espera, de castigo durante duas horas...

 

31
Jul18

Ó da guarda!

Fátima Bento

Cansaço, exaustão, a ansiedade ao flor da pele, sensibilidade mais de que qb, uma vontade nem sei de quê.

 

Começar um livro, ler as primeiras paginas e colocar de lado (acho que vou ter de largar a Koomson e começar o único Kepler que tenho em casa por ler, já que parece ser a única coisa que me agarra neste momento; e ainda assim tem de passar o teste das primeiras duas paginas).

 

Pensar no todo e ver tudo enevoado - é aqui que entram as listas que vou fazer já de seguida. A cabeça não está no sitio, e é o cansaço, e a ansiedade, que me ganham aos pontos. Os gatos a bufar irritam-me, vou pôr ordem na capoeira e chego à conclusão que podia ter ficado quieta, eles entendem-se! 

 

Tenho de sair, de ir pôr dois pantufos novos no carro e fazer mais meia dúzia de coisas, e baralha-se na minha cabeça a decisão de quando fazer o quê (é pá, vai e faz, porra!)

 

Estou mesmo cansada. Aquele cansaço que nos deixa à beira das lágrimas sem razão, por pura exaustão.

 

Acho que vou tratar do que há a tratar agora, aproveito e tomo o pequeno almoço fora de casa - não tenho mirtilos, (porra!), para pôr no iogurte, e isso este momento parece-me ser a coisa mais importante do mundo...

 

Acho que não há nada como sair de casa, já. 

 

E vou levar A vidente comigo, que os pneus é coisa para demorar de 30 a 45 minutos... logo mais logo troco as fotos aí ao lado.

 

Inté.

 

anxietea.jpg

 

#nãovásdefériasnão

 

30
Jul18

O abandono animal é um lugar estranho

Fátima Bento

Não consigo encontrar uma justificação, por ténue que seja, para o abandono animal - e não é de hoje. Acho que é uma questão de sensibilidade: quem tem animais e os conhece, adivinha facilmente a angústia que sentem. É a coisa mais assustadora, são animais que não conseguem sobreviver na rua, e de repente viram-lhes o mundo ao contrário. Nem falo de quem os abandona em placas centrais de rotundas, que isso vão além do desumano per si e invade o domínio psicótico, é de um sadismo psicopata chapa quatro.

 

Não compreendo.

 

Neste momento, sensivelmente uma semana antes de ir de férias chocamos com o papão das temperaturas desmesuradamente altas, e isso é um enorme nao-não para levarmos qualquer um dos três felinos da casa connosco. Vou estar em cima da linha de fronteira entre os distritos de Santarém e Castelo Branco - passo o dia no segundo e almoço no primeiro, a dez minutos de distância, se tanto - que são dos distritos mais quentes do país. E se saímos daqui cedo, para fugir ao calor, chegamos igualmente cedo, e sendo check in é uma horas depois, temos de ter a(s) transportadora(s) no carro que não tem A/C. E mesmo que consigamos entrar um nadinha mais cedo, será deixar o(s) pequeno(s) e ir almoçar, ficando num local estranho e não conhecido. Não é justo para ele(s), e se tivermos em linha de conta que o Ippo é cego, menos é.

 

A Mia está francamente numa fase boa, está mais gordinha, com boa cara - embora esteja com coriza, aliás têm todos, os de casa e os da rua; ela como está mais frágil, lacrimeja e espirra mais vezes. Olho para o Ippo e penso uma semana sem te ver, volto e nem te reconheço, nem tu me reconheces a mim... ele está tão grande, deu um enorme pulo nos últimos dias! A Piccolina resolveu que é giro brincar com o pequeno e bufa e tunga, trolitada na cabeça. Ó senhores! Pobre pequeno, que se esconde quando ela vai a passar e lhe salta para cima - e já levanta a patinha a ameaçar dar uma à grande.... mas como ela vê e ele não, ela dá, enquanto ele se fica pela ameaça.

 

Olho para eles e só me apetece chorar... e acho que quando sair daqui para me fazer ao caminho, choro mesmo.

 

E eles não ficam sozinhos, ficam com o Tomás, que desenvolve um sentido de responsabilidade aparte quando fica por si. Mas este ano as minhas férias adivinham-se dificeis...

 

Por tudo isto, cada vez menos compreendo as pessoas que abandonam os animais domésticos. Passa-me completamente ao lado que possam deitar a cabeça na almofada e ter um sono tranquilo...

 

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