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Porque Eu Posso

... e 'mái nada!

Porque Eu Posso

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21
Set17

Fui ver 'IT'

Fátima Bento

Como às vezes tenho a mania das corridas, fui ver o IT no dia em que estreou. 

Pois que diziam que era o filme (de terror) mais esperado do ano...

 

Ahn-ahn... 

 

Bom, para encurtar a história, foi a primeira vez que quando as luzes se acenderam no intervalo, saí e fui à cafeteria... beber um café. Até pus uma foto no Instagram nesse mesmo dia:

 

it.JPG

 

É que mal conseguia ter os olhos abertos! 

OK, dou de barato que não fiz o mesmo aquando do The Black Tower muito provávelmente porque estava acompanhada, e duas ou três palavras espevitam as orelhas. Mas naquele dia nem bateria no telemóvel tinha!

 

A segunda parte animou um bocadinho... mas é pá, eu até estou disposta a admitir que

não são os blockbusters, sou eu.

Com os livros está a passar-se uma situação similar: ando sem paciência para ler/ver, um amachuca-e-deita fora. Ou vale a pena ou quero o meu tempo de volta; não, não quero o dinheiro de volta:

 

- é mesmo o tempo.

 

A industria de Hollywood parece-me estar a esbracejar para não afundar - já o Colbert na abertura dos Emmys disse que ali naquela sala estavam mais pessoas que as que tinham ido ao cinema este ano (nos EUA) - e para salvar a industria em causa, os Estúdios atiram-se a fórmulas datadas - senhores, inspirem-se nas que estão a ser usadas para TV, se tal for necessário! 

 

Estreia uma coisa como o filme assente na obra de Stephen King que em 1990 deu insónias a muito boa gente, e fez outros tantos nunca mais olhar para um palhaço como até então e...

 

... e, é pá, o que eu vi foi assim uma espécie de versão muito light da obra do King a meias com uma piscadela de olho aos fãs de Stanger Things inclusive com um dos papeis principais a ser desempenhado por Finn Wolfhard... e acaba com o slide Capitulo 1, o que quer dizer que o segundo capitulo eventualmente agarrará a trama no momento em que a série de 90 o fez. Com os meninos já crescidos, a acabar de vez com o palhaço demoniaco.

 

Não tenho pachorra. Vou ver um filme, não vou ver uma manta de retalhos de coisas que poderão agarrar público de X, mais o de Y, quiça de o público de Z.

 

Ó pá, assim não dá.

 

(e apontuação no IMDB diz que eu estou errada e colocar o palhaço Pennywise a braços com um elenco infato-juvenil é uma GRANDE ideia... temos pena)

 

30
Mai17

Nossa senhora!!!

Fátima Bento

Acabei de ver um filme que literalmente me deixou do avesso. Tinha lido aqui sobre três filmes que a um quarto para as nove  dizia terem passado debaixo do radar; desses tinha visto dois - Maggies Plan e Love the Coopers, e tendo gostado de ambos, resolvi  ver Fathers and daughters - lembro-me de ter visto o cartaz quando esteve em exibição, mas não cheguei a ver o filme - já que parecia que estávamos em sintonia no que diz respeito a gostos cinematográficos.

 

O filme acabou comigo.

 

É muito bom, o Russel Crowe tem um excelente desempenho, a Jane Fonda está fabulosa enquanto agente literária do mesmo, e a Amanda Seyfried está muito bem. E a história é a coisa mais doce, e mesmo as histórias doces têm momentos complicados, amargos de boca... a mim fez-me chorar, sufocou-me... bom com B grande. 

 

E depois tem esta musica dos Carpenter, interpretada pelo Michael Bolton, que é assim das minhas musicas favoritas, mas da qual só me lembro quando a oiço... fica aqui o clip para não me voltar a esquecer.

 

 

E vós, dizei-me: qual foi o último filme que vos deixou virados do avesso?

22
Fev17

Hacksaw Ridge...

Fátima Bento

hacksaw-ridge-1.jpg

 

Fica na história: a par com o Hachiko, é o filme onde mais chorei até hoje. A diferença é que no Hachiko chorei uma vez; em Hacksaw Ridge, chorei várias.

O filme acabou, deram os créditos e eu continuei a soluçar baixinho.

 

Hacksaw-Ridge-R.jpg

 

Grande Andrew Garfield, Imenso Mel Gibson que dirigiu a orquestra de forma exemplar.

 

HR.png

 

Não consigo dizer mais nada.

 

(é que nem vou dizer de ver, porque vocês depreendem que seja, certo?)

 

01
Set16

Uma Diva Fora de Tom, um filme que transborda do grande écran para a nossa corrente sanguínea...

Fátima Bento

florence foster jenkins.jpg

Some may say that I couldn't sing, but they will never say that I didn't sing.

 

Foi uma loooonga espera... o filme estreou em terras de Sua Majestade quando estava em Londres, a 23 de Abril, e havia um sem número de autocarros a publicitá-lo. Nessa altura já tinha lido qualquer coisa (pouca) sobre a pelicula, que me tinha deixado a salivar... convenhamos que um filme que junta a grande Meryl e Hugh Grant tem tanto de improvável quanto de irresistível! Tenho ideia que esteve de data marcada para estrear por cá em Maio (vi na altura no IMDb), mas a verdade é que acabou por ser empurrado para a rentrée, e hoje foi o dia.

 

E posso dizer que valeu a espera.

 

Dizer que a atriz está fantástica vai sendo um lugar comum... já sabemos todos que ela é fabulosa e veste os personagens como ninguém, e tudo e tudo... e esta Florence Jenkins não só não desilude como consegue entrar-nos no sangue. O filme está construído num crescendo que mimetiza as reaçôes de Cosmé McMoon, o seu pianista, desde o momento em que este trava conhecimento com a diva. Rimos despudoradamente no primeiro quarto de hora, e vamos perdendo o sorriso e aumentando a empatia, a sensação de ternura invade-nos, e às tantas quase que entramos filme dentro e tapamos os olhos e ouvidos de Florence para a distrair por forma a evitar que tome contacto com a  realidade.

 

O momento do espetáculo no Carnegie Hall é o momento do filme em que a emoção já corre com rédea solta - e em que convirá aos mais sensíveis terem uns lencitos de papel à mão...

 

(pois se até aqui a escriba abriu a torneira - e mais cedo...)

 

Stephen Frears faz um trabalho extraordinário, e consegue fazer a emoção transbordar do grande écran com uma cadência contínua e certeira, que nos agarra a todos num Bolero de Ravel de emoções. 

O que eu gostava de ver este filme nos Óscares! Não sendo o filme tipicamente óscarizavel, pode eventualmente sonhar com uma nomeação na categoria de atriz principal pelo trabalho sublime de Meryl Streep, mas é só. Mas quanto a mim, é um bouquet de ternura e emoção muito bem composto, que vai passar a fazer parte dos meus filmes favoritos.

Muitíssimo bom.

Se querem ter uma boa ideia da história do filme, e da Florence verdadeira, espreitem este clip promocional, que consegue contar bem quem foi a diva.

 

 

De ver. Mesmo, mesmo, MESMO!

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