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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Hoje (ainda o Ippo)

Hoje o piolhito acordou às 3:30h; trouxe-o para a sala, foi ao caixote, comeu, bebeu leite (especial para gatinhos), lavou-se e adormeceu. Acordámos os dois às seis quando o Victor se levantou. Ele voltou a adormecer, mas eu já não consegui - e estive sempre põe-mão/tira-mão, porque ele deu em dormir no braço do sofá e eu fico com medo que caia (todos juntos: deves achar que o gatinho é de cristal!). E devo achar que sou mãe dele...    Fiquei ali deitada até às sete e picos (...)

Felicidade? É isto...

A felicidade é bestialmente simples, ou então sou eu que me contento, e valorizo, pouco - e este pouco é tanto que me transborda o coração!   A entrada do bebé Ippo (o meu filho deu-lhe o nome, inspirado numa serie japonesa que ele e o pai veem) na nossa vida foi uma surpresa; eu tinha, de facto, vontade de adotar mais um bichano, mas essa ideia tinha sido afastada, para já, dado o estado de saúde da Mia. Até que outros valores mais altos se impuseram (...)

O gatinho: a aventura começa...

Ontem ao meio da tarde o pulguinha entrou na minha casa (reparem que está em minúscula, não é o nome, é um apelido...); vinha assustado, e ficou uma hora ou um pouco mais ao colo, a criar laços. Saí, regressei, e voltei a colocá-lo ao colo. Comeu bem - meia lata de Gourmet para crias! - e quando chegou a hora de dormir, foi para a cama connosco.   Parêntesis: se eu comecei por estar apreensiva com a reação das minhas duas ao pequenote, nesta altura estava mesmo (...)