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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Ó Primavera, não era preciso incomodares-te!

A caminho das duas da matina pousei o livro, cansada que estou, e num desatino com nome, que dispensava. O raio dos pólens atiçaram-me as alergias, acordando-me a sinusite com o frio que apanhei na paragem do autocarro quando cheguei de Lisboa (espero bem que o Rocinante na quinta-feira já esteja de volta, ou ainda acabo por cancelar a sessão), completaram o ramalhete. Pronto, estou doente.   Apaguei a luz, ajeitei o corpo ao colchão, a cabeça à almofada, mas a febre, raismaparta, (...)