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... e 'mái nada!

... e 'mái nada!

Babette

- a bebé mais doce

  Sempre gostei de gatos pretos, e tive um que adorava, o Bubo, que ficou em casa da minha mãe quando fui morar sozinha. Fiquei desde aí, com vontade de adotar um gatinho preto, mas nunca aconteceu... acho que fui mais adotada de que adotei - de resto como toda a gente que tem gatos sabe que acontece.   A Mia (lá iremos um destes dias) tinha já morrido há treze meses quando liguei para os Amigos do canil e gatil municipal do Seixal, e embora ache que os gatos não se escolhem por (...)

Cá por casa a coisa está nestes termos

Ou Alegrias de um dia de temporal passado em casa

  Eu juro que queria fazer um post. Queria, por exemplo, apresentar-vos a Babette (olhem, é a pretinha!)   Mas está gente é mais colo, ainda para mais com este tempo... O PC jaz a meu lado, e parece que tenho a tarde feita - é que assim nem deve dar para abrir o jornal    Enfim, são as alegrias de ser mãe de três coisinhas fofas e doces...    Fica para mais logo... (ou então, não)   

Here's... Ippo!

"...soubessem o que eu gosto deste menino!"

  É o meu príncipe prateado, nickname dado pela minha filha. E quem lhe deu o nome Ippo foi o irmão.   Houve, durante uns anos, uma colónia de gatos nas traseiras de minha casa. Moro num primeiro andar e estando o rés do chão por baixo vago e havendo bastantes plantas, os gatinhos sentiam-se seguros. Para além disso, por baixo da janela da minha cozinha (e da do quarto do meu filho), existe um avançado - coisa fantástica para estender lençóis e demais peças grandes, nem (...)

Piccolina, o nosso presente de Natal

As crianças de quatro patas cá de casa #1 Piccolina

  As pessoas que aqui vêm há pouco tempo, não sabem as histórias das minhas crianças de quatro patas, por isso, quero apresentá-las.   Hoje é a vez da mais crescida, a Piccolina.   No dia 18 de dezembro de 2009 atravessei a estrada para ir comprar o jantar, quando escutei um miau de gatinho bebé. Olhei para baixo e junto aos meus tornozelos, ali estava ela: uma gatinha pequenina com muito - mesmo muito - mau aspeto, mas tão mínima que só apetecia abraçar e estrafegar com (...)

Eu tento

... mas não me deixam!

  Estava eu a escrever o texto do desafio - cor desta semana, castanho - no PC e eis que alguém considerou que estavam a roubar a atenção que lhe era devida...   E pronto, mais logo fá-lo-ei.   Espero...    (do telemóvel, sem edição) 

Parafusos soltos #1

- falando de gatos... e com eles.

  Ontem em chamada de vídeo com a filha, que vive do outro lado do Canal da Mancha, começamos a mostrar gatos: os meus e os dela. Entra primeiro o Archie, pretinho como a minha Babette, e depois o Chess. Com um rosto de gato a ocupar todo o écran, só me ocorre dizer:   "Hi Chess, how are you? "   Olá, como estás? COMO ESTÁS???  Aiaiai... só me faltava esperar uma resposta (não, nem tal isso me passou pela cabeça, sosseguem - ainda me resta um bom número de parafusos (...)

A pôr a par #1

Isto para mim é mais gatos...

    Este ano tem sido uma viagem e tanto. Inevitavelmente, a caixinha dos pirolitos não anda que se recomende.  Eu até tenho vindo aqui. Mas a enormidade da pagina em branco com o cursor ali à esquerda a catrapiscar , engole tudo o que tenho para contar. Recuo para a minha bolha e fim.   Hoje decidi não pensar sequer no que escrever. Avancei. E de facto, tenho novidades (pudera, o tempo que passou!). E vou começar pelo fim.   Se se lembram, há pouco mais de um ano perdi a minha Mia (...)

Com o coração fora do peito

    Foi no dia 2 deste mês. Saí de casa para apanhar a primeira sessão de Bohemian Rahpsody, às 12:30h., e limpei a litteira, deixando a rede mosquiteira na janela, que deixei aberta, para arejar a cozinha dos eflúvios gerados por suas excelências. Verifiquei que as molas que prendiam a rede estavam no lugar e fechei metade (ficando, na totalidade, um quarto aberta), porque havia quem se aventurasse a (...)

Ensaios sobre a cegueira

  Isto de ter um gato cego leva a que me façam uma serie de perguntas, que se repetem à exaustão. Mas há algumas que são mesmo para queijinho.   Por exemplo:         - então não podes mudar as coisas de sítio, tem de estar tudo sempre nos mesmos lugares?      - nada a ver, o radar, nos bigodes e não só, funciona lindamente, tal como a audição e em caso de duvida, ele pára e usa as mãozinhas para perceber o que tem à frente. Claro que quando lhe dá a louca e (...)