11 Mar, 2017
Manhãs dispersas (nunca perdidas)
Começo a aperceber-me dos sons da rua, do transito, e pela assiduidade da passagem dos automóveis, intuo a hora. E se me sinto a acordar, mesmo sem ainda abrir os olhos, é bom de calcular a hora, porque é sistematicamente, todos os dias a mesma. Entra a máinova, trepa as almofadas e vem cheirar a minha respiração, para ver se é de "humana a dormir" ou "humana acordada". Não se atrapalhem que ela também não: vai logo afiar as unhas na cabeceira da cama (pinho em bruto) - sinal (...)
